Mansão Dwant

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Mansão Dwant

Mensagem por Neweys Dwant em Sab Mar 15, 2014 6:31 pm

Localizada em West Vancouver, posicionada entre o centro da cidade e as áreas verdes, a mansão Dwant possui inúmeros empregados, desde os cozinheiros e faxineiras até todo um grupo de seguranças treinados e armados. Câmeras posicionadas em locais estratégicos e muitas vezes ocultas dentro dos jardins, também ajudam a manter a segurança do local. O motivo de tanta preocupação é que Hector Dwant, um mafioso que tenta disputar com os italianos em Vancouver, é o legítimo dono da propriedade. Seu filho Fred, porém, é quem realmente mora e administra o local, assim como os próprios negócios de seu pai em Vancouver. Hector Dwant prefere a segurança de Londres, longe dos seus negócios e as possíveis retaliações.

Além dos altos muros, dos seguranças, dos portões de aço, e das câmeras espalhadas pelo local, a própria mansão tem suas características defensivas. Escadas laterais com curvas brutas que dificultam a chegada as pressas até os andares superiores, espaços de alta vulnerabilidade na entrada e corretores longos e espaçosos, que deixam desprovido de defesas qualquer um que se aventure em invadir o lugar. O autor do desenvolvimento dessa magnífica obra foi o próprio filho de Hector, Fred Dwant. Precavendo qualquer possível tentativa de assassiná-lo - afinal não são poucos seus inimigos.

Cada quarto pode ser trancado apenas por dentro, o que torna o local uma faca de dois gumes, exceto por um chave mestra portada pelo mordomo particular de Fred, Brenett. O mesmo também é o único que tem permissão para ir até o escritório do jovem mafioso, e é o único que possui conhecimento de suas pesquisas íntimas - muito pouco conhecimento, a propósito. Neweys, porém, é a exceção a essa regra, o mesmo já fora investigar assuntos ocultos a mando de Fred, e tem ciência de seu vício instigante por certas pesquisas atípicas e mal vistas, muitas vezes.

O escritório de Fred é trancado por uma antiga e complexa fechadura com uma única chave a qual é portada pelo seu dono quando está em sua casa, ou por Brenett quando está fora, ou não tem interesse em utilizar o aposento.

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Re: Mansão Dwant

Mensagem por Neweys Dwant em Sab Mar 15, 2014 6:47 pm

Ignorando as ações anteriores do falso deus Thánatos, aceitei a adaga sem dizer nada, nem sequer estudei os aspectos físicos da mesma. Apenas coloquei em seguida a mulher no banco de passageiro antes de dar a volta e ligar o veículo. - Hora de encarar meus demônios... E os de meu sangue. – mantenho intacto o sorriso insano enquanto respondo a questão da mulher, quanto a sair dali. Direcionei-me então para o ultimo lugar que imaginei que iria. Fred deve estar muito irritado. Ou não! Talvez um pouco de positividade não faça muito mal.
 
...
 
-Sim! Sou eu mesmo!... É, diz pra ele que eu quero conversar com ele um pouquinho... Esperar aqui? Se eu não fosse esperar não teria por que usar a merda do interfone pra chamar... Idiota.
 
Minha discussão com o empregado, provavelmente o segurança de Fred, foi satisfatória! Serei atendido e Fred já está vindo até... Volto ao veículo e aguardo enquanto tenho uma conversa comigo mesmo. O que seria sensato, considerando que as maiores surpresas dessa visita podem vir – e provavelmente virão – de mim mesmo.
 
-Não o irrite, deixe tudo comigo. Precisamos descobrir se Vehementi está aqui... Já estou com saudades de nossa companheira de batalhas... – aparentemente falando sozinho, o foco de meus olhos mantém-se em direção aos portões.
 
“-Por que só diz isso para mim?” – questiona Caos.
 
-Você sabe o motivo... É o mais... Instável. – uma breve pausa – Mas isso também é válido para todos os outros... De qualquer forma, é uma surpresa ouvir que Fred quer me ver, mas essa também é uma notícia bem intimidadora.
 
“-De fato! Sangue nosso, sempre perigoso.” – conclui o fragmento de mim mesmo, enquanto os portões finalmente se abrem e Fred vestindo seu típico terno e óculos escuro surge junto a um grupo de seguranças armados com cassetetes e revolveres. Um sorriso se expõe em minha face e sinto meu sangue começar a ferver. Levo a mão até o rosto da mulher ao meu lado. - Pronto, humana, chegamos ao real inferno.
 
-Primo... – diz Fred ao outro lado do portão já aberto – Por que eu devo deixar você entrar?
 
Simples e direto, fatal caso algo saia errado, mas conhecemo-nos muito bem, eu posso ter sido o ultimo a usar a força contra ele, mas ele também já usou-a contra mim, e não foi apenas uma vez, visse e versa. Ele estava ciente dos riscos, assim como eu estou. Debruço-me sobre a janela aberta do carro e respondo.
 
-Eu conheço algumas das coisas da qual você tanto busca. E vim exigir uma troca.
 
Sem mais, ele dá as costas, murmurando com seus guarda-costas enquanto abre caminho para eu passar com a caminhonete, rumando para a mansão, seguindo-o em seu carro. Em frente ao local, me retiro do veículo e dou a volta até a outra porta, a qual abro e pego a humana em meu colo novamente. Surpreso, mas contido, Fred somente adentra a mansão, dando instruções de como os seguranças deveriam agir. Dois deles me seguiriam de perto, cinco cobririam o a redor caso tentasse fugir, três formariam a guarda pessoal de Fred. Eles são mais, tenho ciência disso, mas pouco me importo, não estou para lutar, não dessa vez.
 
Conhecendo o local, encaminho-me para os andares superiores, onde estão os quartos. Adentro o primeiro quarto de hóspedes com a mulher e a ponho sobre a cama. – Meu senhor, Fred o chama para uma conversa pacífica em seu escritório. – o mordomo silenciosamente chega até mim para entregar tal recado. Fred não terá que insistir muito, porém, mesmo que esteja impaciente, minhas condições físicas não são das melhores... – Diga a Fred que descanse por hoje, pois é exatamente o que farei. – falo enquanto me aproximo da porta – E não tente usar o argumento de que ele insiste, por que se ele quiser tanto falar comigo que venha aqui e converse com minha adaga. – fecho então a porta em seguida. Petulância é desnecessária com tal alguém, principalmente alguém instruído a evitar conversas longas comigo.
 
Dirijo-me até a cama, os guardas ficarão postos lá fora em turnos ocupando os quartos vagos para poderem descansar e estarem próximos ao mesmo tempo. Volto minha atenção para a humana, a janela apenas com os vidros fechados permite raios de luz adentrar o quarto, dispo-me enquanto ando em sua direção. Os próximos passos eram óbvios, a porta trancada e ela com roupas rasgadas em cima da cama impecavelmente branca até sua chegada. O cheiro de sangue em minhas vestes me instigando a cada instante, e o mesmo cheiro vindo do corpo dela completa o cenário... A vontade motivada pelo prazer é algo difícil de se conter. Ao deitar-me ao seu lado, começo com carícias o que acabaria em algo realmente brutal, antes de um merecido descanso para ambos.

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Re: Mansão Dwant

Mensagem por Gillian M. em Ter Mar 18, 2014 2:20 am

Flashback


Por mais que tentasse conter a dor e o desconforto que lhe causava, não conseguia imperdir que os gritos escapassem de sua boca ecoando pela sala. Gritos e dor davam lugar ao prazer e risos, o fogo ardente cessava para dar lugar a um desejo intenso relaxando seu corpo somente para enganá-la e trazer todo inferno novamente.  Ela se encontrava deitada no chão ao centro da sala, seu corpo todo extremecia e sentia seu sangue pulsar em suas veias como algo fevente, todo se todo seu interior estivesse em chamas. Mantinha seus olhos fechados, pois eles ardiam de uma certa maneira que sentia que se fossem abertos, saltariam para fora dos soquetes, ela se contorcia colocando os braços em volta de si mesma. Estava sozinha, o livro que havia tomado posse estava caido no chão ao seu lado.  Quando aquela dor cessaria? Era a única coisa que passava em sua mente naquele. 


Seus gritos de certo havia chamado atenção pois podia ouvir vozes, ou melhor, de início podia ouvir somente ruídos distorcidos então sua audição se ajustou ao som daquela voz da qual conhecia bem. Se sentiu aliviada em ouví-la  especialmente quando as palavras que saiam de sua boca a protegia daquilo que havia tomado seu corpo. Sua respiração era descompassada e ofegante, não ousou tentar se levantar, seu corpo exausto não teria forçar suficientes em se mater em pé. 


- Gillian! - Diz o homem com uma voz suave.

- Não me toque, me deixe aqui por enquanto, eu ficarei bem.

- O que você fez? - Perguntou ele, não só por preocupação, mas também por curiosidade em saber o por que ela havia feito o que fez.


Fim do Flashback


Aconchegada no banco da caminhonete, não demorou muito para Gil cair no sono. Um sono leve apesar do cansaço. Podia sentir o balançar do carro, os sons que eram emitidos pelos insetos e animais noturnos. Não sabia ao certo para onde estavam indo, mas o sorriso estampado no rosto de News dizia que ela deveria se preparar, mas ela não deu muita atenção naquele momento. 


O caminho parecia ser longo, ou talvez ela já tivesse perdido completamente a noção de tudo ao seu redor, afinal pra que se preocupar com o tempo. Seu corpo reage levando um susto quando News sai e bater a porta da caminhonete. Ela o acompanha com os olhos e espera até ele retornar ao carro. Continuou o observando, ele parecia estar em outro lugar qualquer falando consigo mesmo que nem se deu conta de que Gil estava acordada, ela permanceu calada apenas ouvindo a conversa pensativa. Não era apenas curiosidade que carregava em seu olhar, e em sua mente passava coisas das quais fizeram um sorriso malicioso se forma no canto da boca que se esvaiu quando ele tocou seu rosto . - - Pronto, humana, chegamos ao real inferno.


Gil virou o rosto para observar o outro homem que se aproximava dos portões. Só naquele momento ela se dera conta que se tratava de ser a mansão de alguém, que não demorou muito para descobrir que era da família de News. Família essa da qual não parecia muito amável nos olhos de Gil. Ficou curiosa em saber que tipo de troca News faria com seu primo. Fora carregada mais uma vez por News até um dos aposentos da casa onde ele a colocou na cama. Ela rolou para o lado e fechou os olhos em seguida. Antes que pudesse cair no sono, sentiu sua pele se arrepiar e sua respiração pesar e sentiu aquela forte energia emanar lhe tomando por inteira, o descanso viria mais tarde.


Abriu os olhos e ainda podia sentir aquela mesma energia de antes, ela olhou para o lado e exibiu um sorriso malicioso. Ela ficou por alguns minutos o observando, passando levemente sua mão sobre o corpo de News tomando cuidado para não tocá-lo, apenas sentindo sua energia e inalando o cheiro de sua pele, de seus ferimentos...sangue. Ela puxa o ar fortemente para os pulmões fechando os olhos deixando o sorriso se extender nos lábios. 


Se levanta cuidadosamente da cama caminhando em direção ao pequeno armario que havia no quarto, tirando alguns lençois que achou no armário, ela começa a enrolá-los e arrumá-los no chão do quarto silenciosamente. Quando terminou podia se ver um círculo perfeito invertido, precisava apenas de mais uma coisa. Lançou um olhar perverso em direção a News e caminhou em direção a cama onde ele ainda se encontrava deitado, dormindo. Subiu na cama se aproximando do corpo de News observando seus ferimentos. Passou sua mão sobre o ferimento de sua coxa levemente agora tocando sua pele, aproximou seus lábios  e cravou sua unha no ferimento de News fazendo- o sangrar colocando seus lábios sobre ele para sugar o sangue de seu ferimento, Gil puxava o sangue para sua boca, sem poder degustá-lo, mesmo estando instigada a fazê-lo, precisava de seu sangue para completar o que havia iniciado. 
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Re: Mansão Dwant

Mensagem por Neweys Dwant em Sab Mar 22, 2014 2:17 am

Envolto pela mortalha eu ouço cada fragmento de mim urrando, rindo, chorando... E ao fundo desse plano abstrato um par de olhos me encara com uma luz amarela se espalhando de seus globos oculares. Seria assustador, se eu não conhecesse o progenitor de tal monstro. Ou eu deveria dizer “monstros”? Existem quatro aqui, ao meu redor. Sinto-os e reflito sobre eles. Tolice minha, eles sabem o que estou fazendo, o que estou pensando, assim como sei parte do que eles são capazes... E então ao final, sinto uma enorme febre consumindo-me. Meus olhos físicos se abrem, minha carne queima igual Fúria, mas... Não tão forte.
 
Dirijo a mão até a nuca da garota, soltando um rosnar animalesco, e então aperto-a com força, toda minha força, enquanto me ponho a murmurar. – Eu tenho uma artéria aí... Se você tocar nela, eu te mato. – aguardo então, esperando que ela retroceda em sua estúpida ação.
...
Podia sentir o sangue quente de News invadir sua boca, a excitação e prazer a consumia, o que fazia com que ela intensificasse ainda mais a pressão sobre o ferimento para que pudesse conseguir o que queria. Sentiu a mão de News envolver sua nuca fortemente fazendo com que ela perdesse o folego por um momento o que a preveniu de continuar a sugar o sangue do ferimento, mas não tirou os lábios do ferimento, apenas diminuiu a intensidade da pressão sobre ele. Tentando manter sua respiração ofegante pelas narinas segurando o sangue coletado em sua boca, ela levanta o olhar para encarar News, um olhar frio e um tanto desafiador. Ela tinha a opção de tentar se livrar ou desafia-lo e continuar com o que havia começado. Gil desliza sua mão direita sobre o corpo de News movendo os lábios sobre o ferimento dessa vez sem fazer pressão.
...
Questões e mais questões se levantavam em minha mente. O que diabos ela está fazendo? O tratamento seguinte da fêmea é sadista, insano, excitante. O que não muda o fato dela estar com a boca do lado de uma maldita artéria. Mantenho meus olhos centrados nela, revidando seu encarar com minha própria presença devastadoramente sombria. Em silêncio, deixo-a prosseguir, mas preparado para revidar a qualquer agressão ao meu corpo que eu considere realmente significativa.
...
Vendo que ele não havia reagido com a sua ação, Gillian continuou. Em sua mente ela tentava trabalhar em uma maneira para continuar seu ritual sem ser impedida por News, ela encontraria um jeito. Foi então que um sorriso malicioso e sádico se fez presente não tanto em seus lábios, mas em seu olhar que continuava voltado para ele. Sabia que seria um risco sua próxima ação, mas ela teria que tentar. Mais um leve movimento se seus lábios, Gil deixa escapar um breve gemido e a mão que estava sobre o corpo de News reagiu aquele prazer arranhando levemente seu tórax. Usando o momento de excitação como uma distração, decidiu investir no ferimento e pressioná-lo fortemente mais uma vez, faria com que ele sangrasse ainda mais e deixaria o sangue escorrer de seu corpo manchando os lençóis.
...
“Até onde ela pretende ir com isso?”, questiono-me sentindo a dor e o sangue se espalhando. Levo-me para trás, curioso para ver o que a fêmea está tramando. Minha mão vai para de baixo do travesseiro, sentindo a adaga que agora era empunhada. Se essa mulher fizer algo que me traga mais riscos do que sentir dor, ela morre. Pressiono meus maxilares superior e inferior segurando a inconveniente dor, enquanto aguardo o próximo passo. Para o bem dela, que esteja acabando, ou não terá tempo nem de sofrer minha ira.
...
Para a surpresa de Gil, o homem era tão sádico quanto ela imaginava o que tornava tudo mais excitante, mas sabia que não deveria brincar com a sorte. Observou quando ele colocou a mão sob o travesseiro e com o pensamento de que poderia ter qualquer surpresa debaixo do mesmo. Portanto ainda pressionando o ferimento ela remove seus lábios completamente deixando-o exposto. Deixa o sangue escorrer de sua boca, descendo pelo seu pescoço... Algumas gotas respigavam sobre o peito de News enquanto ela lentamente se esticava sobre o corpo dele sem tocá-lo. Sua mão esquerda deixa o ferimento para ser posicionada ao lado direito do corpo do rapaz para apoiar seu próprio corpo enquanto deslizava sua mão direita sobre a dele debaixo do travesseiro. Passou levemente a língua nos lábios saboreando o gosto do sangue e o encarou. - Acho que não irá precisar disso. - ao finalizar uma gota de sangue pinga sobre o queixo de News e ela prontamente passa sua língua levemente sobre seu queixo e lábios exibindo um sorriso malicioso.
...
-Talvez eu precise sim... – repondo, notoriamente excitado – Prefiro fazer sofrer a sentir dor. – lanço uma ameaça que mais soaria como uma proposta indecente em minha mente anexa. O cheiro do lugar inunda minhas narinas, e uma ânsia por ataca-la com mordidas e abusar de seu corpo começa a crescer. – E agora, o que pretende fazer? – digo jogando meu corpo para o lado, apertando a adaga com força e aproximando meu rosto do dela. Não ligo muito para o que essa mulher pretende, mas tirar proveito da minha sexualidade sem me recompensar é um crime significativamente grave.
...
Com o mesmo sorriso no rosto, ela se ajoelha na cama ao lado dele levando sua mão mais uma vez para debaixo do travesseiro buscando a mão dele que empunhava a adaga. Sentiu certa hesitação da parte dele, mas ela lhe lançou um olhar, um pedido para que deixasse que ela conduzisse sua mão e não tomar posse da adaga. Ainda sim sentindo a resistência das mãos de News, Gil conduziu-a até seu corpo. Pôde sentir a lâmina gélida tocar sua pele deslizando vagarosamente de seu colo até sua barriga, pressionou fortemente a lâmina da adaga contra sua pele fazendo com que uma pequena quantidade de sangue ficasse exposta. Então ela passa a mão no ferimento limpando o sangue e passando-o nos lábios de News. Em seguida ela lentamente se deita na cama ao lado dele levando os braços acima de sua cabeça deixando todo seu corpo exposto lançando um olhar convidativo para News.
...
Recusar isso? Impossível! O cheiro era pouco perto do gosto do sangue! Proibido e excitante. Essa mulher me deixou louco agora. Jogo a adaga para fora da cama, o sangue ali já seria o suficiente e a dor que desejo aplicar se resume em garras e presas dividindo a carne. Um animal não maneja ferramentas, a falha é essa. Ponho-me sobre seu corpo, deixando nossos rostos próximos um do outro, então deslizo minha língua pelos meus lábios, limpando o sangue ali presente. “Mais”, exijo para mim mesmo, porém mantenho a calma por um pequeno tempo no qual movo meu corpo para trás deixando meu rosto próximo ao ferimento localizado na barriga dela. Percorro o mesmo caminho que a adaga fez usando a língua, até sentir o fio de sangue vindo do ferimento tocando-a. Um beijo é dado no local então, pegando o sangue dela e guardando o pouco que meu controle me permitiu pegar. Com a face séria, volto-me sobre ela com o sangue em meus lábios e uma mão deslizando sobre sua coxa. Em seguida, a beijo, deixando o sangue se espalhar entre nossos lábios e línguas.
...
Mantendo seus olhos fixos nos dele, ouço o tilintar da adaga ao cair no chão, em seguida o peso de seu corpo sobre o dela, exibia um olhar desafiador, provocativo enquanto observava ele limpar o sangue de seus lábios que naquele momento chegava a ser um ato obsceno. Ela fecha os olhos e arca seu corpo de encontro a ele enquanto traça o mesmo caminho que fizera com a adaga, deixando escapar um silencioso gemido quando os lábios dele alcançam seu ferimento virando seu rosto mordendo levemente seu próprio braço reagindo ao toque. Baixou suas mãos levando uma delas a sua boca e em seguida deslizando sobre seu corpo enquanto entrelaçava seus dedos da outra mão no cabelo de News, sua respiração estava descompassada... Abre os olhos para encara-lo mais uma vez e receber o beijo que trazia aquele sabor tão doce que invadia sua boca. Envolveu-o com seus braços deixando que suas unhas exibissem o desejo que sentia arranhando suas costas depositando uma leve mordida em seu lábio inferior. Seus olhos hora abertos hora fechados exibiam muito mais que seu desejo enquanto seu corpo se movia sob o dele o convidando.
...
O sabor de uma mulher é tão enlouquecedor quanto o sangue. Aqui, porém, tenho os dois, e de bom grado. “Que agonia!”, ouço dentro de mim. É, me segurei por tempo de mais. Durante o beijo, minha mão esquerda trabalha em abrir bem espaço para meu corpo se encaixar entre as pernas dela enquanto desliza pelo interior de suas coxas. Feito isso, dirijo-a até o seio da mulher enquanto meus lábios se desprendem dos dela e se move até seu pescoço também coberto de sangue. Minha língua trabalha em limpá-la entre suaves mordidas uma após a outra. Invado-a então com certa brutalidade. Não é, nunca foi, e duvido que algum dia seja típico de mim ser muito delicado, principalmente nesse assunto. Enquanto me perco em prazer, também ouço no mais profundo canto escuro da minha mente “Você tem mesmo tempo para isso?”... A resposta é... “Claro que tenho. Tenho todo tempo do mundo”.
...
Seus planos iniciais em completar o ritual, haviam se esvaído de sua mente no momento em que ele tão depravadamente a desafiou e sua distração excitantemente prazerosa fez com que ela visualizasse que talvez aquele ritual fosse desnecessário. Gil desliza suas mãos um pouco a baixo da cintura de News pressionando de contra a ele sentindo seus corpos se encaixarem e aquela energia brutal que emanava de seu corpo, tão brutal quanto sua ação seguinte fazendo que um gemido de prazer ecoasse pelo quarto. Ela o encarava com um sorriso sádico nos lábios fazendo seu corpo trabalhar em compasso com o dele enquanto sentia sua língua deslizar em seu corpo manchado de sangue. Ela maneja em reverter a situação se posicionando sobre o corpo dele tomando o controle, e decide adicionar um pouco mais que prazer. Ela projeta seu corpo para frente ainda mantendo o movimento de seus corpos o provocando passando sua língua nos lábios dele, descendo por seu pescoço até seu ombro que também estava ferido, mas não se importou mordendo o mesmo com certa força. Se era dor que ele queria, ela também sabia como infligir.
...
Mas que mulherzinha metida! Eu sou o macho alpha aqui! Ah, mas, sim, entregar-se ao prazer da submissão é delicioso. Ao menos nesse momento encantador, cheio de sangue e perversão. Abro um sorriso maquiavélico ao sentir os dentes dela em meu ombro. Seria meu próximo passo se ainda estivesse no comando. Deixo que ela aplique sua voracidade em mim. Não me importo em deixa-la comandar por hora... Só espero que ela entenda que isso é temporário. Minhas mãos se encaixam uma na cintura e outra em um dos seios novamente, esse o qual aperto, com certa força, mas de forma até carinhosa, se é que minha brutalidade essencial permite que eu meça minha força para tal manobra tão calculada. Já que ela pediu as rédeas, então que ela controle a situação. Aguardo por tanto os próximos passos a serem seguidos.
...
Puxa o ar brevemente sentindo uma leve dor, ela sorri maliciosamente vendo o sorriso estampado no rosto de News lambendo os lábios sujos de sangue mais uma vez. Passando a mão sobre o ferimento e espalhando todo sangue que saia dele esfregando sobre todo o peito do rapaz carregando ainda o mesmo sorriso. Ela não sabia bem como explicar, mas toda aquela energia que vinda dele a instigava, se sentia açorada. Curvando seu corpo para trás ela posiciona suas mãos sobre as coxas de News intensificando seus movimentos, cravando suas unhas em sua pele, ela ria em meio a gemidos e por um momento desejou que aquela besta da qual havia tomado conta dele na floresta se fizesse presente, era óbvio que existisse mais de um dele ali, e ela estava disposta a experimentar de todos eles.
...
Por um tempo, deixo que ela prossiga. O que pretendo será melhor executado com ela mais cansada. O meu sangue também gera alguns problemas. Talvez eu já tenha perdido quase meio litro, e isso é realmente significativo para alguém que vive em batalhas constantes. Mas o prazer, hm! É compensador. A cama macia e agora tingida de vermelho no mais puro branco. Os prazeres carnais implicados da mulher sobre mim só aguçam minhas vontades e anulam minhas contramedidas quanto aos riscos que posso estar correndo. De fato, sinto menos as dores agora. Mesmo a mão dela sobre minha coxa ferida implica em um dano menor do que o necessário para me fazer recuar. Quando ela trabalha, me deu uma breve pausa para respirar – o que é bem difícil com a movimentação dela implicando-me prazer. Assim que reponho meu folego, sento-me sem deslocar o corpo dela ainda, então reposiciono minhas pernas para trás, forçando-a a se deitar. Ao final, seguro sua perna direta, e a jogo para a sua esquerda deixando seu quadril de lado, antes de retomar os movimentos primeiramente calmos e gentis, mas que aos poucos começam a tornar-se mais... Violentos.
...
Se sentiu como uma boneca de pano, leve e flexível da forma como ele tão fácil e rapidamente reposicionou seus corpos sem que ela tivesse que se esforçar muito para ajudá-lo. Era difícil dizer quem estava escravizando quem, não que isso importasse, ambos estavam tirando o que queriam um do outro, dor e prazer intenso, o que poderia ser melhor? As investidas agora eram mais intensas, seu corpo estava sendo violado de uma forma brutal e ainda sim ela sentia um prazer imenso. Gil vira parcialmente seu tronco para encará-lo com um olhar desaprovador. - Maldito. - Ela praguejava em sua mente por ser sido limitada a tocar seu corpo devido sua posição. Suas mãos alcançavam parcialmente sua coxa e seu abdômem, ainda sim ele tinha total liberdade de defletir, enquanto ela tinha todo o corpo dela para brincar. Ela tenta então se virar levando uma de suas pernas para o outro lado para encaixar o corpo dele entre suas pernas mais uma vez.
...
Vejo que ela tenta aumentar a liberdade de seu corpo em se mover durante a nossa diversão. Já era hora de começar a conturbar minha mente. Olhos maléficos na mortalha se abrem sobre nossa carne. A morte sussurra em meus ouvidos como o cântico caótico de eras se passando. Quando percebo, já cedi o espaço que ela almejava. Mas isso não importa nem um pouco. Um sorriso mais do que depravado ou insano se abre em minha face. Particularmente eu diria que é... Aterrorizante. “Quero brincar com ela”, ouço em minha mente. Não era a fera que me habita, mas é algo talvez muito pior. Uma gargalhada toma conta do lugar, minha mão esquerda passa por baixo da perna direita dela, impedindo-a de abaixá-la de fato. Minhas investidas se mostram mais intensas... Não fortes e rápidas! Mas, mais profundas e abusivas. Minha mão direita vai de encontro ao pescoço dela. Uma vontade insana de sufoca-la até a morte enquanto depravadamente abuso de seu corpo cada vez mais frio... Não resisto a excitação, solto um riso seco e assombroso mais uma vez enquanto começo a apertar lentamente.
...
Para sua surpresa ele a permitiu mudar de posição, teria liberdade de brincar e explorar seu corpo com suas mãos e o que mais lhe fosse permitido. Mas ele a impediu tão rapidamente quanto havia a permitido. Sentiu o toque da mão dele em sua perna, com um olhar um tanto desaprovador ela o encarou, mas o que estava diante de seus olhos não era mais o mesmo News. Sua expressão havia mudado, seus olhos exibiam um olhar maligno e Gil sentiu um momentâneo resquício de temor correr por seu corpo enquanto sua gargalhada ecoava pelo quarto. Não sabia o que esperar daquele... Daquela besta que estava diante de seus olhos, mas a excitação intoxicava seu corpo com um veneno, queria tê-lo, saborear a sensação de ter seu corpo invadido por cada fragmento que fazia de Neweys, aquela criatura sádica, brutal, insaciável e depravada da qual ela tão deliberadamente se entregava a seus desejos carnais.
...
Bom, durou algum tempo. Em meio a diversas trocas de posições e banhados em sangue, prazer e imprudência, durante as seguintes duas horas a diversão tomou conta de nossas almas pecaminosas e indecentes. Ah, sim, aquela postura excêntrica e atitudes imprevisíveis da mulher excitou em deveras cada pedaço de mim. Acredito que deixei isso bem explícito para ela. Após as cortinas se fecharem, algumas carícias concluíram a diversão. E então, repousando um ao lado do outro, deixo meu corpo esticado na cama macia. O leve escorrer do sangramento agora começa a cessar por final. Dano algum que meu corpo não possa resistir, apesar de ter me pegado de surpresa.
 
Não muito tempo após o início de meu descanso ouço alguém batendo na porta. Sento-me sobre a cama pensando em não ir até lá, o que pode realmente chatear meu primo. Com essa reflexão, levanto-me e caminho até a porta. Durante o percurso, o sangue em meu corpo toca através de meu pé um dos brancos lençóis ao chão. Meu sorriso se abre, refletindo sobre o que diabos aquela garota pretendia fazer. Bom, essa questão pode ser deixada para depois. Despido, abro parcialmente a porta. Brenett, então, vendo-me repleto de sangue, ergue uma de suas sobrancelhas, tentando em seguida visualizar se a mulher comigo está bem através da fresta aberta da porta. – Quase todo o sangue é meu. – advirto. Em suas mãos, o mordomo trás uma bandeja de prata com duas toalhas brancas sobre um par de roupas masculinas.
 
-Deixo minhas desculpas por não possuirmos roupas adequadas para uma dama nesta mansão como bem sabe, meu caro. Você também sabe onde ficam os banheiros... Peço que... Indique-os para a mulher – ele diz, provavelmente duvidando de minha palavra e da real possibilidade da fêmea estar viva. Pego a bandeja com uma mão e fecho a porta com a outra. Caminho até o criado mudo e coloco-a sobre ele. Ponho uma das toalhas sobre a parte limpa da cama, vejo o conjunto de roupas que me serve e tomo a outra tolha para mim. Olho para a mulher na cama também se recompondo... – Não tem roupa pra mulher aqui. Não que isso importe... Tem um banheiro ao final do corredor a direita. Vou usar o outro que fica na mesma direção, porém exatamente no meio do corredor. É a segunda porta a esquerda. Qualquer tipo de problema pode ir até lá. Depois disso, sinta-se livre para passear. A mansão é grande... Talvez ache algo que seja interessante aos seus olhos. – sem mais, e ainda despido, tomo a adaga no chão para mim e começo a caminhar até o banheiro cujo qual me referi a ela anteriormente.
 
...
 
Banho tomado, roupas vestidas – e falando em roupas, aquele maldito se preveniu e mandou Brenett colocar bandagens em meio aos minhas vestimentas. Detestável! Um blazer realmente confortável... Mas essa não é a parte ruim, o ruim é... Que é uma peça de roupa minha, Fred deixou guardado o que me pertence aqui? Que ridículo! Achei que ele não tivesse coração! Como ele ousa me iludir assim?! Ao menos está sendo útil. Olho-me no espelho enquanto os longos fios negros de meu cabelo são ajeitados para trás. Ao abrir a porta do banheiro vejo meias e um par de sapatos. Me deixo por ambos. Pronto, agora estou parecendo um humano normal, com um vergão de uma peça de madeira colidida contra meu rosto. Mãos calejadas, e corpo fervendo em ardor com inúmeras novas cicatrizes. Um pouco mais e quem sabe eu teria caído. Ou não. Minha inconsequência ainda não mostrou limites. No bolso do blazer lembro-me de ter algo útil, um elástico para amarrar o cabelo quando secar. Por fim, pego a adaga e preparo-me para a conversa que terei com meu primo.
 
Após meu momento de conforto depois de dias ridículos de complicados, começo a andar em direção a saída da mansão. De fato minha intensão não é sair. E por isso, ao chegar na escadaria, debruço-me sobre o corrimão e observo dois seguranças. Após me identificarem, o que estava sentado se levanta. Abro um sorriso imediato com a reação deles.
 
-Seus gostos continuam excêntricos, não é, Neweys? – ouço a voz do loirinho abaixo das longas escadas que dão para o térreo. Ao olhar para baixo, vejo-o me encarando com a cabeça bem erguida – Estou esperando na área aberta. Que tal um café, primo? – em seguida, ele começa a andar, sem aguardar respostas óbvias, o que sem dúvida é muito típico dele. Passo a passo, então, começo a me mover rumo ao jardim. O local já conhecido pelos meus olhos se torna agradável com a ideia de que finalmente repus por completo minhas energias, com exceção de minha volemia que agora caíra drasticamente graças ao sadismo da mulher. Quando me deparo com o jardim, analiso-o vendo e o sol fraquinho no horizonte. Três da tarde, acredito eu. Continuo a caminhar até a mesa com alguns banquinhos brancos de ferro bem pintado e espumas cobertas com um tecido também branco que não consigo dizer qual é. Bom, não sou especialista nessas coisas. O que tinjo é o chão, e de vermelho sangue. Visto que Fred já se sentou, aconchego-me no banco contrario a direção de Fred tomando a mesa como referência antes de ouvi-lo começar... A propósito, confortável esse banquinho!
 
-Sua xícara está aí, o café chegará em breve – ele indica a xícara em minha frente com a mão e prossegue -, você falou de algum tipo de troca... Mas deixemos isso um pouco mais para o final, pois tenho algumas perguntas e certa ocorrência para te contar... Comecemos pela ultima... – seus olhos sérios desafiam os meus e de forma imprudente a adaga que tenho comigo fica a mostra, descaradamente, sem temores – Depois do dia que me deixou naquele prédio abandonado e não voltou, eu quase morri de desidratação, hipovolemia e tive sérios problemas com infecção nos ferimentos que gravou em meu corpo. Ainda não estou curado, mas exigi um tratamento forçado para que não perdesse mais tempo de trabalho. Não mais do que você me privou de ter... Após esse parecer... – ele cruza seus braços e encosta-se ao assento – Quero saber... Por que não voltou mais? Achei que iria querer me torturar por mais algum tempo.
 
Enfim, a palavra vem a mim. Começo com uma gargalhada grotesca, em seguida, prossigo. – Não tive essa intenção. Na verdade, eu queria mesmo... E, sim, queria. – deixo claro o pretérito para que ele note a veracidade em minhas palavras – Agora, entretanto, acho que não ter voltado foi bom. Você está vivo, eu descobri coisas que lhe podem ser de grande proveito...
 
-Coisas? Que coisas? – questiona Fred, curioso. Não à toa, pois o que me trouxe aqui tem que ser no mínimo potencialmente útil para manter-me a salvo.
 
-Você estava certo... – o sorriso foge de minha fosse e uma expressão de desprezo começa a se misturar com meus sentimentos de repulsa. Uma maré de ódio começa a levantar minha psique até quase explodir... Mas engulo quieto o fato de que fui humilhado por aquela vadia de presas longas, até por que não houve surpresa maior essa semana do que a descoberta da existência de mortos andantes. Com isso, prossigo. – Suas pesquisas aparentemente sem sentido finalmente me mostraram uma finalidade. Senti na pele o poder dessa conclusão... De fato, existe um mundo oculto, Fred... E eu posso guia-lo até ele. Literalmente, posso levar você até as sombras da cidade e te mostrar que estamos rodeados por seres não-humanos.
 
-Do que diabos você está falando? – pressiona o jovem mafioso.
 
-Não vou usar termos mitológicos com você, Fred. Minhas palavras vão perder a credibilidade. – sorrio em seguida. E de fato é assim que funciona, só não consigo guardar comigo mesmo, e ele sabe muito bem disso. – Primo, entre tentativas e mais tentativas de nós nos matarmos, a única coisa que não fizemos um para o outro até o momento foi mentir. Omitir, talvez, mentir não... E eu não tenho motivos para começar com tal estupidez. Principalmente depois desse mundo novo ao qual as cortinas da realidade liberaram para meus olhos!
 
-Muito poético... Tanto quanto duvidoso. – ele olha para os lados, observando ninguém por perto o bastante para ouvir o que vem a seguir – Mas eu tenho meus motivos para arriscar, Neweys. E se você botar tudo a perder...
 
-Não, não, primo! Sem ameaças... Por hora elas não são necessárias. – interrompo-o voltando meu sorriso com certa confiança de que está tudo caminhando para o caminho mais correto. Brenett começa então a se aproximar, ficamos eu e Fred em silencio durante o momento em que o mordomo serve o café e coloca um prato com alguns pãezinhos recém preparados e com cheiro incitante sobre a mesa. Enquanto continuamos com nossa conversa por hora amigável, me alimento também. Algumas questões deveriam ser respondidas, inclusive “onde está minha espada”, a qual farei durante a conversação...

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Re: Mansão Dwant

Mensagem por Gillian M. em Sab Mar 29, 2014 10:20 pm

Gillian abriu o s olhos quando ouviu alguém bater na porta. De início estava ainda sonolenta e desorientada, mas logo  tudo estava claro. Se virou para o lado podendo assim olhar em direção a porta. Parecia ser o mordomo trazendo roupas e ligeiramente preocupado com o fato de que talvez tivesse que dar sumiço em um corpo sem vida naquela tarde. Sorriu marotamente, de fato ele não precisaria se preocupar, não havia nada sem vida naquele quarto, muito pelo contrário. 


Após a breve conversa com o mordomo, News fecha a porta e caminha em sua direção com peças de roupa e toalha, ela o encara enquanto ele lhe da direção de onde ficava o banheiro, a deixando livre para explorar a casa. Gil agradeceu com um sorriso, uma voz um tanto rouca e sonolenta  observando ele deixar o quarto em seguida.Rolou na cama, suas costas tocavam a cama enquanto olhava para o teto se esticando sobre a cama abrindos os braços, agarrou o lençol com as mão e os puxou para si cobrindo seu corpo, inalando aquele cheiro que emanava dele. Gil então se levanta, deslizando da cama ainda envolta no lençol cobrindo seu corpo, dois passos e seus olhos se arregalam. 


Por culpa de sua alma pecaminosa e seus mais intensos desejos carnais, havia deixado suas prioridades tomar outro rumo esquecendo 
completamente o que deveria fazer, na verdade ela não se lembrava muito bem o por que de ela ter criado o círculo. Com uma expressão pensativa, Gil encarava os lençois no chão que formavam o círculo tentando buscar em sua mente a razão pela qual ela teria necessiadade em fazer um ritual e que diabos seria ele.


Ela se ajoelhou na chão ao alguns passos longe levando ambas as mãos na cabeça. Ela não conseguia acreditar que estava acontecendo de novo. Fechou o s olhos e respirou fundo, decidiu que não se importaria com aquilo naquele momento, talvez não tivesse nem mesmo sido idéia dela, já que News não havia reagido de nenhuma maneira vendo aquilo quando se levantou. Mais um forte puxar de ar em seus pulmões apoiando suas mão no chão se colocando em pé. Gil se aproximou do círculo e um por um pouxou os lencçois desfazendo-o, deixando a pilha de lençois no canto quarto assim como o que estava na cama. 


Pegou as peças de roupa e a toalha e caminhou até o banehiro no final do corredor. Após tomar banho, o que levou um longo tempo, vestiu-se com as roupas masculinas providenciadas e improvisadas pelo mordomo, decidiu explorar a mansão. Não que estivesse muito inspirada para fazer tal coisa, queria mesmo era saber o que tanta informação Neweys tinha para trocar com o outro rapaz, o qual ela recordava ele ter chamado de primo. 


Começou então sua caminhada pela mansão e ao se aproximar da escadaria observou dois seguranças na porta que parecia dar para uma varanda. Nesse mesmo instante ela parou nos degraus encarando os seguranças que encaravam ela de volta, de certo ambos estavam do lado de fora tendo a tal conversa. Sentou se nos degrau da escada abraçando os joelhos e descansando o queixo sobre eles e aguardou até que News aparecesse. Não achou uma boa idéia ficar perambulando pela casa com tantos olhos para observa-la, deixavam ela um tanto nervosa.  
 
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Re: Mansão Dwant

Mensagem por Neweys Dwant em Ter Abr 01, 2014 12:56 pm

É incrível como alguém como ele consegue se manter imutável perante minha assombrosa presença. Não por eu ser definitivamente assustador – e olha que eu sou -, mas também por ele saber o que sei fazer melhor - e o que mais gosto de fazer. Fred Dwant tem ciência de que está frente a frente com um monstro. Essa ideia admirável me permite manter um sorriso ao longo da conversa. O jovem mafioso me conta sobre seus negócios, seus problemas quanto a sua fortuna não estar mais crescendo de forma exponencial como antes, questionando-se onde está errando nos seus investimentos. Questão essa da qual ele já tem a resposta, ele está concentrado de mais em assuntos ocultos, o que dispersa um pouco de sua genialidade.
 
-De qualquer forma – prossegue ele -, minhas irmãs estão com saudades, primo. Faz tempo que Ann e Sophia não falam com você. Elas sempre gostaram do seu discurso de que “família em si não é importante, o importante é o que sente por cada membro da família”. Apesar de Hector achar isso repulsivo e degradante, claro.
 
-Uau! Que nostálgico. Esses nomes, hum... Por que não diz a elas que assim que eu encontrar Vehementi venham te visitar? Daí você me informa e passo aqui para vê-las... E comer de graça, sem ter que fugir da polícia depois, claro.
 
-Acredita mesmo que vou deixar ver minhas irmãs enquanto estiver sendo caçado por toda força policial de Vancouver? Além do mais, meu caro Neweys, você ainda me deve uma troca equivalente. Te devolvi suas roupas, deixei dormir na minha casa, está comendo da minha comida, e até trouxe uma... Prostituta... Com você.
 
-Ela não é uma prostituta. Não fale assim dos meus pertences. Eu não digo que Brenett é seu gigolô, falo? Não falo, né, Brenett? – gesticulo com a mão em direção ao mordomo, com meu sorriso estampado, aguardando uma das tiradas típicas do dito cujo, que a me entrega rápido.
 
-Não, não chama. – responde Brenett – Assim como não durmo na mesma cama que o senhor Dwant, e também não gosto de praticar coito em meio a uma poça de sangue sobre os lençóis de meu primo, os quais agora, terei que jogar fora.
 
-Hahahaha! Desculpe pela sujeira... Não que eu dê a mínima, claro. – faço uma pausa breve, encaro Fred em seu frio olhar contra as íris brilhantes do meu, ressaltadas pela breve luz solar... A primeira brisa da tarde sopra fazendo meu cabelo mexer-se um pouco acompanhando seu ritmo. – Não gostei disso, Fred. E digo sério. Controle sua língua.
 
-Que é você para exigir algum autocontrole de outrem? Animal tolo. – Fred se pronuncia em alto tom, seus seguranças ao redor atentam-se ao momento de tensão.
 
-Sou sua chave para o Mundo das Trevas, primo. – ao chamar-lhe de “primo” o clima se torna mais embaraçoso do que tenso. De fato nós guerreamos a maior parte do tempo, mas entre essas guerras particulares, existem momentos de alianças e confiança. Queremos a luta, mas nos recusamos a dar o xeque-mate.
 
-... Tudo bem. – o garoto se ajeita na cadeira e a tensão no ar simplesmente desaparece em um instante – Mas, ainda assim, não me deu resposta alguma... Estou esperando, Neweys.
 
-Eu não posso usar palavras faladas ou escritas, tenho que te mostrar. Em troca quero duas coisas, uma antecipada, e outra pós-demonstração. Que tal?
 
-Prossiga.
 
-Para te mostrar, e voltar a sorrir em batalhas como antigamente, necessito urgentemente da minha amiga. Minha espada. Minha Violenta, minha “Vehementi”! – aguardo-o se pronunciar, o que não acontece, por tanto, volto a falar – E, após consegui-la, mostrar-lhe-ei o que tenho para mostrar, entregando-lhe minha parte do trato, e vou querer que me entregue seus últimos relatórios anulais desde que veio para Vancouver, até agora...
 
-Quer os relatórios da família?... Não os tenho guardados... E não poderia entregar a qualquer um.
 
-Tem sim. – usando meu dedo indicador, lentamente aproximo-o da cabeça e dou três leves e lerdos toques contra a mesma – Eu sei que tem. E que não vai ser difícil redigir tudo. Além disso, por mais que eu desgoste, Dwant sempre vai ser meu sobrenome.

Inquieto, mas disposto, Fred revolve se importo. – Não vou te entregar a espada. Mas vou dizer os três lugares mais prováveis onde estariam. Só irei me arriscar se estiver disposto a correr riscos também, e isso será seu teste. Ao conseguir a espada, considere que aceito sua oferta.
 
-Aceito. – respondo com a firmeza de um viking em saquear um alvo fácil e cheio de recursos!
 
-A mais provável é a delegacia, provavelmente está guardada a sete chaves como arma de crime, e não sairá de lá tão cedo... A terceira mais provável é a Galeria da cidade. Muitas artes em exposição, e como bem sabe, uma relíquia de quinze mil pesos é deveras significativa para tal estabelecimento: insistência e persuasão podem ter feito aquela espada sair da delegacia e ir parar lá.
 
-Você pulou a segunda!...
 
Um sorriso se abre nos lábios do “senhor Dwant”. – A segunda mais provável é justamente essa mansão. Guardada como meu troféu... Neweys. A noite cairá em breve... Recomendo que comece já sua busca.
 
Sem mais, e com o sorriso psicótico de um assassino monstruoso – o meu rosto normal – começo a caçar a espada pela mansão. Irônico, sinto que não vou achar nada... Mantenho-me durante todo o período da tarde na busca, a fêmea iria me esperar muito, se quisesse alguma atenção, e isso não me fez sequer pensar em avisá-la da minha caçada por Vehementi, aliás, passei em silêncio por ela diversas vezes, sem nem olhá-la direito. Minha preciosa arma só não é uma lenda por que não atingimos nem mesmo um mísero décimo do meu real objetivo de assassinatos: dez mil mortes pela espada. Ousado, e empolgante. Apesar de que, como parei de contar, estou realmente em dúvida se vou conseguir manter minha promessa de torna-la uma lenda.
 
Ao cair da noite, me vejo novamente ao lado da mulher. – Estou saindo. Preciso visitar alguns lugares, se vier comigo pode correr alguns riscos como bem deve saber. Não vou privá-la de ficar, mas nesse caso, tome cuidado com Fred... – me aproximo do ouvido dela – Ele é louco! – sussurro enquanto deixou deslizar pela minha manga a adaga dada pelo tal deus da morte segurando-a na mão direita a qual dirijo para dentro do blazer vestido pela mulher, tocando e apertando seu seio enquanto deixo-a ciente de que a adaga deve ser mais importante estando com ela do que comigo. Não preciso de lâminas para matar, e mesmo assim estou procurando uma ainda melhor. Que ela fique com esse brinquedinho. Para os seguranças rondando o lugar, isso não passa de mais um ato pervertido do primo doente de Fred. – Escolha agora, estou indo.
 
Ao termino da minha visita aos mafiosos britânicos, caminho para fora com a chave da caminhonete, vestido formalmente. Só com as roupas decentes e limpo, minha aparência muda de forma significativa. As olheiras sumiram depois de semanas, minha pele ganhou até uma cor depois de me alimentar melhor – sério, não poupei nem os pãezinhos amanteigados, nem os mini croissants com queijo. Adentro o veículo com ou sem a fêmea, e deixo para trás a Mansão Dwant, rumando primeiro o lugar menos arriscado: a Galeria de Arte de Vancouver.

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Mensagem por Vancouver em Ter Abr 01, 2014 1:41 pm

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Mensagem por Mestre do Jogo em Ter Abr 01, 2014 1:41 pm

O membro 'Vancouver' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

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Re: Mansão Dwant

Mensagem por Gillian M. em Ter Abr 01, 2014 11:32 pm

Já havia se passado algum tempo desde que Gil estava a espera de News. Ela se sentara com as contas contra a parede esticando as pernas no degrau da escada bloqueando completamente a passagem, não que alguém fosse passar por ali tão cedo, já que todos pareciam estar ocupados. Quase poderia dizer que a casa estava vazia, se não fosse por ela e os dois brutamontes na porta da varanda que haviam apenas piscado durando todo o tempo que esteve ali.


Respira fundo fechando os olhos encostando a cabeça na parede olhando para o teto. Estava pensativa, tantas coisas passavam em sua mente, coisas das quais não conseguia explicar e outras das quais nem se quer entendia, tudo era um amontuado de flashs e momentos distorcidos, realidade, sonho, memórias implantadas em sua mente...Afinal, o que é realidade? A realidade nada mais é do que aquilo que está dentro de nós mesmos. Nos deixamos influenciar pelo que vemos e vivemos no mundo exterior sem nos dar conta que isso apenas nos limita, sendo assim devemos também influênciar o mundo, reverter a percepção deste usando nossos atributos internos para desvendar a realidade oculta em nós. Ela apertou os olhos e balançou a cabeça. Quanto mais ele tentava fazer tudo fazer sentido, mais confuso se tornava. 


Cansada de esperar e se sentir cativa de seus pensamentos, Gil decide dar uma volta pela mansão. Não podia negar de que a mansão era belissíma, assim como era atípica, parecia uma fortaleza com uma segurança absurda. A curiosidade de Gil começou a crescer, tudo aquilo seria apenas para proteger o patrimônio ou havia muito mais por detrás de tudo aquilo? Teve tempo de visitar os jardins, conhecer alguns funcionários, mesmo que esses parecessem terem perdido a língua. Aquele homem parecia ter um código de conduta extremo, o que não era de se surpreender. 


Já estava quase no final da tarde quando Gil decidir voltar para a mansão, fez uma breve parada no quarto onde haviam dormido, mas Neweys não estava lá, decidiu então voltar para a escada, se os seguranças ainda estivessem lá, ela ficaria em seu posto mais uma vez, aguardando. 


Ouvindo passos, ela virou sua atenção para a porta que dava para a varanda e observou Neweys passar apressadamente, parecia agitado, sua atenção estava voltado para algo do qual ela não fazia idéia do que poderia ser, por mais que tentasse chamar sua atenção, falhou todas as vezes, ele estava ali, mas ao mesmo tempo não estava. Ela decidiu se manter em seu posto até que ele se desse conta ou até que ele tropeçasse sobre ela escada abaixo, o de fato o deixaria descontrolado e ela ganharia sua atenção, mas sabia que isso não aconteceria.


Finalmente, depois de muita espera, ele se levanta assim que News começa a subir as escada e para ao seu lado. 


- Estou saindo. Ela se preparou para dizer algo, mas ele continuou. - Preciso visistar alguns lugares, se vier comigo pode correr alguns riscos como bem deve saber. Não vou priva-la de ficar, mas nesse caso, tome cuidado com Fred...Ele é louco! Ele havia respondido sua pergunta sem nem mesmo ela ter tido a chance de perguntar, se ele dizia não ser seguro ficar ali, por que diabos ela ficaria. Se fosse para ela correr riscos que fosse fora dali, onde ela não se sentisse numa jaula vigiada por brutamontes armados e camera por todos os lados. Dito isso ele de aproxima depositando a adaga que carregava consigo dentro do blazer que ela vestia, tocando seu corpo em seguida. Gil sentiu seu corpo reagir ao toque da mão de News por un instante, o fitou sem dizer absolutamente nada. Ele estava a confiando com uma arma, não conseguia se decidir se era uma boa ou má idéia. 


- Escolha agora, estou indo. Ouviu ele dizer já lhe dando as costas. Gill exibiu um soriso de canto de boca e desceu as escadas seguindo News enquanto encarava o segurança. Eles deixaram a mansão, entraram no carro e seguiram pra seja lá onde ele tinha em mente.
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