CinCin Ristorante & Bar

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Post Nº 20 de Santino

Mensagem por Santino Soprano em Sex Fev 27, 2015 11:07 am

O sujeito não fala “coisa com coisa”, muito provavelmente fruto do estado de choque pós-traumático ... blá blá blá... que certos sujeitos passam ao serem expostos a uma situação de grande estresse, como a ocorrida na cafeteria francesa.
Santino diz num tom baixo mais irritadiço: - As palavras, que você diz me fazem algum sentido, tenho total consciência das marionetes e dos títeres, mesmo que as pessoas não desejam se envolver, elas são manipuladas pelo sistema contra a vontade.-
* pausa reflexiva.*
 Santino fala num tom baixa e moderado: - Sou Santino Soprano Giovanni, membro da família Giovanni, protegido pelos meus e diferente da maioria das pessoas que são massa de manobra nas mãos dos poderosos. Você não respondeu as minhas perguntas como saiu vivo da cafeteria francesa e qual o seu nome?-
“Nunca perca a compostura dentro do Cin Cin.” Pensa o mafioso.
Santino volta ao normal mantendo a aparência de gentleman e diz: - Vejo que gosta de carne banhada em sangue, posso mandar preparar algo especial? Seu jantar ficará por minha conta, não precisa agradecer, aceite como uma demonstração de amizade.-
Santino põe um sorriso sem expressão e diz: – Infelizmente não é permitido fumar nessa parte do restaurante, entretanto na varanda ou na sala de carteado é permitido, se estiver a fim de um pouco de diversão podemos ir até ao jogo pôquer; as más línguas dizem que é possível perder a alma naquela mesa, mas essas histórias são contadas pelos derrotados, fracos e medrosos, sei que como eu achará a mesa ... bem ... inofensiva.-
“ A mesa é inofensiva, os jogadores não, lá só abutre entra, o rapaz pode acabar terminando devendo favores a casa, melhor dizendo ao Don.”, momento de reflexão do astuto jogador.
Após a pausa reflexiva, Santino diz: - Não se sinta forçado a nada, podemos continuar nossa conversa na varanda fumando você o cigarro e eu meu charuto.-
Santino pede para um garçom trazer um maço de cigarros, isqueiro e charutos, o mafioso levanta-se da cadeira e pergunta: - o jogo ou a varanda?-    

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Re: CinCin Ristorante & Bar

Mensagem por Gaspar Motierre em Ter Fev 16, 2016 4:42 pm

Sammael termina o seu prato, em seu pensamento: “mafioso” .

- Então senhor Soprano, não sei... Assim que acordei estava em uma casa com a porta aberta. Ele olha nos olhos do humano com um tom serio e respira fundo. 

Tenho muitos nomes mais todos significa um Sammael. Depois de ele analisar as pequenas visíveis atitudes do humano ele da uma risada. - Não é necessário o prato especial. Ele rapidamente da uma olhando no banheiro e fica se perguntando o motivo da demora do mensageiro da organização.  

Tenho certeza que a varias maneiras de perde uma alma, principalmente quando essa é a sua única carta... E muitos homens ficam defendo favores para pega a sua alma de volta, eu conheço muito bem esse jogo senhor Soprano

Sammael se levanta pegando a bengala. – Vamos à varanda. Pegou o maço de cigarro e o isqueiro do garçon e colocou duas notas na mesa pagando o seu saboroso jantar.  Quando ele chegou à varanda acendeu o cigarro e levou a boca. 

Você conhece alguém que tenha uma tatuagem de meia lua na mão? Senhor Soprano.  Ele soltou a fumaça pela o nariz. 

Quais são os seus negócios com o Don? Ele ficou serio. – Ele não me conhece pessoalmente, mais escuto muitas coisas sobre ele.

Os Corvos. - A Fuga.

Som-Alerta intruso no corredor leste saia na caixa de som pelos os corredores, as luzes começaram a piscar e barulhos de explosões muito alto, os guardas corriam pelos os corredores barulhos  e começou os tiroteio. Som - Alerta energia suficiente religando bateria reserva.

Era essa a oportunidade que eu esperava, assim que as portas das celas se abriram pela a falha de energia o caos se espalhou como fogo em mato seco. – Vamos condessa é a nossa vez. Peguei a mão dela e fiquei andando baixando em um modo que os guardas não nos visem.

Assim que cheguei à ala do armamento dois guardas estavam mortos decepados perto da sala de munições e armas, ouvir gargalhadas insanas e uma sombra. 

Entra naquela sala de limpeza ai e fecha a porta. A condessa rapidamente largou a minha mão e se escondeu.  Respirei fundo e continuei andando baixando entrei na sala munições e armas. Peguei um facão que estava jogando no chão “assim que ele passar... é apenas uma vitima nada mais

Escondi-me assim que ele andou e ficou de costa para mim passei a faca na garganta dele, era um dos “pacientes” dos “cientistas”  a morte dele me animou era como eu estivesse me alimentando da alma dele peguei  dois facões e duas pistolas.

Voltei e peguei a condessa e continuamos andando cada passa em silencio, corredores com corpos e todo o lado tinha sangue e morte me congelou quando ouviu o barulho do elevador abrindo era  homens todo de preto com uma mascara de um corvo com duas metralhadoras  rapidamente a condessa me puxou e entramos em um sala de instrumentos de cirurgias e ouvindo um deles dizendo do radio. 

Senhor. Acabamos de limpa o correndo leste, estamos no andar das cobaias... Parece que aqui... Tudo morto, sim eliminar todas elas.  Ele olhou para os outros – vamos

Eles querem nos eliminar... droga... droga.” olhei para a condessa e dei um sorriso. – Tudo vai sair bem, eu vou proteger você. Andamos até as escadarias parecia que estamos depois da terra então subimos assim que cheguei à ala A. eu vi o Lucien escapando em um carro com alguns guardas sobreviventes.  – Maldito. Esperei um pouco.então eu sair daquele inferno para cair em outro.

Os Corvos.Continua...

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SammaelO homem fraco teme a morte, o desgraçado a chama; o valente a procura. Só o sensato a espera.


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Post 21 Santino

Mensagem por Santino Soprano em Sex Fev 19, 2016 2:41 pm

- Então senhor Soprano, não sei... Assim que acordei estava em uma casa com a porta aberta. Ele olha nos olhos do humano com um tom serio e respira fundo. 
– Tenho muitos nomes mais todos significa um Sammael. Depois de ele analisar as pequenas visíveis atitudes do humano ele da uma risada. - Não é necessário o prato especial. Ele rapidamente da uma olhando no banheiro e fica se perguntando o motivo da demora do mensageiro da organização.
 
 

----------------início Flashback--------------------------------

lembro-me de quando eu era vivo e tinha sido preso pela primeira vez na antiga Sicilia e estava tendo a oportunidade de conversar com meu pai antes de ser levado para a prisão que também era uma prisão.
meu pai magoado disse: - você deveria ter sido o filho, que iria restaurar meu casamento com sua mãe, pois apesar de ter sido uma união arranjada, eu realmente queria o melhor para nos dois.-
Santino: - não deu certo pelo visto.-
pai: - As pessoas não consertam umas as outras, Amadeo. Elas sempre serão aquilo que vieram a esse mundo para ser.-
Santino: - não creio.-
pai: - não crer ou não desejar crer?
neste momento meu pai passou a mão na face tirando o suor que escorria.
pai: - somos movidos pela sorte, pois ser bem sucedido depende de ter nascido no lugar certo, na hora certa, com a cor certa, com o sangue certo nas veias e talento para compensar as diferenças-
Santino: - não creio, cada um faz sua sorte.-
pai: - as vezes... outras a sorte faz você.-
ficamos em silêncio.

-------------------fim do flashback-----------------------------


Meu pai tinha razão, agora estou diante desse garoto, que deveria ter morrido na mão da criatura, mas para a minha surpresa ele esta aqui vivo como se nada tivesse ocorrido e busca me fazer crer, que não sabe de nada, pois bem, ele esta sendo um péssimo mentiroso, mas como meu pai me ensinou a sorte faz você e vamos ver até aonde esse jogo nos leva.





– Tenho certeza que a varias maneiras de perde uma alma, principalmente quando essa é a sua única carta... E muitos homens ficam devendo favores para pega a sua alma de volta, eu conheço muito bem esse jogo senhor Soprano.
-  As vezes...propostas são feitas, que não é possível dizer não.-, Santino mantém um sorriso na face como se ele tivesse contato uma piada que só ele havia entendido.

Sammael se levanta pegando a bengala. – Vamos à varanda. Pegou o maço de cigarro e o isqueiro do garçon e colocou duas notas na mesa pagando o seu saboroso jantar.  Quando ele chegou à varanda acendeu o cigarro e levou a boca. 

– Você conhece alguém que tenha uma tatuagem de meia lua na mão? Senhor Soprano.  Ele soltou a fumaça pela o nariz. 
- Não me recordo de ninguém como uma tatuagem dessas, mas caso fosse começar as minhas buscas o faria pelo acampamento cigano.-, fala Santino de maneira despretensiosa.

– Quais são os seus negócios com o Don? Ele ficou serio.
- Sou o filho adotivo dele.-, Santino fala sério e firme.

– Ele não me conhece pessoalmente, mais escuto muitas coisas sobre ele.
- Signore Giovanni é muito querido pela comunidade ítalo-canadense.-, fala Santino desconversando.

"Tenho que ir no
Hotel Fairmont!", pensa Santino.


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