Bosque Shadow

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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Neweys Dwant em Dom Fev 02, 2014 11:50 pm

O campo de batalha é grande, mas o espaço usado é ridículo. Apesar de falhar em interceptar o animal e impedi-lo de seguir em frente, firo sua cabeça usando o cassetete. Tão fácil de acertar, mas tão difícil de ferir... O animal de grande porte mal parece se incomodar, apesar de se óbvio que gerou algum incômodo ao menos. O som produzido pelo impacto contra o crânio do animal fora incitante, o suficiente para acordar o outro... Eu sou Fúria, e ele é Caos. A expressão máxima das sensações e o antagonista perfeito. Uma dupla de insensatez e destruição que poderia tornar-se perpétua em um estralo. Talvez por não ter começado de forma trágica a batalha, eu esteja subestimando o destino. Meu sangue não ferve como deveria. A fúria está se esgotando rapidamente. Tem pouca água entrando pra suprir muitos furos no balde.

“-Já está até pensando como eu. Com comparações excêntricas e divertidas, hahahaha!”. – a voz em minha mente deixa claro que estou certo. Caos está acordado e não parece que dormirá em breve. Enquanto isso, observo o animal atacar o mascarado. Parece irritado, o que acaba por divertir e atiçar ainda mais minha outra face. A fera se vira para mim em seguida, e avança contra meu corpo a fim de golpear-me. Seu lento e desengonçado movimento até me dá náusea de tão repulsivo e errôneo que se faz. Dois passos para trás, e um salto na mesma direção, me coloca praticamente ao lado da mulher novamente e é o bastante para evadir do ataque da criatura...

A humana parece assustada, não dou muita atenção pelo fato de que meu adversário é um animal assustador em potencial físico. Mesmo assim a face conturbada me força a virar o rosto, vendo a mulher agarrar novamente meu braço, seu corpo semi-despido excita meu ser que soma os desejos sexuais com a carnificina gerada em uma batalha. Enquanto um sangra ao chão, e outro se mostra falho, alguém tem que levar a princesa em segurança para o castelo. Seria essa a brincadeira? Agarro o braço da mulher e puxo para cima fazendo com que a mesma seja forçada a se levantar. “-Caos! Não! Eu ainda não terminei! Tenho uma luta a concluir! Deixe-me em paz!”, ouço em minha consciência. – Não. –respondo baixinho.

-E o troféu vai para... Neweys! Hahaha! – sorrio e olho novamente para a mulher, analisando seu corpo sem esconder os desejos maliciosos expostos em minha face – Da próxima use vermelho... – digo deslizando minha mão pelo corpo dela – Me deixa mais excitado! – sussurro no ouvido da mulher... – Agora...

 -Vamos lá! Essa brincadeira não acaba aqui, não é? Onde está você? Tenho que mata-lo! E não estou falando com o urso. Apareça, Criança da Noite! – sem conhecer a veracidade do termo, ou sequer imaginar seu real significado no mundo oculto aos humanos, digo o mesmo com meus lábios desprovidos de cautela ou sensatez. Aos meus ouvidos, tais palavras não possuem significado algum, mas soam bem juntas e se encaixam perfeitamente aos vampiros dos quais já possuo ciência de sua existência. Não que eu esteja lidando com um, mas há essa possibilidade e não pretendo descarta-la!

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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Vancouver em Seg Fev 03, 2014 11:45 am

Teste de furtividade:
Em sequencia post de Kelvin.

Destreza + Furtividade

10 + 5 = Dificuldade 6
Necessário ao menos 3 sucessos para conseguir se mover sem ser percebido
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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Mestre do Jogo em Seg Fev 03, 2014 11:45 am

O membro 'Vancouver' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

'Dados' :

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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Vancouver em Qua Fev 05, 2014 11:01 am

8 sucessos - Kelvin - AÇÃO RÁPIDA!

----------------------------------
A capacidade de se mover em silêncio é um dos dons que esse gangrel possui que muitos em toda a existência não foram capazes de conseguir, sua união com a terra e conhecimento de sua morada, somada ao seu Auspícios e Animalismo transformam esse ser em uma máquina de matar, uma máquina de caçar. 

Seu urso fora derrotado, infelizmente medir erroneamente a distância entre o urso e o alvo não foi uma boa ação, o que culminou na perca do animal e liberação do ser que serviu de boa distração para o trio que ali estava, isso obviamente acaba ajudando a movimentação sem barulhos e completamente mortal de Kelvin.

A cada passo nenhum barulho, olhou para as redondezas, não queria nenhum garou por ali aquela noite. Aproximando-se dos homens e da fêmea ferida, Kelvin olha para o alvo que ainda não tinha ferimento e lança-se sobre o rapaz na intenção de ferir suficiente para liberar a fêmea de seus captores (na mente de Kelvin)  e levá-la para um local seguro. O que acontecesse a partir daquele momento seria problema de qualquer outro ser.

Sabia que a movimentação era algo complexo para um ser normal, mas ser diferente, e conhecer o que fazer, é algo que ele sabe como ninguém.

Apoiando-se nas pernas, com devida proximidade do trio, ele lança-se para cima e para frente buscando acertar as costas de Neweys com um potente chute voador retirando-o do combate ao menos temporariamente. E para isso não poderia esperar, não havia como esperar...

-----------
NÃO HÁ ROLAGEM PARA PERCEPÇÃO POIS O MÁXIMO DE SUCESSOS QUE ALCANÇARIAM SERIA 6 (DADOS DE PERCEPÇÃO + PRONTIDÃO), COMO KELVIN OBTEVE OITO, O SUCESSO EM SUA FURTIVIDADE É AUTOMÁTICO E IRREVOGÁVEL.

1 rolagem: 10 + 7 = 17

Dificuldade: 6

Esquiva para Neweys: 3 dados
Aparar para Neweys: 6 dados


Última edição por Vancouver em Qui Fev 06, 2014 7:41 am, editado 3 vez(es)
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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Mestre do Jogo em Qua Fev 05, 2014 11:01 am

O membro 'Vancouver' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

'Dados' :

Resultado : 6, 8, 8, 5, 6, 5, 8, 2, 9, 10, 1, 2, 1, 1, 9, 4, 5
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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Neweys Dwant em Dom Fev 09, 2014 12:55 am


Essa mente conturbada e deforme estabilizar-se-ia apenas em meio ao mais profundo caos. Em uma existência devastada pelo cinza das nuvens e pelo vermelho do sangue. Em um meio onde Caos e Fúria disputam o poder, quem seria capaz de intervir entre essas forças esmagadoras? Um distúrbio de não vida odioso e repleto de hipocrisia.

Não sinto nada, senão eles intervindo na existência, moldando o mundo em sentimentos fervorosos e sinistros. Consumindo vida após vida em batalhas incessantes e - diga-se de passagem - deveras arriscadas. Não sou dono de meu corpo, apenas de meus ideais, minha própria consciência partilhada. Eles brincam com o mundo como deuses profanos que se mantém corrompendo vida e destorcendo o significado da morte. Sem temores ou remorso. A alegria pode ser uma arma tão fatal quando a mais pura raiva nas mãos de tais poderes.

"-Tem algo errado..." - ouvi Fúria dizer em nossa mente.

-Calado. - respondeu Caos com nossa boca.

O silêncio se manteve por pouco mais. Senti durante isso algo queimando no interior fragmentado de nossa mente. E então o susto... O som de um salto. Tão rápido quanto assombroso. Como uma massa de puro poder voando contra nós e então, as chamas em nossa mente queimaram de novo. 'Algo ruim se aproxima', é o que meus instintos gritam. Fúria está certo, e isso é temível. Quais inimigos mais para enfrentar? Com que poder lidarão essas forças imensuráveis presas em carne morta?... O monstro está dentro do corpo de homem, e este ultimo pode não aguentar o poder de seu mestre.

...

"-Não pode me conter..." - sussurrei, eu, Fúria. Caos manterá qualquer pirraça que seja permitida, mas o calor dos instintos me motivam a permanecer sobre controle. Tolo inconsequente, enfrentar essas coisas não é brincadeira para visionários se distraírem. Ao destroçar o inimigo que nos rodeia não tenho intenção alguma de permanecer em consciência então que ele aguarde. Não tenho propósito de deixar esse corpo perder-se da existência.

Nosso desespero por sobreviver a todo custo, munido do sentimento de honra que me impede de fugir em meio a batalha, ardem como chamas puras em meu interior. Sinto como se possuísse uma tocha em cada mão. Rochas parecem formar meus braços e aço fundido é meu sangue voraz. Meus olhos se dirigem para o ser que avança contra mim, meu corpo gira levando minha perna esquerda para trás buscando um apoio enquanto empurro a garota para que não receba o ataque junto a mim. A luta não acaba em um golpe. Não uma luta comigo aqui. Nem quando meus ossos se partirem e meus músculos se desintegrarem. O cassetete vai a frente para tentar aparar o movimento as cegas enquanto meu outro braço se mantém estendido para livrar a mulher do impacto. Um grito ressoa em meio ao bosque saindo de minha garganta e firme me ponho perante o inimigo (gasto de Força de Vontade para um sucesso automático garantido).

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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Mestre do Jogo em Dom Fev 09, 2014 12:55 am

O membro 'Neweys Dwant' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Gillian M. em Dom Fev 09, 2014 2:29 am




***Flashback***
 
O homem caminhava ao seu redor, com as mãos para trás e um sorriso maroto de canto de boca, enquanto Gil permanecia imóvel apenas ouvindo as palavras do homem.
 
– Você tem mais potencial do que pensa Gillian, portanto não deveria ter medo das coisas que pode fazer. Você deve enfrentar seus medos e deixar essa energia que guarda dentro de você fluir, uma vez que você sentir essa energia e todo esse poder fluindo em suas veias você jamais irá querer que ela se vá, deixe ela te consumir.
 
O homem então para de andar ao seu redor e caminha até a mesa abrindo a gaveta e retirando dela um grande livro. Ele caminha em direção a ela e lhe entrega o livro. – Aceite esse presente, você vai encontrar tudo o que precisa saber nessas páginas. Eu estou aqui para te ajudar, juntos poderemos fazer coisas que você jamais pensou ser capaz. O homem se põe atrás de Gil tirando seu cabelo de lado expondo seu pescoço e deslizando seus dedos por toda extensão e trilhando seu pescoço até seu ouvido com os lábios. – Você confia em mim, não? Perguntou ele tendo como resposta um leve balançar de cabeça da mulher.
 
***Fim do Flashback***
 
Ainda com os olhos fechados e sentindo o solo Gil sentiu algo se modificar e não eram só os sons. Toda energia ao seu redor havia se transformado, não havia mais nenhum resquício de harmonia como antes, ela havia se esvaído. Foi então que ela decidiu abrir os olhos que se arregalaram no mesmo instante ao se dar conta do que estava se passando. O homem mascarado estava sendo atacado pelo grande urso, já News estava um pouco afastado. O a energia que emanava do urso era de inquietude e ira.
 
Gil sabia que não podia permanecer mais ali, do contrário todos estaria em risco até mesmo ela que por algum motivo havia sido poupada. O que era fora do comum, já que para um urso ou qualquer animal primitivo selvagem, a presença de um ser desconhecido sendo animal ou não, poderia ser considerado uma ameaça independente do fato de carregarem uma arma ou qualquer coisa que parecesse uma arma. Gil então vendo o homem de máscara ferido pelo urso caído no chão. Cogitou a possibilidade de ir até ele para ajuda-lo, mas antes que pudesse reagir, viu que o urso agora tomado em fúria por estar ferido ia em direção a Neweys balançando sua grande pata em um ataque que poderia feri-lo tanto quando o outro rapaz. O Rapaz por sua vez se esquivou do ataque do urso se afastando e se aproximando de Gil. Ela hesitou por alguns instantes levando ambas as mãos a cabeça, fechando os olhos enquanto em sua mente distorcida tentava colocar seus pensamentos em ordem. Era frustrante quando não tinha total controle de seus pensamentos, mas do que qualquer outro dia desejava que sua mente voltasse ao normal.
 
Ela então abriu as mãos soltando a terra que segurava antes e engatinhou para perto de News segurando suas vestes.  – Precisamos sair daqui, temos que ir. Ela sussurrava sem ter certeza se ele havia ouvido suas palavras. Ela olha ao redor, ainda esperava por algo mais. Então sente seu corpo ser suspendido pelo rapaz que com os olhos cheios de desejos carnais mira seu corpo passando sua mão sobre o mesmo. Gil sentiu a mão do rapaz deslizar em seu corpo que reagiu ao toque, respirou fundo e segurou o ar por alguns instantes, seu corpo se arrepiou, sentindo a energia do rapaz assim como o toque de sua mão gélida em sua pele.
 
Sentiu seu corpo ser empurrado por News momentos depois, perdendo um pouco o balanço, mas ainda se manteve de pé. Quando percebeu que ele se virava para aparentemente atacar algo que vinha ás suas costas, Gil se abaixa levando as mãos a cabeça protegendo-se por puro reflexo. Ela não sabia bem do que se protegia, apenas viu um vulto e seu instinto de sobrevivência agiu rapidamente.
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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Vancouver em Seg Fev 10, 2014 8:26 am

Tratando - se de um chute: FOR + 1 + 1 (sucesso adicional) = Nº de dados a serem rolados 9

Dificuldade padrão.

Neweys pode usar Vigor = 2
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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Mestre do Jogo em Seg Fev 10, 2014 8:26 am

O membro 'Vancouver' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Neweys Dwant em Seg Fev 10, 2014 11:39 am

Vamos lá!...

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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Mestre do Jogo em Seg Fev 10, 2014 11:39 am

O membro 'Neweys Dwant' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

'Dados' :

Resultado : 8, 7

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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Vancouver em Seg Fev 10, 2014 7:24 pm

4 sucessos - 2 sucessos = 2 sucessos
2 status de vitalidade = MACHUCADO (penalidade na parada de dados = -1)
Ps.: Não está sendo contado o ataque por trás em dados e em danos, dessa vez quero todos vivos, (com ou sem pedaços a mais ou a menos) para que possam morrer depois... digo digo... =X

=======XX===========XX==========XX========XX

Os pés entram em contato com o cacetete usado para tentar aparar o golpe, porém os pés fortes e sobrenatural força que Kelvin tem lançam Neweys de costas no chão caindo e ralando suas costas, tendo o a musculatura machucada por conta do impacto e sentindo os pés e o porrete em suas mãos chocar-se contra seu corpo. 

Kelvin vê a fêmea tentando se proteger do homem com o cacetete nas mãos e começa a imaginar se não é o homem errado o qual ele está indo contra. O perigoso era o outro. O perigoso era o mascarado que tinha a adaga em sua mão.

Olhando para o homem no chão Kelvin resolve abrir a boca:

- Não sei quem é, mas a mulher quer sua proteção. O outro é o incomodo?

Kelvin sabe que seu alvo acertado pode buscar a vingança, mas também quer garantir que a mulher saia sem riscos de morte. Ao menos por hora...
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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Gaspar Motierre em Dom Fev 16, 2014 1:15 pm

Flash back – O Espelho.
 
Gaspar caminha até o seu escritório abrindo a porta ele deixa escapar uma risada, seu escritório se encontrava todo desorganizado, livros, anotações e bolinhas de papel pelo chão. Ele passa a mão no cabelo e começa a coletando os papeis pelo chão e arrumando os livros os colocando nas estantes de ordem alfabética.
 
Ele respira fundo aliviado ao terminar de organizar. Então ele se senta na cadeira e ligando o computador, logo em seguida seu celular toca, ele checa o número e atente. – Oi, conseguiu o acesso hospital psiquiátrico abandonado?
 
-Sim, apenas aos jornalistas, estou te esperando. Responde uma voz feminina. Era Morgana uma antiga amiga de Gaspar que se conheceram ainda na faculdade de Jornalismo. – Excelente, estou indo.    
 
Gaspar pega o seu gravador portátil e a sua mochila com os equipamentos. Ele corre até o banheiro quase tropeçando no tapete. – Ooopa.. Disse ele apoiando na cômoda para não cair. Escova os dentes, arruma o cabelo o penteando para traz e passa um perfume barato e volta ao escritório pegando o celular e o relógio de pulso.
 
Assim que ele chega ao Hospital, Morgana o esperava do lado de fora. – Que demora. Disse ela com uma expressão amigável. – Vamos entra. Eles caminham juntos até a entrada onde foram parados por um guarda.       
 
-Você deve ser a jornalista. Morgana da um sorriso simpático. – Sim, eu mesma. O Guarda olha para o Gaspar. – E ele é o que? Perguntou o guarda encarando Gaspar. – Eu sou um escritor e pesquisador, vim ajudar ela.
 
- Bem... Disse o guarda se virando para abrir o portão. – Boa sorte, seja lá o que vocês procuram. O Guarda da um sorriso e entrega as chaves na mão de Gaspar.   
 
Assim que eles entram um cheiro de mofo invade suas narinas. – Que Cheiro. Disse Morgana com a mão no nariz. – Eu vou para o subsolo. Gaspar disse com um tom serio se afastando da amiga descendo a escada até chegar no corredor onde mantinham os pacientes altamente perigosos. – Esse ambiente é tão pesado, sinto que os espíritos ainda estão presos aqui. Ele tira seu gravador do bolso e começa a gravar . – O hospital psiquiátrico foi embargado por maus tratos e experiências feitas fora da ética cientifica. Um barulho de latas ecoou pelo o corredor.
 
Gaspar caminha até uma sala com paredes e teto de espelhos e uma cadeira no centro da sala feita de ferro e os pés de cobre e amarras de couro. Ele coloca a mochila no chão e tira uma pequena câmera e filma o local. – Aqui foi feito as experiências e muitos pacientes morreram nessa cadeira. Ele da uma pausa e filma a cadeira. – O que será que ela fazia? Então a única porta de saída do local se fecha, ele desliga a câmera e se vira olhando para a porta e pensa. – Droga, deveria ter colocado algo segurando a porta.

Ele se senta na cadeira e fica encarando os espelhos ao redor sem piscar. – O que será que eles viam nos espelhos? Ele encarou até a sua visão ficar embasada, até ele piscar e sair do transe. Balança a cabeça e por um reflexo ele viu uma sombra de asas negras olhando para ele. Ele se assusta e sai da cadeira. – O que é aquilo? Ele coloca as duas mãos na cabeça e fica olhando o espelho.
 
Logo uma dor de cabeça irritante, ele pega o celular, mas estava sem sinal. – Droga ele ainda está aqui. Então a bateria do celular é drenada e o celular desliga. – Ele se alimenta de energia positiva. Sussurrou para o gravador.
 
Passaram-se duas horas e Morgana o encontra encolhido no canto da sala, vários selos e círculos de sangue desenhados no espelho. – O que aconteceu aqui? Gaspar você está bem? Observando ao redor e vendo Gaspar se tremendo todo, ela ficou com medo de toca-lo.
 
- Ele veio até mim, os espelhos, os gritos das pessoas... Ele ficou encolhido próximo a parede tremendo de medo e repetindo várias vezes a mesma frase.
 
 
Flash back – Fim.
 
 
Sammael se levanta do chão todo sujo. Com certa dificuldade, ele tira a camisa interna que estava consideravelmente limpa e cobre seu ferimento apertando e amarado bem firme, lidaria com seu ferimento mais tarde.
 
Vê o outro homem encarar o urso como uma fera selvagem, ele não sabia quem era o mais selvagem ali o Lunático ou o urso. Ele deu uma risada em seus pensamentos. – Tomara que nessa batalha quem ganhe seja o lunático. No meio da batalha o urso parece se render e sai correndo fugindo do lunático, Sammael encara o homem e a mulher e da um sorriso simpático.
 
Os desejos sexuais do homem após uma batalha é normal desde a época antiga, Sammael olha para o outro lado e tenta procura a adaga do corvo. – Droga, perdi a adaga. Disse ele sussurrando. Ele escuta a mulher. – Precisamos sair daqui, temos que ir.  Quando ele se vira para responde a mulher observa o que parecia um “índio” atacando o lunático o seus reflexos eram rápidos. Ele então após o ataque troca algumas palavras com o lunático.
 
- Não sei quem é, mas a mulher quer sua proteção. O outro é o incomodo?  A voz dele era estranha para Sammael, por um momento ele encarou o “Índio”
 

Sammael olha para a mulher ainda abaixada se protegendo. – Você está bem? Ele desviar o olhar dela para encarar o índio mais uma vez. – Acabamos de ser atacados por um urso, você estava atrás dele? Ele dá uma pausa.  –Eu tenho meios de ajudá-los a sair daqui, a salvo. Não quero confusão com você e com o seu povo.Diz o Sammael levantando as mãos e mostrando que ele não estava armando. Sammael estava se controlando ao máximo que podia a energia demoníaca não poderia controlar ele nessa noite.




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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Neweys Dwant em Qua Fev 19, 2014 5:30 pm



Ao chão, e ferido levemente. Vejo-me em tal situação novamente, como em muitas vezes antes desse período de minha existência. Mesmo eu conseguindo tal velocidade e tamanha eficiência para defender corretamente o ataque, a mera força bruta do adversário me jogou longe. Ridículo, tentar disputar contra tão desfavorável inimigo. Nossa diferença é óbvia... Porém... Não consigo tirar da minha cabeça essa raiva! Afinal, eu sou a encarnação da própria fúria de Neweys. E esse maldito conseguiu me irritar o bastante. “Matar e matar” é a única que penso enquanto encaro meu inimigo e me ponho de pé novamente.
 
- Não sei quem é, mas a mulher quer sua proteção. O outro é o incomodo?
 
Ouço ele dizer com desprezo crescente em meus olhos. “-Ahahahaha! E eu achei que eu era o rei dos hipócritas!”, contestava o Caos em minha mente. E dessa vez devo concordar... Solto um grito histérico e golpeio uma árvore ao lado com o cassetete. Olho fixamente para o que penso ser um cadáver andante, e mentalizo uma lista razoável de palavras ofensivas contra ele. Amaldiçoando-o mentalmente por alguns instantes, rosno e salivo, deixo meu aspecto físico bem parecido com o de um lobo faminto ou um cão selvagem com muita... Muita raiva.
 
-Você... Você disse... ‘Incômodo’? – ladro para contra o recém chegado – Seu porco imundo... Hipócrita, cretino, seu filho de uma cadela, sua puta de esquina! – notório nesse momento que também não aguento segurar para mim as ditas ofensas... Na verdade, surpreendo-me em parar aí mesmo, pelo menos antes de uma pausa rápida.
 
-Quer saber quem é o incômodo aqui?... É o viado, cuzão do caralho que me deu uma voadora pelas costas logo após eu sair de uma luta contra um maldito urso com QI 50 pontos acima do daquele mascarado infeliz que não se tocou que palavras gentis não ajudam em nada a situação dele por que ele tá se escondendo atrás de uma porra de uma máscara escrota! Só não tão escrota quanto um retardado que me pergunta “quem é o incômodo” após ter me atacado! SAIA DA MINHA FRENTE, SEU ANIMAL PODRE! Se você tocar em mim ou nessa mulher de novo... Eu mato você. Não salvei ela daquele ‘ninho de serpentes’ pra um viado qualquer foder com a nossa vida. – dou uma breve pausa – Eu vou sair daqui, você entendeu? E vou levar ela comigo. – digo caminhando em direção fêmea – Você é tão nojento que perdi meu apetite por luta... Aquela vampira maluca era bem mais interessante que você... E não fedia tanto. A propósito, falando em maluco, o rapaz ali vem comigo também. Ele pelo menos sabe dialogar, vou precisar de infelizes que gostem disso quando eu chegar na cidade. E não tente me impedir, seu cuzão! Já tô puto o suficiente pra te arrancar de novo a sua vida!

Mantenho meus passos em direção a mulher esperando que ela também viesse até mim, apostando na hipótese dele realmente ser um vampiro, o atacante... Só espero que esse nojento tenha metade do QI do urso. Se tiver, vai perceber o quão retardado está sendo... Que... Raiva...!

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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Kelvin em Seg Fev 24, 2014 12:17 pm

-Você... Você disse... ‘Incômodo’? Seu porco imundo... Hipócrita, cretino, seu filho de uma cadela, sua puta de esquina!

– Vejo que me conhece. Porco imundo, ok. Hipócrita, ok. Cretino, ok. Filho de uma cadela? Com certeza. Mas puta de esquina, bem não faço mais programas. – Responde Kelvin sem expressão alguma.
 
-Quer saber quem é o incômodo aqui?... É o viado, cuzão do caralho que me deu uma voadora pelas costas logo após eu sair de uma luta contra um maldito urso com QI 50 pontos acima do daquele mascarado infeliz que não se tocou que palavras gentis não ajudam em nada a situação dele por que ele tá se escondendo atrás de uma porra de uma máscara escrota! Só não tão escrota quanto um retardado que me pergunta “quem é o incômodo” após ter me atacado! SAIA DA MINHA FRENTE, SEU ANIMAL PODRE! Se você tocar em mim ou nessa mulher de novo... Eu mato você. Não salvei ela daquele ‘ninho de serpentes’ pra um viado qualquer foder com a nossa vida.

– Animal podre, correto. Agora me matar, é algo que certamente você não conseguiria nem em cem anos.

- Eu vou sair daqui, você entendeu? E vou levar ela comigo. Você é tão nojento que perdi meu apetite por luta... Aquela vampira maluca era bem mais interessante que você... E não fedia tanto. A propósito, falando em maluco, o rapaz ali vem comigo também. Ele pelo menos sabe dialogar, vou precisar de infelizes que gostem disso quando eu chegar na cidade. E não tente me impedir, seu cuzão! Já tô puto o suficiente pra te arrancar de novo a sua vida!



(Então ele sabe da existência de vampiros, interessante. Talvez pudesse me contar mais sobre a tal vampira que ele viu mais interessante que eu. Seria uma sabática?)

– Vampira maluca. Eu acho que é você o maluco. E me matar de novo? Comeu merda do tal urso? Ou simplesmente bateu a cabeça? Rapaz, vampiro não existe. Quer ir? Vá. Tem muitos animais por essa hora da noite, eu evitaria ir sem algo para espantá-los.  Caço aqui tempo suficiente para saber isso. E tome cuidado com o mascarado aí. Esse braço fodido dele vai acabar ferrando vocês. Bem, o filho de uma cadela precisa mamar na teta da mãe dele. Eu se fosse vocês seguiria a trilha...

Kelvin termina sua frase e sai de perto do grupo, seguindo a trilha em direção à cidade, era hora de falar com o Príncipe a respeito do que o tal humano havia dito, e se ele falou vampira maluca, certamente deveria ser uma malkaviana... Mas qual?

Mantendo o rumo a ser tomado, ele conta com seus sentidos apurados para que não seja incomodado por ninguém por ali. Já tinha o que precisava saber, se estavam ou não matando a fêmea é o de menos, pelo visto o Neweys, conhecido agora por Kelvin como o “cara que lhe mataria de novo”, estava no controle da situação. Que mal o cara do braço ferrado poderia fazer? Jogar sangue na cara deles? Enfim, era questão de tempo até que as coisas fossem organizadas. Se alguma vampira mostrou sua cara, ele queria saber quem era. Mas sabática e Malkaviana... Era hora de descobrir mais usando o que ele tinha de melhor, o faro.
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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Gillian M. em Ter Fev 25, 2014 12:22 am



Sussurros, vozes, gritos...toda aquela sensação que pensou ter passado a atingiu como uma avalanche assim que aquela energia estranha se fez presente, fazendo com que todos seus sentidos se manifestassem de forma extremamente desturbadora, como todas as vozes em sua mente. Diziam coisas sem nexo, e as visões que a atormentavam agiam numa euforia incessante. Sentia como se tomavam conta de seu ser, euforicas e descontentes, a atacavam, feriam sua carne, sentia queimar e a dor era insuportável.  

Gillian que antes se protegia de algo desconhecido, agora lutava contra sua própria mente e sua visão. Tapava os ouvidos para tentar ocultar as vozes ainda que sem nenhum sucesso, ela gritava para que parassem. Seu interior queimava como se estivesse sendo punida como uma bruxa jogada ao fogo, seu sofrimento era visível para todos que estavam ali. Ela se contorcia no chão, chorando e implorando por redenção. Quando aquilo acabaria?  

Ele havia dito que ela devia deixar sua energia fluir e consumi-la, mas ela não sabia tinha certeza se seria forte o suficiente para deixar que isso acontecesse. Aquele sofrimento durou por alguns minuto. Quando tudo cessou, Gillian parecia exausta, estava desorientada, fraca...Ela tentou colocar rostos nas imagens turvas em sua frente, mas obteve pouco sucesso, mas conseguiu identificar Neweys. Então ela se arrastou meio engatingando até ele,  e segurando em suas vestes com alguma dificuldade ela se pôs de pé se posicionando atrás do rapaz como se o usasse como escudo humano olhando para a figura que estava em sua frente. 

-Quem são eles? Por que nos atacam? Sussurrou ela molemente dando pausa entre as palavras no ouvido de Neweys. 

Gil não tinha idéia do que havia acontecido, mas parecia que News havia profanado o homem que havia o atacado, mas apesar de sua energia o homem parecia calmo demais. Ela tentava se manter de pé se apoiando em News, sua exaustão e o frio começavam a incomodar tanto quanto sua insanidade. Seu corpo trêmulo se recusa a obedecer suas vontades de permanecer de pé, mas ainda sim ela tentar resistir usando o pouco de forças que ainda tinha.  

Encarando o homem, ela apenas ouve um balbuciar de palavras, e observa o homem dar as costas e se distanciar sem entender muito bem o que havia acontecido. Assim que o homem desapareceu de vista ela caiu de joelhos, com sua respiração forte e cansada ela se abraçava como se se protegesse do frio. Ela levanta a cabeça para encarar Neweys. - Me leve daqui, eles não me deixam em paz. Ela dá uma breve pausa para tomar o ar. - O que faremos com ele? Perguntou ela sobre o homem mascarado.
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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Gaspar Motierre em Dom Mar 02, 2014 2:54 pm

Sammael encara o “índio,” ele sente que ha algo bem estranho com ele mas apenas observa sua energia que dançava pelas sombras. 

O lunático mostrava a fera que todos os humanos carregam em seu sangue. Sammael se vira olhando para o lunático, por detrás de sua máscara um sorriso debochado pensando. – As pessoas sempre se importam com máscaras mas nunca entenderam o significado delas. Ele observa a mulher. – Ele a salvou de um ninho de serpentes. Ele dar um sorriso. – Ela é uma criatura interessante, não é a atoa que seu cão infernal morde tanto.  
 
Ele encara o rapaz lunático ainda latindo para o índio um tanto estranho. - Eu vou sair daqui, você entendeu? E vou levar ela comigo. O rapaz caminha a direção da mulher, Sammael então abaixa os braços e vai andando em direção ao rapaz enquanto ele continua a esbravejar com o índio. 

Sammael começa a rir da situação presente, uma risada reprimida logo após da resposta do Índio.  - Vampira maluca. Eu acho que é você o maluco. E me matar de novo? Comeu merda do tal urso? Ou simplesmente bateu a cabeça? Rapaz, vampiro não existe. Quer ir? Vá. Tem muitos animais por essa hora da noite, eu evitaria ir sem algo para espantá-los.  Caço aqui tempo suficiente para saber isso. E tome cuidado com o mascarado aí. Esse braço fodido dele vai acabar ferrando vocês. Bem, o filho de uma cadela precisa mamar na teta da mãe dele. Eu se fosse vocês seguiria a trilha...
O Sammael encara o índio e depois olha seu ferimento. – Criaturas que beberam do vazio eterno, não existem... Piada. Aqueles que não acreditam acabam virando presas das criaturas do vazio. Ele então se abaixa pegando um punhado de terra molhada e passa em cima do pano que cobria a ferida. – Com isso os animais da floresta terão dificuldade em sentir o cheiro  do ferimento,  estamos à 15 passos a trilha, cinco passos ao corpo do invocador e dali quatro passo a caminhonete e a moto. 

Sammael levantando-se observa o índio adentrando a floresta e logo após ele escuta a voz da mulher. - Me leve daqui, eles não me deixam em paz. O que faremos com ele? Antes de responde ele se vira olhando para a mulher de joelhos passando suas mãos na calça na tentativa de limpa-las. – Vou levar vocês à cidade, depois nos separamos. A voz dele estava  calma, ele se vira ao rapaz. – Não se preocupe meus ferimentos não chamará atenção dos animais, já dei um jeito nisso, mas precisamos ser rápidos. Disse ele mostrando o braço. 

 -Afinal, não disse meu nome, me chamo Thánatos. Ele da uma pausa. – Qual é o de vocês? 
  
 Flash Black: Pesquisa.

Os deuses naquela noite estavam zangados,uma antiga arte de uma mulher furiosa com os deuses que tinham levado seu amado esposo naquela cidade onde os mortos andavam como seus escravos zombando do deus da morte. 
Os deuses enviaram um mensageiro da morte. Assim que ele chegou a cidade luminosa ficou na escuridão eterna, podia ouvir gritos, vários deles e depois o silêncio profundo. A mulher em seu círculo de proteção arcana conjurava suas magias sussurrando na escuridão. 

Uma criatura com asas negras e com uma armadura vermelha aparece na janela.  A mulher então disse. – Você é a morte? A criatura da um sorriso e entra pela a janela. – Sim. Disse ele tirando seu elmo. Seus olhos brilharam na escuridão e depois se apagaram. – Você veio me levar ao deus da morte? 

 - Fui ordenado a levá-la pelos seus crimes de necromância. A mulher se levanta e se aproxima da morte. – Porque você está parado? Disse ela se aproximando cada vez mais. – Você é muito bela e a sua energia é interessante. A mulher então ri. – Você não vai me matar? Disse ela passando a mão no rosto da criatura. – Sim, depois que decidir o que fazer com a cidade. 

 - Você é tão bonito. Disse ela beijando seu rosto gélido. - Ele então desembainha sua espada negra perfurando o coração da mulher. A espada suga a sua alma que brilha em um tom azul escuro. 

Feito isso ele sobrevoa a cidade e com a sua espada abre uma fenda no céu expondo o sol que por sua vez queima toda a cidade. – Deus da morte, eu entrego as almas dos mortais, mas a alma dela é minha.

 Gaspar se levanta da cadeira e guarda o livro na estante. - Depois de tantas pesquisas, tentando entender o que era aquilo que viu no hospital abandonado. Ele da uma risada de frustração. – Cada cultura interpreta essa criatura de forma diferente, qual devo acreditar? Disse ele fechado a porta da estante.


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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Neweys Dwant em Qua Mar 05, 2014 5:14 pm

“Vampiro não existe”. Abro um sorriso malévolo ao ouvir aquelas palavras enquanto ando em direção a fêmea. Não mais que ouço enquanto o filho de uma cadela se distancia para mamar nas tetas de sua fétida progenitora. Tolice imaginar que um andarilho da noite admitiria ser um em plena era contemporânea, imagino. A humana faz suas preces, implorando para que eu a tire dali... De fato, erro meu pensar que estaria seguro se me mantivesse na defensiva. Entrar em Shadow não foi uma ideia exatamente brilhante. Solto um rosnar irritado com minha falha privada. Tomo a humana em meus braços, sentindo sua pele gélida. – Não estás apta a andar. Então apenas descanse, e calada. Terá de me servir bem, num futuro próximo. – meus olhos refletem o frenesi extasiante da batalha anterior cessando aos poucos.
 
Após o ato, observo o homem de máscara se oferecer para ajudar e se apresentar – Thánatos? – questiono-me em alto tom – Eu não possuo um nome, humano. Sou somente uma fração do que é chamado de Neweys... Mas, então quer dizer que alguém quer ser um deus da morte? Deuses se fazem com fé, ou a aço e chamas. Não com apelidos... Se é que essa é sua intenção, humano. De qualquer forma, eu aceito sua oferta, desde que tenha realmente uma forma de tirar-nos desse local em pouco tempo. Não pretendo ter que batalhar contra outro urso...
 
O cadáver caminhante tem chances de ter razão em uma questão. Esse homem talvez seja mesmo um risco, mas não é mais do que eu. Isso é um fato imutável, a menos que ele se prove um verídico deus da morte, o que aposto uma mão que não é. Começo a caminhar para em direção da trilha com a humana em meus braços. Aos poucos as minhas palavras de outrora se mostram reais. Ao fim da luta, minha necessidade de existência começa a se dissolver, e meu ser é substituído pelo agouro de tudo que é caótico em mim. Um sorriso se monta em minha face, e meus olhos brilham com a escuridão ao meu redor, a excitação agora não mais se faz presente pelo corpo da mortal ou luta contra um inimigo temível, mas sim pelo cheiro do sangue no ar, até mesmo o gostinho eu começo a sentir!... Solto uma risada seca audível apenas para a mulher que carrego, enquanto espero que o mascarado tome a direção que achar mais proveitosa. De momento, apenas aguardo. Um futuro de distorções é tão óbvio quando meu sorriso expõe o caos dentro da minha existência. Não mais sou Fúria... Agora sou algo diferente... Algo pior.
 
-Vamos logo, Thánatos! Não está em seus domínios, mas isso não é desculpa para continuar enrolando, não é? Hahahahaha! – tão claro quanto doce é o mel, minha mudança repentina se faz total, de um monstro assassino para um louco varrido, e também é certo meu orgulho de ser o que me tornei. Sou um livro aberto, só esperando para ser lido... O que não espero é ser devidamente interpretado.

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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Gillian M. em Sex Mar 14, 2014 10:45 pm




Ela fecha os olhos ainda de joelhos no chão, sentada sobre os pés. Sua mente confusa mostrava flashs de uma noite da qual desconhecia mais sabia ter vivido, seu corpo lhe deixava claro disso, ou teria mesmo ela imaginado tudo aquilo, por isso sua mente estava exausta. Não, ela não estava imaginando, tudo era muito claro, o homem estava falando com eles. Eles?? Quem eram eles? Ah, sim o homem que lhe ajudou a sair daquele inferno e ela própria. 


Aquilo não lhe parecia o paraíso do qual estaria livre e desfrutaria dos prazeres da vida, mas parecia como se estivessem passando de um mundo para o outro, lutando contra as bestas infernais pela vida até que chegasse ao país da redenção onde tudo seria esquecido, a lama seria liberta...Não, a alma de Gillian não seria liberta, sua alma estava muito além para que aquilo acontecesse. Sua alma estava agora aprisionada, guardada por algo maligno e impiedoso, havia se tornado escrava devido a sua curiosidade, a ambição que lhe foi plantada e que ela tão deliberadamente aceitou.  


Mas como não aceitar, tudo lhe parecia tão certo, teria todo o conhecimento que almejava, o mesmo poder que poderia acabar com a sua alma também lhe trazia prazer em poder fazer coisas que jamais pensou ser possível, e ainda poderia ir muito além daquilo. Gillian ouve o homem mascarado dizer seu nome e seu corpo se arrepia por completo. Eles disseram que ele viria, ele viria de encontro com ela. Ela parecia confusa, se ele a queria, por que estava a deixando ir? Talvez ele não fosse quem dizia ser, mas então por que? O que ele queria dizer quando mencionou a alma dela? Quem era ele realmente? 


Não precisava de mais confusão em sua mente, mas a noite ainda não havia se findado, portanto sabia que mais surpresas estariam por vir. Ela não disse seu nome ao mascarado, apenas permaneceu calada. Gil sente seu corpo ser suspendido mais uma vez e no momento seguinte estava sendo carregada por Neweys. O calor do corpo do homem ajudaria a aquecer o seu próprio.   


Eles começam a caminhar. Estando tão próxima a Neweys podia sentir a energia que emanava de seu corpo, algo fora do comum, sua energia mudava constantemente. Ela ouviu uma risada soar da boca do homem mas nada disse, de certo seus pensamentos eram tão perturbadores quanto os seus. Ela virou a cabeça para olhar para o caminho por onde estava caminhando, até que pode avistar o carro e uma moto, então o mascarado volta a falar e faz um comentário perturbador á ela.  

– Cuide bem do que você tomou para si, pequena menina. 

Seus olhos cansados miravam o homem mascarado, apenas uma pessoa sabia sobre o que ela tinha em sua posse, e não acreditava que essa pessoa poderia ser o homem que estava em sua frente, simplismente não podia. Lá estava ela novamente, sua mente lhe pregando pessas. Ela mantem os olhos fixos no homem com um olhar supreso e ao mesmo tempo confuso. Observa ele dar as costas e montar na moto tomando seu rumo. Newyes a coloca no carro e em seguida ela pergunta. 

-Para onde vamos? Podemos sair desse inferno de uma vez por todas?
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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Jack Latrell em Ter Mar 25, 2014 10:14 am

Finalmente chegamos até o Bosque Shadow, se algo de diferente acontecia em Vancouver, seja um sequestro, um assassinato, uma tentativa de estupro seriam, em sua maioria, no bosque onde estávamos. E isso obviamente era algo que nos deixaria quase na cara do gol.

Desço da caminhonete fazendo sinal para Grazir. Era hora de iniciarmos a busca do garoto Sam. Afinal de contas estávamos ali para procurar o rapaz. E achar Gillian como consequência, talvez até mesmo déssemos a sorte de encontrar o tal Lucien e sua louca obsessão por meninos novinhos e vontade de matar sabe-se lá quem.  Talvez achasse algum dos malditos vagando ali a procura de desavisados acampando e esperando serem comidos por ursos, lobos ou vampiros.

Na pior das hipóteses teríamos uma aparição dupla, mas isso talvez não fosse problema, ao menos eu espero que não seja.

– Certo Grazir. Arme-se. Não sabemos o que encontraremos aqui, e talvez possamos ser surpreendidos. Iniciaremos como sempre. Você sabe o que fazer, mas fique por perto.

Passo a olhar em volta para certificar-me de que não seríamos surpreendidos e assim que asseguro o perímetro começo minha busca por pistas. A primeira foi fácil de achar, um rastro de carro recente estava ali e não era a minha caminhonete.

– Isso é recente. Vamos por aqui, isso deve levar a alguém.

Com a espingarda em punhos vou caminhando pé ante pé. Árvores e mais árvores, o vento frio corta a mata, os barulhos de animais andando é algo comum. Lobos uivam, pequenos roedores correm pelos campos. As árvores se movimentam quase como uma dança natural, o vento talvez faça bem para elas. A terra úmida sob nossos pés não deixa que os passos tenham muito barulho, é mais fácil ouvir arbustos tremerem que nossos pés tocarem o chão. O cuidado é algo de suma importância nesse caso, e colocar o pé com cautela salvava a minha linda bota de couro preto, chiquérrima que mandei fazer.

Mais alguns passos e ouço um barulho de galho quebrando no alto de uma árvore, mais do que rápido aponto a doze para o local do barulho e forço meu olhar.

– Macacos...

Continuo caminhando sendo seguido por Grazir enquanto quase nada falamos acompanhamos as rodas. Até o ponto em que elas simplesmente param de aparecer.

– Há alguma coisa perto daqui. Talvez possamos ver uma fogueira ou algo assim.

Porém, não há sinal de fumaça, fogo ou gente ali. A única coisa que é possível observar  são algumas árvores caídas. Pego a lanterna da calça para que possa olhar o chão a procura de algum objeto, alguma pegada, alguma marca, ou qualquer coisa do gênero. Com certeza deve ter mais coisa ali naquele mato que simplesmente coelhos e raposas.

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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Vancouver em Ter Mar 25, 2014 10:19 am

Jack Latrell está procurando alguma pista, para isso deve rolar:
Investigação + Percepção (9) X Dificuldade 7 ( por estar em um ambiente repleto de grama, arbustos, folhas etc. Penalidade por noite não há pois está usando uma lanterna )

Cada sucesso garante uma característica de cena ou pista.

Boa sorte.
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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Jack Latrell em Ter Mar 25, 2014 10:20 am

Olho de Thandera, me dê a visão além do alcance!

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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Mestre do Jogo em Ter Mar 25, 2014 10:20 am

O membro 'Jack Latrell' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

'Dados' :

Resultado : 1, 1, 10, 1, 3, 6, 1, 10, 10

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Re: Bosque Shadow

Mensagem por Jack Latrell em Ter Mar 25, 2014 10:21 am

Especialização, ajude-nos!

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