The Roxy Nightclub

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Re: The Roxy Nightclub

Mensagem por Lumina Dowsha em Qua Set 17, 2014 8:25 am

Solícita Angelina conversa comigo como Senadora do Canadá e não como uma mulher que pode matar a cidade em pouco tempo, se tudo der certo.

-  Ora, obrigada por isso. Espero que seja pelos bons motivos pelos bons motivos! Até porque, para mantermos tudo sobre nosso comando, temos que tomar algumas decisões difíceis. Como a senhora senadora pode ter notado, tive que cuidar de um problema ocorrido há alguns minutos. Espero também que não tenha lhe passado uma má impressão. Se lhe causamos alguma preocupação, peço desculpas desde já, e deixo a minha palavra de que me certifiquei de que problemas desse tipo não voltarão mais a acontecerem.
 
– Ai que bom, não se preocupe. Esse tipo de coisa vive acontecendo. Afinal de contas é um clube. Essas coisas sempre acontecem na noite canadense.
 
- Opa! Quero Haxixe, por favor. Se possível traga pronto.


Aguardo o rapaz ir e voltar com o produto. Claro que tenho meus motivos. É uma das drogas mais antigas que se tem conhecimento. O uso delas era feito até mesmo por grandes pensadores da antiga Grécia, por imperadores Romanos e até mesmo por Faraós, bem, essa fase eu não peguei. Quando a Inglaterra foi subjulgada pela Normandia, eu já era uma recém formada. Uma neófita aprendendo as artes das sombras e usando-as como melhor achava. Nessa época eu já era viciada em Haxixe, aliás, eu e quase toda a corte. A grande elite era inteira apreciadora da arte, se assim posso dizer. O rapaz chega com o cigarro pronto. Acende para mim. Agradeço e vejo o rapaz saindo. Pelo visto éramos VIP mesmo.

A mulher serve uma dose para mim. Tomo e sorrio.

- Há alguma coisa em que eu possa ajudar? É que eu ando envolvida em tanta coisa que não sei por onde começar. Deseja falar sobre a minha arte? Talvez algo mais formal, como os meus amigos na câmara municipal.

Suspiro e olho nos olhos da mulher.

– Angelina, primeiramente quero dizer que seu trabalho no teatro chama a atenção daqueles que apreciam a arte, eu fiz escola de teatro também. Ajuda bastante em muita coisa. Ainda mais na política, sabe como é...Muitas vezes temos que ser atrizes para fingir que não vimos o que o palhaço do Rod Zimmer resolve falar que adotaria Justin Bieber como filho. Mas isso passa.

- Admiro mesmo, e gostaria de saber quando será sua próxima peça.

 
Aguardo a mulher responder e prossigo a conversa.
 
– Mas é claro que eu vou! Quanto aos seus contatos na Câmara Municipal. Precisa de algo para funcionar a casa? Um Alvará, uma licença, maior segurança sem grandes problemas com... Produtos?
 
Mais uma vez observo o comportamento da mulher e escuto com atenção sua resposta.
Pelo visto sou humana demais para a moça. Sorrio com o pensamento e vou ao ponto que me interessa.
 
– Angelina. Eu sei quem é você. E sei até mesmo de certos comportamentos diferentes que você, assim como eu, tem. A diferença é que estou nessa vida há alguns bons anos. Você já deve saber a diferença entre o Príncipe e o Arcebispo, não? Então deve imaginar que eu não iria me expor se fosse mais uma daquelas que acham que andar bancando o carnaval é algo que vou fazer para sempre. Segurar máscara não é comigo. Porém, mantenho o bom andamento para agir na hora mais precisa.

- Te dou o tempo que quiser. Mas quero vocês colaborando para um melhor andamento da tomada de uma cidade inteira. Não preciso matar todo mundo para isso, e posso deixar vocês muito mais tranquilos que estão hoje. Afinal de contas, sair e poder caçar sem medo de se expor e ver a “guarda real” vir atrás, é algo que acaba nos ajudando e muito a ser mais feliz. Entende o que eu digo?

 
Apago o cigarro, dou mais um gole no copo de líquido dourado.
 
– Sei que há muita coisa em jogo. E não acho que vá querer perder tudo simplesmente por ser arrogante. Você pode negar. Não vejo problema nisso, mas saber o que vai acontecer em breve, bem.... Todos sabem.

- E eu adorei a casa! Linda! Cheia de pessoas, pessoal dançando, bebida, som é bom. E até acho que vou entrar para o clube do uísque aqui.

 
Dou mais um sorriso antes de terminar a conversa formal.
 

– Como disse, você pode pensar. Ou pode resolver agora. É com você. E vamos voltar para o assunto da sua peça. É sobre o que mesmo?

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Re: The Roxy Nightclub

Mensagem por Adam Parker em Dom Set 21, 2014 8:39 pm

Spoiler:


A cada baforada uma grande onda de fumaça tomava o ar do ambiente, misturando-se a um fio branco e constante que saía da ponta de seu cigarro, se dissipando através dos ventos vindos através dos vidros traseiros entreabertos. Os olhos com atenção exclusiva para rua, pareciam simplesmente ignorar a nuvem branca que ocasionalmente os rodeava, da mesma forma que ignorava as luzes dançando por todo o interior do automóvel, as quais afundavam sobre as sombras dominantes e recuavam a cada poste cruzado, tendo como único porto seguro a ponta do cigarro, um farol vermelho e brilhante em meio à escuridão predominante. No entanto, na medida em que as fortes luzes do centro começaram a adentrar sem trégua, a escuridão no interior do carro parecia enfim se destroçar em restos meramente sobreviventes. Neste momento ele já se aproximava da Roxy, e trocava atenções entre o trânsito e o reflexo de sua face no espelho.

Puxando o cabelo com as mãos, ajeitava ou ao menos tentava jogar os curtos fios dourados para trás. O espelho também refletia a imagem de seu rosto, no qual mesmo em meio a um ambiente umbroso, as marcas roxas se destacavam. O olho esquerdo não apresentava mais sinais de inchaço. Mantinha, contudo, um aspecto azul-esverdeado, uma marca do que facilmente não seria esquecido. Outras lembranças físicas se faziam igualmente presentes, como os diversos curativos feitos durante sua permanência no hospital por quase dois dias. Incluía-se em tais marcas a parte de cima de seu torso, com uma bandagem envolvendo-o em toda sua circunferência para segurar as gazes junto ao peito. E apesar de sua estadia considerável, o tempo no hospital não havia sido suficiente para curar terça parte de suas dores, servindo tão-somente para deixa-lo novamente de pé.

Naquela mesma noite havia retornado a Rua Gerry McGeer, em West Vancouver. Sombria como sempre, a região sempre aparentava mais uma área rural densamente habitada, do que uma cidade arborizada. A rua naquele dia estava especialmente desabitada. Não havia viva alma. Após percorrer árvores e mais árvores com algumas casas ao lado, avistou uma desprovida de qualquer iluminação interior. Fechada e com fitas amarelas na porta, mostrava-se tão desoladora quanto um dia já foi. Esperou em frente por certo tempo. Não sabia se por buscar alguma segurança, ou por relutância de confrontar o lugar novamente. Mas uma hora acabou por entrar. As marcas permaneciam da mesma forma como as havia abandonado. No lugar onde havia perdido seus irmãos. Lugar onde havia sido encontrado com ambos os corpos deitados em seu colo, enquanto se mantinha sentado junto à parede, sustentando-se pelo ódio, vergonha e dor.

Lembrou-se das expressões de horror e pena dos policiais que inicialmente o encontraram, e da estranha sensação ao acompanhar a retirada dos corpos, uma pressão exercida sobre seu coração. Ainda sentia a mesma pressão ao observar às marcas de sangue no chão e paredes. Dessa maneira, fechou os olhos e seguiu para os quatros. Passou um bom tempo ali. Muito pelo banho e troca de bandagens, mas também pelo cansaço. Deitado sentiu seu corpo surrado e esgotado ceder pouco a pouco. Sentiu também uma solidão infindável em meio aquele silêncio quase sepulcral. De uma forma vergonhosa e que lhe abatia, agradeceu aos céus depois de se ver longe daquela casa, onde agora apenas a morte e solidão o esperavam. Agradeceu ainda mais ao se aproximar da Roxy, com sua gritaria e conversas para todos os lados. 

Olhou para os seguranças do lugar, que um dia já havia conhecido, e garantiu a permissão para entrar sem maiores problemas. Percorrendo corredores, cruzando pessoas, ouvindo vozes e barulhos, falando com alguns conhecidos estava novamente vivo. Sua cabeça enfim estava ocupada demais para pensar em algo mais. No bar, ele puxou um novo cigarro e o acendeu. Avistou mais de uma dúzia de rostos conhecidos, entre outros. Avistou ainda uma garçonete, que há tempos havia trabalhado com ele na revenda de certos materiais naquela mesma Roxy. Infelizmente ela continuava na mesma área de trabalho, e sabia bem mais informações do que os jornais publicavam. Para a maioria, apenas mais um assassinato qualquer entre os tantos de West Vancouver. Para aquela garota, uma vingança do ramo havia se acometido Adam Parker. O olhar incômodo vindo da mulher foi inevitável.

Adam virou-se e pediu uma bebida ao barman que já lhe era conhecido. Este lhe acenou com a cabeça e seguiu. Porém, logo outro olhar de pena lhe veio, agora de um segurança, que também era policial nos horários normais. Dessa vez também existia algo mais naquela expressão. Uma reprovação talvez? Ele ainda se lembrava das palavras de um dos guardas, que lhe interrogaram enquanto esperava no local, sentado junto a ambulância - Sabe que mereceu isso não sabe, Parker? Mesmo assim lhe darei um desconto. Aviso que fiquei calado quanto os aquecedores que encontrei em seus quartos, e mais ninguém os verá, por hora. O provável porão está a salvo. Diga-me, é lá onde guarda não é? Procuramos em todos os pontos do lugar e nem mesmo os cachorros acharam nada... Se não quer falar nada, assim será.  Agora só deixarei para lá. Bem sabemos o que lhe espera, e não gosto de chutar cachorro morto. Mas fique avisado Parker. Se passar essa semana e ainda tiver seu couro junto à carne, teremos uma bela conversa sobre o assunto - O sorriso de Michael Savani ainda lhe vinha à memória. Recendo o drink de cor escura e cheiro forte. Bebeu sem pestanejar. A variedade de teores alcoólicos misturados, lhe queimou e rasgou a garganta, mas não o suficiente para lhe apagarem os problemas. Talvez algo mais forte.
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Re: The Roxy Nightclub

Mensagem por Angelina Sartrè em Qua Set 24, 2014 3:54 pm


No exato momento em que passaram pela porta do camarote Angelina soube que a menina tinha seus segredos. O sotaque, as jóias, a sua postura meiga e carismática não passavam de argumentos utilizados para esconder as suas reais intenções. O uso do haxixe – escolha rara hoje em dia – tornou claro que o assunto a ser tratado era de extrema seriedade, pois ela havia assumido o risco de ser flagrada por alguma câmera. Câmeras, aliás, que filmavam todos os cantos do Roxy, inclusive os camarotes.
 
Alguns pormenores foram tratados antes de discutirem o assunto principal, como a profissão de Angelina e suas próximas apresentações. A atriz aproveitou suas habilidades para fingir prazer naquela conversa, já que odiava conversar sobre sua atuação. Quando a conversa pulou para política, Angelina aproveitou para fechar um acordo sobre não perturbação do Roxy por parte da polícia. Elas conversaram sobre algumas pessoas e trocaram promessas para um bom funcionamento dessa relação.
 
Ao término desses pormenores, a conversa de verdade começou. Píton havia lhe explicado muito brevemente sobre as seitas, o suficiente para que sua pupila aprendesse a temer as duas existentes. O Sabá, dizia Píton, é muito mais amigável aos setitas, embora seus objetivos contrastassem fortemente com as ambições do clã do senhor das trevas. Deveriam ser tratados com grande respeito e honestidade, caso não fosse possível se esconder deles. “Se algum deles te procurar para uma conversa, ouça-o atentamente, balance a cabeça afirmativamente e se livre dele pacientemente.”
 
Então era a vez de Angelina falar. Ela, que estava sentada em frente à menina, solta uma breve risada silenciosa, que apenas lhe balançava os ombros e esticava o sorriso.
 
- Tanta coisa a ser dita e eu só consigo pensar em como você consegue beber e fumar sem estômago e sem pulmão. – olha diretamente para ela – Você está morta, porra. Eu quero aprender isso.
 
Estava sorrindo e com uma expressão bem descontraída. De forma alguma havia sido desrespeitosa com suas palavras; apenas havia achado seu raciocínio engraçado. Por vias das dúvidas, retira o sorriso e cruza os braços, para adquirir uma postura mais formal.
 
- Se você é tão antiga quanto afirma ser – e eu não duvido disso -, deve saber que é muito mais forte do que eu ou qualquer um na cidade. Vindo até mim para conversar se trata de uma enorme honra para minha pessoa. Também significa que eu não tenho escolha alguma.
 
A setita se ajeita na cadeira antes de continuar.
 
- Eu estou apenas começando a crescer minha rede de influência e não vejo como posso ajuda-los. Meu plano é me recolher no Roxy e aprender a ser uma dama cainita antes de tomar algum curso de ação mais objetivo, afinal, comecei a gostar dessa nova vida e não queria tê-la abreviada. Entretanto, coloco-me à disposição para lhes ajudar dentro de minhas possibilidades, dentro do meu pequeno universo de dissimulação em meio aos piores humanos de Vancouver. Se eu me expor agora, só atrapalharia.
 
A conversa terminou ali, logo após a ameaça velada da menina. O assunto voltou a ser a próxima peça de Angelina. Não existiria peça nenhuma agendada para as próximas semanas, mas ela mente e fala sobre uma qualquer que acabara de criar na sua cabeça. Coisa tosca, propositadamente.
 
- Bem, senhora senadora, eu preciso cuidar do meu pequeno negócio e o dever me chama. Se não houver mais nada a ser tratado, eu terei que me ausentar por algumas horas. Se precisar ir embora, deixe algum contato, por favor.
 
Angelina se retiraria e iria cuidar do Roxy por conta própria.

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Re: The Roxy Nightclub

Mensagem por Adam Parker em Ter Set 30, 2014 2:11 pm

A sensação de queimação permanecia em sua garganta, mas o resto do corpo também sentia seus efeitos. Após a primeira dose a visão ficou levemente turva. Não que ele tenha percebido, pois os efeitos ainda se alastravam aos músculos. Antes tensos, os membros de seu corpo ganhavam um aspecto de relaxamento e fluidez nos movimentos. Mesmo sua língua, anteriormente travada, agora fluía naturalmente em uma conversa descontraída. Algo justificável com a chegada de duas moças ao bar. Estranhamente atento aos detalhes, ele as fez sorrir com facilidade. A primeira, de cabelos negros, tinha olhos de um tom azul bastante chamativo, próximos de uma piscina, que trocadilhos a parte, sempre deixava o observador tentado ao mergulho. A segunda, com cabelo um espetado cor de salsicha, tinha o sorriso mais brilhante e agradável que já havia visto. O contraste dos dentes alvos com a pele de chocolate, talvez ajudasse na altives daquela risada. Mas ele gostava. Sentia-se estranhamente acalentado.

A conversa durou algum tempo, até a moça de olhos claros conseguir a oportunidade de tocar-lhe o rosto. Enquanto percorria e desenhava com os dedos em sua pele, ele sabia bem a qual marca a mulher se atentava, e apenas deixou, observando-a investigar, perguntar sobre a origem, e sorrir ao receber uma reposta evasiva. Já morena apenas gargalhava, e em vários momentos. Nestes, Adam permanecia confuso, sem saber bem o motivo da graça, mesmo assim acabava acompanhando o sorriso, ainda que involuntariamente ao vê-lo. Em outro instante também se viu hipnotizado. Luzes vermelhas vindas do bar se chocavam com olhos azuis da primeira moça, deixando-os diferentes. Ganhavam uma tonalidade de roxo, ou quem sabe algo mais claro. A admiração sem motivo envergonhava a mulher afrente, ao mesmo tempo em que pareceu agradar-la, pois logo após ele aproximou o rosto ao dela, e sem qualquer reação a mulher permitiu ser beijada. A mão dele posicionada na cintura da figura em frente manteve a situação por algum tempo, e então ela sorria. Não na mesma proporção da amiga, mas ainda um sorriso, enquanto a morena só ria, os puxava para longe do balcão, e sem qualquer resistência, até certo ponto.

Em meio ao desconhecido destino, ele parou, segurou a moça de olhos claros, abraçou-a e beijou novamente. Com uma estranha e agradável sensação de nostalgia, ele a segurou pela cintura e a colou fortemente em seu corpo, enquanto ela retribuiu o beijo e percorreu com os dedos seus cabelos na nuca. As mãos da mulher sobre seu peito ainda reacenderam a dor da ferida, lacrada por camadas de pano e gases, fazendo-o segurar a mulher com a ainda mais força. E dessa forma, permaneceu ali talvez por segundos, ou minutos, sentido a mulher a sua frente e a dor que lhe fazia palpitar. Quando a largou, ele se defrontou com uma boca vermelha e brilhante, assistindo-a se afastar, na medida em que as duas moças entravam na multidão, e o chamavam para ir a outro lugar. Contudo, ele recuou sem saber bem o porquê.

Disse que iria o banheiro, e assim o fez. Seguiu inicialmente de forma calma, para logo após apressar o passo. Na medida em que entrava no lugar, o cheiro de urina lhe tomava as narinas. Uma sensação incômoda começou a subir-lhe até a boca, e por pouco não houve tempo de chegar ao vaso, onde aquilo simplesmente saiu, queimando mais e mais. Erguendo-se, ele saiu do cubículo e foi ao espelho. Segurou-se no mármore negro, até sentir as lágrimas lhe escorrerem pelo rosto, para o deleite dos bêbados presentes. Também respirava apressadamente, e tentava lavar o rosto e a boca com uma das mãos. Com a outra, apoiava-se pesadamente, e não durando muito novamente desabou e sentou. Sentou e se recostou junto à parede, ao lado da pia. Permaneceu com a única reação de pegar um novo cigarro e leva-lo a boca. A respiração, ainda apressada, logo se misturava em meio a fumaça tragada, dando-lhe uma sensação de falta de ar cada vez maior. Ao mesmo tempos suas narinas e garganta ardiam com um terrível gosto lhe dominando a boca. E a sensação junto à barriga e peito em nada diminuiu. Tinha uma vontade desenfreada de rasgar, respirar e bater, que demorou algum tempo para apaziguar. Mas apenas apaziguar. 

Após sair do banheiro sabia que mais ninguém o esperava, fosse onde buscasse. Seguiu pela multidão desorientado, esbarrando em um ou outro, até encontrar quem realmente desejava. Pela expressão da funcionária, sua imagem não devia estar das mais agradáveis. E após ele lhe pedir um dos pacotes, teve certeza de qualquer análise. Puxado pela garçonete, ele foi levado até uma área mais apartada do movimento. Uma entrada de corredor, com baixa iluminação e algumas cadeiras. Ele sentou, teve sua roupa ajeitada, e ouviu palavras que não lhe interessavam em nada, para então assistir a saída, e logo em seguida o retorno da mesma garçonete. Esta trouxe junto a si um líquido azul em um copinho, com o qual ele bochechou. Por fim, ainda viu a mulher tirar e distribuir um pó branco, discretamente, sobre uma nota de dinheiro de dez dólares. Pó este que ele cheirou, e se recostou, sendo deixado para possivelmente relaxar. Ou fosse lá o que aquilo lhe daria. 
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Re: The Roxy Nightclub

Mensagem por Guy Gisborne em Sex Out 03, 2014 7:45 pm

A caminhada até o centro da cidade havia sido deveras longa, mas cansaço não era algo que meu corpo já sem vida sentia. Ao me aproximar da cidade, o cheiro que emanava daqueles saquinhos de sangue instigava meu desejo pela vitae que fazia com que meus instintos falassem mais alto. Havia sido uma longa viagem de volta para Vancouver e entrar no The Roxy no estado em que me encontro não seria sábio, não que eu desse a mínima.

Fui guiado pelos meus instintos até um beco escuro onde haviam alguns bêbados tentando se aproveitar de uma garota. Não era indefesa, nem inocente pelo que eu podia ver pelas suas roupas, mas também não me importava, para mim eles eram apenas fonte de vitae. 

Como uma sombra na escuridão me aproximei dos três indivíduos sem dizer absolutamente nada, apenas me encostei na parede cruzando os braços, apoiando um dos pés na parede e aguardei ser visto por algum deles. Por mais que aquele cheio de vitae e o som do sangue pulsando fortemente em suas veias fizesse com que meus instintos gritasse dentro de mim, eu fui paciente. 

- Algum problema!? Um dos rapazes disse quando finalmente me avistou.

- Eu? Não tenho problema algum, e você tem algum problema?

- Quer saber, tem problema sim, meu problema é você, por que não vaza colega, não tem nada pra você aqui. O rapaz deu alguns passo em minha direção, enquanto o outro segurava a mulher contra a parede. Com a minha cabeça baixa estampo um sorriso malicioso nos lábios. 

- É ai que você se engana colega, eu tenho exatamente o que eu quero aqui, e sim, você tem um grande problema. Me adianto e sem nem ter tempo de ele perceber minhas presas estavam em seu pescoço sorvendo saborosamente da vitae do rapaz. A mulher deixou sair um grito que ecoou pelo beco, enquanto o outro rapaz que ao tentar correr com as calças nos joelhos se atrapalhou e caiu ali mesmo. Só levantei meu olhar para observá-los, o rapaz não iria a lugar algum até que ele manejasse erguer as calças, mas as mulheres, Aaah, as mulheres, elas sempre dão trabalho, gritam, correm, choram, suplicam...tanto drama. 

Larguei o corpo do rapaz ali mesmo, e fazendo meu caminho até a mulher, passei pelo outro rapaz jogando-o contra a parede, talvez algumas costelas quebradas o impedisse que correr, lidaria com ele depois. Agarrei a garota pelas costas, trazendo o corpo dela junto ao meu, meu braço esquerdo facilmente envolvido na cintura da garota, enquanto a mão direita cobria a boca da garota para ela parar de gritar. - Xiiii...eu não vou te machucar, mas você tem que ser uma boa menina. Podia sentir o doce cheiro da vitae da garota, seu sangue pulsando ferozmente em seu corpo, o medo em seus olhos, o desespero que brotava como suor em sua pele...Ela sim, eu apreciaria cada gota daquela vitae. 

- Isso...assim...boa garota. Agora ouça bem o que vou te dizer. Da próxima vez que sair de sua casa, lembre-se de não usar salto alto, é bem mais divertido quando vocês conseguem correr. Sussurrei em seu ouvido e em seguida puxei o rosto dela para o lado oposto cravando minhas presas em seu pescoço sorvendo aquele doce vitae, em cada gota sentia meu corpo se fortalecer. Vi o corpo da garota colidir com o chão, me viro indo em direção ao rapaz que permanecia ali, contra a parede sem poder se mexer em profunda dor. Era hora da sobremesa. Podia deixá-lo ali, um pouco de sofrimento seria a punição para ele, mas seria apenas desperdício de vitae, então sem muita enrolação, cravei minhas presas em seu pescoço e o drenei até a última gota. Minha refeição está completa. Segurei o braço dele esticado e limpei minha boca na manga da camisa, preferia manter meu casaco limpo para me apresentar para a Arcebispa. 

Me levantei, arrumei meu casaco deixando o beco em direção ao The Roxy, parei do outro lado da rua, observei o movimento e atravessei a rua calmamente, para uma entrada rápida, depositei o dinheiro no clichê passando pelos seguranças em seguida. A tempos não entrava no Roxy, agora eu entendia por que. Rolei os olhos pelo ambiente e algo capturou meu olhar quando essa passou ao meu lado, me virei como se a seguisse então deslizei minhas mãos frias pelos braços dela até chegar até próximo aos ombros onde descansei minhas mãos, mas a segurando delicadamente. Aproximei meus lábios em seu ouvido. 

- Você se parece com ela, mas não cheira como ela, na verdade, seu cheiro é ainda mais atrativo para mim. A garota se parecia com Sam por isso havia chamado minha atenção, quais seriam as chances de Dannah ter se confundido?! Não importava, tenho certeza que posso gastar alguns minutos conhecendo essa presa tão interessante, talvez Sam tivesse esse mesmo interesse. - Por que está tão tensa. Subi minhas mão para os ombros da garota fazendo uma massagem de leve, ainda próximo ao ouvido dela sussurrei. - Por que não vamos até aquela mesa vazia ali em à frente e me da o prazer de conhece-la melhor. Não era bem uma pergunta, mas ela estava livre em fazer sua escolha, não que eu tivesse que concordar com a escolha feita pela garota.

Ammy sentiu um toque leve em seu ombro, olhou de relance e quando percebeu sentiu um toque gélido em seu braço, olhou com estranheza para o homem que lhe tocava e não bastasse isso ele sussurrava em seu ouvido. Nada fez sentido para a garota. 


- Não te conheço homem e isso é jeito de chegar em alguém que sequer conhece? - perguntou alterando a voz mostrando seu nervosismo - Eu sentar com você? Ah sim claro.. Muito obrigada, mas não estou sequer afim de conhecer alguém essa noite... - cuspiu as palavras com ódio, passando a mão quentinha no braço onde repousou aquela mão fria antes, seus olhos eram furiosos  - Com licença..

Quando ela tentou desvencilhar de minha pegada, envolvi meus dedos em seu pescoço, ela podia levar aquilo como uma agressão, mas para mim não passava de um carinho. Puxei ela para perto com um sorriso no rosto agora acariciando o pescoço da garota levemente, se eu não tivesse me alimentado no caminho ela de certo daria um ótimo aperitivo. - Acho que deveria reconsiderar, sabe, eu não sou muito bom com rejeições, muito menos por pessoas que acho interessante. Acredite ou não, eu até que sou um cara bem legal. Meu tom frio e sarcástico era notório.

Qual parte do NÃO esse cara não tinha entendido? Olhou incrédula para ele tentando desvencilhar do toque esquisito que parecia que havia morrido e esquecido de enterrar. Mal sabia Ammy... Ela virou-se para ele e pensou duas vezes inspirando todo o ar que podia o cheiro da fumaça lhe incomodou e muito, terminando com uma tosse no final, colocou a mão no peito dele e afastou - Assim cara, eu não estou nem um pouco a fim de reconsiderar... E ameaças, bem.. Não me amedrontam... Então, porque não procura alguém que lhe corresponda bem? E me deixa em paz? É muito pedir isso? - o encarava nos olhos, mas a atmosfera do lugar não era agradável, olhou ao redor e de volta para o homem vestido de preto - Entendeu ou quer que eu desenhe? 

Olho para baixo quando ela toca meu peito e se afastando pela sorte de eu não estar segurando seu pescoço fortemente, era preciosa demais para tirar sua vida apenas quebrando seu pescoço. Levanto os olhos mantendo minha expressão calma e indiferente e aguardo até ela parar de esbravejar e então meus lábios se partem e as palavras saem de minha boca. 

- Você sabe desenhar, que bom pra você, mas acho que quem não entendeu como as coisas funcionam aqui, então deixe eu esclarecer como vai ser. Digo me aproximando da garota mais uma vez, levando minha mão até seu queixo travando um contato visual. - Você vai fazer o que eu quiser, sem me questionar, sem gritar, sem esbravejar... e responderá o que eu quiser saber. Acho bom você ter entendido, pois diferente de você, não vou dar a opção de fazer desenhos. Digo fria e calmamente usando minha disciplina.  


* Post combinado e revisado previamente com a player da Ammy
** Pedido de rolagem de dados para usar Dominação
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Re: The Roxy Nightclub

Mensagem por Ammy Wather em Seg Out 06, 2014 10:48 am

***Dados para resistir...!?

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Re: The Roxy Nightclub

Mensagem por Vancouver em Ter Out 07, 2014 2:26 pm

Guy deve rolar:

14 dados

Dificuldade: 3


Lembrando que em dominação é altamente complexo o ato de resistir ainda mais sendo um humano. E que para cada sucesso conquistado o tempo de duração, potência do efeito aumenta.

Boa sorte e ótimo jogo.
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Re: The Roxy Nightclub

Mensagem por Guy Gisborne em Ter Out 07, 2014 3:33 pm

Twisted Evil  Pobre Ammy, começe a rezar.
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Re: The Roxy Nightclub

Mensagem por Mestre do Jogo em Ter Out 07, 2014 3:33 pm

O membro 'Guy Gisborne' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

'Dados' :

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Re: The Roxy Nightclub

Mensagem por Ammy Wather em Qua Out 08, 2014 3:19 pm

Ammy não era grosseira, apenas não gosta de ter sua paz interrompida por um estranho qualquer cujo não lhe deu sequer uma misera olhada, por isso a americana era grossa com o rapaz. Não via problema em beber um copo d’água e se abster do álcool, sentia-se bem sem o consumo da bebida etílica e outra estava observando o que acontecia com as pessoas que bebiam e certamente esse rapaz estava bebendo, diminuindo ainda mais a chance de uma conversa com a senhorita Wather.

Já tinha sido muito por um único, como não queria mais aturar nada daquele lugar, foi ao banheiro, mas ao olhar bem para o local desistiu então de usá-lo, apenas lavou suas mãos olhando-se no espelho, empurrou a porta logo em seguida e dirigia-se para fora, melhor dizendo para sua casa no subúrbio e assim tinha um tema, era tudo que precisava daquele lugar. Mas enquanto desviada das pessoas que vinham em sua direção, com toda a calma, mas pensando o porquê de ter ido naquele lugar e desejando nunca mais colocar os pés em um local como aquele. Ammy sentia uma mão fria tocando seu braço, uma voz estranha soou em seu ouvido um ar estranho e gélido percorreu minha espinha, como um gato arrepiando-se para um cachorro, já havia sentido isso uma vez, só não lembrava-se quando.

“Parecida com quem? Cheiro como o que? quem o homem achava que era uma “zinha” que ele pegava que deve, por infelicidade do destino deve-se parecer com Ammy, que não gostou nada, nada do que estava acontecendo. Não era a noite de Ammy, parecia estar sendo perseguida ou algo assim e isso já lhe começava a incomodar, olhou de relance para o homem e depois estranhando mirando os olhos do homem que lhe segurava, nervosa respondia.

-  Não te conheço homem e isso é jeito de chegar em alguém que sequer conhece? - perguntou alterando sua voz mostrando ainda mais seu nervosismo - Eu sentar com você? Ah sim claro.. Muito obrigada, mas não estou sequer afim de conhecer alguém essa noite... - cuspiu as palavras com ódio, passando a mão quentinha no braço onde repousou aquela mão fria antes, seus olhos eram furiosos e suas ações nada delicadas, queria estar longe, sair pela porta correndo e não ter ninguém atras, mas isso naquela noite parecia difícil - Com licença.. – disse de maneira ríspida deixando virando-se.

Mas quanto mais queria estar livre como um passarinho fora da gaiola seus predadores apareciam mais astutos e assustadores. O homem com aquelas garras frias a segurou pelo pescoço e puxou seu corpo para próximo dele com uma facilidade incrível, ele deveria estar acostumado a fazer isso com as quengas dele, Ammy queria gritar, mas o olhar do homem nos seus lhe deixava com medo, bastava o toque sutil dele para um mais forte que a tráquea de Ammy seria estrangulada. “Tudo Bem” pensava, sentia nojo daquelas carias, queria sair dali, precisava sair dali, sentia a adrenalina embebida ao medo começar a percorrer pelo seu corpo, aumentando sua resposta as ações do homem, tinha que bolar um plano de fuga. Mas infelizmente precisava de tempo e este não parecia cooperar.

- Acho que deveria reconsiderar, sabe, eu não sou muito bom com rejeições, muito menos por pessoas que acho interessante. Acredite ou não, eu até que sou um cara bem legal. – Seu tom era frio e demonstrava que não estava de brincadeira.

Qual parte do NÃO, esse cara não tinha entendido? Olhou incrédula para ele tentando desvencilhar do toque esquisito e frio, parecia que ele havia morrido e esquecido de enterrar. Mal sabia Ammy que isso em parte era verdade que o homem era um vampiro e bastava ele querer e sua vida estava literalmente nas suas mãos, mas como Ammy não sabia dos detalhes ela continuava com seu jogo duro e, sem medo da morte.

Ela girou em seus calcanhares para ele e pensou duas vezes inspirando todo o ar que podia o cheiro da fumaça lhe incomodou e muito, terminando com uma tosse no final, colocou a mão no peito dele e afastou, parecia ainda pior aquela sensação de medo e que não era um bom lugar para estar - Assim cara, eu não estou nem um pouco a fim de reconsiderar... E ameaças, bem.. Não me amedrontam... Então, porque não procura alguém que lhe corresponda bem? E me deixa em paz? É muito pedir isso? - o encarava nos olhos, mas a atmosfera do lugar não era agradável, olhou ao redor e de volta para o homem vestido de preto - Entendeu ou quer que eu desenhe? – Ela não estava afim de terminar a noite conversando com aquele homem, mas sabe quando você percebe que não tem escolhas, mas Ammy, mais teimosa que uma porta, mantinha sua ideia inicial de deixar o lugar  naqueles próximos dois minutos.

Homem é sempre teimoso demais e este parecia decidido demais.

- Você sabe desenhar, que bom pra você, mas acho que quem não entendeu como as coisas funcionam aqui, então deixe eu esclarecer como vai ser. – os olhos furiosos de Ammy fintaram o homem ao tocar em seu queixo a obrigando olhar para ele, ele certamente poderia sentir seus dentes travados e a respiração mais profunda definitivamente Wather estava furiosa. -Você vai fazer o que eu quiser, sem me questionar, sem gritar, sem esbravejar... e responderá o que eu quiser saber Acho bom você ter entendido, pois diferente de você, não vou dar a opção de fazer desenhos.

Seu coração saltou à boca quando percebeu o tom do homem, apontaria o dedo na fuça dele e lhe diria umas boas, ou até mesmo começaria a gritar, mas sabia que não conseguiria nada, não naquele lugar. Virou o rosto e pegou na mão dele, tirando da sua pele – Acho que quem não entendeu foi você homem... – cruzou os braços, sabia que se saísse dali, poderia ter uma companhia nada agradável até sua casa – Ok, Vou ficar aqui em pé diga o que quer, antes que eu saia por aquela porta e você fique aqui! – arqueou a sobrancelha em meio a um cenho fechado de poucos amigos definitivamente Ammy não estava gostando da companhia da noite, mas como ele havia sido tão gentil em sua resposta, não teve escolhas.

Humanos, eles nunca nos dão a cortesia de serem prestativos, mas para tudo se dava um jeito. Mantive meu olhar frio e intimador, ela poderia se fazer de difícil o quanto ela quisesse, eu também poderia continuar com aquele joguinho a noite toda, mas minha paciência já não estava permitindo, depois das notícias de que Vancouver estava próxima à se transformar em um campo de guerra, minha excitação em fazer parte de tal episódio havia se elevado exageradamente. E talvez aquela fonte de vitae à minha frente fosse de grande uso, se não a favor do Saba, ao menos seria de grande uso para minha alimentação balanceada.

Dei um passo para o lado, deixando o caminho livre e indiquei cordialmente com a mão em direção até a mesa vazia abrindo um sorriso malicioso e simpático. Ela não iria à lugar algum, a não ser se eu a deixasse ir, o que não era minha intenção.


Ele não era educado, mas agora se fazia como tal, indicava o caminho para Ammy seguir e a encarava nos olhos, sabendo que não deveria ir contra aquele homem aceitou o pedido, agora cortês do homem, sentou-se na cadeira que lhe era oferecida, olhou incrédula e se perguntava porque estava fazendo isso se em suas entranhas diziam, “Homem, mau, saia dai correndo dai agora Ammy...” Mas a teimosia dela era maior a colocando em maus lençóis, sentou feito uma criança mimada e cruzou os braços à frente do corpo olhando para o homem.

– O quê quer comigo?

Esperei até que ela se sentasse, virei a cadeira me sentando calmamente de frente com as costas da cadeira, descansando e cruzando meus braços sobre a mesma. Um olhar distante e um balançar de cabeça indicava o pedido de uma bebida para a garçonete que passava próximo a eles. Esfreguei levemente minha mão no queixo, ajeitando minha barba em seguida e antes de eu responder a pergunta da garota, minha bebida estava sendo depositada sobre a mesa. Paguei pela bebida e permiti que a mulher ficasse com o resto, talvez ela pudesse pagar por aquela gorjeta de uma outra forma mais tarde.  

- Não pense que sou indelicado em não ter pedido uma bebida para você, mas é que eles não vendem leite nesse estabelecimento.- Brinquei, mas sem tirar a minha expressão séria. Beberiquei o líquido do copo, limpei a garganta e continuei. - Você quer saber o que quero com você...-sorri. - Primeiramente quem é você, de onde vem, o que faz em Vancouver e se o nome Samantha Nuñes tem algum significado para você. Depois que você me responder tudo isso, nós vamos dar uma voltinha, e te apresentarei para alguns... amigos. E talvez, apenas talvez, você saia daqui do mesmo jeito que entrou.


Ammy de certo riu com desdem do homem e a brincadeira do leite, mas sentiu-se melhor por não ter que recusar da bebida, seu corpo estava estranho, parecia pronta pro combate como diz minha amiga Valesca. Olhou ao redor, não tinha nada à temer ali, mas por que estava daquele jeito o homem à sua frente? De fato, e logo ele começou à falar e a perguntar suas perguntas não faziam sentido, mas resolveu responder sem delongas, quem sabe ela não poderia estar em casa quando quisesse depois disso.

– Sou Ammy Wather.... Sou americana, Nova York, estou estudando aqui medicina à uns 2 meses, mas não saia da minha casa a não ser para ir à faculdade e vejo que errei em mudar os planos hoje – ela o fintou com expressão descontente com o que estava acontecendo -Samantha Nuñes- – pareceu pensar um pouco – nada além de alguém que remeta ao nome latino... – o encarei, porque tinha que ter algum significado isso???? – – pronto respondi todas suas perguntas está  feliz? O que mais quer de minha humilde pessoa? Talvez vou poder sair daqui? – arqueava as sobrancelhas, enquanto mantinha sua postura com as mãos entrelaçadas embaixo da mesa que separava os dois.


ps. Post combinado com o player

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Re: The Roxy Nightclub

Mensagem por Logan MacFarlane em Qui Out 30, 2014 9:01 pm

Havia se sentido como uma prisioneira durante dias, enquanto seu corpo se adaptava com as mudanças de uma nova vida, novos hábitos. Aquela fome infernal era insassiável, revigorante, sensual, mais prazerosa que qualque ato sexual pelo qual a loira que tão abusiva e depravadamente havia experimentado ao longo de sua tão insignificante vida, era como parecia agora que via o mundo de uma outra maneira. Não que a superioridade não estivesse presente antes, mas naquele momento...Aaah, naquele momento se sintia quase que uma divindade. 

Agora que seu corpo já havia se adaptado com as mudanças e finalmemte tinha o controle de sua besta, mesmo que fosse algo que ela gostaria de ignorar,estava livre para usufruir daqui que o The Roxy tinha a oferecer, ou seja, prazeres e mais prazeres. Era como uma criança em uma loja de doces. Se deliciava com todos os tipos de prazeres que lhe era oferecido, ou os tomados por conta de seu forte poder de persuasão, sedução ou força bruta. Não era mais necessário o uso de nenhuma arma, ela por completo era sua mais preciosa e letal arma. 

Logan que passava a maior parte de suas noites na area vip do recinto agradando aos cliente e a si mesma, naquela noite não havia sido diferente, afinal era ali que ela conhecia seus contatos, assim como ajudava no recrutamento para Samantha. Vestida para matar com um tubinho prata básico, que deixava à mostra boa parte de seu corpo sarado, um salto alto no qual ela tão sensualmemte se equilibrava, cabelos soltos que caiam ao longo de suas costas, Logan deixou a area vip para dar uma volta pelo recinto e atrair olhos curioso e sedentos, não tanto quanto os dela. Aproveitaria também para passar no bar e se refrescar desnecessariamemte com uma bebida, claro, ela tinha que manter os velhos hábitos como uma mera forma de se aproximar das pessoas. 

Sentia os olhos das pessoas saltarem em direçao à ela por onde passava, numa caminhada a passos preguiçosos, parava hora ou outra para uma rápida dança facilitando sua passagem em direção ao bar. Ao se aproximar do bar, seus olhos capturaram uma silhueta familiar, deixando um sorriso malicioso se estampar nos lábios. Se aproximou um pouco mais e aguardou quase que ao lado do homem até ele terminar que falar com o rapaz que deixou o bar agindo com uma certa hostilidade. 

Logan o seguiu com os olhos até ele sumir na multidão, então ela se virou em direção ao homem (Stark), se pôndo às suas costas e envolvendo seus braços, espalmou sua mãos no peito do mesmo aproximando seus lábios em sue ouvido, deslizando suas mãos em direção atê um pouco abaixo da cintura do homem, ela diz com uma voz sensual e seu sotaque carregado.

- Huuumm!! Então ainda mantem seu gosto por mulheres agressivas, eu tenho uma bem aqui pra você. Do jeito que você gosta. Diz enquanto descansava suas mãos sobre o parque de diversão mais desejado pelas mulheres, inalando também aquele cheiro tão atraente que emanava de seu corpo sentindo suas veias pulsarem.

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Re: The Roxy Nightclub

Mensagem por Anthony Stark em Qui Out 30, 2014 11:29 pm

O meu mais novo amigo saia porta a fora e me abandonara , queria ter ensinado alguns truques pra ele mas quem saiba numa próxima , o querido barman deixava a dose de um wisky barato no copo mais escroto possivel sobre o balcao. Aquilo  pelo menos dava pra beber? Pela cor daquela coisa nao ... pego o copo e ja mandando garganta a baixo e puxando a cara meio de lado com uma expressao de que talvez aquilo na verdade era gasolina com chumbinho derretido bato o copo de volta a superficie na minha frente e solto aquele .... Aahhhhhh desceu rasgando , mais desceu....
O balcao dava a impressao de que ia ate o fundo do lugar e voltava rapidamente, aquilo com certeza iria me dar uma puta dor de cabeça no outro dia e de certa forma rezei por um momento pra nao acordar assim. A movimentaçao naquela selva ja estava no ponto certo, a macacada estava a solta e as novinhas ja estavam no ponto do tigrao aqui sair da moita e avançar naqueles pescocinhos branquinhos, finos e frageis mostrar oque um forasteiro era capaz de  fazer e bagunçar o mundo delas. Antes de finalmente sair pra caçada uma pequena criatura de cabelos rosa passava de relance ao canto do meu olho, talvez um pokemon raro ou algo assim, mas essa noite eu queria algo que desafiase esse homem. Antes de sair o barman retorna com um sorriso simpatico e deposita outra dose e sai nao sem antes deixar uma piscada...
-Que isso meu filho ta me estranhando ?... Nesse bar cada figura que se Jc tivesse aqui ate ele ia duvidar .... hahahahaha.....

Braços finos, longos, gélidos, e brancos de certa forma abraçava-me inesperadamente vindo de tras de mim, parecendo sairem da escuridao que carregava sempre comigo. Sera que esse caçador finalmente virou presa ? Será que é aqui o fim sem ao menos uma bala disparada e sem o caos tomar conta do local ? Pra esse corpo desejado por muitos cair aqui assim sem ao menos um pequeno show nao faz meu estilo. E se for um outro matador do ramo ele é bom por me pegar desprevinido.... rapidos pensamentos explodem com os hormonios no corpo.
De certa forma esses braços finos e a voz provocante da filha da mae mais perigosa que ja me envolvi em serviços anteriores virem de tras de minha cabeça ja sabia quem era instantaneamente e nao escutava a um bom tempo, e de certa forma trazem recordaçoes de um quarto aonde as coisas nao terminaram bem.
- Haaaaaaa...solto um grito nao de susto , mas sim de raiva pois ja que instantaneamente saibia quem era .... Ainda continua com essa mania de chegar tao silenciosamente quanto a morte logan e ta até parecendo ela minha filha , e que que isso saiu da geladeira do necroterio ta gelada igual uma morta ? HAhahah...viro-me quase que de imediato de frente pra mulher ficando bem proxima a sua boca.

- Nao sabia que estava com tanta falta do meu carrinho da alegria, se voçe ta nesse nivel era só pedir gentilmente que eu deixo esse seu coraçaozinho batendo tao forte quanto após uma volta na montanha russa.... hahahahaha.... Uma gargalhada alta escapa.


- Confesso que depois de todos esses anos nao esperava ver voçe em um lugar assim logan, parece que as coisas mudam nao é ? Pego o drink que estava de novo ali e cheiro antes de beber, depois daquela piscada vai saber oque nosso amigo tinha me servido. A mulher ainda estava ali, parada e quieta .... confesso que estava a ponto de agarra-la e beija-la como nos velhos tempos, mas talvez ainda era cedo pra isso.
- Oque faz aqui logan?

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Re: The Roxy Nightclub

Mensagem por Logan MacFarlane em Dom Nov 02, 2014 3:17 pm

Podiam os anos se passar, não importava quanto tempo, os rostos continuavam estampados em sua mente como se os tivesse visto momentos antes. Isso por que foi instruida desde pequena a estudar minuciosamente todas as coisas ao seu redor, objetos, pessoas, ações...Era assim que conseguia identificar seus alvos. Aquele rosto em particular era um deles. Aquele cretino ainda tinha o mesmo olhar e aquele sorriso sarcástico no rosto sem nem mesmo fazer o mínomo de esforço, mas ele não era o único, não tinha como negar que ambos eram iguais, mas Logan agora carregava uma vantagem sobre ele. Tinham uma longa história no passado e Vancouver tinha acabado de ficar um pouco mais interessante.

O toque se seu corpo frio fez com que o corpo de Stark reagisse e um olhar de superioridade e um sorriso malicioso para o homem foi inevitável. Seu corpo poderia sim estar gélido, mas não estava morta, estava mais viva do que nunca e o título de ser aquela quem escolhe o destino das pessoas lhe caia muito bem, claro que com adição de muito mais emoção  e de preferência muito sangue. 

- Não seja tão convencido Stark, você sabe que o meu prazer em revê-lo não se resume no que você tem dentro das calças, mas isso de fato é um bônus. Diz ela mantendo-se próxima a ele mordendo o lábio inferior sem desviar seu olhar desafiador e sexy dos dele. - E quanto ao meu estado de morta, como você diz, não impede que eu te faça sentir como se estivesse queimando inferno, pois acredite, me daria um grande prazer, assim como nos velhos tempos. E esse será o pedido mais gentil que você terá de mim, você sabe que comigo as coisas sempre são um pouco mais...eu diria selvagem, mas emocionante também cai bem. 

Ele sabia bem que aquela frase carregava um duplo sentido, mas eles nunca se quer se preocuparam com os riscos de um deles antes de o outro fosse executado, afinal tudo indicava que ambos gostavam de sentir a adrenalida do perigo em suas veias, o que fazia o trabalho muito mais interessante. Entretanto, Logan buscava também outra forma de adrenalina, aquela que a fortificava, que supria outra de suas tantas necessidades.

- Confesso que depois de todos esses anos não esperava ver você em um lugar assim Logan, parece que as coisas mudam não é? O que faz aqui Logan?

Logan desenha um sorriso de canto. - Algumas mais do que você imagina, outras nem tanto. A loira levanta a mão direita delizando suavemente seus dedos finos sobre o pescoço de Stark, sentindo suas veias, imaginando aquele sangue quente aquecendo seus lábios, acariciando sua língua e escorrendo em sua boca. Inconscientemente ela deixa seus olhos correrem até o pescoço do homem e humidesse os lábios com a ponta da língua, voltando o olhar para ele vagarosamente. 

- Mas não sou a única que parece estar fora do meu habitat natural, o que você procura num lugar como esse? Você costumava ter gostos mais requintados. Assim como não pude deixar de notar que está meio...desprotegido. Já chegou a esse ponto de confiança ou decidiu se aposentar, o que seria uma pena. Ela tinha certeza que a segunda opção apenas aconteceria quando ele estivesse a sete palmos abaixo da terra, mas ela não podia perder a oportunidade de provocá-lo insinuando de que talvez ele estivesse perdendo a mão para o trabalho.

Vendo ele pegar a dose de bebida do balcão e a cheirar, ela toma a bebida da mão do homem virando em um só gole depositando o copo sobre o balcão e responde a pergunta de Stark. 

- Talvez pela mesma razão que você, novas aventuras, se é que você me entende. Mas creio que eu tenha me encontrado em mais aventuras do que eu barganhei quando coloquei os pés nessa cidade, o que não foi ruim, e tenho que confessar que ela acabou de ficar ainda mais excitante, não acha? Ah! E a bebida não estava envenenada. Disse com um sorriso malicioso no canto dos lábios.

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Re: The Roxy Nightclub

Mensagem por Anthony Stark em Dom Nov 02, 2014 9:03 pm

- Não seja convencido Stark, você sabe que o meu prazer em revê-lo não se resume ao que você tem dentro das calças, mas isso de fato é um bônus.
-Bônus ou não de fato esse é o maior premio que uma moça com seus dotes poderia colocar as maos , ou outra coisa docinho .... hahahaha.
Essa raposa velha e ligeira esta aqui por algum motivo, talvez com o intuito de seguir alguém ou será um trabalho, não me importo muito com o  que seja só o que me importo é oque acontecera daqui pra frente e não acho coincidência terem dois de nós em um ambiente assim depois de tanto tempo.
-Você ainda tem a coragem de falar que pode me fazer passar pelo inferno mesmo com esse seus corpinho de chassis de grilo minha querida, mas aposto que esse seu fogo não passaria de um show de fogos .... hahahah.... quer saber oque é o inferno, talvez eu possa te mostrar. E em questão aos velhos tempos se você quiser termine oque você tem que fazer aqui e me chame assim que sair.
Essa raposa com certeza após esses anos esta mais traiçoeira, talvez esteja a um patamar acima das demais talvez ela não pegue nos tornozelos quando me virar mas sim direto na garganta e isso o velho tigrão aqui não vai permitir. Se ela quer entrar nesse joguinho de sedução eu vou mergulhar de cabeça, mas nao pense ela que se  me estender a mão não irei fazer nada, e sim arrancarei seu braço. Olho nos fundo dos olhos da perigosa mulher posso sentir o cheiro da caça em minha frente, o cheiro da carne e do sangue não sei se quero o corpo dela ou meter uma bala naquele lindo e adorável rostinho. A adrenalina corre em minhas veias e claro que ela deve sentir a mesma coisa, pois sei que ela de certa forma tem uma admiração por mim e sendo assim como toda boa profissional que ela é deixa esse lindo sorrisinho de lado.
- Algumas mais do que voçe imagina, outras nem tanto. Confesso que escutar isso me deixou um tanto quanto tranquilo, por outro lado minhas suspeitas de que ela nao esta aqui apenas bebendo atoa é real, ela esta aqui por algum motivo e cabe a mim tentar descobrir.
-Mas não sou a única que parece estar fora de meu habitate natural, o que você procura num lugar como este? Ja que costumava a ter gostos mais requintados. Assim como não pude deixar de notar que esta meio .... desprotegido. Já chegou a esse tipo de confiança ou decidiu se aposentar, oque seria uma pena. Com certeza isso é um de seus truques pra me provocar , e talvez eu ainda caia em alguns deles ja que acariciava meu pescoço com unhas que parecia a foice da morte e um olhar de que queria arrancar o meu gogó.
Que isso logan... esse olhar no meu pescoço é oque milha filha ta doida, se você quer me seduzir não vai ser assim que você vai conseguir. Parece que as coisas mudaram mesmo ta começando a beber sague em vez de álcool mulher . Esse serviço ta pirando você já ou é muita química no cabelo ? ....hahahhaaha . Um sorriso na cara e meus grandes dentes brancos vão em sua direção.
- As vezes um caçador nato como eu se cansa da floresta onde caça e vai dar umas voltas na mata ao lado, só não esperava cair na sua mata , de vegetação rasteira...  bem rasteira ....hahahaha. Não estou confiante só não esperava encontrar alguém como você aqui achei que seria uma noite tranquila, se de alguma forma soubesse que te encontraria aqui traria meu Kevlar assim como da ultima vez que nos vimos , aquilo de fato foi útil. Falo em um tom mais serio com as memorias na cabeça e algumas cicatrizes pelo corpo. A velha raposa pega o copo da minha mão enquanto virava de uma só vez e batendo no balcão, de certa forma devo admitir que o fígado dela deve ta calejado pra beber isso de uma vez e ja falando que esta aqui talvez por diversão como eu ,mas a parte de que não foi tão ruim barganhar aqui na cidade só aumenta minha curiosidade.
-Hahaha, com certeza esta excitante, mas que tal fazermos uma coisinha querida, me apresente para seus amiguinhos que eu faço com certeza o serviço que você ainda não esta pronta pra fazer ou se quiser podemos faze-los juntos assim como da ultima vez mas estarei com uma bala reservada pra você caso queira me sacanear e se tudo terminar como acabei de falar, quem saiba nós não aluguemos um quarto e brincamos mais tarde. Então oque me diz da proposta?

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Re: The Roxy Nightclub

Mensagem por Logan MacFarlane em Seg Nov 03, 2014 10:18 pm


Soltou uma gargalada debochada das palavras cuspidas do homem, se era daquele jeito que ele queria jogar, nada mais sensato do que entrar no joguinho dele. Aquele tipo de atitude  de Stark nunca foi uma surpresa para a loira, aos olhos dela, ele era previsível demais e tinha uma boca grande demais, mas ele deveria ser mais esperto em saber que coisas daquele tipo não á afetava, Logan era quem era e não tinha vergonha alguma de fazer aquilo que lhe desse prazer, fosse ele qual fosse. 

- Não me faça rir Stark, o que você considera prêmio eu considero diversão, o meu maior prêmio ainda está por vir. Não vou te deixar decepcionado, meu maior prêmio está relacionado a você, mas com certeza não está relacionado em ter seu brinquedinho em nenhuma parte do meu corpo. E essa moça da qual você nunca conseguiu tirar as mãos, possui dotes animalescos dos quais você nunca recusou. Ela usava seu tom mais irônico estampando um sorriso debochado no rosto. Ele havia cutucado uma cobra e ela não mediria esforços para soltar todo seu veneno até que finalmente ela pudesse ter a chance de tirar seu fôlego e esmagar seus ossos, não sem antes sugar todo aquele nectar viscoso, doce e quente de seu corpo.

- O que te faz pensar que estou aqui a trabalho, é apenas uma noite de folga, bebidas, música, pessoas interessantes, diversão e você. Lançou um olhar de maroto em direção ao homem. De fato, ela não estava ali para fazer o tipo de trabalho do qual ele assumia que ela estivesse fazendo, tinha outra missão, mas a noite havia tomado um rumo diferente assim que ela havia colocado os olhos nele. Logan conhecia muito mais de Anthony Stark do que aquele sorriso sínico e a cara de cafajeste delicioso que ele carrega tão bem. Geralmente no ramo de trabalho que ambos estavam, não havia espaço para envolvimentos, apenas rivalidade, competição, sobrevivência, uma pistola carregada e pentes extras, mas um deslize no passado foi uma excessão das regras, o que foi rapidamente desfeita já que ambos estavam atrás da mesma coisa, foi então que o jogo começou. 

Ela se lembra daquele dia claramente, assim como carregava as marcas em seu corpo, claro que não sem causar algumas muitas delas também no corpo de Stark. Se ainda estivesse viva, poderia sentir o rush de adrenalina pulsando em suas veias apenas com a memória daquele dia. 

- Até onde eu me lembro, não é a primeira vez que você se aventura  por matas alheias, e considerando que não seja muito seguro invadir a mata de outro caçador, entendo a sua preocupação, mas garanto que se houver uma próxima vez você não terá tanta sorte, e não se preocupe, não será essa noite, como disse antes, estou de folga. Abriu um sorriso seguido de uma piscadela. E desde quando caçadores tinham folga?! Estando ali ele corria muito mais riscos do que ela, um movimento precipitado e errado ele seria um homem morto. 

Ela solta outra gargalhada levantando o queixo fechando os olhos enquanto a música abafava o som de sua gargalhada. - Stark, Stark... Não acha que está se vangloriando demais achando que pode fazer um serviço tão bem quanto eu, não se esqueça que você deixou seu último serviço pendente mesmo tendo chances para fazê-lo e agora ele te assombra. Por que não o fez quando teve chance, heim? Teve um momento de misericórdia? Agora me diga, quem é que não está preparado para fazer o serviço? 

Onde ele iria com aquilo ela não sabia, mas continuaria fazendo o joguinho dele. Suas ameças não a afetavam, ele podia tentar o que quisesse, na verdade era exatamente o que ela queria, queria ver aquele Stark que ela conhecia, queria ver o olhar desafiador em seus olhos assim como os dela, queria ele ofensivo não só com palavras mas com ações, seria um risco, com certeza, mas seu interior sem vida estava gritando por isso, só o cheiro da agitação dos corpos mortais do local não era o suciciente para ela, ela queria sentir aquele sangue borbulhando dentro de Stark. 

- Se fizer tanta questão de conhecer meus amiguinhos, eu te apresento com todo prazer, mas descobrirá que eles são tão fatais quanto a mim, e dessa vez você estará sozinho e não será eu quem marcará seu corpo, isso é se sobrar alguma parte dele. Nesse caso sua proposta seria inválida, tentadora, mas inválida. Ou podemos ambos ter uma noite de folga  e partirmos direto para a brincadeira e haverá uma chance de manter o corpo do qual você tanto presa intácto, ou talvez com apenas uns arranhões e mordidas. E talvez completamente drenado. Pensou ela enquanto o encara mantendo a mesma aproximação do homem de antes.

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Re: The Roxy Nightclub

Mensagem por Anthony Stark em Qua Nov 05, 2014 7:19 pm

Essa cobra tem uma boca grande demais e também já esta falando demais pra quem trabalha nesse ramo, talvez eu tenha que dar um corretivo nela mas a questão é, aqui ou não. Não quero chamar atenção pra mim e ela que se dane mas isso é problema. Essa risada debochada que eu tanto conheço  me afeta e de certo modo me faz detesta-la, o que ela ta achando com essa expressão ela é algum tipo de imitadora barata só eu faço algo assim, rir descaradamente na cara de alguém e levantar a cara.
 
- Interessante logan, agora fiquei curioso em relação a esse tal premio que você abriu o bico. Você sabe muito bem que todos querem um pedaço de mim, mas ninguém nunca conseguiu isso você sabe muito bem , por que ainda estou aqui e eles não. Hahahahahahah.... Isso sim é uma gargalhada debochada logan.... O que um humilde homem como eu pode ter algo relacionado a seu maior premio?
 
- Não me venha com essa conversinha de que realmente esta aqui apenas pra desfrutar de uma noite logan, ambos sabemos que temos compromissos aqui e gente como nós não tem o costume de passar bebendo ou aproveitando a boa musica e bebidas do local... hahahah.
 
O barman encosta do outro lado do balcão e deixa outra dose.
 
- Ei amigo... deixa dois copos cheios com muito gelo e uma garrafa do seu melhor whisky, pra mim e marca na conta da nossa amiga aqui, ela é bastante generosa com o velho amor da sua vida...
 
A cobra com olhos de coruja que esta parada aqui na minha frente ainda tem a cara de pau de tentar me afrontar com piadinhas que não são nada engraçadas, porem esse veneno nas presas chegar a parecer acido pois se cair no chão vai corroer e dar um belo prejuízo pra dona do barraco aqui.
 
- Sorte..... hahahaha.... Acho que ainda continua a logan ingênua de antigamente não é. Você sabe muito bem que nesse ramo na existe sorte logan, você sabe muito bem que quem faz a nossa sorte somos nós mesmo e quem estiver com o maior número de balas e pontaria em dia e caso isso não resolva, ainda temos a chance de sair no braço e rolar no chão, e falando em chão eu adoraria rola nele com você .... hahahahah.
 
Cada palavra que ela solta me faz pensar que ela não continua ingênua como antes parece que ela piorou, que merda é essa logan será que não é você que esta se vangloriando agora dizendo que eu deixei um serviço incompleto, na verdade você sabe muito bem o motivo por não tê-lo completado por que você estava lá então não me venha com essa tentando me atingir minha pequena sereia pois esse tubarão aqui não costuma errar duas vezes a presa.
 
- Talvez esse trabalho inacabado me assombre as vezes, pena que não com tanta freqüência como você queira, em relação ao serviço inacabado as vezes ainda temos a chance de termina-los nem que seja anos depois e o meu parece que esta aqui na minha frente tirando uma noite de folga. Agora a questão de momento de misericórdia talvez não me conheça tão bem assim , Anthony Stark não tem misericórdia e nem crise de consciência, tenho total consciência do que faço e dos pecados que acumulo ao longo dos anos, e já estou preparado pra pagar por eles quando minha hora chegar, pena que ainda nao inventaram a formula da vida eterna , fonte da juventude ou a tão consagrada pedra filosofal.
 
 
Olho em direção aos copos cheios de whisky e a garrafa ja depositadas ali pelo garçom e já bebendo de um dos copos faço um pequeno gesto agradecendo pela ótima bebida em que ela esta me pagando. Uma bebida forte acompanhada da mais perigosa víbora que conheço nesse trabalho, será interessante talvez dois predadores de ponta baterem de frente, não da pra saber com certeza quem sairá de pé depois dessa tenho total consciência que ela também está bem mais forte depois desses anos mas não consigo continuar com esse joguinho, ela ja esta me deixando excitado e um pouco de sangue aqui e umas costelas quebradas ali talvez me faça querer fazer um sexo animal com ela está querendo.
 
Coloco as mãos nos ombros da cobra, se é que cobras tem ombros aproximo lentamente ate o rosto da mulher e beijo-a sem dar chances dela ao menos ter tempo para tentar algo, afasto-me lentamente com esse meu sorriso maroto na cara levando lentamente uma das mãos ate o pescoço dela e momentos depois apertando-o com um pouco mais de força do que de costume a ponto de deixa-la parcialmente sem ar. Afasto-a com uma força a ponto de fazer ela saber o que quero mas ainda sim ao ponto de ninguém perceber oque estava acontecendo ali.
- Que tal logan, vamos dançar aqui e fazer a nossa festa particular sem armas e golpes baixos ou vai correr pra assas dos seus amiguinhos, ambos sabemos que nao temos a noite toda decida-se agora quer que eu comece?

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Re: The Roxy Nightclub

Mensagem por Logan MacFarlane em Seg Nov 10, 2014 12:17 pm

O que era mais satisfatório do que ver a ira de uma pessoa crescer dentro dela, Logan podia pensar em vários outro meios de satisfação, mas naquele momento ver a expressão de Stark não tinha preço. Parecia que ela tinha conseguido achar o momento exato para dar seu bote. Afinal nenhum assassino aceita que apontem seu ponto fraco, como um serviço incompleto, e o de Stark estava bem na frente dele, assombrando e debochando de sua cara. Ela não sairia do Roxy aquela noite sem ter certeza de que essa perturbação fosse eliminada, do contrário eles estaria se arriscando em dar as costas mais uma vez, e dessa vez ele não teria como escapar. Ela não permitiria dessa vez.

- Que bom que ficou curioso, isso vai deixar tudo mais interessante, não seja precipitado talvez você descubra qual será meu maior prêmio no final dessa noite. Acredite no que quiser Stark, você realmente precisa tirar toda essa tensão, esse peso de seus ombros, mas fica meio difícil tendo que se conformar de que você um dia fracassou estando frente a frente comigo. Um sorriso mais do que sarcástico se desenhou nos lábios da loira, estava o atacando de todos os lados e todas as maneiras. Ela queria ver aquele circo ser banhado em sangue. 

- Ei amigo... deixa dois copos cheios com muito gelo e uma garrafa do seu melhor whisky, pra mim e marca na conta da nossa amiga aqui, ela é bastante generosa com o velho amor da sua vida... 

- De fato, você banhado em whisky ficaria ainda mais apetitoso. Disse ela humidecendo os lábios, medindo Stark de cima a baixo, provocando-o. - Pena que sua brutalidade esta nos impedindo de ter um pouco de diversão. Logan rolou os olhos brevemente por cima dos ombros de Stark, a visão que teve permitiu que um sorriso maroto se formasse em seu rosto. Voltou a fitar o homem assim que ele voltou a falar. 

- Sabia que não ia resistir em ficar apenas aqui, parado me encarando e desejando que essas mãos pudessem me tocar, achei que nunca fosse me dar tamanho prazer em ter mais uma dança com você. Dança essa que eu terei o prazer em aceitar, quem sabe dessa vez eu estando mais perto, você consiga terminar o que não conseguiu da última vez. Aquele cretino podia passar a eternidade tentando elemina-la, isso seria apenas uma ilusão de sua mente, Logan era tão escorregadia quanto uma cobra, tão esperta quanto uma raposa e muito mais feroz e mortal que uma pantera. Enquanto ele se vira para pegar a bebida do balcão, Logan puxa fortemente o ar como se respirasse, mas era apenas para sentir aquele cheiro tão maravilhoso que emanava de Stark, ela estava no ponto que ela queria, irado, excitado...seu sangue pulsava em suas veias tão forte quanto sinos de uma igreja badalando meia noite, e já estaria salivando se isso fosse algo que seu corpo ainda permitisse fazer. Assim que ele volta a atenção para ela levantando o copo, ela manteve um olhar devorador para o homem travando uma briga interna consigo mesma. 

Ele a toca, e ela retari um pouco os ombros, mas a ação que ele faz após o toque coloca em risco sua vida. Logan retribui o beijo dado, o toque dos lábios quentes, sua pulsação a instigava, queria sentir a vitae escorrer em seus lábios. Queria intensificar ainda mais o beijo, mas Stark se afastou levando a mão em seu pescoço. Ofegante pela vontade de provar da vitae do homem, Logan mordeu o lábio inferior lançando um olhar perigoso e desaprovador. Como ousava ele tentar tal ação contra ela, ele realmente não tinha amor a vida, vida essa que seria eliminada muito brevemente pela infeliz ousadia. Se ainda pudesse respirar, Stark sentiria o ar quente saindo de sua boca e narinas numa respiração ofegante cheia de ira. Mas sua expressão já deixava bem claro de que ele estava prestes a enfrentar. Sera que ele ainda não tinha percebido que todo aquele esforço não estava afetando a respiração de Logan, já pelo fato de ela não ter mais essa necessidade. Ela nem se quer se moveu, apenas tentou ajeitar seu pescoço na mão de Stark.

- Está um pouco desconfortável da maneira como você está segurando meu pescoço, talvez você precise aprimorar mais suas habilidades manuais. O que está tentando fazer, me causar cócegas. Diz ela com um tom irônico, sem nenhum problema em conseguir se comunicar mesmo ele se esforçando. - Você propôs uma dança e é com esse passo que dá início, pobre Stark, talvez eu tenha que te dar mais tempo para chegar ao meu nível. Vá em frente, pode começar. Disse ela debochadamente lançanco um olhar maquiavélico para Stark.

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Re: The Roxy Nightclub

Mensagem por Neweys Dwant em Seg Fev 15, 2016 11:10 pm

O som do jazz em meus ouvidos se omite para o resto da ralé humana. Minha mortalidade já se provara indesejada algumas vezes, mas não tanto quanto da ultima. Minha Ira Vehementi clamava o retorno no secto maldito, o valhacouto obscuro de minh'alma. E agora, após um mês de preparo, só falta uma coisa a se fazer para opugnar a égide que me separa da minha precisa arma de valor sentimental inestimável.

Ironicamente, apesar das distorcidas implosões em minha mente, minha sede por vingança e raiva incontrolável pelos responsáveis da separação dessa casca e de meu artefato, um sorriso e o estalar de dedos acompanhando o ritmo da música são as únicas coisas notáveis por aqui. Minhas roupas pesadas pelo frio noturno de Vancouver se baseiam em calças militares cinza-escuro reforçada internamente com couro trabalhado, uma pesada bota de aspectos militares - se não fosse tão cheia de detalhes em aço protegendo o bico, mas também desenhando uma caveira nas laterais. As duas blusas ocultando um kevlar usado, com três tiros ja marcados e porcamente remendados ainda da época em que exigi um carro de polícia estrategicamente bem posicionado que me permitiu a fuga da Galeria. "Mais um tiro, e isso vai para o lixo", reflito ligeiramente entristecido sem esboçar nada externamente, até por que essa música merece Nossa atenção.

Com o celular roubado, começo a digitar com minhas mãos revestidas por uma luva grossa de lã, vinho anormalmente pesada, indicando algum tipo de trapaça por debaixo da manga. A dificuldade para digitar aos poucos passos são rapidamente substituídas pelo comando de voz. Uma ligação é feita enquanto caminho próximo ao quarteirão, virando a rua alcançando a calçada do The Roxy Nightclub, as pessoas ao redor podem ouvir em alto e bom tom.

-Não interessa quem foi, eu não estou exatamente reconhecível. Só sou parecido com aquele maluco do noticiário... - um breve pausa - Você está louco? Eu jamais cortaria o cabelo. Dei um jeito nele, não está solto... - uma nova pausa. Paro de andar - Já te disse. Eles encobriram, não vale a pena me caçar... É melhor pra todo mundo esperar pra me emboscar. Inclusive... Pra mim.

Lentamente olho para o lado e vejo ao chão um moribundo. Um velho envolvido em vestes fétidas e imprestáveis, suspeito aos meus olhos treinados em se alertar das coisas mais simplórias e aparentemente sem valor. Essa Nossa carne que almeja a vida também requer certos riscos, sim, de fato. Todavia, muitos dos riscos, não estou disposto a correr, e nenhum de nós aceitaria uma oferta do perigo, assim, de mão beijada. Temos que ter cautela... Não é mesmo?...

...


...



Meus lábios sorridentes exibem um aspecto cruel e demoníaco o suficiente para impor ordem a legiões de demônios. Uma gargalhada entelada ecoa dentro da minha cabeça quase que deixando-me surdo. E ao ar... uma moeda gira lentamente em frente aos meus olhos verde-escuro brilhando como esmeraldas contra a luz, fixados no morador de rua. O apego a vida simplesmente se foi, Ele não se importa com consequências, mas... talvez essa seja a maior das vantagens em ser O Agouro do Caos.

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Re: The Roxy Nightclub

Mensagem por Earl Brown em Ter Fev 16, 2016 7:54 am

A noite em Vancoco tem sido normal nas ultimas noites, tirando que fiquei sabendo que o Samba lele do Brujah levou um coro das duas moças loiras. Danadinhas, arrebentaram o grandão que passou de maioral pra o homem que leva pau... 
Bem, tirando isso tá quase tudo certo, o Papa tá ainda muito bravo com tudo. Porque os bailarinos nada fazem, os Mister M estão escondidos, os Comedores de Cocô estão sumidos sempre, os Batedores de baixinhos estão apanhando e os Ursinhos Pooh estão cada vez mais socados em suas matinhas. O que sobra para ele sou eu. Feliz e contente em meu mundo de sangue e escuridão. 


Parado na esquina como o Luiz Fabiano eu espero algo acontecer naquela tão conhecida e bem frequentada Joxy Naite Clubi. É legal o efeito que tem aquilo. As bitucas de maconha são dispensadas ali perto, então eu fumo de graça! HA! Chupa seus tonto. Não que eu precisasse tragar nem nada, mas o costume de antes me faz chegar a conclusão que isso me faz bem e me abre a mente... Se bem que abrir a mente não seria algo bom para um Malkaviano né? Vai que sai um monstro azul de bolinhas vermelhas que chama José e quer comer criancinhas, sem ser pedófilo tá?


Ora vejam só a noite trouxe para mim um maluco vestido de boneco de neve. O rapaz para em minha frente, lança uma moeda para o alto e sorri como um demonio adormecido. Há muito não via um sorriso desses, chega a ser lindo de se ver. Nem um sabá me deu um sorriso desse, mas ele... Ahhhh ele sim. Esse eu quis para mim instantaneamente. Vai sentir como eu o que é poder ferrar o planeta lançando os pensamentos reais e a verdadeira face da sociedade onde todos escondem seus rostos em máscaras e não mostram sua verdadeira natureza porque o Papa não deixa.


Olho para o rapaz e admiro seu sorriso enquanto a moeda sobe e desce...


- Se der cara você morre... Se der coroa eu te dou vida eterna. Feito?
Sem que ele pudesse responder estendo minha mão, capturo a moeda e fico de olho nele. 
Se ele recusasse a aposta eu poderia fazer ele mudar de idéia e matar a Joxy! Seria lindooo. Eu até filmaria se tivesse aquelas caixas de plastico com vidro na frente que usam para falar um com o outro.
- Olhaaa deu Coroa! Você será eterno! O que acha?


Admiro o jovem e penso onde começaria a manipulação de seu corpo, onde terminaria sua vida e começaria sua não vida. 
Será que ele seria um bom sujeito para se ter ao lado? 
Será que esse rapaz poderia ser um bom sujeito para ajudar a disseminar a verdade e as trevas como a equipe Raquete daquele desenho Põeamão?


Aproveito a chance e usando um ponto de sangue inicio a disciplina Assomorar a Alma, onde o que desejava era que ele tivesse os dois extremos de Paz e Ira.
Para isso eu tentaria elevar seu sentimento pacífico, ternura ou qualquer sentimento positivo para que ele ficasse mais calmo quando toda a loucura se iniciasse.
-------
PEDIDO DE ROLAGEM PARA DISCIPLINA!


- Já sei são 11 dados =)
Lançando... Resultado com o Vancouver


Última edição por Earl Brown em Ter Fev 16, 2016 8:03 am, editado 2 vez(es)

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Re: The Roxy Nightclub

Mensagem por Mestre do Jogo em Ter Fev 16, 2016 7:54 am

O membro 'Earl Brown' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

'Dados' :

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Re: The Roxy Nightclub

Mensagem por Earl Brown em Ter Fev 16, 2016 8:03 am

Dados para Disciplina =\ Não foi no outro...

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Re: The Roxy Nightclub

Mensagem por Mestre do Jogo em Ter Fev 16, 2016 8:03 am

O membro 'Earl Brown' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

'Dados' :

Resultado : 9, 1, 9, 4, 10, 9, 6, 10, 7, 1, 6

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Re: The Roxy Nightclub

Mensagem por Vancouver em Ter Fev 16, 2016 8:11 am

9194109610716

X

Percepção + Autocontrole = 6

Por falta de pontuação no Autocontrole assumo como dificuldade a FDV do personagem em questão.

6 sucessos - UM ANO
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Durante um ano, em determinadas situações, News ganhara uma personalidade "calma" - Na verdade de acordo com o personagem e sua Ficha, nesses casos FOCO assume o controle. (Mais pensativo e menos ação)
Agradeço a todos. Ótimo retorno!
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Re: The Roxy Nightclub

Mensagem por Neweys Dwant em Qui Fev 18, 2016 4:07 pm

A moeda subiu, desceu, e a voz daquele indivíduo impregnou na minha cabeça. Não consigo descrever exatamente que tipo de sentimento foi aquele, mas o impacto ao perceber com o que eu estava lidando fora muito maior do que qualquer outra nostalgia que já tivesse me abraçado. Aquela escolha de palavras, a presunção de que ele pudesse me matar. "É um deles!", O Agouro sussurrou para mim sem remover o sorriso estampado em Nossa face.
 
Seria estupidez demais acreditar que ele realmente é como aquela maldita sanguessuga? Aposto que não, uma atitude dessas perante um assassino serial que dá calafrios até nos mafiosos mais poderosos com apenas um olhar, não poderia ter vindo de algum mendigo comum. Até por que, consideremos que sorte não é o estado natural da minha vida, e no caso de eu estar errado, matá-lo não poderia ser considerado algum desafio. Desarmado sim, despreparado nunca.
 
Com o punho fechado o velho assistia alegremente Seu sorriso mais cruel, até abrir e ver o resultado positivo que ao que parece lhe foi muito de agrado. Admito que ao declará-lo, dei-me por satisfeito, se não fosse Caos, esse corpo estaria suando frio. Mesmo assim, serei eterno? Ora, o que exatamente isso deveria querer dizer? Ele pretende me dar o dom desses sanguessugas? Com isso ele está chamando a si mesmo de imortal. Nesse caso, a maluca de presas afiadas também seria eterna? A ignorância é uma benção, dizem. Só que eu venero o estado de uma terrível maldição. Quero conhecer mais essas criaturas, e sinto que os Outros também almejam isso, com exceção de um... Aquele outro vai ficar muito... Muito irritado. Mas também, quando é que Ele não está?
 
Não precisei dar respostas, acredito que meu silêncio fora o suficiente para fazê-lo acreditar que eu realmente permitiria deixá-lo tentar ir contra meu poderio insensato caso o resultado fosse outro. Apesar da força avassaladora daquela ultima cria da noite, isso não desmoraliza meu frenesi particular de contestar o que é de minha própria alçada. Deveras contente com a situação, meus lábios começam a se mover para verbalizar alguma resposta... Mas algo terrível iniciou-se dentro de mim...
 
Vi os olhos Vermelho-Escarlate daquele aprisionado nos confins da minha alma, seu caixão de aço e fogo não costuma sustentar seu temperamento maquiavélico por mais grosseiro e temeroso que seja. Ouvi as garras arranharem a prisão envolvida por correntes, abrindo fendas cada vez maiores. Ele desesperava-se conforme notava instintivamente o seu maior terror se aproximar, rugia e gritava. A prisão se afrouxava constantemente, o aço engrossava, regenerava, e seu recinto se via no mais próximo de uma cova agora que aquele caixão parecia ser engolido pela ilha de magma que o isolava de Nós quatro...
 
Em um instante, vi-me novamente em frente ao mendigo... Eu mesmo, não Caos, não Foco, nem o corrompido Depressão. Sentia que o tempo estava se esgotando, e aqueles poucos segundos que estavam se passando começaram a se parecer muito mais com horas de agonia e confusão. Cada fragmento do Nosso espírito parecia se modificar contra Nossa própria vontade. Nossos acordos começaram a se romper, Nossas leis começaram a ruir. O pouco de consciência e sensatez dentro da Nossa realidade se tornava ainda mais ínfimo.
 
-O que... – não consegui tempo sequer de terminar... Respirei fundo assistindo as Sombras serem engolidas e devolvidas ao despedaçado caixão rochoso. O mesmo reformulava-se e se envolvia de novo na carne e trevas do Agouro. Sólido, frígido. Ele estava tão perdido em confusão que sequer emitiu um único ruído. Meus olhos voltavam a analisar o mendigo por mais um instante, e numa explosão desesperada avancei contra ele, sem tocá-lo, apenas mantendo meu rosto bem próximo ao dele, rosnei forçando os dentes, meu corpo começou a suar, meu coração a bater mais rápido, cheguei até a salivar e babar – Reze. Reze bem para os seus demônios preferidos!... - engasguei com a minha própria saliva. Me senti impedido de dizer qualquer outra coisa, envolvido em correntes e levado de volta para meu inferno privado. Meu caixão. Trancado. Aprisionado. Meu próprio refém.
 
Nada aconteceu com Depressão. O maldito agiu como sempre costuma agir. Fechou a própria porta, talvez pelo seu desinteresse na realidade fora daqui, nem mesmo tenha sido mandado para um lugar pior – se é que existe algum lugar pior aqui dentro do que a casa daquele filho da puta. Enquanto isso, a casca era imperada por um digno malfeitor que, diga-se de passagem, poderia dar mais trabalho para aquele velho maluco do que qualquer outro... Afinal, dentre todos os fragmentos do meu Eu, Ele é o mais imprevisível.
 
A casca se afastou do grisalho maldito. – Qual o preço da eternidade, velho? - Seus olhos sérios mataram qualquer vestígio do sorriso anterior. A pessoa agora ali na frente daquele mendigo era uma outra completamente diferente, com uma expressão simplesmente impossível de se conceber quando em contraste ao que era segundos atrás.

Notável para Nós, e apenas para Nossa satisfação, assistindo de camarote no Hades intrínseco, observando Foco jogar com o dentuço. Claro que não foi uma boa ideia revolver a culpa nele sem nem saber se o maldito poderia mesmo fazer algo assim conosco, mas a insanidade liberta. Ela mostra verdades nos fragmentos mais inócuos e dispersos, além do mais, o que mais posso culpar que não o que me é desconhecido? Ninguém mandou esses caras serem tão estranhos - se ele pode me dar a Eternidade, por que não poderia me dar uma dor de cabeça como essa? Todavia nada disso importa agora... É Outro quem está no controle, e espero que Luck seja o sobrenome do filho da puta grisalho, por que ele vai precisar.

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Re: The Roxy Nightclub

Mensagem por Earl Brown em Dom Fev 21, 2016 7:09 pm

Olha ele se interessou… Tao interessante quanto os pisca pisca coloridos eu queria saber o que mais aquele ser poderia fazer. Agora com meu presente para ele, seria muito mais fácil manter uma conversa. O interesse na vida eterna em sua pergunta aparentemente era isso. Qual o preço ? Ora meu jovem, isso é muito fácil de negociar.

– Rapaz, eu tenho que lhe dizer que isso é um ritual. Você passa por um processo rápido e indolor onde suas mais puras vontades tornam-se realidade. Terá força acima do normal. Irá matar com mais velocidade. Irá ser praticamente indestrutível, e tem mais uma coisa… Nada irá fazer você ter medo de outra pessoa. Após isso tem algumas regras que você pode ou não seguir. Fica como quiser. Logico que o mundo é muito mais colorido quando conseguimos algo como a vida eterna. Mas se você não quer, a gente pode conversar e você fica como um qualquer andando pelas ruas correndo do seu destino.

- Você pode morrer por um monte de balas em seu peito e sua cabeça, ou levar até mesmo um tiro no peito e continuar sua vida. O que acha?



Olho para o rapaz e me levanto.


– Você ganha alguns dons, sabe? Consegue passar algumas coisas para outras pessoas. Não precisa de nada mesmo para que consiga seus objetivos. E ainda pode sumir na frente das pessoas, sem usar nenhum truque de ilusionismo.


- Infelizmente responderá a uma pessoa. O Papa. Esse cara é mais chato que espirro em dias de caganeira. Mas tudo bem, na verdade ele nem sabe o que tá acontecendo na vida dele. Na verdade eu acho que ele logo vai voltar a ser como antes… Mas bem, é só um palpite. Então… Vai ser a vida eterna. Vou te dar a chance de responder.




Olhei para o rapaz e fiquei admirando seus olhos demoníacos enquanto sorria com os dentes pontiagudos aparecendo. Sim, ele era claramente alguém perigoso, isso aparecia em cada parte de seu corpo.


Caro rapaz… Se soubesses o que lhe aguarda pouco estaria esperando. A força que nunca imaginou, sentidos aflorados, reflexos mais rápidos… Está perdendo tempo, rapaz…



– Muito bem. Eu vou entender isso como um sim, eu quero… Pois bem

Movo-me rapidamente tentando segurar a cabeça do rapaz para o lado para cravar meus dentes em seu corpo, torná-lo um membro novo e mostrar a ele até onde vai a toca do Coelho Branco, e com um guia que é o próprio Chapeleiro Maluco..

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