Casa - Michael Zerstören [de Jack] - West Vancouver

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Casa - Michael Zerstören [de Jack] - West Vancouver

Mensagem por Michael Zerstören em Sex Ago 23, 2013 7:01 pm

Após uma longa campanha no deserto do médio oriente, Michael, George, Jack e Alan viajaram para Vancouver com expectativa de terem tempo para um breve descanso, ou assim deveria ter sido. O local escolhido para ficarem foi a antiga residência do canadense Jack. Uma casa com três quartos e dois banheiros, além da sala, cozinha, e copa e uma churrasqueira.

Portão, Jardim, Garagem

O local é cercado por um muro de madeira alto e bem enfeitado. O portão é trancado com cadeado e corrente e não existe nenhum tipo de segurança avançada no local, como câmeras ou cerca elétrica. Entrando pelo portão, vê-se uma garagem grande o bastante para abrigar dois carros médios. Ou, como no caso, uma pick-up azul marinho e duas motos, uma Harley e uma Ninja vermelho escarlate. Uma estradinha de pedras que corta o gramado recém aparado leva até a escada da varanda, em seguida a porta de entrada da casa.

Sala

Entrando pela porta da frente chega-se a sala. Uma mesa central redonda de porte médio feita totalmente de madeira se põe em frente a dois sofás, um de dois lugares encostados na parede a direita ao ângulo de quem estiver entrando, e outro de três lugares próximo a parede a frente ao ângulo de quem estiver entrando. Também há uma televisão na parede oposta a do sofá de três lugares, em cima de uma estante de madeira. Uma nova porta se mostra ao lado esquerdo do sofá de três lugares, esta leva a copa.

Copa

Uma mesa com oito lugares central totalmente feita de madeira, assim como as cadeiras, são a primeira e única coisa que se vê de especial neste cômodo. Duas portas podem ser vistas a partir daí. Uma ao final da parede a esquerda de quem entrou pela porta da frente da copa, e outra ao final da parede direita de acordo com o mesmo ângulo de visão. A porta da direita leva de volta a garagem, a da esquerda, leva a cozinha.

Cozinha

Entrando pela porta da copa, na parede da frente se vê a geladeira, o fogão, a pia e um armário, sem mais - exceto uma pilha de louças frequentemente. Novamente duas portas, uma a direita, outra a esquerda. A da direita leva para fora da casa, ao quintal. A da esquerda leva ao primeiro quarto.

Quarto principal

A necessidade de se entrar pela porta da cozinha, fazendo dar uma volta pela casa já levantou a hipótese de colocar uma nova porta entre o quarto e a sala, o que não seria má ideia. Nesse quarto, onde reside o dono da casa, Jack, vê-se apenas uma cama de solteiro, um armário pequeno e a porta ao banheiro – um banheiro simples, vaso, ducha, pia, espelho, só.

Quintal

Gramado recém-aparado dividido por uma estradinha de pedras, assim como a entrada da casa. Este leve até dois quartos ao lado de uma churrasqueira e o ultimo banheiro da casa. Não há nada de especial no local, assim como no resto da casa. Os dois quarto ficam um ao lado do outro, antigamente eram um único cômodo onde os pais de Jack guardavam velharias segundo ele. Assim que Jack nasceu um quarto foi improvisado, e quando sua mãe ficou grávida de seu irmão, seu pai dividiu o quarto em dois para ceder ao futuro garoto. A direita dos quartos é onde fica a churrasqueira. Michael reside no quarto esquerdo de acordo com a visão de quem está no quintal. O banheiro fico em um cômodo isolado dois metros a direita da churrasqueira.

Os cômodos são poucos, porém bem espaçosos, o terreno é relativamente grande e a casa é praticamente inteira feita de madeira grossa. Aquecedores são encontrados na sala e nos quartos. E no quarto de Michael dentro da ultima gaveta do armário pode-se encontrar um revolver e um arco recurvo com meia dúzia de flechas de alvo e uma dúzia com pontas de caça.

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Meus alvos não são circulares, meus alvos não são coloridos, meus alvos vestem roupas, geralmente de preto e branco, também sabem colocar gravatas. Meus alvos são móveis, mas de vez enquanto ficam parados, e é nesses momentos que a flecha voa, tingindo as vestes de meus alvos de vermelho sangue...

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Re: Casa - Michael Zerstören [de Jack] - West Vancouver

Mensagem por Michael Zerstören em Seg Ago 26, 2013 8:47 am

Oriente Médio, dois anos atrás.

O árabe corria com tudo que podia, e mesmo fadigado se manteve em velocidade com os pés na areia fria e com seu corpo estremecendo contra a brisa gélida do deserto noturno. A base militar parecia estar bem a sua frente e ele gritava em sua língua alguma coisa que para Michael não havia significado algum. Mas era apenas uma palavra. Só uma.

-Você ficou famoso aqui, Zerstören. – homem de barba mal feita, com olhos castanhos que brilhavam até após o anoitecer, em sua mão um velho rifle e sua face cheia de poeira não guardava o sorriso que se expunha abruptamente – Quer saber o que ele está dizendo?

Michael empunha uma nova flecha. Seu corpo se movimenta bem devagar enquanto seus olhos se abrem ligeiramente mais, buscando focar o alvo que já está aos seus cento e oitenta metros de distância. O árabe se mantei correndo e gritando, a fadiga o faz desacelerar. A leve brisa se torna um incômodo a Zerstören. O fio do arco começa a ser puxado pela flecha. Cento e noventa metros... Duzentos metros... Duzentos e dez... Parou. Parou sangrando. Sangrando como um animal abatido.

-“A esperança só existe por que o medo consome os corações fracos dos humanos”. Não é Michael? – George, o líder da operação se aproxima de Zerstören – Guarde o seu brinquedo, vamos começar. – ele se vira e começa a andar até um caminhão escondido pelas dunas.

A poucos metros dali dois mercenários observavam os veteranos brincarem. Alan olhou para a base inimiga enquanto esperava os preparativos se concluírem. – Esse cara me dá arrepios. – sussurrou aos outro, Jack. Levou as mãos até seu cabelo e o amarrou, em seguida verificou a munição de sua pistola e da sua submetralhadora. Jack que limpava sua espingarda, sentado em um banquinho bem no topo da duna, refletindo um pouco, coçou a cabeça. Sorriu. Michael descia seguindo o mesmo caminho que George enquanto Alan o seguia com os olhos.

-Ele estava gritando “arqueiro”, não é? – se questionava Jack.

Alan o encarou descrente. – Você sabe falar árabe?

-Não. Só tá na cara.

-E o que isso devia significar? Que esse maluco é melhor que eu?

-Melhor que você até eu sou, Alan. Mas nem de longe ele é melhor que o chefe e outros veteranos. Porém seus métodos de se divertir matando batedores com arco e flecha viraram um símbolo pro grupo. Digamos que... “O Arqueiro” virou nosso mascote.

-Isso é insano, Jack.

-Não tanto. Já vi e ouvi falarem de piores. Lembra do espadachim maluco que trabalhava "pr'aqueles" mafiosos em Londres?

-Eu não confio nele, cara. Esse louco ainda vai matar a gente...

Vancouver, hoje.

-... Michael! Michael! Você é... Você é... Você é o cara! Sempre confiei em ti! Me arruma mais uma dose aê, brother! – o cabeludo baixinho quase sobre em cima da mesa enquanto praticamente ataca Zerstören com seu hálito sufocante. George e Jack riem com a cena enquanto Michael tenta se livrar do fétido amigo com uma garrafa de uísque vazia na mão.

-Mais uma e você vai pro hospital, Alan! – George alerta o homem que se senta e encosta a cabeça na mesa – Hahahaha, aí, quer que eu chame a ambulância agora? Ou vai encarar mais uma mesmo?

-Vai se foder, chefe. – os outros três continuam rindo enquanto um leve sorriso emerge no rosto desgostoso de Alan – Vocês são fodas... Nunca pensei que dava pra mercenário tirar férias. Sério! Devia ser impossível!

-Mas não é. Estamos aqui. Só não sei por que Vancouver. – Michael fala enquanto se vira pra Jack, assim como George e Alan em seguida.

-Que foi? Sou canadense, queria ver minha mãe...

Mais risadas se espalham enquanto Jack cruza os braços e fica emburrado.

-É o filhinho da mamãe! – George brinca enquanto aos poucos o clima volta a ser um pouco mais calmo. George começa a ficar sério, Jack percebe que ele está preste a falar algo que os dois haviam discutido há algum tempo, eles se encarram e Jack dá um sinal positivo com a cabeça, Michael que sempre teve problemas com paranoia percebe facilmente que algo está para acontecer. Sua confiança neles não o permite pensar em coisas das mais absurdas. Uma amizade de poucos anos, mas anos sangrentos e de muita luta. Uma amizade construída com suor, carne e sangue. Michael olha para George e questiona sem pensar duas vezes.

-O que está havendo?

-Michael... Alan... Eu estive pensando nesses últimos meses... Não quero morrer no meio da areia. Eu juntei dinheiro com o trabalho de alguns bons anos. Tenho o suficiente pra começar uma vida nova pra mim... Eu vou deixar de ser o chefe de vocês.

-... Isso é sério? –Alan com o pouco de consciência que lhe resta retruca – Você vai deixar a gente mesmo? Vai deixar nós três sozinhos?

-Vocês dois, Alan. – Jack se intromete – Eu também vou ficar.

-Tá brincando comigo? Quer que eu volte pro deserto com o Michael e deixe os dois pra trás? Você tava com tanta saudade da sua mamãezinha assim?

-Alan... Mercenários não tiram férias. Mercenários morrem ou vivem dia após dia sempre se perguntando quais inimigos vão poder matá-los amanhã. Eu e George não queremos isso pra gente. Na verdade não queremos pra vocês também, por isso viemos tão longe.

-Tá, vamos supor que fazer isso tem algum sentido. Do que diabos vamos viver?

-Eu sempre quis abrir um bar... Jack falou que vai me ajudar se eu abrir um.

-Uma porra de um bar? É esse seu futuro brilhante?

-Alan se acalma... Não vai adiantar nada gritar ou brigar. E você tá bêbado, cara... Se não fechar sua boca vai sair mais merda do que de costume.

-MICHAEL! Fala alguma coisa!

O homem conhecido no deserto como O Arqueiro, tão frio quanto as placas de gelo dos polos, se volta para George. – Você sabe... Eu te contei o motivo... De eu ter ido lutar... Não contei?

-Sim. Contou. Você é o único aqui que tem direito de voltar pra lá sem ressentimentos nem críticas dos outros.

-Como é que é? E eu tenho que ficar?

-Cala a boca Alan. Isso é mais do que nós podemos lidar. Michael tem bons motivos para voltar pro deserto. Você não.

-E você quer que a gente jogue ele lá sozinho?

-Isso quem decide é ele.

Sem esperar ou procurar tempo para pensar Michael dá sua resposta. – Eu fico. Mas não vou parar de lutar.

-Não vai para? E como vai fazer isso, não tem trabalho por aqui! – Alan insiste.

-Tem sim. Muito, na verdade. Só que vou precisar de ajuda... De pessoas que me sirvam de ouvidos. Ouvidos de amigos.

-Quer voltar a fazer o que fazia na Germânia... Entendo. – George é quem cruza os braços dessa vez, o silêncio domina a sala por algum tempo. Alan se joga para trás o que quase resulta em sua queda, mas isso não tira a tensão momentânea do local. George fecha os olhos e pensa por alguns segundos. O que pareciam muito minutos passados agora se quebra com a voz de George – Posso ajudar você com isso, Michael, mas se quer mesmo fazer algo assim, vai ter que contar pra eles.

Alan se apressa em se levantar enquanto quase grita – Contar o que? O que ele tá escondendo que é tão grave assim?

Michael se levanta, anda até a cozinha e momento depois retorna com uma garrafa de vodka. Ele se senta e coloca a garrafa em cima da mesa.

-Acho melhor se servirem... Vou contar pra vocês algumas coisas sobre meu passado. Contar parte da minha história...

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Re: Casa - Michael Zerstören [de Jack] - West Vancouver

Mensagem por Michael Zerstören em Seg Ago 26, 2013 2:21 pm

...

... Após as revelações de Michael quanto ao seu passado os olhos abismados de seus dois amigos, Alan e Jack, começam a preocupar o Arqueiro. Seu problema com a paranoia o faz começar a ficar trêmulo e uma vontade repentina de ir ao seu quarto e se trancar lá começa a crescer. Ideias impensáveis para uma mente sã começam a circular por sua cabeça. Uma breve hipótese de ter que matá-los se espalha por seu ser e começa a transbordar por seus olhos. George conhece aqueles olhos. E desejava nunca mais ter que vê-los novamente. Desejo esse que não foi atendido. Mas antes que ele pudesse tomar alguma providência, o boquiaberto Alan se propõe a falar.

-Mic... Cara... Você... Fez mesmo isso tudo? – Alan se ri enquanto passa a mão pelo rosto tentando se recompor – Não vou tirar sua razão nisso. Eu também teria ficado muito puto com tudo o que aconteceu... Mas... Você não acha que exagerou?

-Exagero ou não, ele fez. Eu teria feito o mes-... Bom, não o mesmo, mas eu também teria tomado providências. – Jack decide tomar a palavra – O Michael que conhecemos é nosso camarada, e mesmo com esse problema da paranoia confiou na gente a ponto de contar isso tudo. Sou grato por isso.

-Tudo bem, mas agora, Michael, quando você diz que vai voltar a fazer o que fazia na Alemanha, quer dizer que irá se tornar um matador de aluguel?

Zerstören leva sua mão até o seu copo e, percebendo que o mesmo se encontra vazio para por alguns segundos e move o curso de sua mão até a garrafa de uísque. Ele se serve e toma a dose rapidamente. Seu estado precário começa a se estabilizar com as falas de seus amigos – e ajuda da bebida, talvez. Mais calmo, ele retorna ao diálogo.

-Sim. Eu não fiz nada daquilo por dinheiro. Tudo se baseava em um trabalho cujo qual eu precisava fazer e ponto final. Mas existe a opção de ganhar dinheiro com isso. É dinheiro ainda mais sujo do que o qual ganhamos no Oriente Médio, mas ainda assim é dinheiro.

-E como vocês sabem, ninguém melhor para o trabalho que o nosso Arqueiro. – George fala sorrindo.

-Ok, ok, ok. Mas eu vou precisar de um tempo pra digerir todas essas informações. – Alan fala enquanto se levanta – Eu vou tomar um banho e ir dormir. Não sei vocês, mas me sinto como se tivéssemos acabado de sair do campo. E Michael, fica sossegado, a gente te dá cobertura.

-Isso significa que vai ficar também, Alan?

-Com certeza, cara. Não tem por que eu voltar “pr’aquele” inferno se até você, Michael, quer ficar. – ele dá as costas aos três e sai do cômodo.

George olha para Jack que mergulha em seus pensamentos com olhos desfocados e perdidos. – Você está bem? – questiona o ex-mercenário enquanto pega seu copo na mesa.

Jack volta ao mundo real buscando George com os olhos e em seguida Michael, ao qual ele se põe a dizer. – O que você fez... Não consigo imaginar um ser humano comum fazendo algo assim, nem após ter passado pela experiência mais traumatizante imaginável. – ele abre um sorriso satisfeito – Mas ninguém aqui sequer pensou uma vez que fosse que você era um cara comum. Dê pra gente uma ou duas semanas. Eu e George podemos conseguir um bom informante e te daremos cobertura, como Alan disse.

-E nem pense em agradecer. – George fala com seus dentes a mostra em um sorriso sarcástico.

-Não pensei nem por um instante. – Michael se levanta – Preciso respirar um ar mais fresco. O fedor de cigarro não vai sair dessa sala antes do amanhecer. – ele pega sua blusa, a chave da Ninja e se aproxima da porta. Um assovio de George faz com que Zerstören volte seu olhar para ele. Vendo uma pistola em pleno ar indo em direção ao seu rosto, Michael estende a mão e a pega.

-Não estamos no deserto, nem a trabalho, mas isso não significa que ela perdeu a utilidade.

-Boa noite, chefe. – Michael diz enquanto sai pela porta e guarda a pistola na cintura. Ele abre o portão, retira a moto, novamente fecha o portão e sobe na moto. Com um suspiro ele acelera e começa a dirigir rumo a... Lugar algum, por hora.

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