O Cordeiro Massacrado

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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Jack Latrell em Ter Fev 11, 2014 3:55 pm

- Não tão bela como eu gostaria. Eu sei que não dou as caras a tempos, mas você é a única pessoa que eu conheço que pode me ajudar. Preciso de um lugar para ficar, um meio de fazer dinheiro , armas, aliados e claro informações. O que me diz?

– Continua dando um caldo, qualquer hora que precisar de um PA estou disponível. É, pelas minhas contas, mais de ano. Não vou perguntar por onde andou, mesmo porque com isso acabaria sabendo o que andou fazendo e tudo mais em pouco tempo... Enfim. Lugar... Aqui. – Pego uma chave, a chave do último quarto do Cordeiro, um dos melhores, quer dizer, um dos mais conservados. - Dinheiro... Terá que trabalhar pra mim, começar limpando o bar todas as noites é um jeito legal. Não posso simplesmente te dar mais vinte mil e você sumir outros anos. Armas, isso é extremamente fácil, aliados e informações... Podemos conversar, Jamie. É tudo questão de como faremos isso. Obviamente com o tempo você verá algumas coisas que acontecem por aqui, e entenderá o motivo de conseguirmos tantas informações, isso é questão de tempo, lógico...

- Ah, e por falar em informações... Por chance você sabe se algum museu de Vancouver foi roubado recentemente?

Aí está algo que eu não sabia ainda. Será que ela tinha aprontado alguma? Será que conhecia alguém que pudesse assaltar o museu? E por que ela perguntaria isso?


– Não sei de nada... O que aconteceu Jamie?

Fico com os olhos vidrados no dela esperando que me fale o que estava acontecendo, ou então seria obrigado a começar a distribuir prêmios por informações, e não seria interessante. Tenho que achar Lucien, Gillian, Sam, e isso tudo no menor tempo possível. Claro que é algo tranquilo de se fazer, mas em curto tempo achar três pessoas é complicada, quem dirá achar três, salvar duas, matar uma, e ainda ter tempo para descobrir o que eles tem a ver com o tal assalto que pode ou não ter acontecido no museu. Mas se está falando de assalto em museu... Espera. O Dalton tinha em mãos um artefato, será que... Não, ele não seria capaz disso, sem contar que está muito errado para ser apenas um assalto a um museu. E com o gosto que ele tem por coisas raras, certamente ele poderia ter algo de diferente ali, mas não algo do museu. Quem sabe até uma peça de arte que interessaria ao museu, mas nada além disso.

Jamie sabia de algo, certamente ela sabia de algo, e era questão de tempo até que ela começasse a falar e dizer tudo o que eu precisava saber para começar a descobrir mais sobre esse mistério maluco que ela colocou no ar.

Obviamente teria tempo para falar com ela, mas precisava ao menos de um adiantamento no assunto, afinal de contas, também tenho Max e Grazir para conversar...

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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Grazir Mythrys em Qui Fev 13, 2014 1:02 pm

Sempre fora típico de Grazir ouvir tudo o que lhe diziam sem interrupção alguma. Poderia ser o algo mais importante dessa era, ou a informação mais inútil dos últimos cinco milênios... Ele não gostava nem um pouco da ideia de interromper. Pacientemente ele deixou que as palavras de Max alcançassem seus ouvidos, sem demonstrar mais raiva que o normal, ou tédio sequer. Cada palavra que entrava em sua mente era analisada e estudada. E ao final, um breve sorriso preencheu seus lábios, sua cabeça de moveu levemente para a direita e depois para a esquerda, um sinal claro de reprovação.

-Você sabe de mais, Max. Até sobre assuntos que você não faz ideia do que significam... Por exemplo... Eu. – Grazir toma em punhos um pequeno martelo. Girando-o, ele mantêm-se a falar – Quais foram minhas questões, Max? – Grazir não o aguardaria responder, na verdade, ele só o queria fazer refletir sobre o que ele acabou de latir...

A parte de trás do martelo é usada contra o ombro esquerdo do rapaz, encravando em sua carne. Em seguida, Grazir o puxa de forma imprudente, agravando ainda mais o ferimento. – Perguntei quem pegou o garoto... Você deu uma meia resposta. Adorável, repetiu o que eu já sabia. Não quero o nome do mandante, quero o nome do captor. – um soco é desferido contra o rosto de Max, agora – Perguntei o por que pegaram Sam Huuz, não crianças africanas ou o caralho que for. – uma série de golpes contra o rosto do garoto é aplicado – Max, você não pensa? Nos cinco minutos que conversamos já deveria ter clareado sua mente. Não gosto de histórias longas... Apesar de me forçar a ouvi-las. Você acha que eu ligo pra Cia ou soldadinhos mutantes? Preste atenção, Grazir Mythrys não dá a mínima para o que não está dentro do Parque de Vancouver. Você, a Cia, seu CHEFE. Você é tolo e desatento, Max... Latrell tem razão, você não presta nem pra ser interrogado. – refletindo sobre a vida do garoto, sobre a possibilidade da raiva consumir sua mente a arrancar o pouco que restou de Max, Grazir tenta se acalmar, respira fundo e lentamente.

Ele joga o martelo no chão, e se retira do local, voltando ao bar. Se aproxima do negro que conversava com a mulher de outrora. Agora com um grande alívio exposto em sua face ele se põe a chamar atenção de ambos. – Desculpe interromper. – dizia ainda se aproximando, respeitando a privacidade de ambos. Grazir não queria nenhuma informação extra para seus ouvidos essa noite. O pouco de sangue em seu corpo poderia passar batido aos que não prestassem atenção, e isso seria mais que o suficiente. – Latrell, vou abrir a gaiola. O pequeno pardal não vai cantar direito de qualquer jeito... Volto em quarenta minutos, tudo bem? Não saia daqui sem mim. – ele olha para a mulher – Moça... – Grazir faz um gesto de reverência para ela antes de sair do local, caminhando em direção ao seu carro, o qual levaria aos fundos do bar para aprontar a saída de Max.

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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Jamie Mitchel em Sex Fev 14, 2014 6:14 pm

Flashback

Longos e exaustivos treinamentos eram necessários para momentos como aquele. Ter sangue frio e agir naturalmente respondendo perguntas que podem ou nao salvar sua vida, um deslize apenas e terá seus miolos formando uma bela arte contra a parede.  Alexcia  tinha uma arma contra sua cabeça, três homens ao seu redor e se chefe a sua frente. Se estado era deplorável, enxarcada, machucada , exausta, mas viva. Mantendo seu olhar fixo no velho a sua frente com uma expressão de poucos amigos. 

- QUEM É VOCÊ?? Esbravejou o velho em russo estando apenas dois sentimentos de seu rosto.

- Alexcia Volkova... –  As palavras sairam dentre os dentes  que rangiam devido a ira que tentava conter. – Achei que já haviamos estabelecido um certo nível de confiança da primeira vez que jogamos esse joguinho.  

- As coisas mudam. 

Não importa quantas vezes quiser jogar esse joguinho,  eu sempre serei a mesma acredite você ou não, portanto, você acaba de vez com sua dúvida e pede para esse macaco puxar o gatilho ou me deixa terminar o trabalho que VOCÊ me confiou. 

Sentiu sua cabeça se mover quando o “macaco” pressionou a arma contra sua  tempora . Em seu momento de ira Alex vira a cabeça rapidamente em direção ao homem e cospe em seus sapatos. Deixando o ainda mais irritado o homem envolve o pescoço dela  com uma das mãos fortemente enquanto manter a arma contra sua cabeça. Mesmo estando com suas mãos e pés livres para poder reagir, ela no o fez, não por que estava em menor número e sim por que provaria que não era confiável. O velho prontamente levanta a mão direita pedindo que o homem se afastasse. Tudo indicava que ela viveria mais um dia.

Fim do Flashback

Latrell era a única pessoa naquela cidade em quem podia confiar, especialmente em relação a certos assuntos. Sem contar que mantinham um acordo ela não fazia perguntas sobre o trabalho de Latrell e ele não perguntava nada sobre o dela, havia funcionado bem durante todos esses anos. 

- Continua dando um caldo, qualquer hora que precisar de um PA estou disponível.  Ela não conseguiu segurar o riso. Balançou a cabeça de um lado para o outro levemente . 
– Você não muda mesmo, mas vou manter minhas opções em mente. Ela dá uma piscadela para o negro que volta a falar. 

– Pelas minhas contas, mais de ano. Não vou perguntar por onde andou, mesmo porque com isso acabaria sabendo o que andou fazendo e tudo mais em pouco tempo...Enfim. Lugar...Aqui.  

Ela pega a chave das mãos de Latrell e agradeçe. Em nenhum momento Jamie achou que teria que colocar os pés fora do Cordeiro para se instalar em qualquer outro lugar, muito menos para trabalhar, assim como tinha certeza que seu trabalho não ficaria limitado apenas em limpar o bar no final da noite, afinal, com Latrell nada era tão simples quanto parecia, havia muito mais por trás daquele homem do que outro homem eventualmente. Deixar Vancouver não era mais uma opção.
 
– Dessa vez não penso em ir a lugar algum, a diversão está toda em Vancouver, portanto você terá uma nova funcionária e hospede, pode contar comigo pro que precisar.    

A pausa dada por Latrell antes de responder sobre o roubo de algum museu, fez com que Jamie pensasse que talvez ele não soubesse de nada, pois pareceu um tanto surpreso com a pergunta , o que confirmou com a pergunta seguinte. 


– Não sei de nada... O que aconteceu Jamie?  Jamie encarou Latrell por alguns segundos, será que ele não sabia mesmo  ou não diria por não estarem em um lugar privado? Achou melhor limitar as palavras sem detalhes dos acontecimentos. 

– Digamos que algumas pessoas parecem estar a procura de algo. Sussurrou ela após se aproximar um pouco mais de Latrell, deixando a entender de que ela não daria muitos detalhes naquele momento , não que ela tivesse muitos.  Ela se afasta encarando Latrell e vê o homem que estava na sala com Latrell anteriormente se aproximar. Percebeu respindos de sangue em sua roupa, afinal era difícil não olhar para o rapaz, assim como era difícil ignorar certos hábitos. Jamie virou para o balcão assim que o homem se aproximou, não queria parecer intrometida, mas manteve os ouvidos atentos na conversa. Parecia que alguém havia se dado mal, mas pelas palavras do homem ditas a Latrell o homem não havia sido eliminado e certamente teria algo mais para se preocupar.  Aguardou pacientemente  até que ele terminasse de falar com Latrell antes que ele se retirasse o rapaz fez uma referencia para Jamie que responde com um leve balançar de cabeça. – Estranho.  Disse ela em um ton de brincadeira para o rapaz enquanto observa ele se afastar. 
 
– Vejo que vai dar umas voltinhas, muito bem acompanhado por sinal. Jamie volta seu olhar para Latrell. – Não quero te segurar mas do que o necessário, afinal minha noite de Gata Borralheira está para começar muito em breve. Sorri.
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Laurent post nº 1

Mensagem por Laurent D`Anjou em Sab Fev 15, 2014 12:08 pm

Faz alguns anos... desde que cheguei em Vancouver.

Eu vim ainda criança para cá com a esperança de encontrar meu pai, dele quase nada sabia e como podia se esperar a minha busca não passava de um sonho infantil e como tantos outros deixado de lado conforme se vai crescendo. Nas minhas aventuras nessa cidade conheci muitas pessoas, algumas furtei e outras cativei, mas para a maioria eu não passava de mais um maldito pedinte.

Nessa época fui realizar um furto dentro do hall do hotel, como uma águia vi minha presa, um dos hospedes entrou colocando no bolso do paletó o que parecia ser a carteira, utilizando-me de bolinhas de gude, um spray e muita sorte lancei-me contra ele, sem grande dificuldade o derrubei e o roubei, um senhora ainda tentou segurar-me, mas sua tentativa foi em vão e os membros da segurança foram facilmente enganados. O mais surpreendente é que ao invés de ter afanado mais uma carteira, eu tinha pego uma caixinha cheia de diamantes e eles me foram muito úteis nesses anos.

Mas Vancouver não é apenas uma campo de caça, onde as pessoas vem para "matar ou morrer" em pró de suas ambições, existem pessoas boas por cá também e foi graças a uma delas, que ganhei um lar. Uma senhora, que trabalhava na "Vancouver Art Gallery", resolveu dar-me atenção, ela via que eu costumeiramente ia para lá e ficava a admirar as obras de arte, uma amizade surgiu entre nós e passado algum tempo resolveu adotar-me. A experiência foi difícil, pois eu era arredio. Todavia, ela acreditou que poderia cativar-me. Com sua ajuda me tornei algo melhor do que um punguista e com os diamantes montei minha pequena galeria, denominada "Toca do Esquilo" e lá vendo objetos antigos, moveis rústicos e artesanato de origem indígena, não é á toa, que ela se localiza próxima a "Taverna do Cordeiro Massacrado".

Após um dia de trabalho fecho minha loja, vou até a taverna, entrando no local, o ambiente aparenta esta conturbado, aparentemente uma briga acabou de ocorrer no local, isso não é novidade, mas não quero ser o próximo a levar um soco e cuidadosamente vou até o balcão e digo: - Uma cerveja canadian.- O meu sotaque já não é mais forte, como era quando garoto, não raro as pessoas pensam que sou de quebec.
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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Jack Latrell em Seg Fev 17, 2014 1:43 pm

 – Latrell, vou abrir a gaiola. O pequeno pardal não vai cantar direito de qualquer jeito... Volto em quarenta minutos, tudo bem? Não saia daqui sem mim. Moça...


Olho para Grazir e compreendo o recado. O moleque realmente nada iria fazer. E isso é algo que  eu já sabia de certa forma.


Sem prestar atenção direito nas palavras de Jamie olho para a mulher e deixo minha última ordem antes de sair:
 
– Sem armas no Cordeiro, caso alguém aparecer e quiser bancar o engraçadinho, use a doze. Está aí embaixo no balcão. Cuide para que nada de diferente aconteça. Sei que consegue fazer e sabe o que estou falando. Vou acabar investigando esses últimos fatos, mas primeiro preciso de um tempo para acertar as coisas com o Knight aí. Bem, espero que esteja tudo ok. Volto no máximo amanhã pela manhã com isso resolvido. – Viro as costas saindo de perto de Jamie quando lembro a última coisa. – Jamie... Faça questão de saber o nome de cada uma das pessoas que aparecerem aqui. Mesmo que de mentira. Fale que precisa da identidade para vender, que é novata, não sei. Saiba o nome de cada um. –Volto novamente perto de Mitchell, dou um beijo no canto da boca da mulher e saio.


Vou para o fundo  e pego um revólver, munição duas adagas e um machado. Coloco tudo em uma mochila e embrulho o machado em um cobertor. Passo novamente pelo bar caminhando até a caminhonete, colocando tudo atrás do banco do motorista e do passageiro.


Volto para a cadeira onde está o menino com os dedos quebrados, o ombro sangrando e o rosto castigado, certamente ele precisaria de ajuda médica. Coloco um cartão em seu bolso com meu telefone, não meu nome. Tiro o garoto da cadeira, limpo o rosto e o ombro tomando o devido cuidado de suturar o ombro machucado, colocar panos quentes em seu rosto limpando e tirando o inchaço. Gelo de leve para combater os possíveis hematomas, e para terminar o serviço dou-lhe duas pílulas de analgésico. Entrego uma chave do bar para que ele possa dormir ali sem interromper mais ninguém. Esse estaria de quarentena, ao menos por um tempo.


Pego a chave da caminhonete, olho para o relógio, era hora de Grazir chegar, dou a volta até a entrada do bar, e espero até a chegada do homem.


– Pontual... Entre. Já sei por onde começaremos. Vamos ao primeiro lugar adorado para cativeiros em Vancouver. Vamos para o Bosque Shadow. No caminho tenho que lhe fazer algumas questões e obviamente espero que responda com clareza e calma.


Enquanto no som da caminhonete nada é tocado a porta é aberta e o novo parceiro entra. Era hora de começar a agir.


– O caminho é longo o suficiente para conversarmos, Grazir. Em algum momento de sua vida, já imaginou por que tantos homens somem? Por que motivo há tantas mortes sem explicação e por fim, por que nenhum corrupto é preso? Garanto que não é por dinheiro essa última. Já imaginou?


Espero a resposta do homem.


– Eu também acreditava mais ou menos nas mesmas coisas... Sabe por que Lucien iria querer um garoto como Sam? Ou imagina que relação a tal Gillian tem com a coisa toda?


Espero o início de sua resposta e então sou obrigado a entrar no meio de seus pensamentos.
 
– Há muito mais coisas entre o céu e a terra que possamos imaginar, caro Knight. Alguma vez já viu algo que não fosse normal ou comum? Tem algum relato de um monstro, de algo sobrenatural, algo assim? Qual é?? Você, policial, teve ter visto muita coisa. Vamos, conte... Temos tempo, e garanto que respondo suas questões assim que possível, com a mesma sinceridade a qual estou sendo respondido.


Após a conversa passo a mão na mochila atrás do banco. Passo para Grazir.


– Acho que isso dá para enfrentar o que vamos enfrentar...

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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Grazir Mythrys em Qui Fev 27, 2014 3:44 pm

O som de cada capsula sendo colocada é o portal pra memórias que vagueiam pela mente do cavaleiro. Ao final, ele puxa a trava lentamente, ouvindo engatilhar da primeira capsula. A arma está pronta para arrancar vidas. Grazir joga a arma em um saco largo de couro, grande o bastante para portar a mesma por inteira. Ele caminha até o seu armário, retira um manto negro pesado junto ao cabide e se troca logo em seguida. Uma enorme bota com bico de aço e calças reforçadas. Quase um guerreiro florestal, adaptado em uma floresta de pedras cheias de humanos.
 
Ele sai apenas com isso e uma caixa com munição para o rifle pesado de caça, nada mais. Entra na viatura e segue para o Cordeiro. Ali estaciona, lembra-se de jogar a caixa de munição dentro do saco de couro e segura pendurado no ombro. Sai do carro, e dá de entrar no local, vendo Latrell o aguardando. O homem fala para ir até a caminhonete, e ele o segue...
 
-Tudo bem... – indica Knight não se importar com qualquer pergunta que ele tenha em mente, antes de adentrar o veículo e aguardá-lo dar a partida. Quase sem tempo para qualquer coisa, o que ele pode fazer é só sentar e aguardar sairem de perto do Cordeiro, e a pergunta já havia sido feita.
 
-Latrell, eu sou um homem simples. – responde – Posso ter algo de excêntrico, mas não vou muito além. Eu não me foco em perguntas de grandes proporções. Até hoje só o que me fez realmente querer respostas foi... Proteger aquela mata. E fazer o meu trabalho... Ajudar o pouco que posso.
 
Latrell se mostra estranho para Grazir, pela primeira vez em muito tempo. Suas questões eram vagas, e desafiavam o entendimento agnóstico de Grazir.
 
-Latrell, não estou entendendo o qu-... – o policial é interrompido pela fala do homem. Mais questões vagas e perdidas... Sem grandes fundamentos os qualquer coisa do tipo.
 
-Não sei onde quer chegar, mas... O pouco que tenho de informação, referente principalmente ao Bosque Shadow e Parque Nacional, corpos retaliados de tempos em tempos. Ouvi dizer uma vez de uma dissecação... E... – Grazir dá uma pausa, lembrando-se do dia em que foi escarificado. Marcado pelas garras de uma criatura enorme, grande como um urso, mas... Diferente... Não! Tinha que ser um urso... – E é só... – concluiu, pegando em mãos a mochila de Latrell. Em seguida, questionando-o – Você sabe o que vamos enfrentar?... O que tem na mochila?... – Knight aguarda enquanto seus olhos perdem o foco encarando a mochila de seu companheiro...


Última edição por Grazir Mythrys em Qua Mar 26, 2014 12:31 pm, editado 4 vez(es) (Razão : vish, 1- não saiu a cor, 2- formato bugou, 3- não deu certo minha tentativa de arrumar, 4 - vamo vê se agora dá..)

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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Maximillian Santori. em Sex Fev 28, 2014 9:41 pm

Assim que a tortura acaba, seu rosto estava doendo pelos muros e seu ombro  sangrado manchando sua camisa. Ele segue Grazir com os olhos e escuta a porta se fechar atrás do homem.
 
Ele abaixa a cabeça e respira fundo tentando controlar sua dor e a raiva; da um sorriso marroto que se descontrola e se transforma numa gargalhada insana.
 
- O que está acontecendo com a minha vida. Disse ele voltando ao normal. Era quase impossível ver Max naquele estado deprimente ainda respirando fundo, perdido em seus pensamentos. – Vampiros, sombras do passando aparecendo, e uma bela tortura ao luar.
 
- Isso me faz lembrar da minha adolescência, poderia ter dois caminhos... Ele para um pouco,  a dor de sua mão e ombro começavam a incomodar. Ele segura o gemido de dor. – Seguir a máfia da minha adorável família... Ele da um sorriso sarcástico. –...ou ser um policial. Ele volta a olhar para os brinquedos de Latrell. – Quando comecei a trabalhar na policia, tinha um motivo, um propósito de defender os civis e o estado.
 
Ele engole a saliva e volta à conversar sozinho. – Depois que entendi como realmente funciona a policia a primeira reação foi frustrante, defender o estado virou piada o meu propósito simplesmente morreu. Alguns casos começaram a ser passados para mim, não eram casos simples, envolvia máfias, empresários conhecidos da mídia, atores e atrizes famosos.
 
- Quando recolhia pistas e informações suficientes para prender os criminosos, recebia uma carta me intimidando ou tentando me subornar. Em um dos casos o ator era conhecido, estava em um filme de grande sucesso, o empresário não queria essa má fama para o rapaz e estava disposto me paga muito bem se o criminoso fosse outra pessoa.       
 
- Como não queria perder meu emprego ou ser morto, o próprio xerife do primeiro distrito me ordenou a alterar as provas. Ai começou a crise de certo e errado, justo e injusto.
 
Max escuta a porta abrir e depois passos pesados, era Latrell. O homem coloca uma espécie de cartão no bolso da camisa de Max. E depois cortou a cordas tirando Max da cadeira e traando de seus ferimentos e de futuros inchaços. Max achava aquilo um tanto estranho até mesmo para o Latrell. De início hesitou em deixar Latrell trocar no seu rosto, mas viu que o homem queria apenas ajudar, portanto deixou que Latrell medicá-lo.
 
Ambos permaneceram em silêncio. Assim que Max se levanta na cadeira, Latrell lhe oferece dois comprimidos de analgésico e logo depois a chave de um dos quartos. Max olha para Latrell agradecendo-o com o olhar e com o mesmo olhar se despede.
 
Caminha passando por trais do balcão e subindo a escadaria, ele encontra o ultimo quarto o mais reservado do cordeiro abre a porta com a mão esquerda com certa dificuldade. 
 
Assim que ele abre o quarto e adentra, ele tranca a porta passando duas voltas na chave. Ele tira as duas pílulas do bolso e caminha até o banheiro colocando os comprimidos na boca, abre a torneira da pia e pegando a água com a mão esquerda e leva a boca.Assim que ele ingeriu o remédio, ele caminha lentamente até a cama e desmaia de sono.


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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Jamie Mitchel em Sab Mar 01, 2014 9:45 pm



Parecia que a conversa com Latrell sobre qualquer coisa incomun em Vancouver ficaria para outro dia. Também havia ficado muito curiosa em saber o por que eles tinham um detetive preso a uma cadeira, justamente a última pessoa que Jamie queria encontrar. Na verdade não seria tão ruim encontra-lo se ela já não tivesse diversos outros problemas lhe perseguindo em menos de 24hrs. Não sabia se podia se considerar azarada ou sortuda com tantas opções de escolha para sujar suas mãos, isso se ela tivesse recursos necessários para suja-las, o que na atual situação era quase nula.  

Latrell não havia dado muita atenção para o que Jamie havia dito, apenas virou para dando algumas ordens antes de deixar o Cordeiro. Aquele lugar havia sido praticamente a sua segunda casa quando mais jovem, porém sabia bem como as coisas funcionavam por ali, mas ouviu atentamente as palavras do grandalhão que começou a se afastar quando pareceu se lembrar de algo e se voltou para Jamie. 

– Jamie... Faça questão de saber o nome de cada uma das pessoas que aparecerem aqui. Mesmo que de mentira. Fale que precisa da identidade para vender, que é novata, não sei. Saiba o nome de cada um.  

-Não se preocupe, usarei todo meu charme. riu ela enquanto recebia um beijo no canto de sua boca de Latrell. - Espero te ver inteiro pela manhã. disse ela elevando sua voz, mas tinha certeza de que ele não havia escutado. Ela riu balançando a cabeça levemente e então olha para um dos ajudantes de Latrell atrás do bar que a encarava com uma expressão de quem não estava muito contente com sua presença, muito menos a autoridade que Latrell havia lhe dado. 

-O que tá olhando? Lembresse de nascer mulher na próxima encarnação querido, temos um poder todo especial. Agora tira essa cara de jabuti faminto e vamos trabalhar né. - Mitchel se levanta do banco apoiando seus pés nas barras da base do mesmo se sentando no balcão e pulando para dentro do bar a gindo como se trabalhasse lá a anos. Um dos lados bons de seu trabalho, ou podia dizer antigo trabalho, é que se aprendia um pouco de tudo. Já havia perdido a conta de quantos "trabalhos" já teve, secretária, advogada, eletricista...os mais diversos, dos mais chatos aos mais divertidos como animadora de festa. Só não é tão divertido quando está tentando fazer seu trabalho e te dão uma fantasia de leão para usar e certos diabinhos decidem puxar seu rabo.  

Enquanto andava pelo bar atendendo os clientes e limpando as mesas desocupadas, Jamie fazia exatamente o que Latrell havia dito e tentava saber o nome de cada um ali. Foi quando viu a porta dos fundos se abrir, então ela parou e se misturou com alguns bebados de uma das mesas e segue o homem com os olhos, vendo que ele subia as escadas que dava acesso para os quartos, Jamie deciciu segui-lo quando sentiu um tapa em seu traseiro. Sua primeira reação foi se virar e segurar o homem pelo pescoço. vendo que era apenas um dos porcos bebados ela sorriu falsamente para o homem.  

-Faça isso de novo e vai sentir esse charuto descer pela sua garganta. Outro sorriso e ela solta o homem seguindo em direção a escadaria e pode ver o homem entrar em um dos quartos sem entender absolutamente nada, uma hora ele está amarrado em uma cadeira e logo apesar de machucado ele parecia estar limpo e tinha um quarto, no que será que Latrell e o tal Knight estavam trabalhando? Ela fica pensativa por alguns segundos, mas deixa seus pensamentos de lado e volta para o bar lavar os copos e manter sua atenção em novos rostos pelo bar.
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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Samantha Nuñes em Dom Mar 09, 2014 9:26 pm

Um morto, dois idiotas perdidos, um com um grave ferimento, dois outros idiotas perdidos. E ainda acham que chegar no local de encontro somente com armas seria algo que de fato me encantaria. Mas que merda esses filhos da mãe estão pensando? Minha vontade é dilacerar cada um deles, arrancar membro por membro de cada um deles um por vez, e fazer os outros assistirem. Colocar a cabeça do último em uma morsa e prensar para que fique vivo e assista tudo pendurado pela cabeça segurando o corpo todo. Malditos sacos de sangue. Não sabem nada, não fazem nada. Simplesmente existem.

Não recebia nenhuma informação sobre a outra parte do artefato. Aquele velho lunático deve ter pego, e se fosse isso mesmo, eu teria que matar o infeliz para conseguir pegar o que me interessa tanto. Se ao menos fosse fácil encontrar a raposa Dalton e cuida de seu cão de guarda, seria mais tranquilo para todos os envolvidos com toda certeza. Mas tudo bem, um belo dia eu o encontro e faço pagar com juros compostos.

Resolvo arriscar meu pescoço e tentar achar uma brecha na defesa do Cordeiro. Atacar é a melhor defesa, pelo menos na maioria das vezes é.

– Sai daqui. To indo para o Cordeiro, cadê minhas pistolas? Ótimo, municiem para mim. Minhas facas? Certo. Avisem os outros, reunião em dois dias.

Pego minhas coisas e parto para chegar até o tal Cordeiro, segundo o estudo dos meus servos, ali encontram-se muitos informantes, e isso é algo que será muito bem utilizado por mim.

Desço perto do local, estacionando o carro ali por perto, contando com as armas repletas de munição, as facas muito bem afiadas e guardadas em locais estratégicos. Casaco de couro cobrindo meu corpo, uma bota básica, calça jeans apertada no corpo, e do alto do meu um metro e sessenta e três eu entro no bar abrindo as portas com o maior cuidado para chamar a atenção.

Olho para dentro do bar e procuro algum rosto conhecido, infelizmente nada é mostrado. O cheiro de sangue domina o ar, e vem do fundo do lugar. Pelo jeito alguém se machucou feio, ou não. Talvez uma briga, talvez um assassinato, nunca se sabe o que pode ser que tenha acontecido ali.

Aproximo-me do bar tentando escutar alguma coisa, talvez a mulher no balcão pudesse me dar informações de Dalton ou Latrell que não achava por ali...

– Boa noite queridinha. Cade os seus patrões? Ou é com você que posso buscar algumas informações?

Olho nos olhos da garota e espero qualquer reação, se por um acaso não fosse servir para nada, serviria para minha janta...

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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Samantha Addams Schimidt em Seg Mar 10, 2014 9:58 pm

[size=16.363636016845703]Aquela situação no Cordeiro estava mais do que estranha. Eu já não entendia mais nada, apenas imaginava que, com certeza, coisa boa é que não era. Treta, cara… Tinha dado alguma merda. E eu estava, definitivamente, evitando algumas merdas durante aqueles tempos. Aquelas da Alemanha, que não eram tão exclusivas daquela região, já me bastavam no momento.

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[size=16.363636016845703]Decidi sair de fininho, sem pensar em pedir informações sobre os acontecimentos a qualquer pessoa que fosse. Deixei o violão sobre o balcão, agradeci ao barman com um rápido e discreto sorriso e saí para dar um rolê de moto… Até então, estava tudo certo, antes de eu decidir parar em frente a um boteco mequetrefe, em meio às regiões mais “obscuras” de Vancouver, e comer um salgado que, com certeza, não havia sido preparado de forma tão higiênica, o que me provocou uma intoxicação alimentar do cassete, principalmente pelo fato de o salgado ter sido acompanhado por inúmeras doses de whisky.
[/size]


[size=16.363636016845703]Pilotei tranquilamente de volta ao Cordeiro, enquanto sentia uma dor no estômago infernal. Quando cheguei, estacionei minha moto no mesmo lugar de antes, e desci correndo, entrando apressadamente no estabelecimento.

[/size]
[size=16.363636016845703]Subi rapidamente até o meu quarto, correndo em meio a tropeços como uma boa pessoa levemente embriagada costuma fazer. Abri a porta do cômodo na décima terceira tentativa e, sem me importar em ao menos encostá-la. Acendi a luz e voei até o banheiro me debruçando sobre o vaso sanitário, largando a chave no chão, bem ao lado do mesmo. Meu estômago doía demais, e minha cabeça latejava como se eu tivesse passado sete dias seguidos em uma rave ferradamente bombástica.

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[size=16.363636016845703]- Maldito whisky barato… - dizia enquanto tomava folego. - Maldito salgadinho barato… - dei a descarga e em seguida, me coloquei em pé. Tudo a minha volta girava e girava… Girava sem parar e cada vez mais. Abri a torneira da pia e, desajeitadamente, fiz um longo bochecho com água e pasta dental, deixando o tubo da mesma cair sobre o chão. Lavei as mãos com sabão logo depois. - Aquela bebida… Estava mais para um álcool 70 misturado com água da pia… - resmungava enroladamente comigo mesma, ao mesmo tempo em que me arrastava em direção à cama, arrancando o sobretudo e o macacão de meu corpo durante o percurso, de forma desajeitada. - Aquela fritura mal fei-... Fritura… Uruuuurgh!... - soltei o elástico que preservava a trança bem segura e desfiz o penteado, me jogando logo em seguida sobre a cama, observando o teto que rodava sem cessar. Sem qualquer piedade para com o meu enjoo. Enquanto me sentia ainda mais nauseada, ao me lembrar do salgado mal feito.

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[size=16.363636016845703]Enquanto estava ali, entre o dormir e o ficar acordada, em um estado sonolento, alcoolizado e absurdamente mongol, me voltei ao passado, relembrando meus bons momentos com o meu irmão, um dos caras que mais me provocava saudade naquele mundo de merda. Eu realmente desejava rever aquele traste. Sorri ao me lembrar de quando eu bagunçava os seus longos cabelos, somente para vê-lo irritado. Ele estava longe sim,  fazia parte da lista de… De… Quatro pessoas que eu amava no planeta: Meu pai, meu irmão, meu namorado e Jack. Sim, eu considerava o meu gato, um ser humano muito decente. Ou quase isso. Sentia muita saudade de todos eles. E da garota que eu costumava dar uns pegas também, vai. Até que ela era gente fina.

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[size=16.363636016845703]Após uma curta gargalhada, um cansaço me atingiu de imediato, fazendo com que eu me sentisse molenga da cabeça aos pés. Juro que não tinha bebido o suficiente para chegar àquele estado crítico. Costumava ser bem forte para bebidas, uma mulher no estilo “total flex”. Aquela bebida deveria ser algum composto de urina de rato com baba de vaca. Aquele mal estar todo não era muito normal. Talvez a qualidade dos drinks do Canadá, fossem inferiores aos da Alemanha. Ou o boteco era extremamente ruim e imundo mesmo.

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[size=16.363636016845703]Tudo o que eu mais desejava naquele momento, era que meu organismo voltasse ao normal, para que eu pudesse voltar a beber, como costumava fazer a boa e “velha” Sammy. Para que isso acontecesse, permiti que, por mais uma vez o sono me dominasse, relaxando o meu corpo e colocando minha mente em repouso. Ao fechar os olhos, nada mais do que escuridão, pairava à minha frente.


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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Jamie Mitchel em Ter Mar 11, 2014 2:06 pm

Jamie se manteve atenta a todo momento que estava no bar ou caminhando entre as mesas atendendo aos bebados fétidos de plantão e também aqueles que não eram tão fétidos como o rapaz que havia deslizado um pedaço de papel com o número de seu celular no bolso da calça de Jamie. Nada como achar um "bad boy," o desejo de qualquer adolecente, não que adolecência fosse o caso, mas a idéia lhe agradava imensamente.  


Após atender uma das mesas, Mitchel voltou para o bar e mais uma vez tinha uma visão estratégica de todo o bar e algumas cabeças aqui e ali como obstáculos. Mesmo que as pessoas tentassem entrar ou sairem despercebidas, a brisa gélida das noites de Vancouver que invadia o local aliviando o ar abafado e mal cheiroso devido aos charutos, cigarros e derivados, era a deixa para que Jamie rapidamente lançasse um olhar para a porta. Havia perdido a conta de quantas vezes fizera isso durante o tempo que estava ali, era quase que automático. 

Ela entrega o drink para o homem que segura seu braço. - E ai gata, que tal um momento mais privado mais tarde, só eu e você. Diz ele com uma voz sexy tentando desesperadamente esconder que já havia tido muito mais que sua cota de álcool por uma noite. Ela faz uma careta de início, mas abriu um sorriso maroto em seguida. 

-Claro gatão, mas....-Ela dá uma breve pausa e esperou a reação do homem que se mostrou enteressado em saber o que viria em seguida. Ela mordiscou o lábio inferior de leve lançando um olhar sexy para o homem. - ...sou uma pessoa que não gosta de perder tempo, portanto, me encontre no quarto número sete, e esteja "preparado" para ter a melhor noite de sua vida bonitão. E traga uma garrafa de whisky. O homem deixou o bar sorridente com a proposta de Mitchel enquanto o outro bar man se ria ao seu lado. Ela por sua vez lança um olhar para ele tentando entender do que ele estava rindo, ou se perguntando o que ele tinha fiumado. 


Devido a minha expressão confusa, ele decidiu parar de rir e começar a falar. - Esse cara vai estar morto pela mãnha. Você acabou de mandá-lo para o quarto do Knight. Disse ele voltando a rir em seguida. Então ela se lembra quem era o tal Knight e começa a rir com o homem. - Ooops... -De certo o tal Knight não ficaria feliz em descobrir um homem preparado para uma boa noite de prazeres em seu quarto. Pobre homem. 

Deixando seus pensamentos de lado Jamie lança um olhar para a porta de entrada mais uma vez ainda rindo para avistar uma mulher adentrar, estatura baixa, jovem...-seguia a mulher com os olhos, ela parecia escanear o local como se estivesse a procura de algo ou alguém, segue então em direção ao bar. 

– Boa noite queridinha. Cade os seus patrões? Ou é com você que posso buscar algumas informações? 

-Boa Noite! Nem todos são tão educados por aqui. - Diz ela sorrindo e servindo uma dose de bebida para a mulher e para ela mesma. - On the house. -Jamie ergue seu copo e espera que a mulher faça o mesmo tamando a bebida em um só gole. Ela vira o copo de ponta cabeça sobre o balcão e olha para a mulher. - Agora, essa pessoa que gostaria de saber sobre meus patrões tem um nome? Pergunta Jamie de uma forma amigável, afinal era o trabalho dela recolher o nome de todos que entrassem no bar. Naquele momento a porta do Cordeiro se abre mais uma vez, e a mulher de aparência exótica que brevemente havia avistado no bar mais cedo se apressa para dentro do bar em direção aos quartos meio cambaleando, Mitchel apenas lança um olhar para o outro barman que deixa o bar para checar se estava tudo bem e ela volta sua atenção para a mulher aguardando uma resposta.
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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Logan MacFarlane em Sex Mar 14, 2014 11:27 pm

Risadas, música, bebida, cigarro, dinheiro, homens, mulheres, informações e diversão de diversas formas. Onde mais ela poderia encontrar tudo aquilo senão no Cordeiro. Aquele antro de prazeres havia sido sua casa por mais tempo do que podia se lembrar. Logan sempre fora libertária, gostava de aventuras, fazer o que lhe der vontade sem se importar com o que os outros pensam, experimentar de tudo sem pensar nas consequências, poderia salva o dia seguinte para se arrepender, mas faria somente por um tempo limitado, pois no momento seguinte poderia até mesmo repetir o dia anterior, queria mesmo era sentir a adrenalina constantemente fluindo em suas veias.  


Não tinha vergonha em se mostrar para as pessoas quem realmente era, o que queria, deixava suas intenções bem claras, se não por palavras por expressões e olhares, mas também sabia esconde-las quando necessário, afinal seu ramo de trabalho havia lhe ensinado a ser uma ótima atriz. Na verdade podia se dizer que ela era diversas pessoas em um único corpo, corpo esse que ela se sentia orgulhosa de expor. Suas pernas longas e torneadas estavam sempre expostas, decoradas por uma mini saia, mini shots, ou qualquer peça de roupa que se iniciasse com "mini", mas também se sentia bem confortável com peças menores ou absolutamente nada cobrindo sua pele, a não ser um corpo pesado, caloroso e suado sobre seu corpo. 


Seu corpo com curvas provocantes e atlético era seu artifício mais poderoso, mas não o único. Seu olhar era sedutor e convidativo, Logan não era somente uma fonte de prazer, por tráz de toda aquela sensualidade havia muito mais da loira que alguns não gostariam de conhecer e outros que se arrependeram de terem conhecido. 


Logan toma sua bebida em um único gole batendo com o copo na mesa enquanto ria debochadamente do homem sentado á sua frente que havia acabado de perder em um jogo de cartas contra a mulher. Ela pega as notas de cima da mesa e exibindo um sorriso malicioso para o homem coloca as notas de dinheiro na blusa justinha que estava vestindo provocando o homem que parecia um porco babão com os olhos fixos em seu decote. 


Sorri se levantando da cadeira, precisava de outra bebida. Ao se virar em direção ao bar, não pode deixar de observar a mulher que estava se aproximando do balcão. Logan vagarosamente estudou a mulher dos pés a cabeça. Baixa, um rosto com traços delicados e inocente, mas sua expressão e postura diziam o oposto. Curiosa em saber que era aquela delícia de mulher, Logan continuou sua caminhada em direção ao bar. Se aproximou, mas primeiramente ouviu a converda da mulhar com a nova garota que estava trabalhando no bar naquela noite.  


Ela exibe um sorriso se aproximando da mulher, se posicionando em seu lado esquerdo encostando no balcão do bar, dando as costas para o mesmo e encarando a mulher de seu interesse. 

-Você não vai conseguir as informações que procura com uma novata. Já eu, posso te oferecer muito mais que infromações. Mordeu o lábio inferios de uma forma sensual deixando claro suas intenções.


Última edição por Logan MacFarlane em Sab Mar 15, 2014 10:41 pm, editado 1 vez(es)
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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Maximillian Santori. em Sab Mar 15, 2014 2:13 pm

Os pesadelos para alguns são coisas do subconsciente, para outros são fragmentos de um sub-plano. Enquanto isso o corpo do Max se mexia na cama parecendo lutar para sobreviver nesse plano sustentado por infelicidade e medo. Ele se encontrava nu perdido na escuridão que dominava a floresta.

Se levanta apoiando as mãos no chão úmido. – Aonde estou? Perguntava-se olhando para as grandes árvores com folhagens vermelhas, uma trilha feita de pequenas pedras brilhantes o deixou curioso, decidiu então seguir o caminho das pedras e acabou por chegar em uma pequena e simpática casa que estava um pouco mais distante da trilha, ao se aproximar um pouco mais, observou um grande cão negro com olhos vermelhos e com algumas cicatrizes pelo o corpo.     
Assim que Max se aproxima da casa o cão fica em guarda rosnado para ele, uma voz envelhecida fala uma língua antiga que Max não compreendia, o cão baixa as grandes e pontudas orelhas e se deita. Max abre a porta e encontra uma pequena senhora sentada perto da lareira tricotando. 

- Entre pequena criança, sente-se do meu lado. Assim que ele da seu pequeno passo a porta estranhamente se fecha deixando ele um tanto inquieto e pergunta onde estava. Sem demora ele caminha até a cadeira ao lado da pequena e sinistra senhora e se senta fazendo a cadeira de madeira estalar. – Viajou um longo caminho criança, o que procura? A senhora não mostra seu rosto que era coberto por um capuz negro. 

 - Desculpe minha ignorância, mas que lugar é esse? Ele encarava a senhora com desconfiança, seu tom de voz era sério e seu corpo suava frio. – Muitos não conhecem esse lugar e poucos saíram vivos daqui. A senhora para de tricotar e aponta com seu dedo a estante do lado da janela. – Ali tem um livro vermelho, pegue-o.

Ele se levanta da cadeira e caminha até a estante, o chão feito de madeira range conforme ele caminha. Max pega o livro empoeirado com o tempo o abre buscando as palavras com os olhos, mas a escrita está numa lingua desconhecida. – Me dê o livro criança! Disse a senhora sentada olhado para a lareira.    
     
Ele entrega o livro e ela prontamente começa a ler. – Os humanos sem almas caminharam no vale do que chamamos de vazio, para todo o sempre não vivera porque a luz da vida não atravessa a escuridão que domina e prende as criaturas nesse lugar. A senhora da uma risada e continua a leitura. – Bebera da fonte da escuridão eterna, será escravo da sua insanidade e crueldade. Em matéria estará morto porque viverá eternamente no vale dos amaldiçoados.  
  
- Não... Disse ele olhado para a senhora. – Não viverei nesse lugar. A senhora da uma gargalhada de deboche. – Não sairá daqui criança, os soldados não o deixarão sair da floresta. Max da uma risada. – Que o meu ódio se torne minha arma. A senhora balança a cabeça negativamente discordando das palavras dele. – Tolo, não entendeu o que acabei de ler

Sem querer saber o que mais a senhora diria ele dá as costas e abre a porta para deixar a casa, mas fora atropelado pelo cão que entra na casa enquanto Max saia. O cão rosnou olhando para ele e baixa a cabeça em seguida se deitando perto da lareia, é a última coisa que ele vê antes de a porta se fechar e praticamente o empurrar para fora da casa.Ele olha para o céu com várias estrelas e uma lua vermelha, fica admirando com a beleza do lugar. – Sairei daqui vivo ou morto. Ele então caminha em direção a floresta, duas criaturas gigantes feitas de fogo e rochas se aproximam, ele se esconder atrás de uma grande árvore com troncos largos e robustos. De repente uma flecha negra perfura seu coração, ele olha a ferida e sente como se o chão estivesse se abrindo, então ele cai num buraco sem fim. 

Max acorda assustando com uma sensação que o seu corpo estava se afundando da cama, seu estômago começa a revirar e sente uma forte náusea disparando em direção ao banheiro ele debruça sobre o vaso sanitário e deposita ali tudo o que havia em seu estômago. Enquanto isso seu pensamento confuso com o pesadelo do qual ele não se lembrava dos detalhes apenas da senhora misteriosa e das coisas que ela havia dito, as palavras ditas não saiam de sua mente.

Ele se levanta dando a descarga e apoiando o braço esquerdo na parede e sua cabeça sobre o mesmo braço. – Malditos pesadelos e seus significados.  
  
O corpo dele ainda estava dolorido, sua mão e seu ombro eram o que mais doeiam. Decidiu então de desceria até o bar, talvez uma bebida forte o ajudasse com a dor e comer algo pra matar a fome que era maior que antes.


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Laurent Post nº 2 - "Só mais um garoto"

Mensagem por Laurent D`Anjou em Sab Mar 15, 2014 6:53 pm

  ( do meu post anterior )Após um dia de trabalho fecho minha loja, vou até a taverna, entrando no local, o ambiente aparenta esta conturbado, aparentemente uma briga acabou de ocorrer no local, isso não é novidade, mas não quero ser o próximo a levar um soco e cuidadosamente vou até o balcão e digo: - Uma cerveja canadian.- O meu sotaque já não é mais forte, como era quando garoto, não raro as pessoas pensam que sou de quebec.
Fico aguardando minha cerveja e enquanto isto perco-me em meus pensamentos, "Eu preciso ter um hobby, andar de bicicleta pode ser uma boa, dizem que andar pelo Stanley Park é muito agradável nos dias ensolarados, pois todas as trilhas estão cobertas pelas sombras das árvores e depois aproveitar um ótimo final de tarde tomando um capuccino no Starbucks Coffe, gosto da música ambiente do local".


A balconista ( jamie ) serviu varias pessoas, mas não deve ter prestado atenção ao seu pedido, pois até agora nada da cerveja dele vir. Eu iria pedir novamente, mas uma linda loira ( samantha ) entrou no local, passou minha frente, deixando-me "a ver navios", fez seu pedido "olhos nos olhos".


Para a minha surpresa a balconista ( jamie ) atendeu prontamente, resolveu beber junto e ainda jogou "charminho" fazendo a cena super cliche com o copo. Estou começando a acreditar, que ela é lésbica e metida a machona, mas a certeza veio quando ela resolveu ir para o ataque direto e na 'cara dura" perguntou o nome da loira ( samantha ). 'talvez eu esteja sendo um machista bobão e com mentalidade de adolescente, em julga-la como lésbica, mas que a cena ficou esquisita, há isso realmente ficou", pensamento.

Mas vinda direto do inferno, uma loira fatal ( logan ), com as pernas longas mais lindas, que já vi na minha existência, passou por mim vestindo algo "mini", que eu não sei dizer se é shortinho ou saia, mas que nesse momento está me fazendo "morrer afogado" em minha própria saliva. Juro não estou exagerando, a mulher é "ÃO" de "CORPÃO", com tudo no máximo.


Perco qualquer reação, é difícil descrever meu estado, mas como os olhos são a janela da alma qualquer um que me olhe dirá, que meus olhos estão estupefatos, petrificados, anestesiados, lobotomizados. Nesse momento me sinto um menino dócil, carinhoso e desprotegido diante de uma mulher... uma verdadeira mulher... um mulherão de "verdade".

( Logan) Ela exibe um sorriso se aproximando da mulher, se posicionando em seu lado esquerdo encostando no balcão do bar, dando as costas para o mesmo e encarando a mulher de seu interesse. -Você não vai conseguir as informações que procura com uma novata. Já eu, posso te oferecer muito mais que infromações.Mordeu o lábio inferios de uma forma sensual deixando claro suas intenções.




"Que mordida sensual nos lábios", fico eu pensando e percebo que perdi a vontade de beber e só quero ficar quietinho no meu cantinho apreciando a cena, passar despercebido apesar disto ser muito difícil por ser sem dúvidas um dos mais belos homens de Vancouver, correção, nesse momento sou apenas um "menino", mas que  eu se dane, pois estou com o sorriso mais largo do mundo na face e como palhaço fico seguindo os passos com os olhos. Um sorriso... apenas um simples movimento da musculatura da face dando a impressão de que com o sorriso nenhum outro músculo do corpo foi movido, apesar de todos os sentidos terem sido recuperados, uma mistura de sentimentos vem sobre mim e  inevitavelmente uma reflexão, " sou só mais um garoto???"
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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Samantha Nuñes em Ter Mar 18, 2014 11:15 pm

-Boa Noite! Nem todos são tão educados por aqui.  On the house. Agora, essa pessoa que gostaria de saber sobre meus patrões tem um nome? 

E não é que o saquinho de sangue era interessante? Não era nenhuma modelo de Milão, mas era simpática. Não era o que eu queria como cria. Infelizmente. Talvez pudesse ser um prato para antes do principal.

Pego o copo com a bebida oferecida pela mulher, não era adrenalina, mas era algo diferente para a noite. É sempre bom ganhar as coisas, ainda mais quando se tem conhecimento de ser linda, forte, poderosa, a coisa mais deliciosa do bar. Se eu fosse uma mortal, certamente sairia mais bêbada que uma vaca. O fato de não ter órgãos funcionando acaba fazendo com que o sangue não circule, o que não é prejudicial com o vício de adrenalina ou de fumos, visto que isso é algo que afeta a mente, principalmente a mente.

– Perdão, lindinha. Samantha. Sam para os íntimos. – Dou um sorriso. Faço brinde, bebo, coloco o copo também ao contrário sobre o balcão.

Uma outra mulher aproxima-se de mim, essa era bonita. De verdade era uma mulher que chamava atenção. Certamente uma ótima serva para atrair homens babões para banquetes com Loveless e Eilleen.

-Você não vai conseguir as informações que procura com uma novata. Já eu, posso te oferecer muito mais que infromações.

Ui, que moça solícita. Vamos ao que interessa. Preciso de informações com a garçonete, preciso de uma serva bonita para chamar homens babões... Aqui vamos nós.

– Olha só... Que mulher interessante é você, loirinha. Qual seu nome coisinha gostosa? – olho para a moça que chegou há pouco.

–E a senhorita, bar...woman. Bom, eu volto em breve para falar com você. Jajá...

Pego a mão da loira e saio com ela de perto do balcão sentando em uma mesa mais ao fundo e pedindo uma garrafa de tequila.

– Logan, nome interessante. Então me diga, o que pode oferecer, gata?

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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Thomas Kinavan Schimidt em Qui Mar 20, 2014 7:29 pm

Vancouver era sim uma bela cidade. Eu poderia me virar muito bem por lá, mas, antes de qualquer coisa, era necessário encontrar a minha pequena Sammy. Eu desejava muito que ela estivesse no local indicado por nós, um ambiente onde ela se sentiria bem e menos distante de casa.

Estava feliz, muito feliz por estar indo encontrar minha irmã, mas… Infelizmente, também levaria péssimas notícias. A sorte, foi que a despachamos para o Canadá, antes que a situação realmente se tornasse difícil de se controlada. Aquela estúpida guerra entre facções, estava fodendo com tudo. Tudo por causa de um desgraçado tão fofoqueiro quanto uma mulherzinha, que deu com a língua nos dentes com relação a assuntos internos do clube.

Meu pai naquele momento se encontrava em uma viagem de negociações com o presidente de um clube aliado, tentando chegar a um acordo para consertar toda aquela merda. Quanto a Mark… Bom, aquele maldito traidor havia sido banido do clube, e estava jurado de morte. O covarde, além de usar Samantha como álibi, fugiu no momento em que soube que a cobra ia fumar para o seu lado. Mas aquele canalha estava com seus dias contados. o Qualquer um que o encontrasse, daria fim na vida daquela desgraça e, eu esperava muito encontrá-lo primeiro.


Acelerei minha moto para que eu rodasse mais rápido pelas ruas de Vancouver. Pilotava em direção ao Cordeiro Massacrado, uma taverna onde supunha que minha irmã estivesse hospedada. O som do motor era semelhante a um rugido de um animal selvagem, dando potência a moto para cortar o vento a 120Km por hora. A jaqueta marrom escuro de couro, fechada até o pescoço, sob o colete de couro preto que levava o nome do clube, Road’s Shadows, me impedia de tomar muita friagem, amenizando o frio do finalzinho da madrugada. Logo o sol estaria nascendo e eu precisava muito dormir.

Está certo que havia um dia, no máximo, que Sam estava longe, mas só de pensar naquela distância ferrada em que ela se encontrava, a saudade que bateu foi inegavelmente grande. Aquela monstrinha me fazia muita falta! Toda “tortinha” desde pequena. O que não a tornava uma pessoa tão ruim. Apesar de toda a sua brutalidade, Sammy tinha o seu lado menininha, o seu lado doce e carinhoso. Era dona de um coração imenso, com relação a muitas coisas, como por exemplo: ela prefere matar uma pessoa a um animal! Isso era algo lindo, cara! Com exceção de criancinhas e idosos, ela meio que gostava deles.


Chegando em frente ao Cordeiro, avistei a motoca da pentelha.

- Aha… Está aqui mesmo, então. - ao ter certeza daquilo, parei minha Dyna Switchback preta ao lado da dela e desci da moto, retirando a chave do contato, o capacete da cabeça, pendurando-o no braço e jogando minha mochila sobre as costas. Atravessei a rua até a porta de entrada da taverna. Entrei no local observando o movimento por ali.

- Caralho, duas loiras gostosas sentadas juntas em uma mesa, e minha irmã não está aqui para xavecar nenhuma delas?! Que absurdo! - ri do meu próprio comentário, ao imaginar a situação. - Hmm… Boa noite. - cumprimentei uma mulher ao me aproximar do balcão, também gostosa, que estava do outro lado servindo as bebidas, deixando em evidência o meu sotaque alemão. - Saberia me informar, se a Samantha Schimidt está hospedada por aqui? Ela não é nada difícil de se perceber. Tem cabelos longos e azuis. - dei aquela olhada rápida na moça. Coisa que todo homem faz. Bom, algumas mulheres também.
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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Jamie Mitchel em Sex Mar 21, 2014 4:25 am

Jamie sorriu, encarando a mulher um tanto quanto curiosa, e meiga demais para o gosto dela. - Prazer em conheçe-la..Sam. O que des.... - Suas palavras foram interrompidas pela mulher que se encosta no balcão ao lado de Sam oferecendo mais do que informações. A morena arca uma das sobrancelhas fazendo uma careta encarando a mulher, na verdade encarava suas costas. Ela não estava muito certa se a loira no balcão era quem pensava ser, mas se fosse, Mitchel deveria manter os olhos e ouvidos atentos, pois aquela troca de informações da qual a mulher havia oferecido poderia ser um tanto perigosa. - Novata...humf! Pensou ela consigo mesma com um olhar de desdém que se esvaiu no momento seguinte voltando sua atenção para Sam. 


–E a senhorita, bar...woman. Bom, eu volto em breve para falar com você. Jajá... 


-Estarei aqui. - Disse Jamie de uma forma simpática observando as duas se distanciarem do balcão. Um breve olhar para o lado e pode ver um rapaz completamente hipnotizado babando feito um bebê. - Querido, a última coisa que eu preciso é um tarado com a barraca armada no bar, posso providencia um balde de gelo se for necessário?! Então, vai pedir alguma coisa ou vai continuar babando no balcão? Pergunta ela olhando ainda para as duas mulheres que haviam se sentado mais afastado. Com a sua atenção voltada para as mulheres ela não vê o rapaz se aproximando do balcão. 


- Hmm… Boa noite.   


-O que vai ser? Pergunta ela sem olhar para o rapaz de início, mas teve que voltar sua atenção para o bar, tentaria descobrir o que as duas mulheres estavam conversando mais tarde. - WoOow... Não era pra ter sido tão indiscreta, mas foi a primeira reação que teve ao encara o rapaz, de certo aquele Cordeiro estava com uma clientela de dar parabéns.  


- Gute Nacht seltsam, wie kann ich helfen? Aproveitou para usar suas habilidades linguísticas vendo que o rapaz tinha um sotaque alemão notório. 


- Saberia me informar, se a Samantha Schimidt está hospedada por aqui? Ela não é nada difícil de se perceber. Tem cabelos longos e azuis. 


De fato não era difícil de indentifica-la, Jamie só não tinha muita certeza de que ele a encontraria viva, pois no estado que ela havia chego, cambaleando porta adentro era uma possibilidade. - Desculpa, mas você é...?? Não só pelo fato de Latrell ter dado as ordens de saber o nome de todos que colocassem os pés no Cardeiro, mas também porque ninguém passava do balcão para os quartos sem se identificar, especialmente se fosse para uma visitinha. - Não sou autorizada em te dar tal informação sem saber quem é, regras da casa. Ela pode ser uma baderna, mas certas regras são mantidas. Diz ela num tom amistoso esperando que ele se apresentasse. 


Jamie estava pensativa, curiosa e um tanto quanto preocupada com a presença daquela mulher. Mesmo tendo estado longe de Vancouver e consequentemente do Cordeiro por um longo tempo, sabia que a maioria dos clientes eram assíduos, os que haviam sumido eram por que morreram ou estavam impossibilitados de alguma maneira de fazer uma visita, Jamie ainda se lembrava do rosto de alguns frequentadores, e sabia bem o tipo de pessoas que pisavam ali e o que procuravam. Sam parecia nova demais e fora do padrão de pessoas que visitam o bar, sem contar que ela havia perguntado sobre "patrões," em nenhum momento ela disse nomes, o que era incomum, já que todos conheciam Latrell e Dalton e todos os clientes os chamavam pelo nome e os mais íntimos de apelidos ou diversas outras formas carinhosas, de fato havia algo muito estranho acontecendo ali e ela descobriria o que era. 
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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Derick Holmes em Dom Mar 23, 2014 4:02 pm

Uma vida passada:

Uma vida passada...


_ Essas são suas ordens, soldado... - general Karlton disse e entregou um envelope para o cabo. 


_ Entendido, senhora - foi sua resposta, enquanto fazia uma continência e voltava sua atenção para a foto e alguns poucos dizeres que levavam à sua próxima missão. 


"Será interessante" - ele concluiu, pegando o isqueiro para destruir a documentação. Nenhuma prova deveria ser deixada para trás. Pegou sua "espada fúnebre", ajeitou seu casaco e estava pronto.


_ General - fez um último cumprimento para a mulher loira de traços fortes, e saiu da sala comunal, onde todas as grandes decisões e missões eram repassadas para aquele pequeno grupo que havia se recusado a deixar que o mal tomasse conta do mundo.


Derick Holmes havia chegado a Vancouver há algum tempo, o suficiente para poder conhecer bem o perímetro que o rodeava, bem como sua vizinhança, e claro, cair nos pecados noturnos. Um desses o havia deixado exatamente naquele estado, com uma baita dor de cabeça e muitas coisas para digerir.

Situado em um pequeno loft mais ao sul de Vancouver, o luxo não era bem uma de suas grandes necessidades, porém ter que esporadicamente dividir o cômodo de 36 metros quadrados com aquela visita para lá de indesejável agora fazia com que ele se sentisse o pior de todos em suas funções. Sentia como se estivesse traindo suas ordens, mesmo que por vezes, sua visita dava a ele uma certa liberdade para agir, desde que conseguisse o que ela necessitava.

Tentava se convencer de que era uma relação de mútuo prazer, mesmo que durasse questões de horas ou pior, quando ele teve que aguentar a visita por uma semana. Sentiu-se muitas vezes compelido a cortar a garganta daquela pessoa com sua espada, mas não podia. Não devia...

Agora, por hora, sentia-se livre da presença assombrada da pessoa, e aquilo era uma sensação que ele não estava acostumado frequentemente. Mesmo que não estivesse a serviço dela, sentia sua presença constantemente, mas naqueles dias isso parecia enfraquecer e isso deu a oportunidade perfeita para Holmes poder curtir e trabalhar em sua missão, o motivo de sua ida para Vancouver, de se manter afastado dos seus companheiros de guerra...

Entrou no bar que não era conhecido por uma boa fama na vizinhança, mas Holmes precisava de uma bebida forte antes de começar a agir de verdade. Assim que entrou sentiu o cheiro característico de um bom e fedorento bar. Sorriu com aquilo. "Não se fazem mais lugares como esse" - pensou, lembrando-se de um outro lugar que costumava frequentar em outro lugar, onde você era apenas um cliente, não importava de qual lado lutava. Sentiu-se renovado por aquilo. Muitas aventuras haviam sido iniciadas naquele lugar, lembrou-se da vez que flertou com o inimigo, uma inimiga bastante atraente para dizer a verdade. "Bellator, Bellalor ou seria Bellenger?" - tentou lembrar do nome da mulher que não gostava de levar desaforo para casa, muito menos menosprezo. "Não importa o nome... a loirinha era bastante impressionante" - continuou a recordar-se, enquanto buscava uma mesa ou mesmo um lugar para se sentar no bar. "Ela tinha uma boa pontaria... mas não era páreo para a 'fúnebre'" - concluiu, achando um lugar no balcão, de onde poderia ver a entrada e boa parte dos clientes do bar.

Sentou-se à vontade no lugar que havia escolhido e ficou observando algumas figuras interessantes. Assim que bateu o olho em uma loira avermelhada sentiu um calafrio e desejou estar com sua espada em mãos. A noite em Vancouver não era própria para qualquer um. Devia-se estar a todo instante alerta e em constante avaliação. Qualquer passo em falso daria em uma possível m*&^ que não seria nem um pouco aceitável para alguém como Holmes. Se bem que ele já havia caído nesse pecado, mas não, aquela noite ele não queria se lembrar daquela fatídica noite em que ajudou aquela criatura que parecia indefesa.

"Erro de principiante, Holmes" - apontou para si mesmo.

- Hei, man - começou a falar para a atendente morena que parecia ser a única ali a manter uma dinâmica com os clientes - Que tal um whisky à moda da casa para começar? - pediu, enquanto piscava o olho para a mulher, não jogando seu charme, o que não era difícil de notar, mas apenas em uma espécie de cumprimento. Além disso, pelo que pouco conhecia, em especial pelas recordações que aquele lugar lhe trazia do que cercava seu posto de batalha, com certeza aquele lugar tinha um ou os dois pés na Escócia.

Enquanto aguardava sua bebida, continuou com um olho nas duas loiras que conversavam, aquela que havia lhe causado um calafrio e outra, que não havia feito nada mesmo... e o outro apreciava os detalhes daquele lugar e seus frequentadores, e a cada instante, ficava mais forte sua vontade de estar com sua espada a mão. 
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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Logan MacFarlane em Qua Mar 26, 2014 11:45 pm

Ah!! Como era doce o poder da sedução, assim como a curiosidade alheia. Logan adorava jogar certos joguinhos, isso a excitava, mas podia ver nos olhos daquela mulher que ela não era tão fácil como tantos outros. A sensação que tinha era que aquela mulher fosse tão perigosa quanto ela mesma, um dos motivos por ela ter se aproximado dela, poderiam fazer uma dupla perfeita em todos os aspectos, adoraria brincar com aquela delicia de mulher. Sem nenhuma decência a loira encarou a mulher como se desejasse devorá-la com os olhos e quem sabe com outras partes de seu corpo também, sem dúvida ela seria bem criativa uma vez que a tivesse inteirinha para ela.


A loira exibiu um largo e convidativo sorriso assim que ganhou a atenção da mulher, que em nenhum momento duvidou que conseguiria tal façanha, já que Logan ofereceu exatamente o que ela queria, informações, coisa que a novata do bar não faria sem antes fazer uma lista de perguntas, o que no caso de Logan, perguntas eram desnecessárias, mas certamente haveria uma troca de favores. Havia passado boa parte da sua juventude sendo treinada pra executar esse tipo de trabalho, não que ela realmente estivesse interessada em aprender, mas a punição era severa se ela ao menos pensasse em questionar o sentido de fazer tudo aquilo, mas com o tempo ela aprendeu, e não se importava que as pessoas que a "educaram" não estivessem presentes, mas tinha certeza de que eles tiveram o gostinho de suas habilidades antes de darem o último respiro.


Há quem dizia que sua forma de ganhar a vida, vivendo daquela forma desregrada e indecênte (acreditem, algumas pessoas a achavam indecente....tolos), não era uma forma honesta de se viver...afinal, quem se importa com honestidade hoje em dia, é só olhar ao redor para perceber a hipocresia que carrega aquela palavra. -Humf...honestidade, quem precisa dela.

-Olha só... Que mulher interessante é você, loirinha. Qual seu nome coisinha gostosa?

- Logan, prazer. Se apresentou com uma voz sensual e aveludada.


A mulher pegou sua mão após adivertir a novata que voltaria ao bar falar com ela e a puxou até alcançarem uma mesa aos fundos, mais privada. Na verdade Logan poderia a levar para seu quarto, teriam privacidade o suficiente para falarem e fazerem o que bem entenderem. Logan se sentou na cadeira em frente a mulher a encarando.

-Logan, nome interessante. Então me diga, o que pode oferecer, gata?

Logan sorriu maliciosamente para a mulher apoiando os braços sobre a mesa com seus dedos entrelaçados, projetando seu corpo para frente se aproximando um pouco mais da mulher. - Como disse, posso lhe oferecer muito mais do que o que está buscando, mas tudo terá um preço significativo. Peça o que quiser e terá o que deseja, e eu digo qualquer coisa. Ressaltou ela enquanto acariciava levemente a perna da mulher com seu pé por debaixo da mesa.

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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Maximillian Santori. em Dom Mar 30, 2014 3:07 am

Max desce as escadas passo por passo. Chegando perto do bar ele para por um curto momento levando sua mão no ombro e continua caminhando para perto do balcão apoiando a sua perna esquerda se impulsionando para sentar no banco. 

Ele passa a mão no cabelo de leve colocando para traz e ao mesmo tempo olhando para a morena que no passando estava no outro lado da lei. – Agora você trabalha para o Latrell? Disse ele dando uma risada debochada.   

Max observa o rapaz olhando pelo espelho do bar, estilo motoqueiro. Logo deduziu que a menina de cabelos azuis não estava sozinha na cidade. Pensou ele virando o rosto para olhar o barman. - Uma garrafa de Vodka, dois copos e cebolas com fígado.Assim que o cara serve as bebida ele serve uma dose para Alexcia. – Tomaria uma comigo, pelos velhos tempos enquanto conversamos sobre futuro?  Disse ele levantando a sobrancelha esquerda e olhando nos olhos dela. E relembrando velhas feridas.


Flash Back

Max e o seu parceiro Renan de longa data, estavam comemorando em um restaurante do segundo filho do seu parceiro, o restaurante estava lotado de policias e amigos íntimos do casal depois de um breve discurso de Max, todos rindo e celebrando, Renan saiu para fumar seu cigarro longe do seu pequeno filho, parou perto da porta e olhou todos os convidados dando uma risada se sentindo orgulhoso. Sentou-se na escada e acendeu o cigarro.

Max caminhou pela multidão pedindo licença até chegar perto do amigo. – É, para quem falava que não ia casar, você está indo bem. Disse Max dando uma risada. Caminhou até o poste e se encostou nele. Seu amigo o acompanhou com os olhos dando uma risada. – Encontrei a mulher certa, Max. Disse ele soltando a fumaça pelo o nariz. – Um dia estaremos aqui comemorando o seu casamento.Ambos riam um do outro. – Não, Eu sou um cachorro sem coleira. Disse Max pegando um dos cigarros do seu amigo.

Uma Mercedes preta estaciona do outro lado da rua, dois homem altos com máscaras saíram do carro com duas “Uzis- Smg”. O reflexo do parceiro de Max foi mais rápido, dois tiros acertaram os criminosos, mais eles estavam com o dedo no gatilho, quando o último criminoso caiu no chão foi disparado o projetil que acertou o tórax de Renan que caiu no chão. 

Max saiu correndo para ajudar seu amigo, pressionando o ferimento com as mãos, Renan chorava muito. Todos os convidados saíram do restaurante para ver o que estava acontecendo. A esposa correu para o seu marido desesperada um dos convidados ligava para a ambulância que demorou muito para chegar. 

Para a intuição de Max os criminosos tinham ligamento com a máfia russa, só não tinha provas e como todos os outros casos sem provas, seria arquivado. No enterro do seu amigo vários policias e ex-policiais sentados ouvindo o discurso do padre citando uma parte da bíblia.

A filha maior de Renan tinha sete anos de idade, e estava sentada no colo da mãe olhando o seu pai sendo enterrado e perguntou. – Mamãe porque estão enterrando o papai? A viúva não conseguiu ter força para responde, Max gentilmente olhou para a menina e deu um sorriso mascarando a sua raiva e tristeza. – Ele está no céu agora, com os anjinhos. Ele acariciou o rostinho dela com a mão levemente. 

Quando todos foram embora, até a viúva e a sua filha. Max ainda ficou parando olhando para lápide. – Era para... eu ter morrido em seu lugar. Ele olhando para a foto da lápide uma lágrima desliza em seu rosto. – Adeus. Ele bate continência se vira e caminha se afastando.


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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Lira Shirakawa em Dom Mar 30, 2014 10:41 pm

.::. Em algum motel barato pela estrada ::.


...Aquele cheiro não podia remeter a nada de bom. Ela sabia que não devia abrir a porta; sabia que algo muito, muito ruim esperava por ela dentro daquele quarto... Mas, mesmo assim ela girou a maçaneta e abriu a maldita porta que a levou direto ao inferno. Entrou no barco de Caronte, mas, sem a moeda, fora jogada para as margens, sendo condenada a vagar por ali por cem anos.

O que vira, que coisa horrível! , ficaria em sua mente por uma eternidade. Assombrando sua alma com o horror sofrido por seus pais naquele ninho de prazer do ser repleto de sua desprezível luxúria vermelha. Quando entrou, viu olhos terríveis a encararem. A criatura tinha a vida dos pais nos lábios e se assustou com a luz, rosnando alto e correndo em direção à menina...


-Ahhhh – acordou, sentando-se de repente na cama, com um grito. A nuvem, espessa, daquele sonho ruim parecia se dispersar aos poucos, deixando o corpo dela trêmulo e instaurando novamente o medo dentro dela. Suspirou. Iria pegar a estrada novamente assim que amanhecesse. Se levantou e vestiu o jeans, saindo do quarto e indo até a lojinha comprar um cigarro e algo para comer.

(...)

Assim que terminou de comer, juntou suas coisas na mochila e foi em direção à estrada, pedir carona. Ou ela pagava pelo ônibus de viagem, ou dormia em locais fechados... Há muito tempo havia decidido que não dormiria em locais abertos.  NUNCA dormiria em locais sem o mínimo de segurança (quatro paredes).

Não se importou quando um carro que mal parecia “se aguentar em pé” parou para lhe dar carona. Quando se está na estrada para o inferno, o melhor que você faz é pegar tudo em seu caminho e seguir por esta estrada de mão única.

(...)

.::. O Cordeiro Massacrado::.


-Uma cerveja,  S’il vous plaît – pediu ao conseguir se aproximar do balcão daquele bar bem cheio. Ela não parecia arrumada “para a noite”, como a maioria que estava ali estava. Vestia roupas de viagem: Jeans, tênis, camiseta e uma jaqueta de couro já um pouco desgastada.

Jogou no chão, entre seus pés, a mochila e deixou o corpo se apoiar no balcão. Havia sido uma longa e desconfortável viagem até ali... Na verdade, nem sabia por que havia parado naquela cidade. Mas sua carona só pôde a levar até ali... Então, era esse seu destino.


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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Jamie Mitchel em Qui Abr 03, 2014 12:42 am

Enquanto conversava com o rapaz á sua frente, Jamie escaneava o local frequentemente para ter certeza que tudo estava em ordem, não que o Cordeiro fosse um recinto de ordem propriamente dito, mas alguns espertinhos gostavam de passar dos limites uma vez ou outra fazendo com que a desordem se tornasse em caos, ou ao menos tentavam, até onde Jamie sabe, poucos sobreviveram para contar seus contos caóticos no Cordeiro, e os que sobreviveram de certo lhe falta alguma parte do corpo.

Parou os olhos na direção da porta quando observou um rapaz adentrar, seguiu o com os olhos até ele chegar ao balcão, parecia um pouco pensativo,  ela podia quase jurar que talvez ele estivesse falando consigo mesmo.



- Hei man! Disse ele ao chegar ao bar chamando atenção de Jamie, que fez um sinal com a mão levantando o dedo indicador para que ele aguardasse até que ela atendesse os outros clientes no bar. Ela se virou fitando o rapaz que prontamente fez seu pedido.

- Que tal um whiskey a moda da casa pra começar.

- É pra já gato. Retribuiu a piscadela colocando um copo no balcão e pegando a garrafa de whiskey em seguida. - Noite difícil? Perguntou ela tentando puxar uma breve conversa enquanto colocava a dose para o rapaz. Esperou ele responder e deslizou o copo pelo balcão na direção do rapaz. - Aprecie sem moderação, temos quartos se estiver se arrastando até o final da madrugada. Diz ela com um sorriso amistoso nos lábios fitando o rapaz. O sorriso se esvaiu quando ouviu aquela voz mais do que familiar ecoando em seus ouvidos, mesmo com o barulho da música e das pessoas conversando, rindo, e gritando, a voz do rapaz sobressaiu.

- Agora você trabalha para o Latrell. Ouviu o homem dizer ainda de costas para ele. Ela colocou um sorriso sarcástico no rosto e se preparou com seu melhor sotaque russo, se voltando para Max.

- Maximillian Santori, não diga que sentiu minha falta e decidiu vir até Vancouver fazer uma visitinha!! Ela se apoia com as mãos no balcão de frente a Max que pede uma garrafa de Vodka e dois copos para o outro barman.

- Tomaria uma comigo, pelo velhos tempos enquanto conversamos sobre o futuro?

Ela baixou o olhar para a bebida que lhe foi oferecida e voltou a encarar Max. - Eu aceito a bebida, mas já adianto que dispenso o pedido de casamento. Brincou ela com um sorriso maroto nos lábios, tomando pra si o copo, levantou o mesmo brindando no ar e em um só gole, sentiu o líquido descer rasgando, queimando sua garganta, sentir aquele leve mudança de temperatura, não, não era a bebida a deixando com calor, e sim a porta do Cordeiro que havia se aberto mais uma vez, mas também ajudou a refrescar a alteração de temperatura de seu corpo. Sem fazer nem sequer uma careta ela vira o copo no balcão o encarando. Assim que iria começar a falar, uma mulher se aproxima do balcão pedindo por uma cerveja.

Jamie olha para Max. - Parece que você não está com muita sorte, nossa conversinha terá que ficar para mais tarde. A morena pega um guardanapo escreve apenas um número, nada mais, nada menos e entrega para o rapaz, se ele fosse esperto saberia o que significava aquele número. Com um sorriso de canto de boca ele o encara por alguns segundos de voltando para a mulher que mais parecia ter sido literalmente jogada para dentro do Cordeiro carregando uma expressão de cansaço.

Prontamente Jamie lhe serviu a cerveja e acrescentou. - Pelo que vejo, você precisa mais do que uma cerveja. Sorri para a mulher lhe servindo uma dose de Jäger. - Por conta da casa. Então, o que te trás a Vancouver? Trabalho, diversão, prazer, namorado ou todas as opções? Perguntou amistosamente para a mulher iniciando uma conversa vendo que ela carregava consigo uma mochila apenas. De certo ela não era das redondezas.
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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Lira Shirakawa em Qui Abr 03, 2014 5:48 pm

O que há de diferente na maioria dos bares? Bem, pouca coisa. Alguns são maiores, outros mais sujos, talvez mais sofisticados, baratos ou caros... Mas, no fundo, a essência de todo bar é igual, e quando você conhece muitos acaba percebendo essa semelhança.

Aquém da multidão, das vozes, das conversas superficiais, do cheiro de suor e bebida e daqueles se afogaram no mar de tristezas que um copo de Jack pode sufocar, há sempre as más intenções, há a podridão intrínseca em cada um: os desejos. Alguns por sexo, que comem com os olhos qualquer um do sexo oposto –ou do mesmo- que passa perto; alguns por violência, arrumando briga por motivos, geralmente, sem justificação; alguns apenas tentando acelerar sua morte, noite por noite, bebendo excessivamente e, no fundo, tentando encontrar um único motivo para viver em suas vidas insignificantes; outros, sádicos, tentando lutar contra os desejos com que humanos ( entre outros ) foram abençoados, negando, dizendo que estão ali apenas para “se divertir”.  Talvez estejam mesmo... Mas, como é possível saber quão obscena, perversa e suja pode ser a diversão que nasce na mente de cada um?.. Mas, os piores são aqueles que buscam a selvageria. Estes são quase como animais, tomados não apenas por um, mas pela maioria dos desejos supracitados e talvez ainda por outros, que saem pelas ruas à procura não de alguém ou de algo e sim de vítimas. Eram estes que Lira temia e observava atentamente com receio de encontrar.

Qual desejo a movia? Bem, talvez ela descobrisse até o fim da noite.

Enquanto esperava sua cerveja, ela apoiou as costas no balcão, observando todos. Não era uma pessoa muito sociável, daquelas que chegam na fila do açougue e arranja amigos, por isso não puxou conversa com ninguém que estava ali. Mas era alguém que gostava de observar... Tentar decifrar as pessoas por seus gestos, suas expressões e todas as palavras não ditas que alguém poderia expressar em apenas um olhar... Embora, em um lugar como aquele, raramente alguém deixasse “escondido” seu verdadeiro “eu”. A bebida faz com que as pessoas tirem as máscaras pudicas e moralistas.

Assim que a mulher lhe serviu a bebida, Lira se voltou para o balcão, sorrindo levemente pela gentileza. – Oh, merci! – agradeceu, bebendo um pouco da cerveja e, quando pensou em virar a dose da bebida oferecida por conta da casa a mulher voltou a falar.  Ela deu de ombros – Na verdade, nem eu sei bem – riu levemente – Estava na estrada e, bem, cá estou. Qual dessas opções costuma atrair mais pessoas para a cidade? – perguntou, virando a dose, concordando, realmente, com a mulher: ela precisava de mais uma cerveja depois de vir naquele carro. Na verdade, provavelmente precisaria também de uma antitetânica.  


Última edição por Lira Shirakawa em Qui Abr 03, 2014 9:12 pm, editado 1 vez(es)

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Mensagem por Laurent D`Anjou em Qui Abr 03, 2014 8:19 pm

A garçonete pergunta-me se desejo beber algo, mas nem sequer me olha na cara, ela volta a atender o resto do balcão e eu volto para meus pensamentos:

“Lembro-me de quando cheguei nessa cidade, vindo de Paris ainda criança, escondido em um cargueiro, aqueles dias no mar com medo de ser pego e sendo motivado pela esperança de um dia encontrar meu pai. Algo que nunca ocorreu e sempre me atormentou.
A única diversão que tive foi ficar visitando a VAG, sempre fiquei a olhar para os quadros, sonhando acordado, imaginando um mundo com menos sofrimento, tristeza e melancolia. Eu vendia alguns chicletes e docinhos por lá também.

A maneira inóspita, melhor dizendo babaca, com que a garçonete me tratou até agora, pois sem qualquer fundamento tem sido totalmente ridícula para comigo, me faz recordar a primeira vez em que consertei um relógio e o vi recuperar seu propósito de existir, muitas pessoas estão assim nos dias de hoje, sem propósito, olham unicamente para si, estão cheias de vaidade, cobiça, avareza e amargura, criam barreiras entre elas e os demais ditos-cujos, quando olham para alguém só sabem pensar em como tirar algum tipo de vantagem, não por necessidade, mas pelo simplesmente prazer de fazer o que é errado.

A pergunta mais falsa dos nossos dias: Você esta bem? Coitado daquele que dá uma resposta negativa, pois ao invés de receber um conforto, ganhará de presente olhos acusadores de alguém aborrecido por ela esta compartilhando seus problemas. Todos só querem ouvir o simples: Estou!


As pessoas em Vancouver estão “quebradas”, elas andam, comem, mas abdicaram de serem os heróis de suas histórias para serem os antagonistas, para piorar tornaram praticas em suas ações e atrofiaram seus bons sentimentos. Enfim, essa garçonete precisa de uma lição de bons modos. Vou furtar o cordeiro!”

Nesse instante olho novamente para mesa onde estão as duas loiras, um leve vento move o cabelo de uma delas e fico a admirar o rosto, não resisto e tiro da bolsa o meu caderno para desenhos, meus lápis e faço um rascunho da moça (Samantha), como a vejo:.


Spoiler:





 



Eu estava concentrado no desenho, quando, escuto um sujeito alto falar com um sotaque, que a muito não ouvia, ele está à procura da irmã que além de lésbica ou bi, sei lá, mundo moderno, possui o sobrenome “schimidt”, ela possui o cabelo pintado e logo veio na memória à lembrança da minha amiga Heike, que também era alemã. Seriam eles parentes? É muita coincidência, talvez esse sobrenome fosse comum, mas existem semelhanças demais para eu simplesmente ignorar, por fim, acabo perdendo a vontade de furtar e fico observando um pouco mais para ver no que vai dar. 


Mas algumas pessoas chegam ao balcão, nenhuma atraia minha atenção por muito tempo, até que chegou uma moça (lira) pedindo uma cerveja, o sotaque dela me fez recordar de minha terra natal.

Aproximo-me de Lira e digo:
- Bonsoir, mon nom est Laurent et je suis de Paris.-
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Re: O Cordeiro Massacrado

Mensagem por Vancouver em Sex Abr 04, 2014 3:28 pm

Laurent, conforme requisitado o teste:
Percepção + Empatia:
4 dados
Dificuldade: 6

Acima de 3 sucessos terá informações.
Boa sorte.
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Re: O Cordeiro Massacrado

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