Bosque Shadow

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Bosque Shadow

Mensagem por Mestre do Jogo em Dom Set 16, 2012 3:34 pm


Nas periferias da cidade de Vancouver encontram-se as florestas e montanhas, repletas de paisagens vertiginosamente lindas, algumas cobertas de vegetação, outras quase desérticas. Antes da colonização dos Europeus, toda Vancouver era assim, naturalmente linda, com bosques e campos alimentados pelo Rio Elizabeth, que foram progressivamente substituídos por casas, empresas, casinos e outros edifícios de negócios e lazer. No entanto, ainda sobraram alguns bosques densos, entre os quais o Bosque Shadow, situado 20 km a Norte de North Vancouver.

Este é, provavelmente, um dos bosques mais densos de todo o Canadá. Composto por sequóias, árvores de abeto, pinheiros, eucaliptos, cedros, entre muitas outras espécies de árvores, a primeira razão para o bosque ter sido chamado de Shadow é a rara quantidade de luz solar que consegue passar pelas árvores e chegar ao solo nos locais mais fechados. Como se não bastassem as árvores, também há montes de arbustos e plantas rasteiras a cobrir o solo, sendo muito difícil a movimentação de humanos neste bosque.

Outra razão para o nome é as trevas que se fazem sentir no bosque. Apenas algumas aves quebram o silêncio do local… E os uivos dos lobos que rasgam a noite fazendo até o homem mais corajoso temer pela sua vida. Há quem diga que o ambiente assustador que se faz sentir no local não tem a ver apenas com escuridão e animais selvagens perigosos. Há quem diga que forças sobrenaturais estão presentes no local. Existem rumores de que o residente mais velho do bosque é um homem que se transforma num lobo gigante, no entanto não há testemunhas. Quem visita as profundezas do Bosque Shadow, já não volta para contar a experiência. Um dia, um grupo de 5 amigos estrangeiros decidiram aventurar-se por estes lados, explorando a Sombra. Três noites depois, voltou um único rapaz, com roupas ensanguentadas, louco, sem conseguir contar a ninguém o que realmente se passou naquelas noites de terror.

No entanto, passear na parte menos escura do bosque, onde as árvores ainda não estão suficientemente concentradas para tapar a maioria dos raios solares, não tem tantos problemas. A polícia montada de Vancouver aconselha a levar sempre um rádio, um kit de primeiros-socorros, uma faca de mato, e avisar sempre toda a gente de que vai sair, explicitando as horas em que tenciona voltar. Também aconselha a levar sempre um acompanhante (de preferência profissional) e não explorar as áreas mais profundas do bosque. No entanto, até na área considerada mais segura é necessário ter muito cuidado. Os lobos e ursos são os donos desta casa e não gostam de ter visitas inesperadas.

Provavelmente este é o local com maior percentagem de visitantes que se tornam vítimas, apesar de não ser o com maior número, pois nem toda a gente tem coragem para visitar um local tão perigoso.

Os Pés-Pretos são os únicos habitantes que são geralmente poupados da ira do Bosque. Talvez por conhecerem todos os seus segredos, talvez por fazerem parte da Natureza, ninguém sabe muito bem porquê… Nem sequer eles. No entanto, escusa de lhes pedir visitas guiadas. A menos que eles tenham uma razão muito boa para ajudar um estranho, não vão contrariar a vontade da Natureza…

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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Neweys Dwant em Dom Jan 05, 2014 7:30 pm

Ao chegar as primeiras grandes árvores ouço a voz mórbida da mulher. Ela estava morrendo? Fala sério, que tipo de constituição física e mental ela tem? Não aguenta nem ser carregada. Bom, provavelmente também tem a ver com a ingestão de álcool. O cheiro deixa isso bem claro. Sem deixar cair meu sorriso de canto ao ouvir dos lábios dela “o que é você?”, aguardo alguns poucos segundos antes de responder. E nesse período, me permito ser atormentado pela gargalhada daquele cuja voz ecoando em minha mente.
 
-Meu nome é Neweys, humana. E ainda não descobri exatamente o que eu sou, mas isso realmente é importante? Você me deve muito... Qual é o valor da sua liberdade? – deixo a questão em aberto, sem esperar nenhum tipo de resposta, afinal dizer o que vale o que é responsabilidade minha aqui. Uma questão retórica apenas para instigar ansiedade na mulher. Meu ombro já começa a doer com o período longo de tempo carregando essa fêmea. Em breve será tempo de parar.
 
Enquanto ainda não adentrar a mata o suficiente ainda existirá chance de eu ser pego, isso não é nem mesmo cogitável. Após me ver entre as árvores do Bosque Shadow, me mantenho andando por mais cerca vinte minutos. As roupas do sanatório são realmente finas. O frio parece afetar até minha alma. E essa mulher ainda está em desvantagem. Eu tenho uma camisa de força para proteger meu tórax do frio.
 
O que fazer, o que fazer... Acender uma fogueira seria uma ótima ideia, se esse lugar não estivesse tão escuro e úmido. Bom, que se foda. Solto a mulher ainda algemada próximo a uma árvore. Ainda sem dizer nada, caminho de um lado para o outro tentando acostumar minha visão com aquela escuridão. Nem mesmo para ter uma maldita lua cheia? Obrigado, grande Mani! Me aproxima da fêmea novamente. Meus olhos se focam nos dela por um instante. Sobreviver sozinho será mais fácil, o que eu faço com ela? Por que ‘ele’ me forçou a trazê-la, sem forças nem pra andar direito, sem habilidade alguma para me ser útil?...
 
O silêncio da noite me proporciona o longínquo som de um rio, ótimo, agora sei onde tem água, mas mais importante é sobreviver a noite de frio. Calminho até a mulher, o semblante de desprezo estampado em minha face só poderia buscar uma forma de aquecer-me, com o sangue dela... Mas algo está errado. Algo em mim queima de forma que minha razão impede de prosseguir. Meus instintos mais primitivos urrando em meu interior deterioram minha mente e no ponto mais profundo do meu ser, minha essência partida começa a se reagrupar...
 
Interessante, eu não sentia isso fazia tempo. Meu anseio por sangue e morte sempre superou essa vontade, todavia como estou me privando de mata-la, acho que é esse o motivo desse desejo ter se revelado por fim. Sem sorrir, sem falar, apenas levo minha mão até a garganta da mulher, erguendo-a contra a árvore e usando a outra mão para despedaçar suas vestes. Deixo que seus pés toquem o chão novamente em seguida. Permito que meus instintos me guiem sem questionar, somente relevo meus pensamentos inúteis e cedo aos meus desejos. A fêmea não faz absolutamente nada para resistir, nem quando apenas abuso de seu corpo com minhas mãos e língua, nem quando violo-a por inteiro, invadindo sua privacidade ao extremo e abusando dela. Acho que ela gostou da ideia, na verdade. O problema do frio simplesmente desaparece de minha mente enquanto meus desejos sexuais são cumpridos. E ao final, quase uma hora depois, não me importo sequer em garantir que não gerarei um progênito. Um cão não se importa, um urso não se importa, eu não me importo. É a vida... Literalmente. Deixo o corpo amolecido da mulher estendido ao lado da árvore e me visto com a camisa de força novamente. Sem roupas e algemada, ela pode morrer fácil aqui. Mas agora tudo isso não faria sentido, se ela simplesmente morresse. Era essa a intenção ‘dele’ quando mandou que eu a trouxesse? Não pode ser... Ridículo!
 
Usando a chave da qual eu tomei posse ainda no hospício, liberto a fêmea da algema. Isso ainda não é o bastante, mas é o começo. Isso não será realmente agradável, mas agarro a mulher e deixo-a deitada sobre meu corpo apoiado em uma das árvores, jogo também as vestes rasgadas da fêmea por cima de seu corpo. Ok, eu faço isso mais por mim do que por ela, mesmo assim, será de certa ajuda para ela. Isso irá garantir que pelo menos essa noite sobreviva. Enquanto isso, se eu dormir, podemos morrer os dois de uma forma mais ridícula do que pelo frio... Além do mais, preciso conversar a sós com ‘eles’.
 
-Por que?... – questiono em voz alta...
 
“-A ideia inicial era que ela fosse um objeto de diversão, mas... Não pensei que iria se divertir tanto!” – ele responde com um tom tão repulsivo... Que me instiga a degolar alguém...
 
-Era você? O que me mandou trazê-la aqui.
 
“-Ah, não! Eu adorei o plano de arrancar a vida dela na frente do Arkham.”
 
-Então quem foi o maldito?
 
“-O que sempre está vigiando... Talvez ele tenha pensado em algo, mas que não dará certo se você ficar sabendo... É o que acho...” – por um instante, em minha mente, visualizo um sorriso sádico munido de um olhar diabólico... Essas coisas em mim conseguem ser piores do que eu...
 
Essa noite... Está sendo detestável. - Então já vou avisando... Assim que amanhecer, irei começar meus preparativos para queimar essa cidade, levá-la a cinzas e recuperar minha espada...

"-Como quiser, News." - uma nova risada cresce na minha cabeça... Por hora, é só esperar...

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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Gaspar Motierre em Dom Jan 05, 2014 11:54 pm


Uma mulher com uma tatuagem de corvo na mão esquerda se aproxima de Sammael. Ela da um sorriso simpático puxando uma cadeira para se sentar. – Tenho um trabalho para você, uma das corujas quer você nesse trabalho. Disse a mulher mordendo o canto dos lábios, parecia nervosa e Sammael apenas sorriu.
 
- Um dos nossos informantes espalhou várias informações falsas e descobriu que o culto está invocando novos membros. A mulher olhou ao redor e em seguida tirou um envelope da mochila passando o mesmo para o Sammael. – Dentro estão as informações que você precisa. Ela engoliu a seco e dando um sorriso falso se levantou depressa e deixou o bar.
 
Assim que ela saiu ele encarou o envelope que estava sobre a mesa por alguns segundos. Será que iria gostar do veria dentro daquele envelope? Respirou fundo tomando o envelope em suas mãos e se levantando, caminhou em direção ao banheiro, um pouco de privacidade seria ideal, não que fosse uma tarefa fácil ter privacidade nem mesmo no banheiro. No caminho passou por alguns “ratos” e bêbados e assim que ele entrou no banheiro uma risada insana o dominou, ele parou um e olhou para o espelho, encarando a máscara que cobria seu rosto e balançou a cabeça. – Vamos ver quem vai ser marcado hoje. Ele abriu o envelope onde tinha uma foto de um rapaz, as informações ali descritas era de que ele era um estudante de Biologia e todos seus horários de classes, hábitos diários e rotas que fazia durante o dia para cumprir suas tarefas.
 
- Eles querem que marque esse cara? Ele ficou um tanto confuso porque o culto ia invocar um biólogo a família dele não tem nada de especial. – Esses humanos... Ainda tentando descobriu o segredo da magia de sangue. Sammael guardou as informações de volta no envelope deixando o banheiro em seguida. Puxou o pulso de um bêbado que passava ao seu lado apenas para ver as horas no relógio do indivíduo e o dispensou com desdem deixando o bêbado reclamando com a sua própria sombra.
 
Ele deixe o bar repassando as informações que tinha lido em sua cabeça, se as informações fossem precisas o rapaz passaria pelo Bosque no caminho para casa, Sammael estaria lá esperando por ele. Como não tinha muito tempo, pegou a moto de um dos corvos e conduzi o até o Bosque. Numa estradinha de terra com pouca iluminação, Sammael deixa a moto de atravessado no meio da estrada bloqueando a passagem de carros e se escondeu dentre as árvores se posicionando estrategicamente para ter uma visão ampla da estrada.
 
Não demorou muito o rapaz chegou com a sua camionete preta e viu uma moto bloqueando o caminho de terra. A caminhonete desacelerou e finalmente parou. – O que aconteceu aqui? Diz o rapaz sussurrando descendo do caro com uma expressão confusa. O rapaz era esquelético e tentou tirar a moto do caminho. Sammael sai de dentre as árvores se pronunciando.
 
Olá, hoje você vai conhecer a marca. Ele disse isso com as mãos para trás escondendo alguma coisa. O rapaz fazia muitas perguntas podia sentir o medo em suas palavras, Sammael se aproximava lentamente com um sorriso no rosto que era coberto pela máscara.
 
O rapaz antes de morrer gritou bem alto “Lua Sangrenta,” o corpo caiu sobre a moto a manchando de sangue. Sammael arrastou o corpo do rapaz para o meio das árvores e o escondeu como o corpo com folhas e galhos de árvores.
 
Sammael não teve emoção em matar o rapaz, era fácil e ele não lutou por sua vida ele ficou se perguntando olhando para o que por hora seria seu tumulo. “A vida dele não era importante” ele deu uma risada “ Por isso ele não lutou, pobre alma.”   
 
Um barulho de conversa entra a mata lhe chamou atenção, o fato de não estar sozinho ali poderia ser um problema, ele detestava testemunhas. Foi então procurar saber o que estava acontecendo. Ele estava munido de uma adaga com o símbolo da marca dos corvos na mão esquerda. Foi caminhando com destreza pisando nas folhas humidas quem cobriam o chão e o vento gélido soprava em sua máscara. Á distância pode ver um homem encostado na árvore e o que parecia ser uma mulher em seu colo.
 
- Ei vocês estão bem? Disse o Sammael com um tom de voz calmo, não parecia que ele tinha acabado de matar uma pessoa. Ele ficou parado esperando alguma reação.


 

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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Gillian M. em Sab Jan 11, 2014 1:05 am

Nunca achou que a sensação de liberdade seria como criar asas e sobrevoar sobre os mais diversos cenários, com o vento batendo eu seu rosto enquanto o manto escuro e sombrio cobria o céu ocultando a lua, mas ainda podia se sentir sua energia. Era como se a gravidade não existisse, todo o peso de seu corpo se esvaiu, ela flutuava, não sentia nada mais, seu corpo estava dormente. Seus sentidos trabalhava disfuncionalmente, ouvia o balbuciar do rapaz e pensou ter ouvido ele dizer Neweys, um som abafado e longínquo como se estivesse sonhando. Ela riu. Um sorriso um pouco debochado, não sabia ao certo se aquele era mesmo o nome do rapaz ou se seus sentidos lhe pregavam uma peça, mas de certo o nome dele era engraçado.


Naquele momento Gil tentou estranhamente levantar a cabeça, ouvia vozes e sons dos quais não conseguia distinguir, não eram passos. Assim que conseguiu colocar tudo em foco por um breve momento, um vulto apareceu em sua frente, uma face diabolica, não possuía corpo, apenas a face e um borrão esbranquiçado como um nevoeiro que flutuava e os acompanhava. O sorriso estampado parecia debochar de Gil, e aquele nevoeiro de corpo tentava alcançar ela como se quisesse toma-la para si. Os olhos de Gil se arregalaram, o desespero tomou conta de sua mente, tentou gritar para que o rapaz fosse mais depressa, mas era inútil, sua voz ecoava em sua mente mas somente em sua mente. Sentiu seu corpo todo paralisar, para ela a leveza de seu corpo, para ele um peso morto.


- Eles estão vindo, você não tem como se esconder.... – Dizia aquela figura seguida de uma gargalhada diabólica.


Ela se fazia presente, esvaia, se mostrava e mudava de forma a cada segundo. Era uma mistura de criaturas, seu poder era algo que Gil nunca tinha sentido, era uma poder grande demais para ela, seu corpo fraco não aguentaria tal aproximação. Ela gritava, esbravejava e dizia encantamentos em outras línguas, mas aquela figura continuava a persegui-la. Que diabos ela tinha feito? “Eles estão vindo...” dizia a figura, mas quem eram eles? E o que eles queriam com Gil? O que fariam com ela?


- NÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOO..... Gritou ela mais uma vez, mas ouvindo apenas o som de seu corpo batendo contra algo e um flash em sua mente....


***Flashback***


Ouvia palavras serem ditas em latim, outras vozes acompanhavam dizendo as mesmas palavras como um mantra. As vozes ecoavam pelo salão, homens e mulheres, eles repetiam uma vez, outra e outra mais. Seu corpo se contorcia em exaltação e excitação. Sentia o metal gélido contra sua pele, punhos e tornozelos, assim como a pedra fria sob seu corpo nu. Sua respiração hora ofegante hora regular agora sentia seu corpo aquecer sendo envolvido, um par de mãos explorava seu corpo, espalhando aquele algo quente e viscoso, cobrindo cada centímetro. Podia sentir a energia tomar seu corpo, estava em êxtase. Podia ouvir os gritos, gemidos, murmúrios...De repente as vozes foram se intensificando pouco a pouco, assim como a energia em seu corpo. Até que as vozes cessaram e seu corpo se encontrava inerte.



***Fim do Flashback***


Sim, seu corpo estava inerte, sua respiração obstruída por um breve momento. Sentia seu corpo se aquecer mais uma vez, o que fazer? Aquela figura diabólica havia lhe tomado o corpo, podia sentir a brutalidade de seu toque, a energia grotesca que emanava , mas que fazia seu corpo ganhar vida, sentia sua respiração ofegante. Aquela energia violava seu corpo, mas por que então ela não resistia? Onde estava o medo que antes sentia? Mas uma vez sentiu seu corpo cair molemente no chão coberto de folhas húmidas, ainda se contorcendo deixando aquela energia fluir em sua veias e sua respiração voltava ao normal, até que pode sentir ser quase que arrastada e finalmente aquele calor de dois corpos em contato.  O rapaz começa a falar consigo mesmo mais uma vez.



– Você também pode vê-los? Você está conversando com eles agora? Questionava ela, após escutar silênciosamente a conversa entre ele com ele mesmo, mas não era com ele mesmo, seria ele seu heroi ou seu pesadelo, ou talvez fosse uma combinação de ambos. Seus olhos tentavam colocar tudo em foco no meio a escuridão da noite até que ouve uma voz.


- Ei vocês estão bem?


- Eles estão aqui....eles me encontraram. Sussurou ela tentando encontrar o que ou a quem pertencia aquela voz.
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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Neweys Dwant em Sab Jan 11, 2014 2:35 am

Uma rocha partida não mais pode ser restaurada. Ou será que pode? Porém mesmo que isso seja possível, minha “rocha” não quer voltar a ser como antes. Ao repartir o que antes era a essência da existência chamada Neweys em pedaços, livrei-me de ter que compreender o que eu sentia antes de ser o que me tornei agora. Um punhado de peças quebradas as quais não mais se encaixam uma na outra, tampouco podem se tocar por mais que alguns instantes. Essa é a nova face de Neweys, uma existência formada por fragmentos do que já foi uma peça inteira.

Essa mulher não estava dormindo? Hm, não que vá fazer diferença. E, por que me questiona se eu vejo algo? Não, não vejo, só ouço meus próprios pedaços quebrados. Mas antes que eu possa responder, ou meramente ignorar, um novo indivíduo aos meus olhos surge com uma máscara estranha que trás conturbação a minha mente, inspirando meus elos mais fracos a se partirem em pedaços ainda menores, e um instinto libertino e assassino grita do mais escuro e profundo canto habitado de minha alma... Ou seja, eu abro um singelo sorriso de canto.

-Por que me questiona sobre poder vê-los? Eles estão dentro de mim, fazem parte de mim, eles são os que completam minha essência. Fragmentos de uma peça que há tempos se partiu. – respondo não dando tanta atenção ao homem de máscara até o momento – Sou o hospedeiro de muitos demônios. – sussurro em seu ouvido – Quanto àqueles que te procuram, mulher, você é meu animalzinho de estimação no momento. Se alguém te quer, terá que responder a mim antes. E pode acreditar, poucos ousariam tal ação, e menos resistiriam a ela. Preocupe-se com meu sadismo, é ele quem você deve temer. – concluo.

Agora, falta o outro. Levanto a fêmea por um instante, retirando meu corpo de baixo do seu, pondo-me de pé e deixando-a encostada na árvore. Meus olhos sob a luz emanam um verde cintilante que busca os espelhos d‘alma daquela figura excêntrica em minha frente. – Máscara feia, em? Você tem um péssimo gosto. – não... Não tanto, tem algo errado, esse cara emana uma aura estranha, não é, gente?...

“-Isso pode ficar interessante”; “-Devorar”; “-Consumir”; “-Rasgar, matar”; “-Se acalmem”; “-Ouçamos o que ele nos trás”; “-Sangue”; “-Cheiro de sangue”; “-Mate”; “-Use-o”; “-Enterre-o vivo”; “Divertir-nos-emos com sua carcaça!”...

-Calados... – digo serrando os dentes em seguida. Mantenho o foco da minha visão sobre o homem, tentando pensar no que fazer com ele, é difícil com essas coisas latindo em minha mente. - Ops! Isso não foi pra você – refiro-me ao “calados” anterior, para com o rapaz -, é que, sabe como é, né? Esses malditos não ficam quietos! Mantém-se falando e falando dentro da minha cabeça! É um tormento completo, as vezes. De qualquer forma... Você tem alguma calça sobrando por aí? Eu ficaria te devendo uma, se me arrumasse algo pra aquecer minhas pernas. Uma bota também seria bem vinda. – sorrio.

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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Vancouver em Ter Jan 14, 2014 9:47 pm

Um vento gélido corta a mata fazendo com que todas as árvores por ali tremessem de frio ou pelo vento. Junto com o vento uma névoa começa a tomar conta do chão do bosque. Algo sobrenatural, ou um efeito natural que acaba agravando a situação toda que o trio está ali vivendo.
Ao longe podem ouvir alguém correndo. De repente para de correr. Um forte barulho, um baque, algo grande havia caído por ali.
Mais uma vez há alguém correndo. Dessa vez passa perto do trio e derruba uma pequena árvore seca. 
Pode-se ver ao longe um vulto que a lua deixa claro ser relativamente grande. 

Caminhando lentamente ele vai se aproximando apoiado em quatro patas. Cada vez mais perto... cada vez mais perto, o vulto cresce enquanto chega perto. Os barulhos dos passos começam a ser cada vez mais fortes. De repente um urro. 
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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Gillian M. em Seg Jan 20, 2014 11:15 am




***Flashback***


Caminhando por um longo corredor que parecia não ter fim, suas paredes, teto e chão de cor branca tiravam todo o senso de direção e espaço. Não havia janelas ou portas, Gillian ouvia apenas seu novo sendo chamado por uma voz rouca e calma, um sussurro vindo do além que ecoavam pelas paredes, não sabia de onde vinha, apenas caminhava. De repente, um ruído, um sopro forte e gélido passa por ela. Vozes e gritos angustiantes soam em seus ouvindo assim que sentiu aquele vento cortante em sua pele. Leva as mãos aos ouvidos, mas aquela tormenta continua, as vozes pareciam estar em sua mente, suplicas e choros, um sentimento de angustia toma conta de Gil e lágrimas começam a escorrer de seus olhos involuntariamente. Ainda com as mãos nos ouvidos ela fecha os olhos, pois tudo parecia estar fora de foco ao seu redor, sentia seu corpo perder o balanço como se o chão estivesse se movendo. Então tudo cessa. Sua respiração irregular e com o sangue pulsando freneticamente em suas veias, ela hesita em abrir os olhos, por alguns minutos ela permanece ali agachada cobrindo seus ouvidos de olhos fechados.
 
Quando sente seu corpo se acalmar, vagarosamente ela abre os olhos com medo do que poderia encontrar diante de seus olhos, mas tudo parecia calmo, o silêncio havia tomado conta do local. Mas onde estava? Ao abrir os olhos percebeu que já não estava no corredor e sim em um quarto vazio com as paredes e teto branco e o chão o que parecia um tabuleiro de xadrez preto e branco. Havia uma única janela grande o bastante para exibir um lindo jardim um sol brilhando intensamente à distância. Gil se levanta e começa a caminhar em direção a janela, mas antes mesmo que pudesse chegar na mesma, ela se fecha subitamente e Gillian é arrastada até o meio do quarto por uma força que ela desconhecia, seu corpo estava imóvel, parecia que todo seu corpo estava colado ao chão. Sentia o desespero tomar conta e aquela fugira aparece diante dela dizendo seu nome. Era ele que a chamara antes, aquela voz rouca e calma. Sua face era como a de um anjo, sua aparência era de uma beleza descomunal, mas sua aura dizia o contrário. Era perigosa que chegava a lhe dar calafrios. Ele conversava com Gil em línguas, algo estava errado, ele já não estava mais calmo, seu tom de voz começou a se elevar e suas expressão...ela não sabia como explicar, mas aquela voz se intensificou, ele lhe deu as costas e alguns segundos  depois aquela criatura horrenda apareceu alguns centímetros de seu rosto como se flutuasse sobre seu corpo e todo o quarto estava em chamas.


Gillian acordou subitamente se sentando na cama puxando o ar fortemente para os pulmões como se tivesse sido sufocada e agora buscava desesperadamente por ar. Estava molhada de suor e sua respiração pesada. Ela fechou os olhos tentando controlar sua respiração e quando abriu uma figura estava em pé em um canto escuro do quarto. Gil olha a figura desconfiada. – Quem está ai? Com o olhar fixo naquela sombra, ela vê a sombra se mover para a luz.
 
- Gaspar. Diz ela aliviada em ver o primo.
 
***Fim do Flashback***
 
Essência, fragmentos...demônios... Sim, muitos deles, havia milhares deles ao seu redor, ela os via por todos os lados, era assombrada por eles o tempo todo. Por que ele achava que seu sadismo seria uma ameaça para ela sendo que ela estava constantemente em risco. Não havia nada que ele fizesse que pudesse ser tão pior quanto aquilo que a perturbava. Ela por ela mesma era letal, não para os outros, mas para ela mesma. Gill começa a rir debochadamente com seus pensamentos, enquanto o rapaz se levanta e caminha até onde estava o outro rapaz deixando Gillian rindo com seus pensamentos. Ela permanece ajoelhada no chão rindo. Foi então que percebeu que estava completamente nua e seu riso se intensificou enquanto ela recolhia suas roupas e tentava se vestir, mas algo estava errado, algumas peças estavam faltando e as que sobraram pareciam trapos. Manejou apenas vestir suas roupas intimas o que não ajudava a aquecer seu corpo.
 
Ainda rindo ela engatinhou para perto da árvore onde estavam deitados minutos antes e se encolheu abraçando os joelhos. Fechou os olhos e pode ouvir ruídos ao longe. Ela então se levanta meio desengonçada se apoiando na árvore, ficou encostada por alguns segundos mas os ruídos não cessaram. Caminhou então até onde estavam os dois homens levando o dedo indicador nos lábio.
 
- Ssshhhhh....estão ouvindo? Eles estão vindo. Disse ela agarrando Newyes pelas vestes encarando-o. – Pode ouvi-los se aproximando? Então um baque forte como se algo tivesse caído no meio da mata. Uma névoa começa a se levantar densa e esbranquiçada, ela jamais tinha visto tal coisa acontecer, não daquela maneira, algo estava errado, ela podia sentir. Ela se vira para olhar ao redor e próximo de onde estavam uma pequena árvore é derrubada por um vulto que Gil não pôde identificar. Aquele vulto foi tomando forma e se aproximando. Um animal, um enorme urso está diante deles. Ela fecha os olhos. – Ele não está aqui...não está aqui. Ela se vira para os dois. – Ele não está aqui...ele está aqui, mas não está aqui...ele não está aqui. Repetia ela sussurrando e olhando ao redor, parecia procurar por algo mais.
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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Neweys Dwant em Qua Jan 22, 2014 12:33 pm


O vento frio que trinca minha alma partida também rasga minha carne deixando sangrar meus lábios que expõem um sorriso diabólico, instigado pela ânsia por morte. Um sentimento tão horrível e cruel quanto também excitante exalta-se do meu interior até minha carne, enquanto sons de passos pesados são ouvidos ao longe. Não era grande, mas era exaltadamente bruto em minha consciência. Meus instintos gritam para que eu corra, corra e deixe-os ali, aqueles dois. A fêmea poderia virar comida no meu lugar, isso não me faria nenhum mal... Mas me enraizei em desespero enquanto ambos falavam frases perdidas aos meus ouvidos que não mais captava além do som do que se aproximava, meus olhos se voltavam lentamente em direção àquilo, enquanto ouve-se um estrondo, algo grande caíra a pouco dali. Só então percebo a névoa aos meus pés, não há mais tempo para escapar... Algo sussurra em minha mente que o tempo para qualquer tentativa de fuga acabou.
 
Em meu interior ouço gritos e um som frenético de golpes e peças se estraçalhando. Em um rápido transe mantenho-me boquiaberto e sem respirar, como se minha garganta estivesse sendo espremida por alguém. Algo estava tentando me matar dentro de mim. Aquele lugar cheirava ódio, e o ódio instiga os meus demônios a se revelarem. Levo minhas mãos a cabeça em um período de desespero enquanto tento resistir ao que tenta controlar minha mente. Já conheço essa história, já vi no que resulta, pura fúria insana e sem racionalidade alguma. Essa coisa que está em mim já me forçou a atacar pessoas após um grave acidente de trânsito, mesmo ferido esse monstro não me permitiu correr. Sem medo de morrer, ansioso para matar de forma simplória e brutal.
 
Ouço os passos se aproximando, mas não consigo visualizar o que ou quem é, apenas a pequena árvore seca sendo derrubada me trás algum indício da direção daquele me que incita fúria. A luz da lua começa a passar entre as folhas das arvores, finalmente tenho iniciativa de olhar em direção ao vulto que surge em nosso caminho. Ele se aproxima e enquanto o faz meus olhos também se focam mais e mais na criatura. Minha pele fria se arrepia e começo a ouvir meu próprio coração. Meu rosto começa a se destorcer em sentimentos de raiva, quebrando o que outrora era um sorriso sádico. A violenta vontade tirar sangue e de sangrar me atingem em cheio. As vozes dentro de mim se calam, e sinto como se um olho sedento por sangue se abrisse em minha testa, um olho escarlate que não mais quer do que enxergar o chão pintado de vermelho.
 
Assim que o seu urro é feito, o pouco de mim que havia sobrado se esvai... Agora eu não mais era do que um espectador... Meu corpo caminha para frente se pondo entre o que se mostrava ser um urso e os outros dois. Respirando fundo, ‘ele’ encheu meus pulmões e segurou o ar por um instante, soltando-o então no que se formou em um grito de desafio para o dito urso. Punhos fechados, só esperando seu movimento. Não era mais questão de como escapar, ou como se manter vivo.  Agora era diferente, ou ele mataria o urso, ou ele morreria tentando, ciente de que correr só o salvaria se de fato alguém ficasse para trás. E isso nem mesmo era cogitável para aquele monstro que agora dominava meu corpo.
 
...
 
Selado em escuridão e acorrentado em meio às trevas, em um confortável estado de transe que só poderia ser quebrado em uma única ocasião. Fui trancafiado em favor de minha própria vontade, pois sou um perigo para minha própria existência. Não possuo controle absoluto sobre minhas vontades, aquele que é a própria face da fúria, a manifestação extrema de seus sentimentos mais árduos.
 
Ao sentir aquela presença obscura que desafiava até minha própria aura obscura em poder, senti vida novamente. Minha ultima aparição havia sido um fiasco, e agora eu poderia acordar novamente, preenchido por raiva. A primeira imagem que meus olhos captam é a do animal em minha frente que urrava como se pedisse por um confronto. Minha resposta em seguida se manifesta na forma de um extenso grito grave após pôr-me frente a frente ao animal. Em minha mão sinto uma arma. Um cassetete. Não consigo imaginar uma grande utilidade para tal arma contra aquela criatura, mas o seguro firme e cheio raiva.
  
-Venha, fera! – ladro aguardando o primeiro passo do inimigo, sem medo, nem sensatez.

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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Gaspar Motierre em Qua Jan 22, 2014 8:38 pm

Sammael encara a mulher por detrás de sua máscara, ele sorri friamente antes de sentir uma explosão de energia correndo em sua direção entre a floresta. Não demorou e viu o vulto, começou a segui-lo com os olhos. – Sim, a criatura está por perto, estamos sendo caçados. - disse ele sussurrando para mulher. Sammael sentiu a energia modificar a matéria, isso alegrou os seus olhos. O vento gélido atravessa o corpo mortal, a floresta é envolvida por uma névoa e o vulto desparece no meio dela, ele não poderia mais ver, mas podia sim sentir a raiva e o poder de caça daquela criatura que até aquele momento ele desconhecia sua natureza. 

A criatura derruba algo no meio da floresta e um estrondo pode ser ouvido. Sammael pode escutar o coração de Gaspar acelerando, o sangue circulando cada vez mais rápido, a adrenalina que o corpo mortal emitia parecia droga para o Sammael e ele não podia negar o quanto ele adorava aquela droga. Sua respiração começou a ficar mais rápida, enquanto tenta novamente encontrar o vulto entre a névoa com seus olhos aguçados.

Então a criatura apareceu caminhando lentamente, olhando para eles se apoiado em quatro patas. O barulho dos passos alertavam de onde a criatura estava vindo e então ela urrou. Sammael em sua mente pensava olhando para o urso. “A energia desse animal é magnifica, mas não devo deixa isso me atrapalhar... Assim que ele morrer eu levarei a alma dele para os ancestrais.” 

Ele se manteve parado por um momento até o homem agir como um animal, encarou o urso com um cassetete, o cheiro da morte penetrava na alma de Sammael e a energia do outro homem tinha o sabor de sangue. Sammael segurava a adaga fortemente em sua mão apenas analisando a situação que se passava diante de seus olhos entre o homem e o urso, quando tivesse uma oportunidade estaria pronto e seguiria com o plano que estava pensando para eliminar o grande urso. Respirando bem devagar, evitou contato olho-a-olho para não desviar a atenção do animal que estava mais próximo do outro homem, o qual tomou a dianteira.



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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Vancouver em Qua Jan 22, 2014 9:44 pm

3 dados para moderação
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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Mestre do Jogo em Qua Jan 22, 2014 9:44 pm

O membro 'Vancouver' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

#1 'Dados' :

#1 Resultado : 10

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#2 'Dados' :

#2 Resultado : 7

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#3 'Dados' :

#3 Resultado : 9
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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Vancouver em Qua Jan 22, 2014 9:58 pm

Pela ordem - 
Gillian - 10
Neweys - 7
Gaspar - 9

3 dados - Urso
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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Mestre do Jogo em Qua Jan 22, 2014 9:58 pm

O membro 'Vancouver' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

'Dados' :

Resultado : 1, 5, 10
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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Vancouver em Qua Jan 22, 2014 10:36 pm

Pela ordem
Gillian - 10 - 1
Neweys - 7 - 5
Gaspar - 9 - 10

-------------------------------------------------------------------------
Kelvin era um homem treinado como poucos para ser um caçador de grande padrão, o único problema era seu grande amor por animais e pela mãe natureza. Isso obviamente é algo que não caberia em um caçador. O que fez com que el se retirasse de perto de qualquer outro de sua tribo e partisse para a floresta em busca de refúgio e de uma nova percepção de vida.

Lá se uniu a um pequeno grupo que morava no meio do Bosque Shadow, não se sabia como, mas sempre mantinham-se firmes e bem alimentados. Com o tempo ele aprendeu muito sobre a mata, o que aconteceu de diferente em sua vida foi o contato com um ser sobrenatural que lhe concedeu a maldição da vida eterna, seu único defeito era que para isso teria que se alimentar com sangue humano. Seu amor pelos humanos nunca foi dos maiores o que lhe ajudou e muito em sua nova missão.

Há algum tempo ouviu sobre rumores de assassinatos dentro do Shadow e resolveu fazer algumas investidas esporádicas, numa dessas ele descobre o trio. Usando Animalismo, ele consegue entrar no corpo de  um urso enquanto o seu repousa em um local seguro o bastante.

Buscando uma resposta para o que o trio estava fazendo resolve investir. O urso quando em pé, não é uma posição de ataque e sim um teste para saber o que está acontecendo, quem está ali e o que pode ser ameaça ou não. 

A mulher parecia ser a mais indefesa aos olhos de Kelvin, e isso se tornou extremamente perceptível no momento em que ela, no chão segurando as vestes de outro homem lamuriava algo sobre não estar ali, mas estar ali. Certamente louca ou conhecia algum dos malditos, o que seria algo difícil de acontecer, talvez tivesse uma percepção acima do normal, mas sua atitude em nada pareceu ameaçadora.

O outro homem, no qual a mulher se apoiou parecia ter mais raiva que medo em sua ação. Isso confunde a mente afinal de contas, que homem em sã consciência pegaria um cassetete para tentar se defender de um monstro com 600 quilos aproximadamente de músculos, pelo e osso? Talvez fosse sim insano, mas isso não deixou o homem com calma para não investir. Ao contrário, o ser aproxima-se do urso tomando a dianteira e gritando: VENHA FERA! 
Pois bem, irá.

O último homem empunha algo que parece uma faca, talvez dos três fosse o mais perigoso, porém não parecia muito incomodado com a presença do animal e sim com a presença dos dois humanos ali. Sintia nele uma força diferente, não era um homem comum, parecia ser tomado por uma espécie de psicopatia onde acredita ter mais de um ser em sua casca. O mesmo caso deve ser percebido no outro homem. Bem, um dos dois hoje ficará sem sua arma, talvez sem sua carne, a única que deveria salvar é a mulher, e assim será.

Aproveitando o homem mais perto do animal, descendo da posição de investigação, a investida a quase 50km/h é algo brutal e ridiculamente perigoso. Antes de sua investida, usando a mente que tem ele lança uma das patas para a terra levantando a sujeira e jogando para frente em direção ao homem. O segundo ponto é um salto na direção do homem que segura a adaga. 

O que fariam já não importa mais, hoje um ser acaba sendo morto, seja o urso, sejam os homens...

-------------
(OFF - Gostei! Parabéns pessoas, mesmo com as mentalidades diferentes acabaram por agir como imaginei que cada um agiria. O que é bacana pois o site está mais pensante! *-* [seus lindos].
Os dados rolados foram 1 - ver como seria realizada a ação de cada um onde 6 é o padrão, todos passaram, como Gillian teve sucesso automático foi a única a não ser atacada, e isso significa que ela pode SIM atacar caso queira, ou realizar qualquer outra ação que deseje.
Quanto a Neweys ele teve a realização de seu efeito, deu a face da ira em seu personagem, mostrou que está pronto para defender sua vida, o que tirou dele a primeira investida.
Gaspar se preparou para a investida de qualquer um dos lados com a adaga em sua mão e isso acabou levando a crer que era o mais perigoso ali. A percepção do urso foi realizada com 1 - não percebeu nada sobre Gillian, 5- percebeu pouco sobre Neweys, 10 - percebeu tudo sobre Gaspar.
Com isso viu que o último citado tem desejos sanguinários e assim sendo é um homem cruel e difícil adversário, já que também tem a arma mais "letal".

Serão rolados dois dados, o primeiro para conseguir levantar a sujeira dificultando ação de Neweys, a segunda será a investida contra o Gaspar.
Dificuldade: 6 para a primeira ação, 6 para a segunda ação do Urso.
DESSA VEZ NÃO TERÁ SUBTRAÇÃO NOS DADOS, APENAS NESSE TURNO, OS SENHORES PODEM DEFENDER E ATACAR. 

Boa sorte a todos.

PS:

Dificuldade para Neweys: 5
Dificuldade para Gaspar: 7


Última edição por Vancouver em Qui Jan 23, 2014 10:28 am, editado 2 vez(es)
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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Mestre do Jogo em Qua Jan 22, 2014 10:36 pm

O membro 'Vancouver' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

#1 'Dados' :

#1 Resultado : 5

--------------------------------

#2 'Dados' :

#2 Resultado : 7
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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Gillian M. em Sab Jan 25, 2014 7:25 pm



***Flashback***

Gillian estava sozinha tarde da noite na loja de seu pai, sentada no chão usando uma cadeira antiga como mesa, mantinha seus olhos famintos sobre as folhas do livro que lia, sobre a cadeira á sua frente um caderno cheio de anotações que para ela seriam muito valiosas para o que ela tinha em mente. Depois de horas de leitura, chega ao fim da última página, ela então fecha o livro rapidamente fazendo o ar soprar em seu rosto jogando seu corpo para trás deitando no chão frio da loja. Ainda abraçando o livro contra o peito, ela olhava para o teto tentando absorver as informações que tinha lido. Seus pensamentos pareciam dar um nó, estava confusa, excitada e descontente ao mesmo tempo, ela fecha os olhos  e respira fundo soltando o ar bem lentamente como se meditasse, manteve os olhos fechados por mais alguns segundos e os abriu virando a cabeça para a direita para observa as horas no relógio de parede que ficava no fundo da loja.
 
Era passada das duas da manhã. Antes de se levantar do chão, seus olhos capturam algo estranho no fundo da loja, algo estava encostado contra a parede, coberto por um pano, revelando apenas uma das bordas. Gillian continuou observando e parecia mudar de contraste, um brilho, algo líquido e prata como mercúrio. Se sentou para analisar melhor e ter certeza que seus olhos não estava lhe pregando uma peça, e confirmou de imediato que não estavam. Sem tirar os olhos do objeto ela depositou o livro que segurava sobre a cadeira e se levantou caminhando até os fundos da loja se aproximando do objeto que parecia lhe chamar, podia sentir uma força lhe puxar, uma forte energia, mas não eram boas energias, podia sentir dor, sofrimento e até mesmo solidão. Esticou a mão para retirar o pano de sobre o abjeto quando foi surpreendida por uma voz que a fez pular de susto e quase ter uma parada cardíaca.
 
- Você melhor do que ninguém deveria saber que não se deve tocar em certas coisas nessa loja. Dizia a voz, ela se vira para encarar Gaspar que estava apenas a alguns passos dela e ela nem se quer tinha escutado ele se aproximar, ele mais parecia uma alma sorrateira que um ser humano.
 
***Fim do Flashback***
 
Aquela névoa realmente deixava os sentidos de Gil inquietos. Ela cai em seus joelhos assim que o animal se aproxima e urra deixando claro para todos a sua grandiosidade e poder, que naquele momento era ele quem dominava. Sim, ele podia ser uma ameaça mas ainda sim Gil se pôs de joelhos repetindo para si as palavras de antes, seus sentidos não foram de desespero, ou a incontrolável necessidade de fuga como tantos fariam. Também não estava entregando sua vida ao animal, na verdade ela nem mesmo entendia o que ela estava fazendo ali de joelhos no solo, sentindo aquela energia que vinda de qualquer lugar e nenhum lugar.
 
Ela levantou os olhos agora calada para observar Neweys que tomou a frente e desafiou o animal com seu próprio ser e a arma que carregava em mãos. Desafiou o animal como se fosse qualquer outro ser humano, seu igual, sem hesitação, sem medo e com extrema ira. Enquanto o outro homem que só então Gillian se dera conta que usava uma máscara. Por que ele se escondia detrás daquela máscara, quais eram seus pecados, ou seria insanidade? Talvez ambos. Ele carregava consigo uma adaga da qual tinha em mãos e parecia não hesitante em usa-la. Ela era apenas uma espectadora, observava tudo acontecer diante de seus olhos como se não estivesse ali pois sua presença foi até mesmo ignorada pelo animal que estranhamente desvia sua atenção daquele que o desafiara e partiu para o outro homem.

Gil baixa as mãos e toca o solo úmido e gélido agarrando a terra com as mãos, ela fechou os olhos e apenas sons chegavam aos seus ouvidos, imagens se formavam em sua mentes, as vezes ela tinha medo de seus próprios pensamentos, aquelas imagens a atormentavam, quando estava acordada, assim como a atormentavam quando estava dormindo, tudo parecia tão real, talvez nem mesmo aquela situação fosse real, o que a fazia pensar, quem não estava ali seria o animal ou seria ela? Um dos dois estava fora de seu devido lugar.
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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Neweys Dwant em Seg Jan 27, 2014 8:45 am


“-Onde vocês enfiaram aquela espada?”, questiono-os mentalmente. Desde minha ultima aparição percebi que a Vehementi sumiu, e aquela era uma ótima arma. Poderia fatiar esse urso em um piscar de olhos com tal poder.

Sem resposta, não é? Acho que não resistiram a minha chegada. Mantenho meu foco sobre o animal, meus dentes rangem e meu poder cresce munido de raiva. O cassetete tem de ser o bastante, e se não for, eu farei com que seja. A postura da criatura muda, ao que parece agora irá atacar, pois venha, sou seu inimigo, fera! Um início de corrida por parte do urso faz meu sangue ferver, seu avanço para contra mim me inspira e me coloca em postura de batalha, mas então, apenas com uma patada ao chão ele tenta me distrair, mudando seu curso em seguida.

-NÃO ME IGNORE.

Proclamei antes de avançar com o pó erguido atingindo minhas pernas sem sequer ter chance de me atrapalhar.

Eu o desafiei, mesmo assim ele foi contra o homem de máscara antes de enfrentar a mim. Que animal faria isso? E mais... Que animal tentaria jogar poeira contra mim para me distrair? Esse urso está mais inteligente do que deveria. Nos fragmentos de nossas memórias, pequenos pedaços estão perdidos na mente de cada parte do que seria ‘Nós’. Por isso tenho ciência da existência de vampiros, assim como os outros. E com essa informação não posso descartar a possibilidade de estar enfrentando um vampiro, ou até outro ser sobrenatural. Afinal, até onde vai o poder desses seres?

Além disso, existe outra coisa importante. Por que dar as costas para mim? Eu deveria ser o alvo mais certo. Se ele avançou contra o homem de máscara, é por que esse mesmo homem não é nada normal. Seria ainda pior do que eu? Ou minha ascensão imprevista o fez não perceber o óbvio predador em meu interior? Minha sede insaciável de sangue e morte. Pois então terei de mostrar-lhe que sou o monstro nesse campo de batalha. Não ele, não o mascarado, eu sou. 

Meu avanço termina com um breve salto tentando interceptar o urso em seu caminho até o homem. O cassetete devidamente encaixado rente ao meu antebraço, percorre o ar em uma queda contra o focinho do animal. Com sorte talvez eu até mesmo acertasse um olho dele, na melhor das hipóteses. Fosse a melhor ou a pior, manteria a postura de batalha até a vida de um dos dois se esvair... Tenho de mostrar ao maldito que não se dá as costas a um guerreiro de meu porte, e sai são e salvo da batalha.

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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Neweys Dwant em Seg Jan 27, 2014 8:58 am

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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Mestre do Jogo em Seg Jan 27, 2014 8:58 am

O membro 'Neweys Dwant' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Vancouver em Seg Jan 27, 2014 9:38 am

Absorção de dano Urso.
Dano - Dado = X
7x2 (está de costas para o adversário) - 8 = 6
-

PS. - Trabalharemos somente com dados, ao menos por enquanto, se quiserem podemos ver a possibilidade da inclusão novamente de fichas.


Última edição por Vancouver em Seg Jan 27, 2014 9:39 am, editado 1 vez(es)
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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Mestre do Jogo em Seg Jan 27, 2014 9:38 am

O membro 'Vancouver' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Gaspar Motierre em Qui Jan 30, 2014 5:56 pm

- Tem algo errado com esse animal. Pensa Sammael enquanto analisava os movimentos do animal, sua energia era sombria não sabia bem o que era.
 
Enquanto isso o urso lança uma das patas para a terra levantando a sujeira e jogando para frente em direção do outro homem para distrai-lo, o urso vem na direção de Sammael dando um salto. Ele por vez, seguindo seus reflexos se esquiva rapidamente do ataque do urso indo na direção oposta do salto do animal.   
 
Atrás de sua máscara ele sorria, os sentindos dos humanos já foram maiores na época ainda que eles viviam com os animais e precisava caçar para sobreviver hoje trocaram a caça por política e socialização.
 
Aproveitando sua esquiva em sua vantagem, ele usa a mão que segurava a adaga para atacar o animal na tentativa de fazer um corte na lateral da barriga do animal.
 
Ele sente a sua movimentação na terra, e os sentimentos do animal e o seu medo. –  Porque me atacar, eu não sou contra a Gaia. Disse ele em uma posição de defensa com a suas mãos cobrindo o peito e um pouco a garganta segurando a adaga em sua mão esquerda. – Apenas mato os filhos, que deram as costas para ela. Pensou ele.
 
Tinha algo acontecendo com Sammael, sua energia começou a ficar gradualmente desforme, assim como sua insanidade que começava a ficar fora do controle, ele tinha que acabar com o urso de uma vez, antes que sua insanidade tomasse conta completamente então seria difícil voltar a si. 
 
 
A mansão em Chamas.
 
Alguns dizem que quando a pessoa tem duas mentes ou personalidades a personalidade primaria fica em um plano ou preso em algum lugar entre a mente e o espírito. A partir dali qualquer visão ou distorção da realidade vai partir da alma condenada do lunático chamado Gaspar Motierre, que se encontra em um plano entre o imaginário e a realidade.  
 
 - Ei você, não corra de mim. Disse um homem de terno escuro e olhos avermelhados correndo atrás do Gaspar segurando uma arma em sua mão direita e em sua mão esquerda um coração humano.
 
Gaspar dando risadas insanas e correndo em um corredor que parecia que não tinha saída, encontrou uma porta aberta que dava para o salão principal. Ele pensa. “Thaurron vou acabar com a sua existência
 
Ele corre para a escadaria circular. Ao olhar para traz, vê um vulto quando ele se vira para olhar a escada o homem estava em sua frente rindo e apontando a arma para seu peito. – Agora me diz, o que está fazendo aqui Motierre. Disse o homem com um tom ameaçador, seus olhos brilharam.
 
Ele segurou o braço esquerdo de Gaspar e apontando a arma em suas costas foi levando ele para o escritório do mestre da mansão chamando Thaurron.  
 
Dois homens com óculos escuro guardavam a porta de ourou maciços e umas escrituras entralha nela. Eles abriram a porta e sentando em uma poltrona grande e preta de veludo estava um velho com cabelo preto, o olho esquerdo dourado e o direito avermelhado.
 
O homem que segurava o Gaspar o joga na Poltrona de convidados na frente da mesa. – Ele está entregue voltarei mais tarde, mestre. Disse o homem se despedido. O velho encara o Gaspar com uma expressão séria olhando fixo nos olhos dele como se tivesse penetrando em sua alma.
 
- Invadiu minha mansão, matou seis membros da minha família para rouba meu livro. O velho deu uma pausa e com o seu olhar sufocou Gaspar. – Onde esta meu livro? Disse o velho soltado o Gaspar que respira fundo dando uma risada insana em seguida. – Em nenhum lugar.
 
Ele da outra risada debochada. – O seu segurança, fez um favor para mim. Gaspar olha para o velho e o seu olhar mudar de cor ficando vermelho sangue. – Sairá apenas um vivo desse escritório.
 
Gaspar invoca uma cobra de sangue que sai de sua mão suspendendo o velho pelo pescoço. – O seu livro foi apenas uma desculpa para encontrar você e me alimentar de sua alma. Ele da uma risada. – Ta escutando esses gritos? Gritos abafados de desespero podiam ser ouvindo através da porta. – Os meus servos de sangue, estão se alimentando e abusando de seus soldados. Gaspar solta uma gargalhada insana e a cabeça do homem explode manchando as cortina e a janela.
 
Gaspar caminha saltitante até o corpo do ancião colocando sua mão no peito dele, e diz uma palavra arcana antiga. O corpo que estava no chão se transformam em pequenos pedaços de pó de energia. Gaspar então abre a janela e salta, quando seus pés tocam o chão seus olhos ficam normais novamente ele vai saltitante até o portão de ferro.
 
Em sua volta corpos dos soldados caídos e criaturas mortas pelo jardim da mansão, ele entra em um carro preto olhando pela janela do carro apenas para contemplar a visão da mansão em chamas e gritos dos soldados e criaturas. – Missão comprida me leve para ver Carandial, quero a minha recompensa.
 
                

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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Mestre do Jogo em Qui Jan 30, 2014 5:56 pm

O membro 'Gaspar Motierre' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

'Dados' :

Resultado : 1, 5

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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Vancouver em Sex Jan 31, 2014 1:20 pm

Dificuldade para Neweys: 5
Dificuldade para Gaspar: 7

Gaspar: 1, 5 (Falha crítica)

Dito isso...

Neweys acertou o urso na cara fazendo com que o animal ficasse mais bravo ainda e provocando um ferimento e abrindo um pequeno corte. O problema é que assim que o urso partiu para cima de Gaspar ele foi acertado, e o ataque veio com ainda mais fúria.

Ao tentar desviar do ataque do animal, o homem que portava a adaga escorrega antes do pulo, sua adaga é lançada para longe na tentativa de se manter em pé, assim que a adaga sai de perto de sua mão, ele olha para o animal que estava a poucos centímetros de seu corpo. O urso então acerta a patada no braço onde estava a adaga, provocando cortes profundos no braço de Gaspar. Vendo o homem ali sem reação, o animal desfere mais um golpe, dessa vez ele vai para cima de Neweys...

Apoiando-se nas patas traseiras, o animal lança suas poderosas garras na linha de cintura de Neweys na tentativa de arrancar um pedaço de sua barriga. Talvez o ferimento ajudasse a mulher a fugir. E a mente do Gangrel poderia ficar mais tranquila, se acertasse Neweys, libertaria-se do corpo do animal e terminaria o trabalho de qualquer outra maneira, queria tirar a mulher dali, ela era o alvo para ser salvo, o resto era só resto...
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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Mestre do Jogo em Sex Jan 31, 2014 1:20 pm

O membro 'Vancouver' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

'Dados' :

Resultado : 1
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