O Cordeiro Massacrado

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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Grazir Mythrys em Dom Jan 19, 2014 6:48 am

“O pássaro sobre a mais altiva entre as árvores caía. Montado em meu cavalo, sigo-o em sua queda, buscando encontra-lo no local onde atingiria sua ruína. Eu sei que não posso evitar sua morte, sei que irá doer quando eu ver seu corpo sem vida, mas não posso evitar, as feridas que já escarificaram minha carne são provas de minha ignorante persistência... Quando chego ao local, o pássaro morto tem seu olhar voltado para mim, como se tentasse me dizer ‘você não pôde me salvar’. Suas asas quebradas não se partiram em queda, mas sim durante ela. Seu bico retorcido foi deslocado a força, e seu pescoço apertado até que perdesse o ar antes de cair ao solo e por fim ter seu cadáver a sangrar.
 
-Quem é você? – questionei-o de cima do cavalo, e então seu corpo sem vida respondeu...
 
-Eu sou a sua...”
 
O som de alguém a porta o trás ao mundo dos vivos e acordados ainda se sentindo entre nuvens. Antes que ele pudesse xingar alguém, o grito de Latrell acaba por o acordar completamente. Munido de rancor abre a janela para não ter que pagar pelo vidro, pega o revolver em cima do criado mudo e faz um disparo.
 
-Dá pra para com o barulho?! PORRA! Esses quartos não servem só pra trazer putas!
 
Estresse é seu sobrenome! Quem é que esteja do outro lado da porta tem sorte do bom senso de Grazir ter falado um pouco mais alto dessa vez, pois a porta era seu alvo primário: a direção do falatório. Knight pega suas calças e as veste com certa pressa. Agora que já estava acordado e irritado não teria motivos para não abrir a maldita porta. E talvez até trocar tiros com Latrell. Sim, ele mesmo! Grazir não conseguia ter receio do negão que mais parecia um armário de baby look e tendências duvidosas - apesar de estar ciente de que Latrell está mais bem armado que ele.
 
Jogando o sobretudo por cima do uniforme amassado da polícia real, Knight andou até a porta abrindo em seguida, com seu revolver a mostra na cintura. Sem aguardar o mauricinho de merda falar qualquer coisa, Grazir toma a palavra enquanto anda rumo ao balcão do estabelecimento. – Você me acordou, viadinho, agora vai me pagar umas boas doses, ou eu encho seu rabo de bala. E você, Latrell, seu armário ambulante... Se não fosse essa merda dessa escopeta eu guardaria uma das minhas balas no seu crânio. Cadê o Dheimos pra colocar ordem nesse lugar? Não dá nem mais pra dormir em paz. – ele se sentou em frente ao balcão – Vamos lá, meu uísque. Por conta da florzinha ali. – apontou para o mauricinho, em seguida olhou para o rapaz antes de prosseguir – Fala aí o que você quer de mim, e seja rápido. Acho que já percebeu, mas bom humor não é meu forte. - talvez trazer algum lucro ao Cordeiro deixasse Latrell feliz sem haver riscos de maiores discussões. Ou não. "Sem armas no estabelecimento", essa é a regra, mas a arma não está na mão do policial. Então pode-se dizer que ainda está jogando limpo. Dizer que não está é dizer que metade do bar não está... - Vamos, fale. - conclui Grazir para o rapaz esperando seu uísque enquanto pegava um cigarro.

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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Samantha Addams Schimidt em Ter Jan 21, 2014 12:43 am


O Cordeiro era um bom lugar para se hospedar. Bom, pelo menos para quem já possuía certo costume com lugares como aquele. Me fazia sentir à vontade. Era quase o mesmo que estar em casa. O que fazia com que não se parecesse 100% com o meu verdadeiro lar, era a ausência da minha família e daqueles integrantes malucos do clube. E aquilo me fazia uma puta falta.

O único ponto que me deixava bastante neurótica, era o fato de minha moto ter que ficar na rua. Aquilo não me deixava confortável. Mal conseguia dormir durante a noite, com medo de que algo acontecesse à ela. Durante o dia, tinha virado uma espécie de rotina, ir dar uma olhadinha rápida a cada meia hora, só por garantia.

Os quartos do lugar não ofereciam muito conforto, mas eram bem higienizados e dava para quebrar o galho, numa boa. Eu não me importava muito com aquilo. Nunca me importei, aliás. Meu pai havia me criado na raça. Não tive tempo para aprender a ser nojenta e mimadinha, muito menos para encontrar companhias que me induzissem a esse tipo de comportamento. Eu realmente era muito grata por isso.


As pessoas que frequentavam a Taverna, eram de variados estilos e personalidades. Apesar de não serem lá… Tão amigáveis, me acolheram de forma “gentil”, digamos assim. Ao modo deles, claro. Inclusive um policial chamado Grazir. Um ponto fora da curva, melhor dizendo. Mas me parecia ser uma pessoa confiável.

Após alugar um dos quartos, de receber o cartão do policial, de terminar de beber e de dar mais uma rápida olhada em minha linda motoca, peguei a minha mochila que estava sobre um dos bancos, próximo ao balcão, o capacete, enfim,  tudo o que me pertencia, e me encaminhei para o meu novo dormitório.

Não me dei o trabalho de organizar minhas roupas ou seja lá o que fosse. Estava muito cansada. A viagem tinha sido muito exaustiva e, tudo o que desejava naquele momento, era um belo de um banho, longo e demorado. Arranquei de dentro da bolsa uma toalha, um sabonete e um conjunto preto de lingerie. Era tudo o que meu cansaço me permitia vestir naquele momento, apesar do frio que era bem considerável.

O banheiro era estreito, porém, muito limpinho. Amarrei meu cabelo em um oque para que o mesmo não se molhasse e fiquei debaixo do do chuveiro durante uns cinquenta minutos, deixando que a água quente caísse sobre mim, fazendo com que meus músculos se relaxassem. Após me secar e abandonar o banheiro, vesti a lingerie e me joguei sobre a cama, me enrolando em um cobertor que havia trazido comigo da Alemanha.

Não demorou muito tempo para que eu pegasse no sono. Estava tão exausta, que ao menos tive a oportunidade de sonhar. Dormi feito uma pedra. Capotei. Morri. Isso até surgir um disparo de uma arma… O que me fez acordar em um salto, enfiando a mão automaticamente debaixo do travesseiro, em busca de algo que eu possuía na Alemanha.

- Merda! - exclamei um tanto irritada por não estar com o meu brinquedinho por ali. - Tenho que arrumar outra. E bem rápido.

Já que aquela porcaria de disparo tinha me despertado do meu soninho da beleza, decidi vestir uma roupa - mais decente, dessa vez - e descer para beber mais algumas, e vigiar a minha moto por um pouco mais de tempo. Vesti um macacão de vinil com decote em V e um coturno de salto plataforma e cano longo, que chegava até um pouco abaixo do joelho, presos à perna por várias fivelas de metal. Prendi meus cabelos em uma longa trança simples, que chegava até o meio das costas. Escovei os dentes, passei meu perfume e fiz uma maquiagem bem simples, até, dando preferência para os olhos, carregados de lápis, delineador e rímel preto, com um toque de blush nas bochechas, apenas para dar uma coradinha e um arzinho de saúde, só para não parecer tão pálida e meio morta. Eu curtia um estilo mais pesadão, mas… Nada de esquisitices demais, como aqueles góticos pirados que eram chegados em chupar um sangue e dançar com a cara virada para a parede. Não que eu tivesse algo contra. Assim como eu, todos os outros retardados tinham suas manias retardadas.  
Peguei a longa corrente de prata, um tanto quanto espessa, onde se encontravam penduradas as chaves da moto e do quarto. Peguei meu sobretudo e o joguei por cima dos ombros, guardando minha carteira, documentos, celular e luvas de couro no interior de um dos bolsos internos. Sem esquecer do meu capacete, claro.

Após deixar o quarto, tranquei a porta e pendurei a corrente em torno do pescoço, para mante-las a vista durante todo o tempo, e o capacete, no braço esquerdo.

Ao descer pelas escadas, avistei o policial gente fina que tinha me dado seu cartão, que a propósito, havia guardado no interior da minha carteira. Mas, por precaução, tinha anotado seu número nos meus contatos do celular.

Grazir estava próximo ao balcão, ao lado de um cara… Urgh… Que diabos de roupa era aquela?! Fiz uma careta e franzi a testa ao observar.

- Ou é viado, ou muito filhinho de papai… - pensei em voz baixa, enquanto me aproximava do balcão. 

O policial parecia meio irritado.

- Vamos, fale. - o escutei dizendo.

- Oi Grazir. Também pulou da cama com o disparo? -  cumprimentei enquanto tomava o rumo da porta de entrada, para dar uma olhada em minha moto. Olhei, e estava tudo aos conformes.

- Uma dose se Jack Daniel’s, por… - então, parei boquiaberta quando avistei a Grande Muralha que se encontrava do outro lado do balcão. Que bicho grande era aquele?! - Favor?... - parei próxima ao balcão, de Grazir e o do cara afeminado.

Olhei de um lado para outro, observando o movimento e algumas vadias que por ali marcavam ponto.

- E então?... O que teremos para hoje?! - perguntei animada, com um leve sorriso na face, enquanto batia levemente com as mãos sobre o balcão, simulando um rápido rufar de tambores.


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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Jack Latrell em Ter Jan 21, 2014 1:39 pm

Um disparo, nenhum grito, algum imbecil descuidado. Grazir abre a porta de seu quarto rancoroso como sempre e falando um monte para o sujeito de aparências duvidosas

 – Você me acordou, viadinho, agora vai me pagar umas boas doses, ou eu encho seu rabo de bala. E você, Latrell, seu armário ambulante... Se não fosse essa merda dessa escopeta eu guardaria uma das minhas balas no seu crânio. Cadê o Dheimos pra colocar ordem nesse lugar? Não dá nem mais pra dormir em paz. Vamos lá, meu uísque. Por conta da florzinha ali. Fala aí o que você quer de mim, e seja rápido. Acho que já percebeu, mas bom humor não é meu forte.

- Vamos, fale. 

- Qualquer dia resolveremos nossas pendências, Grazir... Até lá. Black Label, da safra pessoal do armário ambulante. Se é por conta da sua namorada, aí está. E querida, se quiser levar a garrafa, não cobro muito caro.

- Quanto ao Dheimos, bem... Ele está viajando, diz ele que são problemas do passado a serem resolvidos, se você for do tipo que gosta de um babado, aí está.  Vou deixar os pombinhos a sós. E...


Interrompido pela visão de uma morena de roupa colada com cara de brava. Sim, esse tipo de mulher geralmente causa um fervor em um local que não é mostrado. O decote chama a atenção, porém é o que parece ser uma menina que foi forçada a ser como é. Veremos.

- Uma dose se Jack Daniel’s, por…Favor?... 

- E então?... O que teremos para hoje?! 


– Seu Jack, e pelo jeito uma noite de amor para os pombinhos aí, para mim uma noite de trabalho. E para senhorita... Uma noite. Por falar em noite, por favor, as estadias vencem hoje, se puderem me pagar até amanhã meio dia, agradeço.
Pelo visto a coisa aqui está meio tranquila hoje. Quer saber...


Tiro o pano do ombro, pego um copo e sirvo uma dose para mim mesmo do Black Label que estava ali.

– Senhores, uma boa vida a todos nós.

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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Maximillian Santori. em Ter Jan 21, 2014 6:54 pm

Max apenas segue Grazir ignorando a ameaças e as ofensas, os dois, ele estava sério e frio e queria termina aquele favor para Lucien, então se aproxima do balcão. Enquanto Grazir bebia o uísque Max foi direto ao assunto. – Você está procurando uma criança desaparecida, certo?! - ele da uma pausa tirando uma carta do bolso da calça. – Um velho me pediu para te entregar essa carta. - ele joga a carta no balcão em frente a Grazir então se senta no seu lado.
 
Há várias outras crianças desaparecendo ultimamente. Max olha ao redor para ter certeza que ninguém estava prestando atenção nos dois. – Eu me chamo Max, não sou, seu inimigo mais também não sou o seu amigo. Ele olha para o barman e depois vira olhando para o Grazir. - Cuidado com a informação desta carta, você vai ter muitos inimigos indo atrás desse garoto, e quando o encontrar, certifique-se se é ele mesmo.
 
Max chama atenção do barman. – Uma garrafa de uísque e uma de rum. Não demora muito o barman coloca as garrafas sobre o balcão á sua frente. Max pega a garrafa de uísque, tira o rótulo e marca seu celular no rotulo entregando em seguida para Grazir a garrafa e o rotulo. – Me ligue sempre as 16:30.      
 
Ele se levanta do banco com um olhar frio encarando Grazir. – Perguntas? - Max desviar o olhar e pagar as garrafas junto com a bebida do Grazir. – Barman mais um copo. - disse ele chamando atenção. E o barman coloca a copo no balcão. E abre a garrafa de rum e coloca em seu copo, e depois vira. 
 
Enquanto que ele espera Grazir disser alguma coisa, vira mais um copo e fica pensando sobre o seu raptor e o sua única investigação que ninguém foi preso. 
 
  
Flash Black.
 
Max estava investigado um assassinato que ocorreu em uma mansão. O pai havia assassinado os dois filhos e sua esposa, ao menos era o que a cena do crime indicava. O médico legista havia reportado que o pai morreu aproximadamente uma hora após a morte dos filhos e da esposa. O cheiro de morte estava impregnados nas cortinas, carpetes, por toda mansão.
 
Após tudo ter sido analisado, fotografado, todas as evidências recolhidas e os corpos removidos, Max voltou para a cena do crime, mas sozinho.
 
Ele caminhou pela a sala de estar, podia ver as machas de sangue no carpete. Continuou caminhado até encontrar a porta dos fundos da mansão. A fechadura estava intacta, não havia nenhum sinal de arrombamento, mas ele sentiu que o assassino havia entrado por ali. Max ficou pensando em como o assassino fez para entrar na mansão.
 
Chegou até a cozinha onde o assassino havia encontrado uma das crianças e a decapitou, mas como? Que arma ele havia usado, seu corte era limpo e perfeito. Ele sussurra. – Um corte preciso, poderia ser uma Katana. - disse ele olhando o local onde o menino foi encontrado. Max subiu as escadas em seguida e entrou no quarto do segundo filho do casal e ficou parado olhando para cama. – O Garoto conseguiu ver o assassino e tentou escapar pela janela, é tudo que o que as evidências dizem, mas tem algo estranho. - ele olhou para a janela e viu marcas de garras nas laterais da janela. 
 
Garras? - ele se espantou e ficou olhando a floresta pela a janela. Deu uma risada. - Isso não existe, são apenas lendas. - pensou ele voltando para sua investigação. - Então ele sobe as escadas, mata a segunda criança, volta para o quarto, mata a mulher e a estupra. - especulava ele tentando se colocar no lugar do assassino, que no caso seria o marido.
 
Max sentou na beira da cama onde não havia sangue, para ter uma visão ampla do quarto e observou o guarda-roupa. – Mas ele fez tudo isso antes de matar a primeira vítima. - Max passou alguns minutos pensativo, até que se colocou de pé e apressadamente correu para fora dando a volta na mansão acabando por encontrar marcas de sangue nas rosas do jardim e um celular com o último número discado e ainda ativo e era o da polícia. Mas não foi a única coisa que ele encontrou, entre as plantas, estava também a mão do homem.
 
 Fim do Flash Black.
 

Max fica olhando para o copo. E pensando “Aquela maldita Casa, aqueles homem e garoto estranho, a morte da família Gaercroft, e aquela mulher com presas. Agora a revelação eles existem ficou me perguntando se aqui nesse bar pode ter algum deles e quantos serão que eles são não posso deixa o medo e a paranoia me contraminar”.
 
Max olha para o Grazir e para as pessoas em sua volta. “Ela me incriminou e como eu vou provar que eles existem? Seria loucura ir para a mídia e disser ‘Ei os sanguessugas são reais’. Maldita... Ela abriu os meus olhos, me mostrou que o sobrenatural existe e eu como idiota, eu poderia ter fechado aquela investigação em vez de ter arquivado, as almas dos mortos não descansaram, e eu também por ser um idiota. Deixei aquela criatura assassinar escapar.” 
 
Max perdido em seus pensamentos demora a perceber que uma mulher estava conversando com Grazir. Ele a olha nos olhos e depois desviar o olhar bebendo o seu copo de rum, e escuta a conversa.
 
E então?... O que teremos para hoje? - Max coloca a copo no balcão.
 
– Ela esta com você? - Max olha para o Grazir e depois para mulher.
 
Em seguida o Latrell responde a mulher. - Seu Jack, e pelo jeito uma noite de amor para os pombinhos aí, para mim uma noite de trabalho. E para senhorita... Uma noite. Por falar em noite, por favor, as estadias vencem hoje, se puderem me pagar até amanhã meio dia, agradeço. Pelo visto a coisa aqui está meio tranquila hoje. Quer saber... 
 
Max olha para o Latrell com uma expressão seria. – Então é você que é o Latrell. - Max ver o homem ser servindo com uma “Black Label”. – Nunca pensaria você como barman. - Max pega o copo e continua a bebe o seu rum e escutando aquele rock antigo. 


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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Grazir Mythrys em Ter Jan 21, 2014 10:33 pm

- Oi Grazir. Também pulou da cama com o disparo? – a voz lhe era familiar, um frio na espinha o fez se arrepiar ao lembrar-se da garota excêntrica de cabelo azul. Não por ter algum tipo de peculiaridade, mas pelo fato de ter atingido justo o assunto menos esperado por ele no momento, afinal foi ele mesmo quem fez o disparo. Em um leve susto, jogou o sobretudo aberto em cima do revolver em sua cintura.

-Bem, pode-se dizer que sim... – esperou-a sair então, retirou o revolver da cintura e guardou o mesmo num dos bolsos internos de seu sobretudo enquanto o homem que se intitulava Max dizia o que queria. Para a surpresa de Knight, o assunto era mais delicado do que poderia ter previsto.

– Você está procurando uma criança desaparecida, certo?! Um velho me pediu para te entregar essa carta. – com a carta em sua frente ele manteve-se ouvindo, com sua testa franzida e dentes rangendo. Era uma raiva perpétua que afogaria qualquer outro, mas ele já havia se acostumado com aquilo. Aquele calor interno que acende suas vontades e guia seu dedo tocando o gatilho.

Virando um copo de uísque cheio ele encarou Max com sua raiva fluindo ao seu redor. Sua mão direita lhe serviu como apoio no balcão e, pendendo seu corpo para a frente, aproximou seu rosto do rosto de Max. – Não trate isso como ameaça, “amigo”. Mas eu juro que se você tiver algo a ver com esse garoto... Você não vai ver o sol nascer nem de dentro, nem de fora de uma jaula... Por que te enterro a sete palmos, me entendeu? Eu mato você, rapaz... – voltando a si, Grazir se distancia de Max para concluir – Se você não tiver nada a ver com a história, não precisa se preocupar, só isso. Justo, não acha?

- Qualquer dia resolveremos nossas pendências, Grazir... Até lá. Black Label, da safra pessoal do armário ambulante. Se é por conta da sua namorada, aí está. E querida, se quiser levar a garrafa, não cobro muito caro. - Latrell falava ao retornar com o pedido feito anteriormente, e conclui respondendo a questão de Grazir referente ao ícone mais temido do Cordeiro Massacrado - Quanto ao Dheimos, bem... Ele está viajando, diz ele que são problemas do passado a serem resolvidos, se você for do tipo que gosta de um babado, aí está.  Vou deixar os pombinhos a sós. E...

Pouco a trás Knight não percebera por diversos motivos – sua raiva, atenção em Max, o susto que levou quando ela tocou no assunto do tiro, e até o fato de não ter mesmo olhado diretamente pra ela. Mas alguém ali notou rapidamente ao momento em que ela retornou: Latrell.

- Uma dose se Jack Daniel’s, por…  Favor?... – ela ficou parada estática frente a frente com o enorme negro cujo Knight carinhosamente apelidou recentemente de Armário Ambulante. O mesmo que se dispôs a dar a devida atenção corpo bem exposto em roupas sensuais da mulher.

Guardando a carta em outro bolso interno do sobretudo, voltou-se ele para Samantha enquanto pensava “é melhor correr garotinha...”. O ‘pior’ estava por vir e ele não avisaria, na verdade poderia ser divertido e Grazir tem senso de humor: o que não significa ter um bom humor. Aquele homem, Max, ele não pareceu ser nada agradável, mas seu comportamento sério e ininterrupto agradou a consciência do escarificado cavaleiro.

Samantha questionava o que tínhamos para hoje, Max questionava se a garota estava com Grazir. E Latrell questionava que horas poderia passar no quarto dela. Grazir, no entanto, se queimava por dentro, perguntando-se como aquele rapaz o conhecia, e por que ele sabia que estava atrás de um garoto. A carta poderia ter informações valiosas, mesmo assim resistir a dúvida instantânea era difícil.

-Conheci Samantha essa noite ainda, garoto. Ela não está exatamente comigo, é só uma boa companhia. – disse olhando para o rapaz, em seguida dirigiu-se a Samantha – E pra hoje só temos isso: um negão safado, uma carta misteriosa e algo próximo a um brinde.

– Senhores, uma boa vida a todos nós. – dizia Latrell, inspirando Grazir a levantar seu copo e tomar o que restava em seu interior no momento.

-Espero que amanhã eu ache aquele maldito pirralho. – digo ao colocar o copo em cima do balcão. 

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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Samantha Addams Schimidt em Qua Jan 22, 2014 12:27 am


Muito falatório sem sentido por ali, naquele balcão onde quatro pessoas - contando com a minha pessoa -, estranhas, por sinal, tentavam tirar algum proveito daquela noite. Cada qual a sua maneira.

- Conheci Samantha essa noite ainda, garoto. Ela não está exatamente comigo, é só uma boa companhia. - Grazir dizia ao rapaz, antes de se voltar em minha direção. - E para hoje só temos isso: um negão safado, uma carta misteriosa e algo próximo a um brinde.

- Senhores, uma boa vida a todos nós.- dizia o cara grandalhão, oferecendo-nos um brinde.

Dei de ombros enquanto concordava com a cabeça, e em seguida, virei de uma só vez a primeira dose de Jack, depositando o copo vazio virado de cabeça para baixo sobre o balcão.

- Espero que amanhã eu ache aquele maldito pirralho. - resmungou o policial, colocando também o seu copo sobre o balcão.

- Ossos do ofício… - comentei após ouvi-lo. - Suponho. Essa vida de policial deve ser difícil, imagino. Sério, cara… Não sei se sinto pena ou medo de vocês. - tentei fazer piada, enquanto sorria quase de forma discreta, lembrando-me da vida agitada que levava na Alemanha, e do motivo de eu estar ali, naquele bar, naquela cidade, naquele país e naquele continente.

Os Road's Shadows sempre foram uns malucos fora dos trilhos. Gostavam mesmo era de levar uma vida fora das leis. Muito fora das leis. Mas, como todos sabemos, não escolhemos a família em que vamos nascer.
Nunca gostei do modo como o pessoal do clube ganhava a vida, porém, apesar de fazer o que faziam - e que continuam fazendo -, não eram totalmente ruins.Em partes, pelo menos. Todos os membros me tratavam com respeito, assim como o meu pai - que por sinal, também era membro do clube. Claro que tinham as malditas exceções, mas para todos os efeitos, eu tinha o meu vigia 24h… Ou quase isso. Thomas, meu meio irmão mais velho, integrante do clube já havia um tempo. Meu companheiro de estradas, e do meu velho também. Sempre super protetor.

Possuía a plena consciência de que meu pai já era cavalo velho, e que não mudaria mais o seu modo de viver. Mas tinha esperanças com relação a Thom. Sempre desejei que ele deixasse seu colete pendurado em algum canto da casa e sumisse de uma hora para outra, sem se explicar ou ao menos escrever uma carta. Gostaria que ele simplesmente desse o fora dali. Mas isso era algo que não aconteceria de forma tão fácil. Thomas sempre se mostrou uma pessoa orgulhosa e determinada para fugir de seus problemas. A não ser que fosse por uma ótima causa. Algo que realmente valesse a pena, afinal… Tenho certeza de que ele não se colocaria na lista negra dos Road's por pouca merda. 


Mesmo separados pelo oceano Atlântico e mais alguns países, todos os dias eu pedia a Deus, ao Anjo da Guarda, aos Elementais, à Grande Mãe, ou qualquer outra entidade que fosse, para que ele criasse juízo naquela cabecinha e tomasse um rumo menos perigoso na vida. Era o que eu mais desejava.

O motivo que me trouxe até o Canada, é o mesmo motivo que fez com que ele permanecesse por lá, junto dos outros. Eles queriam me proteger. Evitar que uma bala fosse cravada em meu crânio. Pelo o que eu soube quando deixei meu país, estavam fazendo o mesmo com todas as mulheres e filhos (mulheres, meninas e meninos) dos membros do clube. Espalhando-os pelo mundo a fora, a fim de evitar mortes trágicas de seus entes queridos - mentira, era mais para evitar dores extras de cabeça -, porém, com o meu pai e meu irmão a situação era diferente. Nós realmente nos amávamos como família, e eles falaram em minha orelha, até meus tímpanos incharem, para eu pegar um voo para cá. Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura e… Cá estou. Sentada em um balcão de Taverna, conversando com pessoas que não me eram exatamente… Conhecidas. Mas era o que tinha.

- Então… Grazir… Quem é o seu amiguinho aí? - perguntei ao policial, indicando com uma das mãos, o carinha afeminado sentado do outro lado, um pouco distante. - Ele me parece meio… - gay - Ansioso. - então, voltei-me para o homem imenso, que se encontrava do outro lado do balcão. - E você… Deve ser o dono da Taverna. Pode ficar despreocupado. Seu dinheiro já está em mãos. - retirei a carteira do bolso interno do sobretudo, a abri e de seu interior, retirei um chumaço de dinheiro considerável, preso por um elástico para mante-lo organizado, e o depositei sobre a mesa, deslizando-o em direção ao grandão. - Aí deve ter um pouco mais do que o necessário, mas pretendo ficar por aqui por um maior período de tempo. O ambiente me agradou bastante. - dei um sorriso forçado e rápido em sua direção, enquanto voltava a carteira para o bolso interno. - E então… Já que todos por aqui estão muito animados, alguém poderia me arrumar um violão?


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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Jack Latrell em Qui Jan 23, 2014 8:26 am

– Então você é o Latrell? Nunca imaginei você como barman.

Olhei para o rapaz de jeito estranho.

– Bem, eu tentei ser gogo boy, mas não deu muito certo... Aquela sunguinha não cobria o que precisava e acabava tendo que usar uma samba canção para fazer strip, o que não era tão bacana assim...



Vida de barman é algo interessante, posso saber muitas coisas simplesmente limpando um copo, ou servindo uma dose. Isso obvio quando há assuntos como o que parece ter entre o casal ali em minha frente.

Quando Grazir falou algo sobre achar um menino aquilo fez com que eu voltasse até o dia em que era um homem de busca, um caçador de pistas, e a chance de achar alguém e ganhar um aliado, mesmo que não vá muito com a cara dele, é grande.

Meu pedido de pagamento foi logo respondido pela gostosa em minha frente. Tirando um maço de dinheiro deposita estadia suficiente para três dias. Na verdade o desconto foi dado por conta de uma frase:

- O ambiente me agradou bastante.

Sorrio de volta para a morena, o que ela quer, terá.

- - E então… Já que todos por aqui estão muito animados, alguém poderia me arrumar um violão?

Olho em volta e vejo atrás da porta um violão, certamente está desafinado, mas não creio que isso seria problema para a pequena delicinha ali. Sigo até o local onde está o bonito e velho parceiro do Cordeiro.

Pego-o nas mãos, dou um tapa para limpar a poeira e entrego nas mãos da moça:

– Muito bem... Samantha, se não me engano. Vamos ver o que você sabe fazer com algo desse porte nas mãos. – Dou um sorriso simpático para a moça e me viro para Grazir.

– Deve saber o que fazia antes, afinal de contas, um Knight sabe onde pisa, certo? Como imaginei. Sendo assim, pode me acompanhar até aquela mesa ali? – indico uma mesa mais ao fundo com visão para todo o bar, visão privilegiada para o palco e onde pudesse ter mais tranquilidade para conversar.[/color]

Vou caminhando até o local indicado, espero o homem enquanto carrego a garrafa de uísque e dois copos. Assim que o homem chega, mesmo não mostrando-se à vontade, sirvo um dos copos para ele e então começo o meu pequeno discurso tomando cuidado para que SOMENTE GRAZIR ouvisse o que eu dizia.

- Como sabe, sou um rastreador. Isso é algo que acaba ajudando em muitas coisas. Pode perceber pelo início da conversa que posso ter informações sobre pessoas  e também posso ajudar a encontrar quem quer que seja, desde que respire. Se é de seu interesse, pode me encontrar novamente aqui em uma hora menos conturbada onde poderemos ao invés de contemplar um belo corpo talentoso, conversar sobre o que quer achar, e o que fazer com quem retirou do lugar.

- Não tenho motivos para ajudar, com certeza. Mas não posso ver um homem com seu potencial se arriscar em algo que pode ser cruel, sozinho. É com você. O que vai ser?

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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Maximillian Santori. em Qui Jan 23, 2014 10:55 pm

– Não trate isso como ameaça “amigo”. Mas eu juro que se você tiver algo a ver com esse garoto... Você não vai ver o sol nascer nem de dentro, nem de fora de uma jaula... Por que te enterro a sete palmos, me entendeu? Eu mato você, rapaz. Max fica olhando friamente para Grazir e pensando. “Se eu tivesse algo a fazer com o garoto, ele já estaria morto, mais o Lucien adora um jogo de caça ao rato.”
 
Grazir se distancia e Max se vira, toma um gole de rum. - Se você não tiver nada a ver com a história, não precisa se preocupar, só isso. Justo, não acha? Max desviar o olhar dos seios da mulher e olha para Grazir. – Justo. Max fica olhando para o Grazir e pensando. “Você tem uma arma dentro do cordeiro... é tão previsível”.
 
Amiguinho. Disse ele olhando para a moça de uma forma sarcástica. – o meu nome é Max. Ele da uma pausa. - Você não é daqui, de onde é? Disse ele perguntando para a mulher. Ele desviar o olhar e dar uma risada interna com a resposta do Latrell. – Bem, eu tentei ser gogo boy, mas não deu muito certo... Aquela sunguinha não cobria o que precisava e acabava tendo que usar uma samba canção para fazer strip, o que não era tão bacana assim...
 
Ótima piada Latrell, eu estou me referindo outra fama sua, aquela que poucos conhecem, e os que conhecem vem aqui em busca de informação. Ele olha frio para Latrell. – Não estou aqui, para fazer amiguinhos, quero informações e de algum modo sei que pode me ajudar. O seu tom de voz era serio e ele queria saber mais sobre aquelas criaturas e pela a fama do Latrell. Ele tinha quase certeza que ele sabia deles.
 
Latrell chama Grazir de canto e eles sentam em uma mesa de fundo e ficam conversando sobre algo que Max estava curioso para ouvir, mais como estavam longe e o cordeiro estava cheio e o som de rock antigo estava alto, Max não pode ouvir. – Merda. Disse ele sussurrando com o copo na boca. 
 
Ele olha para a mulher. – Gostaria de conhecer mais você... Ele da uma risada em baixo tom revelando segundas intenções, antes de se despedir da moça. – barman, sirva uma dose do que ela quiser. Ele coloca duas notas de cem no balcão. – Até breve.
 
Ele vai caminhando entre as mesas e as garotas de programas que estavam no bar para ganhar um trocado dos bebuns e chega perto da mesa a onde estava o Latrell e o Grazir. – agora vai poder me dar à informação? Disse ele olhando para o negão com um olhar sério e vazio.
 
Parecia que Latrell estava esperando alguma resposta de Grazir. Max apenas pensava “O que o Latrell perguntou”.
 

Ficou então perto da mesa parado olhando para os dois e desviar olhando para a moça com o violão na mão. “Espero que ela saibra tocar o violão. Além de ter um corpo bonito. Grazir parece ter um gosto para mulher excêntrica, ela deve ser bissexual, ao menos tem todo o estilo de uma".Ele da um sorriso olhando para a mulher e depois volta a sua atenção para Latrell e Grazir.


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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Grazir Mythrys em Sex Jan 24, 2014 6:37 am

Ser um rastreador é um trabalho pra poucos. É exigido muito dos instintos e uma vigorosa persistência, assim como mente limpa para lidar com os erros corriqueiros do trabalho. Nesse ramo, quem comete menos deslizes chega na frente, simples assim. E Latrell, pelo que Knight ouvira falar não costumava errar. Os principais talentos de Grazir sempre se basearam em sobreviver na selva, caçar, manter-se são e salvo por meses seria um teste moderado para o 'cabeça quente' que já frequentava O Cordeiro Massacrado há alguns muitos anos. Sua cabana no Parque Nacional já deveria estar precisando de uma bela faxina pelo tempo que deixava de passar lá, no qual compensava instalado na taverna.
 
“Ossos do Ofício?”, refletia ele quanto ao comentário de Samantha. A dor de ter sua carne moldada através das garras de um animal selvagem é pior do que qualquer trabalho, seja pela polícia, seja em qualquer outro lugar. E Grazir estava bem ciente disso...
 
-Sinta medo, principalmente quando estivermos armados. – e esse era o caso, mas essa informação era desnecessária. Aguardando então a questão de Samantha, assim como sua observação sabiamente oculta. Em resposta a Latrell ela faz o seu pagamento com um belo bolo de notas dos quais o negro podê apreciar até mesmo um saboroso elogio.
 
Em silêncio ainda, esperou Max se mostrar um mauricinho espertinho e cantar a garotinha. Sua boca mantém-se fechada e a mente em reflexão profunda... Complicado. Como encontrar o garoto? O que aquela carta favoreceria em sua busca? Instigado, confuso, inerte em progresso... Até a voz de Latrell tirá-lo do transe. – Deve saber o que fazia antes, afinal de contas, um Knight sabe onde pisa, certo? Como imaginei. Sendo assim, pode me acompanhar até aquela mesa ali?
 
Ao sair do seu transe mediado Grazir se dá conta de uma persistência incansável de Max em chamar atenção de Latrell, não pelo seu falatório inconveniente, mas sim pelo seu desgosto em não obter o sucesso desejado. Isso incita raiva... Grazir se levante e caminha até a mesa, onde se mantém de pé, aceitando, porém, o copo que o negro lhe oferece. Ouvindo atentamente as palavras do homem, cujo qual possuía um respeito significativo, atentou-se a oportunidade até então nunca vista de trabalhar com o mesmo. Um dueto. Os ganhos que Latrell teria seriam futuros, e Grazir faria questão de pagar sua dívida, caso obtivessem sucesso – o qual Knight possuía certeza de que teriam com tal rastreador ao seu lado.
 
A persistência de Max o levou até a mesa ao lado de Grazir, que agora, insatisfeito com o homem ao seu lado mantendo uma inquietante teimosia em falar com Latrell. Ignorando o pedido do mauricinho, Grazir olhou diretamente para o negro, que em seguida acenou positivamente com a cabeça. – O garoto que procuro se chama Sam Huuz. – ele retirou então uma foto de seu bolso traseiro esquerdo da calça e colocou na mesa – Os investigadores consideram que ele se perdeu em algum ponto do Parque Nacional. Os pais também confirmam essa possibilidades todavia também afirmam que acham estranho o fato que o garoto, cujo qual sempre fazia a mesma rota dia após dia se perder assim. O local é mais isolado da cidade, mas mesmo assim não é tão próximo as áreas mais densas do parque... Há chances reais de sequestro.
 
-Segundo Max, essa carta contém informações significativas sobre o sumiço de Sam Huuz... – Grazir então toma a carta em mãos e a abre, lendo-a em voz alta – “Ache a Filha de Lucien Motierre. Ela se chama Gillian Motierre, todos estão atrás dela. Se você achá-la primeiro vai salvar muitas pessoas”... – ao terminar de ler, indignado e furioso, Grazir leva seus olhos de encontro aos de Latrell, em seguida, vira-se para Max jogando a carta sobre a mesa. “O que é isso?”, questionava-se.
 
Aquele homem, Max, sabia de seu nome, sabia como encontra-lo, sabia de Sam Huuz, apareceu com uma carta com um nome totalmente desconhecido para Grazir que agora já não possuía entendimento algum sobre a situação. Max passou de informante a suspeito de crimes diversos: retenção de informação, forja informação, sequestro, formação de quadrilha, assim que considera-se os nomes na carta e até desacato a autoridade, além de roubo de informação de oficial, perseguição do mesmo, entre outros. Agarrando o rapaz pelo colarinho e retirando o seu revolver do bolso interno de seu casaco, Grazir se pronuncia:
 
-Tente reagir... Só tente... E eu guardo uma bala em você. – ao final, arrastou o rapaz para os fundos do bar, com consentimento e acompanhado por Latrell.

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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Samantha Addams Schimidt em Sex Jan 24, 2014 1:27 pm


- Muito bem… Samantha, se não me engano. Vamos ver o que você sabe fazer com algo desse porte nas mãos. - Latrell, o dono da Taverna, atendeu ao meu pedido quanto ao violão. O retirou de trás de uma porta, um violão meio velho e empoeirado. Tirou um pouco da sujeira com as suas próprias mãos, e o entregou a mim. Apesar de antigo, com erteza daria para o gasto.

- Espere, e verás! - sorri em direção ao negro gigante, com um ar de empolgação, ao receber o possuir o violão em mãos.
Antes que eu pudesse voltar minha atenção ao instrumento, o cara com aparência afeminada, se dirigiu a mim.

- Amiguinho. - me observava de modo tanto quanto irônico. Eu, geralmente, sentia vontade de quebrar a cara de gente irônica, mas naquele momento… Eu estava muito feliz com o violão em mãos, para dar qualquer tipo atenção àquele comportamento. - Meu nome é Max. Você não é daqui, de onde é? - então, se virou para Latrell e disse algumas coisas sobre querer informações… Talvez, ele fosse algum mafioso. Só pelo modo como se vestia e como se comportava. Talvez.

Enquanto falava com o Latrell, eu me apresentei. Mesmo que ele não estivesse prestando muita atenção em mim. Se estivesse, legal! Se não estivesse… Foda-se.

- Sou alemã. - disse sem sorrir. Apenas o observando seriamente. - Max? Eu tinha um cão chamado Max. - parei por alguns instantes, de testa franzida e expressão pensativa, enquanto me lembrava do animal. - Meu nome é Samantha.
- Gostaria de conhecer mais você. - Max voltou-se a mim, novamente, com um sorriso que demonstrava segundas intenções. Até parece que eu não o tinha visto observando os meus peitos. - Barman, sirva uma dose do que ela quiser. - deposita sobre o balcão, duas notas de cem. - Até breve.

A expressão de “ué” que tomou conta de minha face, provavelmente foi bem evidente. Acho que ele estava me confundindo com alguma das vadias que estavam por lá.

- Sinta medo, principalmente quando estivermos armados. - Grazir quebrou o silêncio em resposta de meu comentário.

- Hmm… Até que em fim disse algo. Pensei que tivesse entrando em transe aí. Já está até saindo fumaça de sua cabeça. - passei a mão sobre a cabeça dele, bagunçando de leve o seu cabelo. - Veja. Deve estar queimado. - dei uma risada mostrando os dentes, e em seguida, voltei a observar o violão.

O instrumento, pelo menos, possuía as seis devidas cordas, e pelo que chequei, todas elas estavam aparantemente boas. O violão estava bem desafinado, mas nada que eu não pudesse resolver em alguns minutos, enquanto virava as tarrachas uma por uma, até que o som proveniente das cordas ficasse agradável aos ouvidos. Não demorou muito tempo para que ele estivesse pronto para fazer música.

Primeiramente, quando voltei os meus olhos para os meus arredores, nenhum dos três estava mais por ali. Os observei em uma mesa, um tanto distante.

- Fui abandonada. Quanto cavalheirismo. - sorri, como se aquilo me importasse. Dei de ombros. - Pelo menos eu tenho você, lindo violão! - o alisei com cuidado, para retirar um pouco mais do pó que o cobria. No instante seguinte em que olhei para a mesa, a mesma se encontrava vazia. Os caras haviam, simplesmente, sumido. - Eeeeu hein… - pensei em voz alta, um tanto curiosa. - Para mim, isso está com cara de ménage a trois. - novamente, dei de ombros. - Bom… Enquanto as donzelas se resolvem, vou me divertir com você. - disse olhando para o instrumento. - Saudade de fazer música!

Após posicionar o violão sobre o colo, de forma adequada para uma pessoa destra - apesar de ser ambidestra -, por conta da posição das cordas, posicionei a mão esquerda sobre o braço do instrumento e a mão direita sobre a boca, deslizando os meus dedos sobre as cordas, produzindo notas suaves e delicadas, que todas juntas, formavam uma melodia chamada The Wall Of You, de um projeto musical chamado Southern Isolation.

Juntei à música a minha voz. Não muito aguda, mais puxada para um grave. Sempre mantendo o tom.



Deixei-me envolver pela canção. Muitos diziam que eu havia nascido para aquilo, que era algo que deveria levar junto a mim, durante por toda a minha vida.

Já que provavelmente ficaria por ali, durante toda a noite… Aquele era apenas um aquecimento.  




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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Jack Latrell em Sex Jan 24, 2014 2:15 pm

O tal Max aproxima-se de nós, após confirmar comigo Grazir deixa que o rapaz aproxime-se... Erro bobo.

Grazir le a carta mostrando que algo ali não estava certo. Se era um menino chamado Sam Huzz porque acharia Gillian Motierre? Afinal de contas que espécie de brincadeira de mal gosto era aquela? O garoto só poderia ser um informante de alguém maior, alguém com mais poder. Alguém que realmente deveria ser interessante de achar. Certamente com uma boa dose ele falaria até o número do CPF da vizinha da minha irmã.

Porém para chegar até quem enviou teríamos que saber com o garoto que palhaçada era aquela e pelo visto não fui só eu que ficou com a pulga atrás da orelha.

Grazir levanta-se em um ato de fúria, agarra Max pelo colarinho, retira a arma e ameaça o garoto arrastando o mesmo para o fundo do bar. Minha participação já foi aceita, agora é onde começa meu trabalho.



Acompanho os dois para o fundo do bar, lá tenho o que é necessário para colar um filha da mãe como aquele em um banco e arrancar o que fosse necessário.

– SENTA!

Ele não tinha escolha, se não fosse por bem, seria por mal, por via das dúvidas apoio uma das mãos no ombro do infeliz colocando-o sentado na cadeira de metal. Com auxílio de uma corda amarro as mãos do rapaz para trás e os dois pés em cada pé da cadeira. A boca está livre, prepararei meu arsenal pró palavras.

Saio de perto dos dois.

– Não comece sem mim, Grazir...

Tranco a porta  do fundo e deixo claro para que ninguém se aproxime, Charlie entende e fica na porta. Na volta pego duas facas, a máquina de choque, um balde de água fria, uma ampola de adrenalina, seringa, agulha, alicate, e um sanduíche de presunto.

– Aqui está tudo. Podemos começar? Temos: facas, choque, água, adrenalina, alicate e um sanduíche.

Grazir parece entender o que quero com tudo aquilo.

Separo os equipamentos no chão, logo começaremos os trabalhos. Vamos do começo.

– Seu nome é Maximillian Santori, 28 anos, era agente do governo até pouco tempo atrás, até o caso do monte de sangue. Sim, eu sei. Como disse tenho quem me fala essas coisas. Do começo é simples não? Meu nome é Jack Latrell, sou o cara que vai escutar tudo o que você vai falar. Esse é Grazir, e é tudo o que precisa saber dele.

- Agora... Vai responder nossas questões sem que eu precise usar qualquer uma dessas coisas aqui não é? Não queremos ninguém machucado por aqui...
  - A mão direita vem com velocidade acertando o lado direito da face de Maximillian provocando um alto estalo e fazendo com que a cabeça do rapaz se vire para o lado oposto.

– Agora, me dá o nome do cara que entregou a carta. E que merda tem a ver Gillian com Sam?


------------------

OFF - Dados são utilizados para saber se Max responderá as questões ou não. 
Dado maior de Max = Ele pode mentir, não responder, inventar, falar: Parangaricutirimirruaro, ou o que quiser.
Dado maior Grazir / Latrell = Ele deve responder as questões corretamente.

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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Mestre do Jogo em Sex Jan 24, 2014 2:15 pm

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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Maximillian Santori. em Sex Jan 24, 2014 6:56 pm

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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Mestre do Jogo em Sex Jan 24, 2014 6:56 pm

O membro 'Maximillian Santori.' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Maximillian Santori. em Sab Jan 25, 2014 1:35 am

Max apenas olha para o Grazir que o puxava levando o para fora do bar. Ele ficou calado por um tempo refletindo, tentando entender o que estava acontecendo e sobre a informação que continha na carta. “Lucien tentando jogar comigo... sinceramente, não imaginei que fosse fazer isso comigo... tentando quebrar minha máscara de ferro”.
 
Depois de amarrarem Max na cadeira, ele escuta a voz de Latrell. – Seu nome é Maximillian Santori, 28 anos, era agente do governo até pouco tempo atrás, até o caso do monte de sangue. Sim, eu sei. Como disse, tenho quem me fala essas coisas. De começo é simples não? Meu nome é Jack Latrell, sou o cara que vai escutar tudo o que você vai falar. Esse é Grazir, e é tudo o que precisa saber dele.
 
Max da um sorriso sarcástico. “Grazir, um policial não muito esperto, sempre com cabeça quente, frequenta o Cordeiro há muito tempo, alguns dizem que ele é viciado em bebidas e é um bom policial, muitos policias novatos falam sobre essa “lenda” e muitos policias antigos odeiam ele. Mas ele é um mau necessário como diz o xerife.
 
Então Max escuta Latrell e olha nos olhos dele. - Agora... Vai responder nossas questões sem que eu precise usar qualquer uma dessas coisas aqui, não é? Não queremos ninguém machucado por aqui.
 
Enquanto encarava Latrell, Max pensava. “Latrell, poucos sabiam sua historia, e os que sabiam já estão mortos. O disfarce dele como barman é impecável. As armas que ele vende alimentam, psicopatas, assassinos, mafiosos e alguns suicidas. Ele é um bom homem apenas faz o seu serviço e muito bem. E essa é a fama do Latrell, a maioria dos caras para quem perguntei  tinham uma cicatriz bem grande no olho esquerdo".
 
Com o impacto do tapa, Max vira o rosto sentindo sua pele do rosto aquecer e volta a encarar Latrell com um sorriso. Então será assim? Pensou Max. - Vamos lá. Ele da uma pausa esperando as perguntas. - Agora, me dá o nome do cara que entregou a carta. E que merda tem a ver Gillian com Sam?
 
Max respirou fundo, não tinha o porquê dele mentir, ele tinha sido enganado assim como eles. Ele olhou serio para ambos e com um tom calmo ele responde. – Lucien Motierre, o nome da menina Gillian Motierre é a filha dele que estava no Asylum Elisabeth Arkham. Ele da uma pausa e pensa um pouco e depois volta a dizer.  – Aparentemente ela não tem nenhuma conexão com o garoto. O conteúdo dessa carta me pegou de surpresa assim como vocês. Lucien sempre foi meio instável, não tenho idéia do por que ele ter feito isso.
 
- Não tenho intenções de ajudar Lucien e assim que eu sair daqui, irei mandar a alma dele para o inferno. Ele da uma pausa. – Mais alguma pergunta? Ele olha para Latrell e desviar o olhar encarando o Grazir. A voz de Max sempre séria e fria a sua expressão também séria, palavras hora ou outra com um tanto de sarcasmo por mais que a situação não fosse favorável para ele.
 
A vida é apenas um caminho assim é a crença do Max, consuma-la até a sua existência morrer com o veneno dela e quando a morte vir, sorria. Ela é a mãe mais gentil, bondosa que alguém poderia ter, o presente dela é a morte da existência, fraca e cansada do corpo humano.
 
Max não teme a morte, ele a abraçou diversas vezes no meio de suas investigações, das tentativas de assassina-lo. E todas tentativas falhas. A morte rejeitou diversas vezes ele ao paraíso, ele ficou pensando. “Será que é agora, eu irei comtemplar a minha morte”. Ele da um sorriso interno. Ele não era suicida, a vida que é um suicídio lento e doloroso. Quando era adolescente no meio aos livros de ocultismo da sua nonna encontrou um livro chamando “A Imortalidade.”
 
Era sobre a teoria da imortalidade e as lendas das criaturas que foram amaldiçoadas com ela. Max ficou lendo e invejando as criaturas das lendas, o poder que elas possuíam sobre os humanos tolos e fracos, era algo que ele almejava. Mas eram apenas lendas e isso o entristeceu por um longo tempo e começou a desacreditar no sobrenatural. Mas com os últimos acontecimentos, ele estava começando a reconsiderar.


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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Jamie Mitchel em Ter Jan 28, 2014 2:33 am

Não, Jamie não era insana ou sofria de qualquer disturbio mental. Bom, talvez um pouco, mas não era o caso. O fato de ela ter voluntariamente ido com Michael atrás dos homens que haviam abordado ambos não tinha nada a ver com insanidade, tinha treinamento suficiente para cuidar de si própria, suas intenções na verdade eram outras, ela tinha que mostrar para ele que ela não era uma ameaça e ter ele como seu aliado. Aquela noite havia revelado que nem mesmo estando em Vancouver ela estava segura, passaria 24 horas de seu dia olhando sobre os ombros pra ter certeza que não havia ninguém em sua retarguarda.


Monta na garupa da moto,colocando seu corpo próximo ao dele para prevenir que seu corpo fosse projetado para trás e pode sentir uma certa tensão no corpo do rapaz durante todo o percurso. O ronronar da moto e dos carros que passavam acelerados era a única coisa que podia se ouvir. Até que Michael começa a diminiur a velocidade e finalmente para a moto. Antes que Jamie pudesse questionar o porque deles terem parado, ele retira o celular do bolso e começa a falar com o amigo que o acompanhava momentos antes. Ela aguarda até que ele termine a conversa e sem nenhuma palavra seguem até o local onde um dos homens foi avistado por ambos. Michael parou a moto e avançou até o rapaz, que como um bebê chorão cospe algumas informações antes de sacar uma faca. Jamie no instinto, pegou a arma que estava no chão, pelo peso pode sentir que estava carregada. Vendo que o homem não daria mais nenhuma informação necessária, pois se ele soubesse de algo mais, já teria feito considerando que mesmo armado ele estava em desvantagem em número e estava 100% vulnerável estirado no chão, e também por que ele não era muito esperto.


Jamie apontou a arma e sem hesitar puxou o gatilho, o homem se calou com um tiro preciso. Enquanto ela se gabava mentalmente pela sua otima habilidadeem usar aquela gracinha, Michael esbravejava por ela ter sido precipitada. Ela olha para ele com desdem. – Você queria torturá-lo por achar que ele tinha mais alguma informação ou por puro prazer? Diz ela encarando Michael que enjuriado, pede que ela suma de sua frete. Ela ri.

– Você tem um serio problema de temperamento homem.  Ele ainda tira o tempo para se divertir e pendurar o corpo do homem em um post de luz voltando para Jamie com o que parecia uma ameaça. – Que bom pra você, que sabe te deixa menos estressado. Ela respira fundo observando ele caminhar até a moto. Foi então que se deu conta que estava ainda que a arma que pertencia a Michael que o homem havia derrubado. Ela deu um sorriso de canto de boca enquanto ouvia o ruido da moto se distanciar.


Naquele momento ela não tinha muitas opções, não tinha para onde ir a não ser voltar para o Cordeiro e dessa vez não deixar o local sem antes falar com Jack. Ela guarda a arma no coz da calça nas costas cobrindo com sua camisa e começa sua caminhada de volta para o Cordeiro.  No caminho de volta Jamie nem mesmo se deu conta que estava fazendo o caminho passando em frente ao Hell’s, quando percebeu já estava tropeçando em um dos homens que estavam no bar atrás dela. Os dois se encararam por alguns segundos  então Jamie não pensa duas vezes em desaparecer dali, claro que não antes de dar uma boa acariciada na região sul do homem com seu pé e uma joelhada na fussa que realmente iria fazer um estrago, então ela correu para o lado oposto , entrando pelos becos e ruas escuras das quais ela conhecia muito bem, tudo para despista-los. Seria muito mais simples colocar uma bala na cabeça de cada um, mas preferiu não chamar atenção e se manter fora da cadeia.
 
Quase uma hora depois ela chega ao Cordeiro, sua respiração ofegante e com o nível de tolerância zero, ela caminha diretamente para o bar. – O que vai ser gracinha? Pergunta o barman com um sorriso malicioso. – Vai ser uma bala no meio dos olhos se não me disser onde posso encontrar Latrell. O homem encarou ela fechando sua expressão. – E nem ouse me perguntar o que você ganha por isso. Disse ela levantando uma das sobrancelhas com uma expressão nada amigável colocando a mão nas costas como se alcançasse a arma. Como ela sabia que só havia duas pessoas que eram permitidos sacar uma arma dentro do Cordeiro, ele não seria nem louco em tentar reagir.


- Nos fundos.


- Viu, não foi tão difícil assim. Disse ela dando as costas para o rapaz e caminhando entre os bebados de plantão até chegar nos fundos um dos homens guardava a porta e barrou Jamie rapidamente para que ela não passasse. – Ninguém passa por essa por.....e um grito abafado de dor não deixou com que ele terminasse a frase. – Eu não te perguntei se podia ou não passar. Sussurou ela agachada próximo ao homem caido no chão. Ela então colocou de pé caminhando até a porta que não estava trancada e adentrou na sala dos fundos dizendo o nome de Latrell. Eles pareciam estar tendo uma festinha a dois, ao menos foi o que pensou a princípio antes de Latrell se mover e ela poder ver o homem que estava preso na cadeira. Aquele frio cortante lhe subiu pela espinha. De certo ela estava em um campo minado e não importava onde ela pisasse, teria sempre uma surpresa.
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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Jack Latrell em Ter Jan 28, 2014 7:11 am

Lucien Motierre, o nome da menina Gillian Motierre é a filha dele que estava no Asylum Elisabeth Arkham.  Aparentemente ela não tem nenhuma conexão com o garoto. O conteúdo dessa carta me pegou de surpresa assim como vocês. Lucien sempre foi meio instável, não tenho idéia do por que ele ter feito isso.


Nem deu graça, não pude bater direito, dar choques, cortar... Bem, teria que ficar para Grazir fazer isso. Eu começaria a procurar o que interessa. Lucien Motierre tem uma filha, e é ela que estará sob nosso poder enquanto o moleque não aparecer, não importa como, nem onde, essa mulher estará sim sob o nosso domínio até que Sam Huzz volte a aparecer.


– Vai perder a graça com esse moleque, Grazir. Ele não aguenta um tapa. Deve ser bem fácil arrancar informação dele. Não sei se seria um bom informante, talvez o Lucien tenha entregue a carta a um moleque que ele sabia que ia fazer o papel de besta, entregar o nome dele e da filha e conseguir nos atrair pra alguma espécie de arapuca. O que você acha?


Fico de olho em Grazir enquanto olho o rapaz ali amarrado. Era questão de tempo e ele falaria até o endereço para encontrar Lucien.


– Olha aqui, Max... Se isso for uma espécie de armadilha, eu vou dar uma porrada tão forte na sua cabeça que sua coluna vai sair pelo seu cu. Você está entendendo?


Fiquei focado no moleque esperando que ele fosse falar mais sem a necessidade de perguntar, mas pelo jeito não iria rolar. Vou até a bancada mais uma vez, confiro como estão amoladas as facas quando escuto um baque seco do lado de fora e a porta começar a se mexer. “Que merda Charlie...”


– Ninguém te ensinou a bater antes de entrar não? Vamos... Vamos sair daqui. E eu já volto... – Disse por fim olhando para os dois.


Saio puxando Jamie pelo braço e carregando a mulher para fora dali, passo pela porta, fecho e coloco Charlie sentado na frente, agora já voltando a ter forças para agir.


– Não fale, dê uma bifa e pronto... Ninguém mandou cair nas graças de uma moça.


Olho para Jamie e vou com ela até o balcão do bar.


– A que devo essa bela aparição, Jamie?

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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Jamie Mitchel em Ter Jan 28, 2014 8:20 pm

Flashback


O arquivo desliza sobre a mesa em frente á Alexcia que friamente baixa o olhar rapidamente para o arquivo e volta para o homem a sua frente que se distanciava da mesa parando em frente a grande janela de vidro olhando para o horizonte.
 
- O que é isso? Diz ela conversando com o homem em russo.
 
- Isso, é seu próximo trabalho. Ele dá uma pausa para dar um longo gole em seu drink e volta a falar. – Aparentemente temos um problema, alguém que não sabe quando parar de meter o nariz onde não deveria. Sendo assim, ele deve desaparecer.
 
- Não se preocupe, ele não será mais um problema.  Friamente Alex abre o arquivo escaneando rapidamente as informações da primeira página, na verdade a única coisa que precisava saber era o nome. Pegou a foto do rapaz e olhou fixo para a mesma memorizando a face de seu próximo alvo. Em seguida ela devolve dentro do arquivo dando as costas e caminhando até a porta. O homem ouvindo os passos da mulher se distanciar e o arquivo ainda sobre a mesa chama sua atenção.
 
- Não está esquecendo algo?
 
- As informações são irrelevantes, eu só preciso de um rosto.  Disse ela ainda caminhando em direção a porta sem nem mesmo ter o trabalho de se virar para encarar o homem.
 

Fim do Flashback
 
Jamie permaneceu encarando o homem preso a cadeira por alguns segundos deixando até mesmo escapar um sorriso de canto voltando sua atenção  para a muralha em sua frente.
 
- Até me ensinaram a bater na porta, mas havia um obstáculo entre eu e a porta, eu juro que bati antes e soou até uma campainha. – Ela ia dizendo enquanto era praticamente arrastada por Latrell para fora da sala.
 

– Não fale, dê uma bifa e pronto... Ninguém mandou cair nas graças de uma moça.
 
- Devo dizer que você precisa de uma segurança melhor, esse seu porteiro ai por sinal grita feito uma garotinha. Brincou ela sobre o cara de quem tinha acabado de deslocar o braço. – Vejo também que seu bom gosto permanece, quem são os bonitões com quem você estava tendo uma festinha? Ela se senta em um dos bancos ao lado de Latrell assim que chegam no bar.
 
– A que devo essa bela aparição, Jamie?  
 
- Não tão bela como eu gostaria. Brincou. – Eu sei que não dou as caras a tempos, mas você é a única pessoa que eu conheço que pode me ajudar. Preciso de um lugar para ficar, um meio de fazer dinheiro , armas, aliados e claro informações. O que me diz? Ah, e por falar em informações ... –Ela deu uma pausa olhando ao redor para se certificar se não havia ninguém prestando atenção na conversa, o que seria quase improvável  considerando o horário, todos já deveriam estar em ou bem próximo de Valhalla.
 
Em um tom de voz que fosse audível somente para Latrell ela volta a falar. - ...Por chance você sabe se algum museu de Vancouver foi roubado recentemente? Jamie estava em Vancouver por algumas horas apenas, longas hora ele devia dizer, que não havia tido tempo entre um acontecimento e outro parar em um posto de gasolina para comprar o jornal e ver as noticias enquanto tentava manter-se viva até o dia seguinte. Até aquele momento ela havia manejado muito bem, e sabia que estaria segura no Cordeiro, só não sabia até quando, pois ela não acreditava que as regras do Cordeiro se aplicaria para aqueles que queriam fervorosamente arrancar sua pele ainda viva.
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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Grazir Mythrys em Qui Jan 30, 2014 10:49 am

-When freedom burns/The final solution/Dreams fade away and all hope turns to dust… -cantarolava Grazir observando o garoto falar. E como falava, sem dizer nada. Mesmo assim soltou um nome, o que já era suficiente para Latrell. Isso ficou bem perceptível assim que a mulher chegou botando moral no cordeiro. Knight não se recordava dela, na verdade, nem se deu ao trabalho de prestar atenção na mulher. O que o preocupava era o rapaz.
 
A recém-chegada aparentemente ‘especial’ e com necessidade de cuidados psiquiátricos é levada para fora pelo rastreador. Os olhos de Grazir expunham uma vontade ardente de cometer diversas atrocidades, entre elas uma que ele gostaria de experimentar. – Não me leve a mal, moleque. Você foi enganado? Então seu chefe quer que você odeie muito ele. E eu sou responsável por gerar esse ódio. Vamos lá, vou explicar as regras.
 
Ele então pegou uma cadeira simples de madeira, e a arrastou até em frente ao garoto. Pegou também o sanduiche esquecido por Latrell e começou a comê-lo em frente ao rapaz. – Existem 28 partes facilmente deslocáveis em suas mãos. 14 em cada. – de pouco em pouco ele parava, mordia e mantinha-se falando enquanto mastigava o seu lanche - Cada uma delas vai doer pra cacete a cada vez que eu deslocar. Você vai estar agonizando antes de eu chegar até a segunda mão, está me entendendo? Não adianta nem pedir. As três primeiras eu vou deslocar como garantia da veracidade em suas palavras, sacou? Só que tem um problema... Se eu não acreditar, ou ao menos suspeitar que esteja mentindo pra mim, vou quebrar mais três. E a cada respostas que me desgoste vai lhe custar mais e mais falanges das mãos. Se acabar suas falanges e eu não tiver acreditado... Eu vou arrancar suas mãos fora, jogar você no mato e te caçar.
 
-Espero que estejamos entendidos. – diz Grazir finalizando e se levantando. O cavaleiro escarificado coloca o sanduiche na de volta a mesa próxima e se dirige ao rapaz. Ele se encaminha até a mão esquerda do mesmo e segura a primeira falange do mindinho de Max. Lentamente Grazir a torce deslocando-a. Gritos seriam inevitáveis, talvez ele aguentasse a primeira, mas as próximas seriam cada vez piores. A próxima falange do mindinho começa a ser torcida para o lado oposta a primeira, até ouvir-se o estralo. – Não se preocupe, depois você ajeita isso. – Sadicamente Knight sorri enquanto se diverte com a tortura. Não pelo fato de ser uma tortura, mas pelo fato de que Max pode estar atrapalhando-o de encontrar Sam Huuz, e essa seria sua vingança. Nada é mais doce que a vingança para um homem vivido em raiva. A próxima falange do mindinho começa a ser dobrada lentamente.
 
-Quero saber... Quem pode ter sequestrado Sam Huuz. – ele torce completamente deslocando a ultima falange do mindinho – Você está entendendo? Quem sequestrou o garoto Huuz. Aproveite e me diga o ‘por que’ iriam querer aquele garoto.
 

Latrell teria um pouco mais de misericórdia, considerando que ele já havia aberto a boca, mas não é assim que funciona a mente do Knight que vaga pelas sombras do Bosque. Perder o movimento de alguns dedos temporariamente não seria grande coisa para aquele garoto...

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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Grazir Mythrys em Qui Jan 30, 2014 1:07 pm

Rolando dado atrasado. xD

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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Mestre do Jogo em Qui Jan 30, 2014 1:07 pm

O membro 'Grazir Mythrys' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Maximillian Santori. em Qui Jan 30, 2014 1:14 pm

- Hehehe.

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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Mestre do Jogo em Qui Jan 30, 2014 1:14 pm

O membro 'Maximillian Santori.' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

'Dados' :

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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Vancouver em Qui Jan 30, 2014 1:52 pm

Dados de Grazir = 3
Dados de Maximillian = 5

Dado maior = vantagem.
Se Max desejar pode mentir, Grazir não saberá se é real ou não a reposta.
Em outra ocasião, Grazir pode tentar fazer a pergunta de forma diferente para confirmar qualquer coisa. 

Bom jogo a todos.
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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Maximillian Santori. em Dom Fev 09, 2014 11:02 pm

-Vai perder a graça com esse moleque, Grazir. Ele não aguenta um tapa. Deve ser bem fácil arrancar informação dele. Não sei se seria um bom informante, talvez o Lucien tenha entregue a carta a um moleque que ele sabia que ia fazer o papel de besta, entregar o nome dele e da filha e conseguir nos atrair pra alguma espécie de arapuca. O que você acha?
 
Max ficou em silencio olhando para os brinquedos de Latrell sobre a mesa. Em seu pensamento ele gargalhava. – O Lucien não me mandou como informante, só queria me tirar da jogada. Como disse minhas intenções e mesmo assim estou amarado a essa cadeira enquanto vocês perdem tempo comigo, quem vocês procuram está a solta pelas ruas de Vancouver. Eles não estão fazendo as perguntas chaves, mesmo depois de eu ter dado pistas importante sobre Lucien, amadores. Pensava Max analisando toda situação diante de seus olhos.
 
Encara então Latrell com uma expressão seria, mesmo quando por dentro estava rindo, mesmo Max sem ter ideia de que Lucien havia lhe enganado pedindo que entregasse aquela carta a Grazir, ele havia conseguido colocar as peças juntas, será que não estava óbvio para eles o que eles tinham que fazer para conseguir o que eles tanto buscavam?
 
- Olha aqui, Max... Se isso for uma espécie de armadilha, eu vou dar uma porrada tão forte na sua cabeça que sua coluna vai sair pelo seu cu. Você está entendendo?
 
Ele responde com o silêncio, apenas confirma com um balançar de cabeça. Enquanto isso parecia que o rapaz que guardava a porta estava com dificuldades. Assim que a porta se abre, Max inclina um pouco a cabeça para o lado curioso para saber quem estava causando problemas do lado de fora da sala. Foi quando reconheceu a morena que adentrava, e num sussurro que nem mesmo Grazir que estava perto dele escutou ele pronuncia seu nome. – Alexcia.
 
Encara a mulher enquanto seus pensamentos começam a revirar formando um emaranhado de dúvidas. – Espero que o Lucien, não esteja envolvido nisso. O que ela está fazendo no Canada? A Máfia Russa ainda está me caçando. O Olhar expressivo de Max deixa claro que ele estava curioso sobre a mulher.
 
Latrell tira Alexcia da festa particular, Max encara Grazir com uma expressão calma e um tanto estranha. - Não me leve a mal, moleque. Você foi enganado? Então seu chefe quer que você odeie muito ele. E eu sou responsável por gerar esse ódio. Vamos lá, vou explicar as regras.
 
Max não estava mais sentindo as mãos nem os pés, estão dormentes pelo longo tempo que passou sentado na cadeira e amarrado. Suas mãos estavam moles, não conseguia mexe-las e seus pês começavam a formigar. Em seus pensamentos Max debochava de Grazir. – Lucien, meu chefe? Ria internamente. - Esse cara não escutou nada que disse até agora. Fui enganado pelo o Lucien isso não é vergonhoso ele passa anos se enganando sobre a morte da sua esposa.
 
Max observa Grazir comer enquanto o mesmo explicava as regras. Conhecia bem aquele método de  interrogatório e mesmo suas mãos e pés estando dormentes sabia que não seria poupado da dor. Ele continua encarando e acabou por segurar um sorriso assim que Grazir finaliza as regras.
        
- Já estou sendo caçado, mas sei que pode fazer melhor. Pensou ele ainda encarando Grazir com uma expressão séria e calma. – Entendi suas regras. Segue Grazir com olhos se posiciona próximo a mão esquerda de Max e lentamente ele torce a primeira falange do mindinho, então a próxima agora para o lado oposto da primeira. O homem parecia estar se divertindo com a brincadeira, era possível ver a satisfação em sua expressão.
 
Max não demonstrou muita dor, não gritou ou gemeu apenas rangeu os dentes mantendo sua boca fechada, podia observar somente sua mandíbula ressaltar. Encarou a sua mão a sentindo a formigar engoliu a saliva e voltou a olhar para o Grazir.
 
Não se preocupe depois você ajeita isso.
 
Max responde com um olhar serio. – Não estou preocupado com isso. A única preocupação de Max naquele momento era descobrir o que havia acontecido com ele nas últimas 24 ou 48 horas, sobre seu raptor e aquelas criaturas.
 
As perguntas de Grazir foram um tanto comum, mas ele estava agido de forma errada. Max já tinha dito sobre o Lucien e sua forma incomum de pensar. - Quero saber... Quem pode ter sequestrado Sam Huuz. Novamente o Grazir tortura o Max. - Você está entendendo? Quem sequestrou o garoto Huuz. Aproveite e me diga o ‘por que’ iriam querer aquele garoto.
 
Max puxa o ar para os pulmões segurando por alguns segundos e solta o ar lentamente. – Varias pessoas poderiam ter raptado o garoto. Max sente o vento passando pelo o seu rosto. – O Mandante do rapto pode ter sido o Lucien, não tenho certeza, mas ele sempre escolhe as suas cobaias. Max olha para a sua mão respira devagar pensa um pouco antes de responder. – Os motivos dos raptos já aconteceram nos anos 90, mas foi na África, crianças africanas desaparecendo para uma experiência chamada “Soldados- Paranormais.” O Governo Americano prenderam os cientistas e alguns pesquisadores e roubou as informações.
 
Max da uma pausa. – Então mais tarde tentando usar essa pesquisa para o bem da América, mas algo deu errado e a Cia teve que matar todas as cobaias e desaparecer com os cientistas, mas não todos. A voz de Max era seria. Poucos tinham acesso aqueles informações e os que sabiam morreram em acidentes estranhos.     
 
Depois da morte da esposa do Lucien, Max encontrou um diário escondido no fundo falso do guarda-roupa. Ela também era uma cientista que trabalhou no projeto junto com o Lucien por isso ele havia descoberto muitas informações e pistas do assassinato de sua esposa, Lilian.
 
 - Lucien escapou e agora o governo militar secreto com a tecnologia de hoje, estão reativando o projeto, e o garoto está no meio disso tudo. Max da uma pausa e olha para  Grazir. – Vou repetir até você entender, não tenho intenções de ajudar Lucien, ele é totalmente maluco e as intenções que ele pode ter não me agradam.
 

Max respira fundo calmamente. – Mesmo eu dizendo a verdade não acho que vai parar de me torturar, você parece estar se divertindo mais do que deveria. Vai continuar até a dor me fazer mentir. Eu e você estamos perdendo tempo.  


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