CinCin Ristorante & Bar

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Re: CinCin Ristorante & Bar

Mensagem por Gaspar Motierre em Qui Nov 13, 2014 9:59 pm

Assim que o garçom serve o pedido de Sammael na mesa, logo depois um homem aparece, Sammael apenas ficou olhando a energia negra que saia pelo o corpo do homem, ele deu uma risada um tanto estranha e soltou um ar de prazer. - O jantar apenas começou... Mas o cheiro das almas é encantador. De baixo da mesa Sammael empurra a cadeira com o pé esquerdo. – Por favor. Indicando o homem para sentar. Ele respirava bem fundo cheirando a alma do humano como se fosse o perfume do mais puro pecado.

- Os fetos da escuridão são crianças malcriadas. A cidade dos fetos é popular e acontece coisas estranhas, por isso ele sobreviveu. Os impuros são os gados, mas um dia a mãe irá libertá-los e o círculo irá reiniciar. A mente de um insano muitas vezes se interliga com o vazio  onde vozes distorcidas sussurram para aqueles que têm um pacto obscuro com a mãe tenebrosa.

Os humanos não conseguem compreender que ele é apenas mais um animal da cadeira alimentar, que existem criaturas que convivem com eles há muito tempo. Gaspar é um dos humanos que ultrapassou essa compensação à ciência oculta, vem estudando há anos mas apenas teorias que agora para ele são concretas.

Os Corvos O Laboratório. 

Ainda me lembro daquela cela escura e cheia de espelhos e uma menina pequena para a sua idade, esquelética, parecia mais que um vara que um ser humano, acordei em um corpo hoje o seu coração acelerava a sua mente tinha lembranças muito forte de torturas, ficou difícil permanecer no corpo, mas consegui deixar a alma em paz. 

Sou Sammael um dos sobreviventes. E agora por imprudência preso em um corpo de uma criança enjaulada. A menina não parava de gritar, então bati a cabeça dela na parede para ter um tempo de paz nesse mundo dos impuros que tanto me enojava. Os soldados e alguns homens com roupas brancas vem visitar, a cada sinal uma lâmpada vermelha se ilumina na cela e as portas se abrem, do lado de fora tem dois soldados na porta o tempo todo. 

Eles aplicam uma vacina em nós, a menina adormece muito rápido e depois começa a dizer coisas sem sentindo para eles, não demora muito me carregam pelo o corredor parece que estou debaixo da terra. Me prendem junto com outras crianças, eles pareciam selvagens, se comportavam como lobos, eles queriam que a gente se matasse por um prato de comida. O açougue começou eu não poderia deixa o meu corpo morrer mas também não poderia matar os humanos. Fiquei sentando no canto da parede vendo eles se matarem um por um até restar um vencedor,  um menino alto com um sorriso de um demônio, ele se aproximou de mim, aquela energia maligna me contaminou, nunca tinha sentido tanta ira. Assim que a minha boca se encontrou com a macia carne do pescoço dele, mordi, o sangue começou a entrar em minha boca, a sensação era de poder sobre a minha presa, ele caiu e não gritou de dor apenas ficou rindo. 

Não queria matá-lo mas a sobrevivência do meu corpo era mais importante que a minha essência de divindade. Quando me jogaram na cela como um animal comecei a meditar e rezar para o ultimo acima mas ele não escutava a minha lamentação, as portas sagradas se fecharam para a minha depressão, fiquei inconsolado fiquei meditando um longo tempo até escutar a voz dos pecadores, os caídos me abraçaram como um irmão e eu cai na tentação dos pecados, minha essência começou a se transformar em escuridão.

A menina me adotou como um irmão mais velho ou como um mestre eu a chamava de “condessa” a sua alma se apresentou assim, novamente estou sendo arrastado a força para o que chamo de “A Arena,” novamente mais meninos perturbados encarcerados comigo por troca de alimento, injetaram tanta vacina nesse corpo que não sinto mais dor. 

Assim que matei todos estava banhado de sangue os “cientistas” como a condessa os chamava, estavam fazendo alguma pesquisa com os humanos ou desenvolvendo uma vacina, não sei dizer o quanto estou certo ou errado, apenas mato quando me mandam matar eu divido a comida com a menina na minha cela. Ela come a maior parte, não consigo sentir muita fome ainda penso do suculento pedaço da carne da minha primeira vítima, não rezo, mas usou o conhecimento oculto agora ao meu favor e sei o caminho que isso me levará, mas agora não me importa, o que penso é sobreviver e se possível levar a pequena condessa comigo.

Os Corvos - Continua...

Sammael ficou encarando o homem, assim que passou o garçom ele pegou um copo de agua que estava na bandeja, deu um sorriso simpático ao novo conhecido. – Um tempo o que peço. Ele então segurou com as duas mãos o copo e ficou olhando diretamente para a água sussurrando um antigo encantamento. O homem apenas conseguia escuta murmúrios, então lentamente levou o copo a boca e bebeu toda a água no copo. 

Seu comportamento mudou, estava mais familiarizado com o ambiente que se encontrava, ficou encarando o homem com uma expressão séria. – Qual é o seu nome? A voz tinha mudado de tom, estava mais suave e os movimentos das expressões faciais estavam mais simpáticos. 

Ele espera o homem responder e pensa. “A minha essência demoníaca não pode aparecer tão cedo, não posso perder o foco da minha missão com os corvos... eu ainda preciso deles para encontrar a condessa e aquilo.”  
Ele observou a mão do sujeito, e não viu a tatuagem da meia lua, ele deu uma risada e olhou em volta para ver se tinha alguém prestando atenção na conversa, e não tinha, estavam todos comendo e conversando sobre o atentado da cafetaria ou sobre assuntos variados no momento. 

 “ Ele mandou esse humano conversar comigo ou esse humano realmente acha que sou Gaspar... falando disso de quem era aquela casa... cheira a magia negra, esse menino não aprende, não tem como lutar comigo, ele fez o pacto, a divida nunca será paga.” Ele deu um sorriso com desdém sobre o seu pensamento.

 - Você tem cigarros? Ele passa a mão no bolso da calça. – Os meus acabaram, depois te reembolso. Ficou encarando o homem. – Se não se importar. Ele desviou o olha para o prato e começou a comer esperando o homem dizer o que queria e quem era.

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Post Nº 20 de Santino

Mensagem por Santino Soprano em Sex Fev 27, 2015 11:07 am

O sujeito não fala “coisa com coisa”, muito provavelmente fruto do estado de choque pós-traumático ... blá blá blá... que certos sujeitos passam ao serem expostos a uma situação de grande estresse, como a ocorrida na cafeteria francesa.
Santino diz num tom baixo mais irritadiço: - As palavras, que você diz me fazem algum sentido, tenho total consciência das marionetes e dos títeres, mesmo que as pessoas não desejam se envolver, elas são manipuladas pelo sistema contra a vontade.-
* pausa reflexiva.*
 Santino fala num tom baixa e moderado: - Sou Santino Soprano Giovanni, membro da família Giovanni, protegido pelos meus e diferente da maioria das pessoas que são massa de manobra nas mãos dos poderosos. Você não respondeu as minhas perguntas como saiu vivo da cafeteria francesa e qual o seu nome?-
“Nunca perca a compostura dentro do Cin Cin.” Pensa o mafioso.
Santino volta ao normal mantendo a aparência de gentleman e diz: - Vejo que gosta de carne banhada em sangue, posso mandar preparar algo especial? Seu jantar ficará por minha conta, não precisa agradecer, aceite como uma demonstração de amizade.-
Santino põe um sorriso sem expressão e diz: – Infelizmente não é permitido fumar nessa parte do restaurante, entretanto na varanda ou na sala de carteado é permitido, se estiver a fim de um pouco de diversão podemos ir até ao jogo pôquer; as más línguas dizem que é possível perder a alma naquela mesa, mas essas histórias são contadas pelos derrotados, fracos e medrosos, sei que como eu achará a mesa ... bem ... inofensiva.-
“ A mesa é inofensiva, os jogadores não, lá só abutre entra, o rapaz pode acabar terminando devendo favores a casa, melhor dizendo ao Don.”, momento de reflexão do astuto jogador.
Após a pausa reflexiva, Santino diz: - Não se sinta forçado a nada, podemos continuar nossa conversa na varanda fumando você o cigarro e eu meu charuto.-
Santino pede para um garçom trazer um maço de cigarros, isqueiro e charutos, o mafioso levanta-se da cadeira e pergunta: - o jogo ou a varanda?-    

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Re: CinCin Ristorante & Bar

Mensagem por Gaspar Motierre em Ter Fev 16, 2016 4:42 pm

Sammael termina o seu prato, em seu pensamento: “mafioso” .

- Então senhor Soprano, não sei... Assim que acordei estava em uma casa com a porta aberta. Ele olha nos olhos do humano com um tom serio e respira fundo. 

Tenho muitos nomes mais todos significa um Sammael. Depois de ele analisar as pequenas visíveis atitudes do humano ele da uma risada. - Não é necessário o prato especial. Ele rapidamente da uma olhando no banheiro e fica se perguntando o motivo da demora do mensageiro da organização.  

Tenho certeza que a varias maneiras de perde uma alma, principalmente quando essa é a sua única carta... E muitos homens ficam defendo favores para pega a sua alma de volta, eu conheço muito bem esse jogo senhor Soprano

Sammael se levanta pegando a bengala. – Vamos à varanda. Pegou o maço de cigarro e o isqueiro do garçon e colocou duas notas na mesa pagando o seu saboroso jantar.  Quando ele chegou à varanda acendeu o cigarro e levou a boca. 

Você conhece alguém que tenha uma tatuagem de meia lua na mão? Senhor Soprano.  Ele soltou a fumaça pela o nariz. 

Quais são os seus negócios com o Don? Ele ficou serio. – Ele não me conhece pessoalmente, mais escuto muitas coisas sobre ele.

Os Corvos. - A Fuga.

Som-Alerta intruso no corredor leste saia na caixa de som pelos os corredores, as luzes começaram a piscar e barulhos de explosões muito alto, os guardas corriam pelos os corredores barulhos  e começou os tiroteio. Som - Alerta energia suficiente religando bateria reserva.

Era essa a oportunidade que eu esperava, assim que as portas das celas se abriram pela a falha de energia o caos se espalhou como fogo em mato seco. – Vamos condessa é a nossa vez. Peguei a mão dela e fiquei andando baixando em um modo que os guardas não nos visem.

Assim que cheguei à ala do armamento dois guardas estavam mortos decepados perto da sala de munições e armas, ouvir gargalhadas insanas e uma sombra. 

Entra naquela sala de limpeza ai e fecha a porta. A condessa rapidamente largou a minha mão e se escondeu.  Respirei fundo e continuei andando baixando entrei na sala munições e armas. Peguei um facão que estava jogando no chão “assim que ele passar... é apenas uma vitima nada mais

Escondi-me assim que ele andou e ficou de costa para mim passei a faca na garganta dele, era um dos “pacientes” dos “cientistas”  a morte dele me animou era como eu estivesse me alimentando da alma dele peguei  dois facões e duas pistolas.

Voltei e peguei a condessa e continuamos andando cada passa em silencio, corredores com corpos e todo o lado tinha sangue e morte me congelou quando ouviu o barulho do elevador abrindo era  homens todo de preto com uma mascara de um corvo com duas metralhadoras  rapidamente a condessa me puxou e entramos em um sala de instrumentos de cirurgias e ouvindo um deles dizendo do radio. 

Senhor. Acabamos de limpa o correndo leste, estamos no andar das cobaias... Parece que aqui... Tudo morto, sim eliminar todas elas.  Ele olhou para os outros – vamos

Eles querem nos eliminar... droga... droga.” olhei para a condessa e dei um sorriso. – Tudo vai sair bem, eu vou proteger você. Andamos até as escadarias parecia que estamos depois da terra então subimos assim que cheguei à ala A. eu vi o Lucien escapando em um carro com alguns guardas sobreviventes.  – Maldito. Esperei um pouco.então eu sair daquele inferno para cair em outro.

Os Corvos.Continua...

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Post 21 Santino

Mensagem por Santino Soprano em Sex Fev 19, 2016 2:41 pm

- Então senhor Soprano, não sei... Assim que acordei estava em uma casa com a porta aberta. Ele olha nos olhos do humano com um tom serio e respira fundo. 
– Tenho muitos nomes mais todos significa um Sammael. Depois de ele analisar as pequenas visíveis atitudes do humano ele da uma risada. - Não é necessário o prato especial. Ele rapidamente da uma olhando no banheiro e fica se perguntando o motivo da demora do mensageiro da organização.
 
 

----------------início Flashback--------------------------------

lembro-me de quando eu era vivo e tinha sido preso pela primeira vez na antiga Sicilia e estava tendo a oportunidade de conversar com meu pai antes de ser levado para a prisão que também era uma prisão.
meu pai magoado disse: - você deveria ter sido o filho, que iria restaurar meu casamento com sua mãe, pois apesar de ter sido uma união arranjada, eu realmente queria o melhor para nos dois.-
Santino: - não deu certo pelo visto.-
pai: - As pessoas não consertam umas as outras, Amadeo. Elas sempre serão aquilo que vieram a esse mundo para ser.-
Santino: - não creio.-
pai: - não crer ou não desejar crer?
neste momento meu pai passou a mão na face tirando o suor que escorria.
pai: - somos movidos pela sorte, pois ser bem sucedido depende de ter nascido no lugar certo, na hora certa, com a cor certa, com o sangue certo nas veias e talento para compensar as diferenças-
Santino: - não creio, cada um faz sua sorte.-
pai: - as vezes... outras a sorte faz você.-
ficamos em silêncio.

-------------------fim do flashback-----------------------------


Meu pai tinha razão, agora estou diante desse garoto, que deveria ter morrido na mão da criatura, mas para a minha surpresa ele esta aqui vivo como se nada tivesse ocorrido e busca me fazer crer, que não sabe de nada, pois bem, ele esta sendo um péssimo mentiroso, mas como meu pai me ensinou a sorte faz você e vamos ver até aonde esse jogo nos leva.





– Tenho certeza que a varias maneiras de perde uma alma, principalmente quando essa é a sua única carta... E muitos homens ficam devendo favores para pega a sua alma de volta, eu conheço muito bem esse jogo senhor Soprano.
-  As vezes...propostas são feitas, que não é possível dizer não.-, Santino mantém um sorriso na face como se ele tivesse contato uma piada que só ele havia entendido.

Sammael se levanta pegando a bengala. – Vamos à varanda. Pegou o maço de cigarro e o isqueiro do garçon e colocou duas notas na mesa pagando o seu saboroso jantar.  Quando ele chegou à varanda acendeu o cigarro e levou a boca. 

– Você conhece alguém que tenha uma tatuagem de meia lua na mão? Senhor Soprano.  Ele soltou a fumaça pela o nariz. 
- Não me recordo de ninguém como uma tatuagem dessas, mas caso fosse começar as minhas buscas o faria pelo acampamento cigano.-, fala Santino de maneira despretensiosa.

– Quais são os seus negócios com o Don? Ele ficou serio.
- Sou o filho adotivo dele.-, Santino fala sério e firme.

– Ele não me conhece pessoalmente, mais escuto muitas coisas sobre ele.
- Signore Giovanni é muito querido pela comunidade ítalo-canadense.-, fala Santino desconversando.

"Tenho que ir no
Hotel Fairmont!", pensa Santino.


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