O Cordeiro Massacrado

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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Maximillian Santori. em Sab Set 06, 2014 12:01 am

Aquele tempo com Latrell e a bela mortífera Alexcia, se tornaram tolerável para o siciliano um tanto pensativo á respeito da proteção de Latrell e do retorno de Alexcia à Vancouver as visitas de seu amigo delegado começaram a deixar a clientela de Latrell um tanto nervosa, então as vezes, iriam para um local mais... agradável, indo para o único lugar que se sentia... seguro, talvez a comunidade italiana tivesse poucos sicilianos,afinal quem era o maluco de sair da bela Sicília?

Ambos conversaram sobre a carreira policial de Max, sobre as provas colhidas que não eram suficiente para incriminá-lo, além dos sinais de luta em sua casa, a marca de pneu e a janela quebrada, que supostamente o criminoso entrou. Ainda estava sendo investigado o local, a pessoa da qual ele descreveu e as demais pessoas desaparecidas. Max ficou contente em saber que no final, alguém acreditava nele. O delegado do primeiro distrito, o qual era o seu padrinho na polícia, ficou descontente sobre a segunda novidade que iria dizer, seus superiores havia transferido Max para uma nova delegacia.

O delegado precisaria de um bom investigador, e Max seria o primeiro da lista a ser indicado. A reação de Max foi duvidosa sobre os superiores, achando que eles estavam apenas tirando ele de cena para arrumarem um novo esquema de corrupção, eles não queria a corregedoria os investigando sobre suspeita de lavagem de dinheiro e a especial “proteção policial”, mas encara o seu amigo com uma risada sarcástica, não disse nada, só o tom da risada, ambos sabiam o que estava acontecendo.

Voltou ás ruas investigado cada homicídio, agora o novo delegado, Anthony, é um bom delegado a sua carreira é limpa e se comporta dignamente. Max não notou um sinal de corrupção, mas...ele tinha um segredo e como um bom investigador adorava aguçar a sua curiosidade. 

Max decidiu vender sua casa depois do acontecimento com vampira, não se sentiu seguro nela, guardou o seu dinheiro no banco e voltou para o Cordeiro. Atualmente, morando definitivamente, claro sempre pagando mensalmente ao dono do bar. O surgimento de vampiros em sua vida deixou ele mais próximo daquilo que se chamava de família, ele foi retornando as sombras com a ajuda do seu melhor amigo que tinha uma grande importância na máfia italiana na cidade.

Ele deu um contato de um homem atualmente muito procurado. “Senhor Santino Soprano” pediu para procura-lo, ele tinha ótimo contatos para o estilo de trabalho que Max tinha em mente. Ambos passaram horas conversando sobre a família de Max e de como os negócios andam bem. Bruno novamente o importunou com o pedido dele voltar a falar com seu pai, afinal já havia se passado tantos anos. 

A pedido do amigo Max decidiu que ele tinha razão. Vampiros andando entre os humanos era algo difícil de encarar, sentia que a cada dia que passava sua vida estava por um fio, então porque não ligar para seu pai e o perdoar pelo o que ele havia feito. Naquela mesma noite antes de dormir, Max ligou para seu pai que com uma voz cansada e triste atentou o telefone. – Alo quem é? Max demorou para reconhecer aquela voz, depois em um tempo em silêncio deu uma risada. – Sou eu pai, o Maximillian. Passaram horas conversando sobre os parentes que haviam morrido, as negociações que deram certo, Max descobriu também que era tio. Depois de uma longa e adorável conversa, Max perguntou sobre se seu pai poderia trazer os negócios da família para o Canadá especificamente Vancouver. 

Conversavam em códigos que poucos entenderiam, mas sabia como a inteligência criminal trabalhava no Canada e não queria ser pego, ambos concordaram que Max teria livre acesso aos negócios da família, em parte receberia o lucro bruto, afinal teria que ter bons contatos e molhar a mão de certas pessoas no porto, o local onde venderia os produtos poderia ser o próprio Cordeiro, os policias ignoravam o Cordeiro á anos e seria um local ideal, longe de vampiros e policias. Para que ele fosse vender para a alta classe teria que arrumar um lugar discreto, até passou alguns dias pesquisando imóveis pela a cidade.   

Max acordou com o mapa em sua cara, rapidamente pulou da cama, arrumou o quarto que parecia não ser mais o mesmo, mas o decorou ao seu gosto, claro que antes pediu permissão ao Latrell, não que importasse, pois o negocia mais lucrativo para ele era que a mensalidade estivesse sempre em dia.

Assim que ele saiu do banheiro completamente arrumando e limpo, pegou o celular a carteira o distintivo, arrumou o coldre da pistola colocando o sobretudo pegando sua arma em seguida. Trancou a porta e desceu até o bar
Alexcia já estava no balcão, ele senta no banco perto do balcão e sem se importar com a presença da mulher que estava por ali ele se adianta antes que ela começasse a falar. - Bom dia, Alexcia! Me vê um energético. Diz com os olhos fixos nela. – A respeito do nosso passado, deixaremos no passado por agora, temos problemas maiores. Ainda a encarando com um tom sério e uma expressão aparentemente simpática. – Tenho assuntos inacabados com J. - Diz ele se levantando do banco, Alexcia fixa seu olhar nos dele. – Max... Estou de olho em você. Ambos deram um sorriso, é claro que não confiavam um no outro, mas tinham inimigos em comum. 

Max se afastou do balcão caminhando até a sala quem havia nos fundos do bar seguras por uma porta que ficava sempre fechada e vigiada por dois seguranças, não era qualquer um que passava por ali. Adentrou na sala, fechando a porta em seguida, e encontrou Latrell mexendo em algumas armas em um baú. – Latrell... Temos que conversar. Max se encosta na parede perto da porta. - A respeito dos vampiros, quero saber como matá-los, quais são suas fraquezas, alguma dos meus casos estão fazendo sentindo agora. Em outras palavras quero te ajudar. Ainda encostado na parede observa as armas de Latrell. – Posso te ajudar com fornecimento de armas, tenho alguns contatos fora da polícia que podem ser úteis, se você me deixar vender as armas aqui no Cordeiro, pode pega qualquer arma e munição. Max encara o Latrell. – Bem, posso ser o seu aliado contra esses malditos vampiros, ajudar com algumas coisas extras como documentos de investigação, tenho alguns contatos fora o Lucien. Max franze a testa lembrando do que se passou na “Festa sangrenta”. – Esses contatos podem nos ajudar com livros antigos e mais algumas coisas

Ele respira fundo e solta bem de vagar o ar pelo o nariz, com uma expressão calma ainda encarando o Latrell. – Sobre o menino desaparecido, do qual você suspeitou que eu possa ter algum envolvimento, pode conta com a minha ajuda, também estou investigando a morte da mulher do Lucien e por isso sabia de muitas coisas, no meu quarto tem o diário dela, esta debaixo da cama, eu sei que você tem a chave mestra do lugar pode ler se quiser, não tenho ressentimento sobre o que aconteceu naquela sala de tortura eu faria o mesmo. Ele encara o brutamonte. – Assim que entrei para a academia de policia fui alertado sobre tais coisas, mas na hora não entendi... Agora eu entendo, é eles ou nós. Para muitos Max parecia uma pessoa insensível, tinha um comportamento estranho ao lidar com sentimentos, muitas vezes isso era um problema, aparentava não se importa consigo mesmo e muito menos com os outros.

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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Jamie Mitchel em Qua Set 10, 2014 12:43 pm

Ela tinha que confessar que a cada dia que passava desfrutando daquele poluído e fétido ar do Cordeiro ela gostava ainda mais de seu trabalho. Se aproxima do balcão e se apoia no mesmo com as mãos espalmas para os lados fitando a garota que com uma expressão não contente com a troca de bartender se pronuncia. Sim, Mitchel poderia ajudá-la, a questão era, será que ela queria? Hum, talvez, talvez não. Se ela fosse uma boa garota Jamie poderia ser mais flexível, mas tudo dependeria dela. 

A morena se segurou para não apertar as bochechas da garota quando ela apoiou seu rosto em uma das mãos sobre o balcão. Ela estava enganada se achava que um rostinho bonito e toda aquela simpatia, não era bem assim que as coisas funcionavam por ali. Aguardou até que a mulher terminasse de falar, passou a mão em dois copos de shot e uma garrafa de jäger, encheu os copos e ofereceu um deles para a mulher.

- Por conta da casa. Disse ela erguendo o copo esperando que ela fizesse o mesmo. Jamie então em um só gole sente a bebida descer queimando em sua guarganta depositando o copo sobre o balcão em seguida. 

- Vejo que é nova por aqui, então deixe explicar como isso vai funcionar. Qualquer um que entra por aquela porta. Vira os olhos em direção á porta de entrada do Cordeiro brevemente e volta para a mulher. Conhece as regras da casa, e raramente verá quem procura vagando por aqui, e acredite, para chegar até ele não é assim tão fácil, ou seja, você terá que passar por mim. Sorriu marotamente para ela. E olhe pelo lado bom, hoje eu até que estou de bom humor, e talvez nem precise usar de outros métodos para saber quem é você, o que quer com o Latrell e por que. Você pode começar a falar em qualquer momento à partir de agora. Ainda com o sorriso no rosto Jamie encarou a mulher e esperou.

A escolha era dela, ela tinha as opções; cuspir as respostas para as perguntas de Mitchel ou colocar o rabinho entre as pernas e deixar o Cordeiro, o que ela estava duvidando que ela faria. Pela atitude dela em apresentarvuma nota alta pela informação sem nem mesmo o barman ter dito nada, ela parecia estar em uma missão e precisava,  desesperadamente da informação sobre a localização de Latrell, até onde Jamie com sua vasta experiência podia dizer.
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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Alyssa Blane em Qui Set 11, 2014 10:54 am

O dia parecia longo, quer dizer aquela noite seria longa, juntando com o dia cujo passei com uma velha chata para conseguir informações preciosas, ainda estava atrás do trabalho por Shaw, mas agora como garota de recados. Sim, eu bufei quando percebi que o caminho que queria seguir foi interrompido, agora teria que passar por uma porta voz.

Respirei fundo e deixei o ar sair pesado dos meus pulmões, levantar, sair e curtir o resto da noite no meu quarto, parecia muito confortante ao invés de ficar ali implorando, mas como são ócios do oficio, sujeitei-me àquilo e vamos lá. Como não tinha que reclamar quando a mulher foi solicita ao dizer que entregaria à gorjeta ao barman que eu tinha certeza de que conseguiria fácil o que queria, agora ela parecia uma barreira a ser enfrentada. “Olha aqui,  o que tenho para falar, não é da sua conta.”. Porém euzinha não podia agir daquela maneira.... Ainda....

Parecia que eu havia conseguido alguma coisa ela já não encontrava à um passo de me deixar falando no balcão agora recostava no balcão analisando-me, sabia que ali não poderia fraquejar, se não seria como ser uma put*nha na prisão. O que veio à seguir não esperava, dois shots eram servidos olhei a mulher os encher e oferecer por conta da casa, fiz o mesmo ritual, ergui o pequeno copo e virei de uma única vez. Preferia o meu com cerveja, mas não estava ali para escolher e aquele pequeno gesto sabia que  significava muito ali. Logo a morena começou a falar.

- Vejo que é nova por aqui, então deixe explicar como isso vai funcionar. Qualquer um que entra por aquela porta. – Sim, exatamente como ela falava, era nova e precisava saber como as coisas funcionavam, nada melhor que uma boa anfitriã para fazer isso. Não!?- Conhece as regras da casa, e raramente verá quem procura vagando por aqui, e acredite, para chegar até ele não é assim tão fácil, ou seja, você terá que passar por mim. – aquele sorriso maroto tinha significado, não retribui o sorriso, mas entendi exatamente como as coisas funcionavam ali. - E olhe pelo lado bom, hoje eu até que estou de bom humor, e talvez nem precise usar de outros métodos para saber quem é você, o que quer com o Latrell e por que. Você pode começar a falar em qualquer momento à partir de agora. – Outro métodos? O que ela iria fazer? Me levar para sala Vip e lá conseguir as coisas que queria, tinha que avisá-la que ela não faz o meu tipo.

– Estou de volta depois de muito tempo que morei aqui e to vendo que tudo mudou.... – a encarei por um segundo e realmente desejei mais uma bebida, mas não era questão. E se deixei uma boa gorjeta ela poderia ser mais amistosa e não querer saber tantos detalhes assim, se assim fosse poderia devolver. – Precisar de outros métodos? Quais seriam esses... – respondi com um tom de humor continuando à falar – Me chamo Alyssa, mudei à pouco tempo para cá e, preciso de grana para pagar o meu aluguel até que arrume um emprego descente. Enquanto isso, faço um quebra galho para conhecidos e desconhecidos, contando que me paguem. E esse é um dos meus trabalhos, que fui contratada, preciso passar um recado para o Latrell e fazer uma entrega, pessoalmente... Bem não é uma arma e nem um tiro no meio da sua cabeça, é algo inofensivo apenas uma garrafa de vinho e um recado, algumas palavras. – a encarei por um segundo, não estava mentindo, mas omitindo uma parte da verdade. E não tinha ideia de que encrenca me meti. – É isso... e você pode me ajudar com isso, não pode?

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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Jamie Mitchel em Sex Set 12, 2014 7:56 pm

Como era delicioso aquele momento em que você sente que tem todo o poder da situação e que a pessoa não tem outra saída a não ser ceder as suas exigências, ou seja lá o que for. Mitchel havia tido muitos daqueles momentos como agente, um dos motivos pelo qual admirava tanto seu trabalho. Nunca fora apenas pelo prazer de colocar os "bad guys" atrás das grades, mas sim por ver a impotência dos mesmos depois de tanto tempo fantasiando serem intocáveis, tolos aqueles que pensavam daquela forma.

Aquela situação entre ela e a mulher não era muito diferente. Como Jamie havia imaginado ela realmente precisava daquela informação, o que deixava tudo muito mais interessante para a morena. Manteve o sorriso e os olhos fixos na mulher enquanto ela respirava fundo tentando o que parecia tomar uma decisão. Ficar ou não ficar, eis a questão. E para a alegria da morena, ela havia decidido ficar. 

Hum, então ela era uma conterrânea um pouco mal informada, pois desde que coloquei os pés nesse bar pela primeira vez, as regras foram sempre as mesmas, a diferença era que eu não estava deste lado do balcão, e Latrell não era o mais procurado desse local e sim Dalton. Por falar nisso, por onde aquele velho ranzinza andava? - Pensava ela ainda prestando atenção nas palavras da mulher. 

- Precisar de outros métodos?? Quais seriam esses...

- Se me der as respostas que quero você não vai precisar descobrir.
Não precisou de um segundo empurrãozinho para que ela começasse a falar. Jamie não a interrompeu, esperou que ela terminasse todo o discurso, que foi mais do que ela havia barganhado, parecia que estávamos indo bem. Assim que a mulher, que agora tinha um nome, terminou de falar, Mitchel que já estava com uma das sobrancelhas suspensas e com uma expressão suspeita, encarou Alyssa por alguns segundos e o único som emitido fora um -Humf! - Interessante, ela não me parecia estar com problemas financeiros quando estendeu uma nota de cem dólares para o barman. Pensou. Mais alguns segundos encarando a mulher e então ela se pronunciou. 

- Digamos que eu acredite na sua história. Disse ela tirando as mãos do balcão pegando os copos que estavam sobre ele, colocando-os debaixo do mesmo sobre a pia, deslizou a mão sobre a arma que estava logo abaixo do tampo do balcão direcionando o cano da arma na direção onde Alyssa estava sentada por debaixo do mesmo sem que ela percebesse e sem interromper a conversa.

- Você disse que deve fazer uma entrega para Latrell, uma garrafa de vinho, correto? Eu terei que ver essa garrafa, pode coloca-la no balcão, e acho melhor você não estar mentindo sobre ser uma garrafa de vinho.  Aguardou por um instante e em seguida ofereceu um saca rolas e um copo para a mulher com a mão esquerda, enquanto segurava a arma debaixo do balcão com a direita. 

- Agora abra a garrafa e beba uma boa dose do vinho. Se fizer poderá ter o que deseja, se hesitar por um só segundo, sairá pela porta dos fundos em um saco preto, simples assim, a escolha é sua. Aquela mulher que havia aparecido do nada, dizendo fazer servicinhos para outras pessoas e ainda trazer uma garrafa de vinho para Latrell, não podia ser coisa boa, como dizem, "Quando a esmola é demais, o santo desconfia". E Jamie já estava desconfiada desde que Alyssa havia colocado os pés no Cordeiro, portanto qualquer medida de segurança naquele momento era crucial.
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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Alyssa Blane em Seg Set 15, 2014 11:40 am

A vida é feita de escolhas. Mas basta apenas uma única escolha errada que sua vida vira de ponta cabeça. Sabia bem o que uma decisão tola poderia trazer, lembrava de Zac, mas tinha que manter esses pensamentos longe, pois uma recaída nessa altura do campeonato não é bem vinda.

Agora eu tinha feito algumas escolhas e pelo visto algumas pareciam bem feitas outras nem tanto assim e estar naquele bar, bem era uma que não parecia tão bem feita, achei que seria mais fácil e rápido, porém estava com alguns problemas e um desafio à ser enfrentado antes. Eu havia dito parcialmente tudo que tinha para fazer naquele bar, entregar a garrafa à Latrell e um pequeno recado, que pelo que estava acontecendo não via que parecia boa ideia, mas seguiria até o fim. Mas estava começado a mostrar sinais de impaciencia..

Respirei fundo assim que terminei, ainda mais analisando a mulher na minha frente, mas não demorou para mais “poréns e mas” aparecerem na história, estava começando a achar que Shaw me jogou no meio de lobos para ser devorada, isso sim. O movimento dela não pareceu tão amigavel quanto antes, até mesmo o olhar havia mudado.

Bingo!

Agora eu tinha que provar que o que estava dizendo era verdade, peguei dentro da minha, pequena, grande bolsa uma das garrafas eram todas iguais, pelo que havia notado quando peguei na sala do chefe. Pronto a garrafa estava sob o balcão. Bem não por menos um copo e um saca rolhas foram entregues.

- Agora abra a garrafa e beba uma boa dose do vinho. Se fizer poderá ter o que deseja, se hesitar por um só segundo, sairá pela porta dos fundos em um saco preto, simples assim, a escolha é sua.- era simples assim.

Respirei fundo, encarando a mulher e supostamente passou pela minha cabeça que alguem deveria ter uma arma apontada para mim, olhei para trás, conforme peguei o saca rolhas e voltei a atenção para a garrafas, rosqueei na bebida e baixando as “abas” o ploc deixou o suave cheiro do vinho escapar da garrafa. “ Vamos lá Alyssa, seu chefe deve mesmo te odiar”.

Sorvi o copo com uma boa dose do vinho, o vermelho intenso deixava a garrafa e caia sem luxo algum em um simples copo de vidro, era degradante aquilo, deixei a garrafa de lado – Esta bom para você ou precisa de mais? – esperei que ela respondesse - Saúde! – peguei o copo com minha mão, a bebida em temperatura ambiente, não seria minha melhor degustação de vinho, mas pude sentir o perfume da bebida e primeiro um pequeno gole, mas a mulher não iria querer enrolação. Como se fosse uma bebida forte e amarga virei em minha boca, se velhos enólogos me matariam por isso. O gosto forte da fermentação era distinta, nunca havia tomado uma bebida com aquele sabor, era único e gostei de ter uma garrafa daquele exemplar.

– Feliz? – agora tinha certeza de que ela daria alguns minutos para ter certeza o que entregaria não seria uma garrafa envenenada, peguei a rolha e fechei a bebida. – ainda estou viva e não estou sentindo nada de diferente, espero que Latrell não ache ruim que falte essa dose! – disse com irônia e um sorriso sarcástico na  face. – agora acredita em mim?


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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Jamie Mitchel em Seg Set 15, 2014 1:00 pm

Jamie queria se acabar em gargalhadas devido a impaciência da mulher. Ela achou mesmo que seria fácil chegar ao Cordeiro e ter uma conversinha amigável com Latrell. Mitchel queria mesmo era ver a cara da garota quando aquele moreno, alto, bonito e sensual, que alguns chamavam tão carinhosamente de "armário" surgisse no bar para falar com ela. Poucos conheciam seu outro lado como Jamie, mas a primeira impressão fazia com que desejasse nunca mais ter que falar com o moreno novamente. 

A morena esperou pacientemente ela retirar a garrafa de vinho da bolsa e colocar sobre o balcão, seria o momento da verdade. Com a arma ainda apontada para Alyssa por debaixo do balcão e o dedo no gatilho, observou a mulher abrir a garrafa e colocar uma dose no copo. A desconfiança era clara por parte dela, e era exatamente o que Jamie queria, que ela pensasse que sua vida estava em risco, e que não havia maneira de ela sair do Cordeiro para nenhum lugar que não fosse para lugar algum onde seu corpo estaria envolto em plástico e o peso sobre seu corpo fosse um amontoado de terra. 

-Está bom pra você ou precisa de mais?

-Beba.

-Saúde! 

-Toda ela. Disse quando viu a mulher bebericar o conteúdo do copo. Não tinha tempo para esperar ela apreciar a bebida com todo aquele luxo. Para sua própria segurança, a mulher deixou as regras de etiqueta de lado, e virou o líquido em um só gole enquanto Jamie abriu um sorriso maroto.

-Feliz?

-Muito. respondeu ela com o mesmo sorriso aguardando alguns minutos para antes de dizer ou fazer qualquer coisa. Depositou a arma na posição que estava antes em sua mão sobre a pia para livrar a mão, pegou o copo e a garrafa de cima do balcão e tirou de perto de Alyssa. Não correria o risco de deixar a garrafa em sua posse, afinal ainda havia chance de ela injetar algo dentro da garrafa se Jamie desviasse seu olhar por um segundo. 

-Ainda estou viva e não estou sentido nada de diferente, espero que Latrell não ache ruim que falte essa dose!


-Own, que gracinha, quanta consideração. Tenho certeza que ele te agradecerá por colocar sua vida em risco e nem se quer se importará com a falta da dose.  Respondeu sarcasticamente, levantando a mão chamando um dos seguranças que ficava nos fundos do bar. 

-Agora você acredita em mim?

A morena fez uma careta pela tolice da garota. O fato de ela ter ingerido o vinho não fazia com que Jamie acreditasse nela, todos sabiam como jogar joguinhos, e ela escolheu a pior, pessoa para tentar enganar, nada do que sairia da boca dela faria com que Mitchel acreditasse nela, talvez ali tivesse meia verdade, mas meia verdade não era o suficiente para Jamie. 

-Não. Respondeu ela secamente com o olhar fixo na mulher enquanto ela pedia para o segurança levar a garrafa e o copo para Latrell e dizer que ele tinha uma visita e que a garrafa era um presentinho. Após entregar a garrafa para o segurança, a morena voltou a colocar as mãos espalmadas debaixo do balcão, e levemente bateu na pia sem emitir som, apenas para chamar a atenção do segurança para a pistola sob o balcão e mostrar que ela estava com a situação sobre controle. Latrell saberia que Jamie havia feito a mulher beber da garrafa assim que ele visse o copo e saberia que talvez, apenas talvez, ela não fosse uma ameaça.
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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Jack Latrell em Seg Set 15, 2014 1:09 pm

Como era complicado estar em vários locais e continuar sendo invisível. Estar na mina, estar no Cordeiro, estar de olho em cada filho da mãe maldito que anda por aquela cidade. O último mês tinha sido de certa forma rentável. Jamie mostrava-se uma ótima mulher e ótima funcionária. Ainda não tinha colocado nada no corpo de um vampiro, mas logo ela teria essa chance e espero que ela não se assuste ou me desaponte.


Caminhar de volta para o Cordeiro saindo da mina tinha sido uma constante. Ainda mais depois do que aconteceu a Dheimos que agora parece que não havia mais volta. O infeliz estava com um pé na cova e o outro no sabonete molhado. Talvez fosse questão de tempo até que o plano secreto dele acabasse entrando pelo meu ouvido. Até lá a única coisa que tenho certo é que o velho estava certo em cada uma de suas palavras, inclusive na que ele diz: Se por um acaso você morrer, seu coração explode. Isso é algo que estava deixando cada um ali um tanto quanto indignado. Talvez fosse interessante deixá-lo na base da torre da Shaw e quando ele explodisse levaria alguns bons fulanos.


Ser assim me faz ter um olfato que ajuda bem na hora de saber quem é quem nesse mundo cão. O que obviamente me faz também ter um pé atrás com muita gente. Eu erro, confesso. Mas estar observando o comportamento das pessoas tem ajudado bastante. Passei um tempo longe do Cordeiro, o que foi suficiente para aprimorar certas coisas. Por exemplo o meu senso investigativo.


Ainda tinha uma mulher para encontrar, um nome para achar, mas com Grazir guardando a Mina a coisa havia se complicado.


A caminhonete me levaria direto para o Cordeiro naquela noite, sem delongas.


Durante o caminho fumo um cigarro atrás do outro. A coisa não estava fácil, apesar de tudo.
Guardo o veículo na caminhonete. Confiro alguns equipamentos e então Max vem me ver.


-  Latrell... Temos que conversar. 


– Fala jovem Padawan.


-  A respeito dos vampiros, quero saber como matá-los, quais são suas fraquezas, alguns dos meus casos estão fazendo sentindo agora.


Parou aí biba! O que é que ele falou? Como assim esse pivete sabe sobre vampiros e quer matar. Ora essa. O moleque deve ter escutado alguém falar. Será? Meus casos fazem sentido... Talvez ele tenha mesmo visto algo. O que me leva a crer que preciso arrancar muitas cabeças por aí.


– Acho que você tem visto muitos filmes garoto. O que posso dizer é que certamente as lendas são verdadeiras. Acho que fogo, cortar cabeça e estaca no peito. Não acho que eles vão brilhar no sol como aquele filme... Como chama? Crepúsculo! Acho que é isso garoto. Não acredito em vampiros. Sabe como é. Acho que são mentiroso. HAHAHAHAHA


Mas ele parecia não querer aceitar a situação.


-  Posso te ajudar com fornecimento de armas, tenho alguns contatos fora da polícia que podem ser úteis, se você me deixar vender as armas aqui no Cordeiro, pode pega qualquer arma e munição.


Aquilo era interessante. Qualquer arma? Um lança chamas viria a calhar. Algumas granadas, e munição é sempre bem vinda.


-  Bem, posso ser o seu aliado contra esses malditos vampiros, ajudar com algumas coisas extras como documentos de investigação, tenho alguns contatos fora o Lucien. Esses contatos podem nos ajudar com livros antigos e mais algumas coisas. 


– Olha moleque. Pelo visto você quer mesmo saber sobre vampiros e parece que já sabe algumas coisas. O que posso lhe dizer é que para caçar vampiros eu teria que quase matar você antes. Você tem que ser um ás em alguma arma. Seja ela branca ou de fogo. Deve ser um rapaz atento e perspicaz, pois qualquer erro custará sua vida.
- Não sei de suas conquistas, feitos e coisas que passou, mas se eu fosse um vampiro agora você estaria morto. Você tem duas vertentes, e pode escolher qual delas vai querer. Se você for um devoto fiel, posso mostrar para você como agir e o que fazer. Se acha que o negócio é sair metendo bala e agindo, aí eu vou cuidar de você. Quanto a Lucien. Eu quero a cabeça desse cara. Porque ele é um vampiro, eu tenho certeza disso. E quanto ao garoto. Minha busca continua. Se é o que quer saber.



– Sobre o menino desaparecido, do qual você suspeitou que eu possa ter algum envolvimento, pode conta com a minha ajuda, também estou investigando a morte da mulher do Lucien e por isso sabia de muitas coisas, no meu quarto tem o diário dela, esta debaixo da cama, eu sei que você tem a chave mestra do lugar pode ler se quiser, não tenho ressentimento sobre o que aconteceu naquela sala de tortura eu faria o mesmo. Assim que entrei para a academia de policia fui alertado sobre tais coisas, mas na hora não entendi... Agora eu entendo, é eles ou nós.


– É garoto... Eles ou nós. Segura isso aqui pra mim... – Entrego para ele uma machadinha feita de aço com a ponta em prata. Aquilo era de certa forma perigoso demais para estar ali, e acredito que ele faria melhor uso que eu.
 
– Sabe, se quer mesmo ser um caçador acho bom aprender a usar isso aí. Acredite, isso salva vidas. E tem mais uma coisa. Descansa, tira o dia para pensar. Volta aqui depois com a resposta. Mas pensa bem. É um caminho sem volta.
 
Mas aquela não seria  única coisa do dia. 24 horas é um tempo grande para caramba quando não se tem o que fazer e isso eu tenho de sobra. Coisa para fazer, tempo não.


Ouço um conversa de Jamie e outra pessoa no balcão do Cordeiro. Mas que merda era aquela bagunça? Vejo o barman passar por mim com a cabeça baixa resmungando. Pelo jeito a xerife tomou conta da situação.
 
– Apesar do barulho, parece que temos uma vencedora.
 


O riso dos rapazes foi algo que tinha de ser gravado. Mitchel estava treinando duro e em breve passaria pelo último teste, a mesa de cirurgia. Os segredos de Dalton e o meu segredo. Afinal de contas ela precisa saber porquê me dou bem arrancando cabeças de caninos grandes.


– Charlie, me passa uma caixa de 38 por favor. E já pega a pedra também que a faca tá mais cega que seu tio Joseph.


Jamie manda alguém me chamar, talvez algum problema, geralmente ela toma conta de tudo e eu não preciso sair de onde estou para saber o que está acontecendo. Mas dessa vez poderia ser algo realmente sério. Será?


O copo sujo e a garrafa de vinho. É, alguém se arriscou por mim. Que bom.


Assim que entregam a garrafa eu abro e cheiro o conteúdo.


– Mas que... MERDA! – Passo a mão em um vidro perto de mim, contendo água.


Despejo o vinho no copo e coloco o conteúdo do vidro. Como suspeitava. O cheiro, a cor, aquela merda era sangue. Vampiro filho da puta.


Passo a mão na doze e quando ia sair, o rapaz de recados avisa:


- Ela tá sob controle.


Largo a doze e saio.


– Quem me deu aquele licor dos deuses? E o que deseja comigo?


Vejo Jamie olhando a mulher, a pistola na mão da morena e a loira sentada com rostinho de “oi eu faço anal”.


– Jamie, pega uma dose pra nós três. E senta ae. – Olho nos olhos da mulher.


– Obrigado. Vai para a coleção aquela garrafa. O que você quer comigo? - Respiro fundo, acendo um cigarro. – A propósito, obrigado por tomar a primeira dose. Tinha gosto do que?

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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Alyssa Blane em Ter Set 16, 2014 3:01 pm

O mar estava revolto e, tão logo, percebi que colocariam-me para fora, primeiro a mulher finalmente levou em consideração o que disse e foi chamar Latrell, mas o ruim que agora tinha uma grande sensação de armas apontadas na minha direção, estava armada sempre estou, dentro da bolsa, sempre. Porém estar em menor número me coloca em uma posição nada confortável ao menos para mim. Por isso fiquei ali calma, a mulher na minha frente tinha olhos de águia parecia querer estourar meus miolos, ou me chamar para sair não duvido que isso seja verdade, mas tinha que esperar e paciente. Agir com toda a calma do mundo estava percebendo que minha vida começava a virar. E atender o pedido de Shaw era primordial.

Finalmente minhas preces foram atendidas, olhei a garrafa sendo entregue ao homem. Não era um homem comum parecia dois homem, isso sim, ou melhor dizendo,um armário, pele negra e corpo musculoso, sarado, meus olhos o mediram e a feição fechada de poucos amigos, pensamentos infames vieram à minha mente, mas eu estava à trabalho e não para diversões.  Logo ele pediu uma dose para três e os copos habilmente foi colocado sob o balcão.

– Obrigado. Vai para a coleção aquela garrafa. O que você quer comigo? – Pude sentir o ar pesado dos ombros dele, logo ele acendia um cigarro, uma boa maneira de manter os ânimos mais calmos.– A propósito, obrigado por tomar a primeira dose. Tinha gosto do que?

- Quero lhe passar um recado... – – molhei os lábios, tomando um pouco da bebida servida pela mulher – Por nada, tive que provar que não era veneno, mas é uma bebida doce, muito doce, acredito que uma das mais doces que provei, seu gosto é peculiar e único, é um bom exemplar diferente da maioria, acredito que vai gostar. – respondi a primeiramente a pergunta do homem, sem delongas e assim segui conforme manda o manual -Antes que coloque uma arma na minha cabeça e puxe o gatilho apenas estou cumprindo pelo que me pagaram. Quem lhe mandou essa garrafa foi Edward Shaw... – aquele instante foi estranho conforme disse o nome dele, mas continuei sem importar tanto com aquilo – Não sei da sua ligação e a dele, mas também tem um recado dele. Estima as melhoras de Dalton... – fico em silencio olhando para o homem à minha frente e indico – Obrigada, foi isso que vim lhe dizer e lhe entregar, caso queira mandar algum recado de volta, fico à sua disposição. – não via a hora de sair daquele lugar, pois a cada segundo que passava ali vinha que minha vida corria grande risco.

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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Jamie Mitchel em Seg Set 29, 2014 11:09 pm

A morena não se importou em deixar os fregueses ao redor esperando, na verdade era só ela levantar a mão e outros bartenders saberiam que ela estava ocupada com algo mais importante. Não deixaria aquela garota sozinha nem por um segundo, portanto continuou ali parada encarando a mulher sem se importar com o tempo que Jack levaria para sair de seu cafofo e vir atender a mulher. Mas de certo o presente o deixaria intrigado para saber quem era a alma generosa que estava desesperada para lhe dar uma mensagem. 

Sem nenhuma apresentação ou papinho furado Latrell se aproxima com toda aquela pose de Chuck Norris depois da musculação e bronzeamento intimidando a mulher e indo direto ao assunto. Jamie exibiu um sorrisinho maroto e antes mesmo que pudesse deixar os dois, Jack pede que ela sirva três doses e junte-se à eles. Ela prontamente serve as doses e distribui para os três ali sentados. Mitchel sempre admirou aquele jeito curto e grosso de Latrell, até mesmo todo seu sarcasmo. Na verdade ela poderia dizer que ela mesmo havia adotado certas maneiras de agir devido a convivência com Latrell durante longos antes mesmo de entrar para a academia. 

Ela tinha que admitir que desde a sua juventude havia aprendido muito com aquele homem, seus métodos para tratar de alguns assuntos não eram nada convencionais, mas tinham que lhe dar razão depois de ter tido todo conhecimento que antes achava serem apenas contos. Mas já tinha certa experiências em métodos não convencionais, afinal já haviam passado por vários deles, estando em ambos papéis, de vítima e não vítima. 

A mulher já claramente aborrecida por tudo o que teve que passar até conseguir falar com quem ela procurava, começa então a cuspir as palavras. Assim que ela descreve o gosto que sentira ao degustar o vinho, Jamie exibe um sorriso e vira sua dose da bebida em um só gole e volta a prestar atenção na mulher que continua a falar, e se a morena ainda tivesse algum vestígio de bebida em sua boca teria cuspido nas vestimentas da mulher quando ela mencionou a possibilidade de ter uma arma apontada para sua cabeça. Mal sabia ela que Jamie estava mais do que preparada para usar a belezinha que estava debaixo do balcão muito antes do que ela imaginava e ainda existia aquela possibilidade, especialmente quando ela mencionou os nomes Edward Shaw e Dheimos Dalton que fez a morena deslizar a mão sobre a arma mais uma vez. 

Mitchel não exibiu nenhuma surpresa ou qualquer coisa do tipo, apenas permaneceu ali calada rolando seus olhos hora para a mulher, hora para Jack, mas em sua mente, mil perguntas se formavam. Nada daquilo era um bom sinal, e suas suspeitas sobre a mulher apenas aumentaram, qual seria a ligação dela com Edward Shaw? Ela não parecia uma garota de recados, muito menos que havia feito esse tipo de coisa antes, quem era ela realmente e o que ela fazia? Nada daquilo cheirava bem.
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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Jack Latrell em Qui Out 30, 2014 1:34 pm

Pobre mulher coador... É de pouca fé.


Alyssa na verdade era a porta de entrada para um covil fantástico que seria demolido da mais cruel forma possível. Eu almoçaria a cabeça do Shaw. Isso é lógico se eu o pegar só. Nunca conheci um Ventrue que sobreviveu a um ataque feroz de um de nós. Jamais suportaram a força e ira que um caçador “condecorado” tem. Dheimos está nas últimas, se é isso que ele quer saber, e ele sabe disso. Infeliz filho da mãe. Foi ele quem matou o velho, e sabe que é questão de tempo até que a chama dele se apague e o corpo exploda em mil pedacinhos. Porém isso será um presente dos Caçadores para ele. Dheimos será colocado na porta de Shaw. E assim que ele recolher o corpo do velho para usar de troféu, terá seu lindo prédio desmoronado. Descobrirá o verdadeiro poder do coração, ou do amor pela causa. Não sei que trocadilho usar nesse caso.


Enfim. Bebida entra verdade sai. E a loirinha cuspiu até mesmo quantos dentes tem um porco. (44 não precisa procurar no Google).


Era questão de tempo até que Jamie a salpicasse com chumbo para servi-la aos lobos. Eu não comeria depois de morta. Antes com certeza.


Assim que ela passou o recado fui obrigado a ser o mais cordial possível.


– Ora jovem Padawan. Diga ao seu querido Darth Vader que o sabre de luz dele não sobe mais. E se subir ele será engolido pelo proprietário sem ao menos saber o que é a luz, ou o que é sabre negro do poder. Diga a Shaw que logo Dheimos o visitará pessoalmente como forma de agradecimento pelas boas energias enviadas. E que retornará como ótima força para ele. Acredito que seja melhor você reunir suas coisas e se mandar daqui. Shaw não é bem vindo aqui. Nem quem trabalha para ele. A não ser é claro que ela possa me oferecer alguma coisa. Posso garantir que o negão aqui tem muita coisa a oferecer, e não estou falando do meu corpinho sarado ou da minha doze (polegadas).

- Ou se preferir você pode abandonar o Shaw e testar a confiança de um homem que nem ao menos tem capacidade de lhe dar um emprego decente, e usa uma gostosa como mulher que distribui recados. Filha, quer ser ring girl? Cain Velásquez e Junior dos Santos vão brigar amanhã, e você deve estar sabendo. Lutão. Procuram gostosas para isso e chegam a pagar mil dólares pela noite. A única coisa que precisa fazer é exibir esse rabo loiro para a galera enquanto segura um cartaz dizendo quanto falta para acabar. Que é basicamente o que veio fazer aqui. Mostrar o rabinho loiro e os peitos pequenos para mim e trazer um recado de quando vai acabar. Não é?

Boa sorte juvenil. Você vai precisar.

Jamie, por favor mostre a moça onde fica a saída dos não desejados. E se ela oferecer algo, ela pode sair pela frente. Faz isso e eu te dou a estrela de Sheriff do condado. Entendeu, Caçadora?

 


Jamie era treinada o suficiente para saber que jogar a mulher pela janela era a escolha a ser feita caso ela não oferecesse merda nenhuma, e o pior. Jamie consegue lançar até o E. Honda pela janela se precisar. A dona onça é feroz, parceiro...

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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Alyssa Blane em Ter Nov 04, 2014 2:02 pm

Estava em um mato sem cachorro, quer dizer cachorro tinha um negão de dois metros de altura agindo como tal. Corpo sarado, mas mente maligna, pude ver apenas pela recepção e muitos deveriam querer ele morto, para ter tanto zelo com tudo assim. Qual o mal de uma mensageira? O filho da puta do meu chefe, pena eu gostar tanto dele me colocou em uma situação nada agradável, não era bem-vinda onde estava. Ao olhar para o relógio via que meu tempo era menor e a sorte talvez estava do meu lado por ainda estar viva.

Não fazia ideia do que disse e o impacto da notícia, mas uma coisinha eu garanto, o negão não gostou e sua guarda-costas, tinha certeza que queria descarregar sua arma em mim. Estava em um vespeiro se me mexesse com brutalidade ganharia algumas ferroadas e essas não seriam apenas ferrões, mas sim algumas balas de chumbo. Minha próxima missão era descobrir porque meu chefe parecia ser tão “amado” nesse lugar. Já sei pela falta de educação que todos tem ali, não zelam pela cordialidade imposta por Shaw.

O que mais impressionou foi a mudança de assunto do homem, de um recado para eu devolver à Shaw para um convite para eu ser Ring girl traindo a confiança do homem que atualmente pagava o meu salário. Respirei fundo, pela doçura de oportunidade que ele deixou para mim, eu não tinha muito o que negar, só espero que Shaw não fique bravo por eu tirar a noite de folga. Meus olhos não piscava, mal respirava, minhas mãos estavam molhadas e frias. Sim, o medo percorria meu corpo naquela altura do campeonato.

Meus olhos foram para a mulher que logo tratou de olhar para mim como se fosse seu prato principal, pena queridinha você não faz o meu tipo. Porém seu olhar alegre tinha certeza que era pela ilusão de me atirar pela janela. Comecei a pensar nas consequências, estávamos no primeiro andar, não seria uma viagem muito longa, mas tinha a possibilidade de chover. E quando digo chover não é água do céu. O tempo novamente não fazia parte das minhas escolhas.

Arrastei a cadeira que estava, olhei para o chão tomando uma espécie de ar, meu olhar vacilou da mulher para a janela, até mesmo sair correndo dali, honrando Shaw. Mas desculpe chefinho você vou decepcionar você. Só um pouquinho. Não fica bravo tá! Não tenho como negociar.

- Tá. Não tenho muito o que escolher aqui, ou saio voando, sendo jogada por ela ou sou a ring girl. Como você disse. – levei as mãos ao rosto, respirando fundo, arqueando um dos ombros –Bem, são Mil dólares? E posso sair daqui em segurança... Ok... – arrumei minha bolsa – faço o que quer agora posso sair daqui em segurança?- o filho da put* não tinha me deixado escolhas, quer dizer tinha, mas nenhuma agradava-me.Logo escoli a menos pior.Estava aprendendo como as coisas em Vancouver funcionava. Logo estaria no seu jogo novamente.



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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Jamie Mitchel em Qui Nov 06, 2014 8:47 pm


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Jamie nem ousou em se manifestar na conversa que Jack estava tendo com a moça, apenas estava ali para se certificar de que ela não faria nada estúpido, não que uma moça aquela tivesse toda aquela moral pra fazer algo contra um negão de dois metros de altura, mas nunca se sabe, a estupidez humana é algo imprevisível. No caso da queridinha ali, fazer coisas estupidas estavam no topo de sua lista de coisas diárias, que por sinal parecia acumular muitas delas nos dez primeiros itens da lista. 

Escondeu um sorriso, enquanto guargalhava por dentro quando Latrell começou com o discurso Star Wars para a garota. Tinha que dar credito para aquele homem, ele realmente sabia como fazer as pessoas se sentirem bem vindas, ou não naquele recinto. Esperava que depois do recadinho ela aprendesse a lição de que não era o Cordeiro não era lugar de pessoas que mantinham o nariz empinado se achando a rainha da cocada preta e nem todas as coisas por ali funcionava como os outros queriam, e sim como nós queriamos, as regras eram claras, e aqueles que não estivesse dispostos a cumpri-las, teria seu traseiro carimbado pelas botinas da morena gostosa do bar ou o negão que mandava na bagaça. Ou poderiam partir para o chumbo grosso e sairiam pela porta dos fundos.

Durante todo tempo que haviam permanecido ali no bar com a mulher, havia um homem numa das mesas com os olhos fixados nela, disfarçava hora ou outra quando percebia que Jamie estava olhando para ele. Pensou que talvez ela não estivesse sozinha, e começou a rolar os olhos por todo o bar para se certificar de quem não havia mais ninguém guardando a mulher como aquele homem estava. Não havia nada de suspeito até onde seus olhos de águia podia ver, e ele nem mesmo parecia estar armado. Estaria ela acompanhada ou em apuros? Ou at[e mesmo sendo vigiada por um dos homens de Shaw para ver se ela faria o serviço, mas ele não seria assim tão infeliz de mandar reforços para dentro do Cordeiro. 

Flashback

- Jamie, ele correu para os fundos.

- Deixa comigo. Jamie saiu correndo indo para os fundos do galpão enquanto Rob for dar a volta por fora para tentarem pegar o cretino que havia disparado um tiro em direção a morena e pego de raspão em seu ombro. Como sempre, esses espertos se enfiavam em local com uma infinita tralha para se esconderem e tornar nosso trabalho mais difícil. 

Alguns tiros foram disparados assim que ela entrou no local fazendo com que ela tivesse a visão de onde eles vinham e revidou. Acabou por acertar a perna do imbecil quando esse tentou correr, e até conseguiu, Mitchel o seguiu por entre as prateleiras pulando os latões que ele ia jogando pelo caminho para impedir sua passagem, para a sorte dele, ela não esperava que mais de um latão caisse e acabou caindo sobre um deles, mas se levantou em seguida rapidamente e voltou a persegui-lo, foi quando ouviu Rob gritando e dizendo que o cretino não iria a lugar nenhum. 

Jamie seguiu a voz de Rob e fechou até o local onde estavam e não conseguiu conter os risos quando olhou para o homem que se encontrava entalado numa portinhola pela qual ele tentou escapar, de certo ele não tinha muito senso de espaço.

Fim do Flashback

A morena não pode deixar de reprisar esse episódio em sua mente, havia sido extremamente hilário. De certa forma seria bem interessante e bem engraçado ver ela sendo dispachada dali com um pé na bunda, ou sair voando pela janela, mas já que Jack havia dado a opção de ele dar algo em troca, isso havia acabado com as chances de Jamie agir tão delicadamente quanto um mamute para tira-la do bar, a não ser que ela não tivesse nada a oferecer, ai seria outra história. Jamie deu uma piscadela e uma balançada de cabeça para Latrell indicando que ela havia entendido o recado. Assim que a mulher arrastou a cadeira, Jamie pega a pistola debaixo do balcão e coloca sobre o balcão deitada com a mesma virada em direção a Alyssa, se ele estivesse com intenção de sair correndo dali, ela pensaria duas vezes.

A mulher rolou os olhos de Jamie para a janela mais próxima e se adiantou e da forma que falava parecia que ela estava disposta a negociar e sair do Cordeiro intacta, uma pena, sem diversão para a morena, estava louca para estreiar suas botas novas. Jamie rola os olhos da mulher para Jack brevemente e aguarda. A mulher oferece mil dólares. Mitchel abre um sorriso debochado para a mulher. 

- Está valendo pouco heim queridinha. Tenho certeza que pode fazer melhor do que isso, afinal você trabalha para o bam bam bam da cidade. Já que está disposta a fazer o que eu quiser talvez eu possa te dar uma idéia melhor, você me dá sete mil dólares e pode sair por aquela porta com suas próprias pernas. Disse ela apontando a porta da frente com o polegar e brevemente com os olhos, voltando a encarar a mulher e volta a falar. - É um valor não negociável. Mas a proposta de sair pela porta dos fundos ainda está de pé se você preferir. E então, como vai ser, somos bem flexicíveis como pode ver. Mitchel diz com um tom sarcástico mantendo a expressão séria, ainda com a arma em mãos aguardando a decisão da mulher.
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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Alyssa Blane em Sex Nov 07, 2014 10:15 am

A noite é uma criança meu bem. E a minha não parecia que terminaria bem. Já estava respirando fundo quando empurrei a cadeira com os pés para trás, a fim de levantar e poder, finalmente, ir para casa. Era isso que eu ai fazer, não queria mais nenhuma surpresa daquele lugar. Uma coisa sabia, não voltaria tão cedo no cordeiro, pelo menos não desacompanhada ou com um colete aprova de balas, precisava de, pelo menos, um para me dar cobertura, coisa que eu não tinha estando sozinha e em digamos em menor número.

Senti meu coração acelerar, quando a mulher colocou de volta uma arma na minha frente. Estou exausta do jogo que estava se formando aqui, o cano da arma na minha direção e uma mulher hostil na minha frente. Minha vontade era bater a mão na mesa e sair dali pela mesma porta que entrei, mas eles pareciam querer minha presença ali. Era isso que eles queriam... Respirei fundo enquanto olhava para a mulher e podia sentir o riso maquiavélico dela para mim, como estava aceitando as ordens como boa convidada, sempre caindo em todos os joguinhos dele, acredito eu, ela ter achado que nesse eu também cairia. Mas estava exausta, ao olhar para ela, de um jeito diferente do que antes, agora eu parecia um pouco menos civilizada e que estava pensando e, muito, em fazer besteira, seriamente eu estava pronta para isso.

Um riso sarcástico saiu da minha boca naquele instante e tive que repetir o que a mulher dizia, assim que ela terminou.   – Sete mil dólares…Como disse valho pouco... – repeti pausadamente, como se absorvesse a ideia e neguei com a cabeça, olhando primeiro para o chão depois para a mulher. – Eu não tenho esse dinheiro, meu anjo e, se tivesse acha que entregaria recados colocando-me em risco desse jeito? Shaw? Ele tá pouco se fodendo para o que faço ou não. Ele quer apenas seu serviço feito! Quem vai fazer se vai morrer ou não é problema dele… – olhei para a arma e com o indicador, fui contra a força da mulher e tirei da minha direção  - O seguinte, vou levantar e sair daqui, pela mesma porta que entrei e amanhã eu apareço onde devo, na luta. Como eu combinei. E também como você disse: não vou negociar! – apoie-me as mãos sobre o balcão levantando  - Boa noite… – puxei a minha bolsa, só certifiquei que ela estivesse aberta, encarei a mulher sem hesitar, o que fosse dali por diante, aceitei o risco, por isso já olhava ao redor assistindo o movimento dos outros, mas principalmente pela mulher que parecia me querer muito. Atestado de óbito acredito que tinha acabado de assiná-lo.

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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Jamie Mitchel em Qui Nov 13, 2014 8:15 pm

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Latrell havia deixado o bar e voltado para seu cafofo aos fundos, eram apenas Jamie e a mulher para ser resolvido como seria a saida daquela engraçadinha. De certo ela não sairia com o mesmo sorrisinho com o qual ela entrou, e isso trazia grande satisfação para a morena. Aprendeu desde pequena que o mundo é dos espertos e existem somente duas opções sobreviver ou morrer. Apesar de ela já ter estado em situações de riscos diversas vezes, ela ainda estava de pé, era uma sobrevivente de marca maior e isso em sua cabeça não mudaria. Até mesmo com Latrell ela já havia batido de frente diversas vezes, coisa que poucos ali tinham coragem de fazer. Na verdade ela havia sido treinada para se safar de qualquer tipo de problema, sem se importar o tamanho do obstáculo que estiver na sua frente e nem que arma estivesse carregando. 

Já no caso da loirinha metida, Jamie não teria o mínimo de trabalho, já que ela não lhe oferecia nenhum perigo em nenhum sentido. Cada bufada e olhada no relógio que a garota dava era um entretenimento para Mitchel que não fazia questão alguma de apressar as coisas para que a mulher saisse do Cordeiro para terminar seus compromissos noturnos. Será que ela não tinha sido informada de que shopping e cabelereiro á essa hora já estariam fechados?! 

A morena olhou para a mulher que ria sarcasticamente e por um instante sentiu pena dela. De fato ela não sabia no que estava se enfiando quando decidiu aceitar trabalhar para Shaw, muito mal para ela, o contrário do que era para Jamie. Ela esperou pecientemente a mulher terminar de falar e abriu um sorriso largo. - Primeiramente, sim, eu acho que você se submeteria a fazer esse tipo de serviço mesmo tendo esse dinheiro, afinal pessoas como você tendem a não pensar muito. - Sim, aquilo tinha sido um insulto bem sutil, como toda ação da morena naquela noite. - Segundo, devo concordar que eu e seu patrão dividimos o mesmo ponto de vista, não importa quem fará o trabalho e muito menos quem irá morrer, mas o serviço deve ser feito. Vendo por aquele ponto de vista, a coisa estava mais preta para a loirinha do que para Mitchel.

Assim que a mulher ousa a tirar a arma da direção dela, Mitchel com toda sutileza de um mamute, sobe sobre o balcão pulando para o outro lado em frente a mulher e aponta a arma para a mulher mais uma vez, passando o seu olhar rapidamente por cima dos ombros da mulher com um leve balançar de cabeça para o segurança que estava atrás de Alyssa. - Desculpa, acho que eu não ouvi direito o que você disse, eu estava um pouco longe. Você disse que quer sair daqui pela porta da frente?! Não era exatamente uma pergunta, Jamie fez uma expressão pensativa e voltou a encarar a mulher. 

- Acho que isso não vai acontecer, sabe como é o chefe quer alguma coisa que você ainda não me deu, não me leve a mal você ainda pode aparecer na luta amanhã para pagar os sete mil que você aparentemente me deve, mas a parte de chefe ainda esta em aberto, a não ser que você queira oferecer mais que dinheiro para ele, tenho certeza que ele não recusaria mesmo você trabalhando pra quem você trabalha, ele te daria o serviço completo. Com certeza a perversão havia passado pela cabeça dela, mas o serviço completo poderia não ter o mesmo significado dentro daquelas paredes, apesar daquele lugar ser um antro de perversões na maioria das noites.

- Vamos fazer o seguinte, você deixa os mil dólares para Jack e pode sair daqui. E nem ouse pegar o brinquedinho que você carrega dentro da bolsa, tem mais olhos aqui dentro do que você pode imaginar. Jamie havia percebido quando ela pegou a bolsa e deu uma leve checada para ter certeza de que estava aberta, quantas vezes ela mesma já não havia feito aquilo. Aquela garota estava brincando com fogo e iria se queimar se era pelo que ela estava procurando.
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