Vancouver High School

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Vancouver High School

Mensagem por Vancouver em Sex Maio 30, 2014 1:20 pm


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Re: Vancouver High School

Mensagem por Mackenzie Mihajlovic em Qua Out 08, 2014 10:32 pm


A noite não tinha sido as das melhoresassim que chegou em casa da delegacia, se forçou a ficar em casa mesmo assim. Se trancou no quarto, tirou os coturnos jogando um pra canto do quarto, se jogou na cama colocando os fones de ouvido alto o bastante para se privar de ouvir a discusão no andar de baixo. Gostava de ser fechar em seu mundinho quando as coisas não estavam indo bem. Ficou por algum tempo encarando o teto e viajando em seus pensamentos, colocando uma trilha sonora para cada um deles até cair no sono.

No dia seguinte como de costume, acordou bem cedo, tomou banho, se arrumou, passou pela cozinha surrupiando uma maça e deixou sua casa antes mesmo que alguém se desse conta de que ela estava estava lá. Caminhava todas as manhãs para a escola sozinha, com seu fone de ouvido para distrair, com passos calmos, um gingado, poses e caretas hora ou outra quando tinha certeza de que não tinha ninguém por perto. Ao chegar na escola, havia algumas pessoas aqui e ali, mas preferiou ficar afastada, sentada em um dos bancos ouvindo sua música até ouvir alguém quase que gritar seu nome. 

- What uuuuup!!! Disse ela cumprimentando com um sorriso no rosto o garoto que vinha em sua direção. 

- Hey Kenzie, galera vai se encontrar mais tarde, tu ta convidada. 


- Duuude, pode contar com a Kenzie aqui. Respondeu ela fazendo uma careta engraçada e uma piscadela apondando com os polegares para si mesma. - Te vejo, na aula. 

Ela voltou a ouvir sua música e ler livro ao mesmo tempo, ela tinha uma certa habilidade de fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo, o que ajudava muito em certas horas. Não demorou muito para que toda a manada entrasse. Kenzie ainda permaneceu um pouco mais do lado de fora, assim teria tempo para que os corredores desentupissem de gente e poderia sossegadamente ir até seu armário pegar suas coisas, sem ter o desprazer de dar de cara com pessoas fúteis no caminho para a aula. 

Antes de entrar para a sala, passou em seu armário, deixou seu player e fone de ouvido, pegolu seus livros e caderno e seu dirigiu para a sala, como de costume foi a última a entrar, isso não significava que ela estava atrasada. Se sentou em seu lugar de costume, onde ninguém a perturbaria, a não ser o professor, que era praticamente inevitável ficar fora de sua linha de visão. Abriu seu caderno e começou a fazer desenhos enquanto o professor fazia a famosa introdução da aula. vendo que ela não estava prestando atenção, o professor caminhou até sua mesa e colocou fortemente o livro sobre a mesa lhe dando um susto, até mesmo seu lápis se assustou pulando de sua mão diretamente para o chão. 

Assim que o professor caminhou para frente da sala novamente, Kenzie começou sua busca pelo lápis no chão. Sem tirar sua bunda da cadeira, se esticou toda lateralmente, tentando alcançar o lápis, foi quando a porta da sala se abriu, assim que ela levantou a cabeça brevemente para bisbilhotar quem havia entrado ou saido... BOOM!! Um segundo e lá estava ela estendida no chão. Se levantou rapidamente, lançando um olhar para o professor e para o garoto parado proximo a porta, que para sua surpresa, era o mesmo garoto que ela havia visto na delegacia tempo atrás. Suependeu as sombracelhas fazendo uma careta. 

- OOoops! Disse ela pegando seu lápis do chão e se sentando em seguida. Claro, quem mais para pagar um gorila em sala de aula do que ela. Não que ela já não estivesse acostumada, afinal, já havia perdido a conta de quantas vezes isso tinha acontecido.
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Re: Vancouver High School

Mensagem por Erick Horkheimer em Qui Out 09, 2014 8:51 pm

Algum tempo depois de ter prestado seu respeito pela alma de Jamie, Erick apenas conversava com seu conselheiro, os anciões já estavam ficando nervosos com a situação, havia problemas mais importantes para se resolver.
 
- Erick! Erick! Francois batia na porta de seu quarto com a sutileza de um mamute. - A reunião começou. Erick se levanta calmamente na escuridão do seu quarto, depois da morte de sua amiga, ele havia abraçado a escuridão por completo, isso fazia com que seus sentidos o deixasse mais alerto ao que o rodeava. – Já acordei, agora desça. Disse ele falando do outro lado da porta, com os olhos fechado meio sonolento.
 
Depois de tomar um banho, ele colocou a roupa que ele mais odiava no mundo, o traje da reunião familiar. – Parece que estou me vestindo para guerra. Disse ele sorrindo entre os dentes assim que ele se arruma, em uma estante tem uma caixa comprida com a forma retangular, dentro dela ele tira uma espada cerimonial.
 
Ele desce a escada e caminha até o salão da reunião, perto da porta, seu conselheiro o esperava, ambos sem dizer nada entram pela grande porta e ela se fecha. Passou longas horas da manhã às portas fechadas até que ela finalmente se abriu, os anciões saíram primeiro e longo em seguida os futuros representantes dos três brasões.
 
Alguns anciões estavam com expressão fechadas outros contentes com resultado da reunião, a mentalidade de Erick e seu espírito acederam a chamas dos ancestrais, o seu ancião ficou encarando ele com um sorriso de orgulho. – Estou orgulhoso de você, meu filho... A forma que você levou isso depois da morte... A Anciã de Erick aparece e coloca sua pequena mãos no ombro do marido antes que ele terminasse de falar. – Como sempre soube, você ia acabar com essa guerra. Disse ela encarando ele.
 
- Tenho que me arrumar e ir para a nova escola...depois conversamos sobre isso. Ele caminha até a escada e se depara com seu primo do terceiro escudo e o futuro líder do mesmo. – Ah! bela jogada primo, quero conversa com você. O rapaz parecia um gorila alto e forte, com seus cabelos longos e negros, seus olhos vazios, a sua pele parecia refletir a luz de tão branco.  – Mais tarde, tenho que ir para a escola se for muito importante passe a informação para o meu conselheiro e obrigado pelo seu apoio na reunião.
 
Ele termina de subir as escadas e entra no quarto colocando o informe da escola e pega a sua mochila. – Francois, poderia me levar para a escola, eu quero conversa com você. Ele não discutiu ou xingou, ele que seria o normal entre eles, Francois sabia que Erick estava se comportando de uma maneira muito estranha e estava muito sério.
 
Eles entraram no carro, e quando viraram a rua Erick respirou fundo. –  Vai ser hoje Francois esteja atento. Eles se calaram por um longo tempo, e então ao se aproximar da escola Francois estaciona o carro. – Vai querer mesmo seguir com esse plano? Erick o encarou e deu um sorriso simpático mais gélido. – Vai ser fácil, já peguei o livro falta apenas o Grimório que está na biblioteca.
 
Erick olha a entrada da escola de dentro do carro e desvia o olhar encarando Francois. - enquanto isso, você vai ter que fazer a sua missão, boa sorte. Erick sai do carro e atravessa a rua entrando na escola.
 
- Pelo o mapa de classes, essa aqui é a minha. Sussurra olhando para o papel e batendo duas vezes na porta. O professor abre a porta com um sorriso simpático o convidando para entrar, assim que ele entra uma aluna faz um barulho na sala e todo mundo começa a rir e zombar dela parecia que tinha caído algo no chão.
 
Erick não deu muita importância o professor pediu para a classe ficar quieta e logo em seguida pediu para Erick se apresentar para a turma.
 
- Me chamo Erick Horkheimer. Ele ficou encarando a sala e os alunos começam a sussurrar. –  Professor, acabou a tortura? Disse ele sorrindo. - Pode se sentar perto da janela. Disse o professor apontando para a mesa e se virando para escrever no quadro negro.     

_________________
Erick - Meu ancião costumava dizer para mim não há nenhum lugar na terra que não é um campo de batalha devastado pela guerra...Um nome não tem importância alguma no campo de batalha. Após uma semana, ninguém possui nome e com isso Aprendi que eu posso caminhar sozinho, e isso não quer dizer que eu seja uma pessoa solitária.

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Re: Vancouver High School

Mensagem por Mackenzie Mihajlovic em Sex Out 10, 2014 3:10 am


Ela havia se questionado quais seriam as chances de ela ver aquele garoto numa cidade tão grande como Vancouver, e lá estava ele, estudando na mesma escola, e pra ficar ainda melhor na mesma sala, de fato as chances não eram tão pequenas como ela havia pensado. E diferente de todos, ele sabia o que ela fazia em seu tempo livre...visitas na delegacia é algo que ninguém ali precisaria ficar sabendo. Em sua mente, pelo que ela tinha presenciado na delegacia nem ele nem a familia dele eram qualquer familia em Vancouver. - E se ele se tornar o garoto popular da escola e começar a soltar a língua, era tudo que eu precisava para que meus dias de high school ficassem ainda melhor, como se não bastasse ser A DESASTRADA, ganharia ainda mais outros apelidos tão agradáveis daqueles mauricinhos e patricinhas insuportáveis. Desviava seu olhar hora ou outra de seu desenho para o garoto sentado próximo a janela, analisando o, e imaginando um meio de talvez fazer ele desaparecer. 

-Será que se eu força a minha mente desejando profundamente que ele suma, ele some. Pensou ela olhando o garoto com o canto dos olhos. Fechou os olhos em seguida e mentalmente começou seu mantra. - Suma...suma...suuuma... Ela abriu um dos olhos e olhou em direção a janela, ele ainda estava lá. Continuou com um dos olhos abertos e o outros fechado e voltou a mentalizar. - Suuuuma...suma..sumasuma.. Enquanto mentalizava seu mantra, fazia caretas e mexia não tão discretamente as mãos como se jogasse as vibrações em direção ao garoto. 

Parecia que não teria jeito, ele não iria à lugar algum. Inconsientemente Kenzie bufou fortemente soltando sua cabeça contra a carteira fazendo um barrulho. 

- Parece que estou sendo razão de tédio para alguns. Kenzie não levantou a cabeça para olhar para o professor, mas podia sentir seus olhos, e de todo o resto da sala voltados para ela. Para sua sorte, ao menos um momento de sorte aparentemente, o sinal tocou e ela podia sumir dali, e de preferência se enterrar no jardim da escola e sumir de vez pelo resto do dia. Ela respirou profundamente soltando o ar fortemente enquanto juntava sua coisas e deixava a sala de aula, que por sinal já estava vazia. Decidiu que não entraria na próxima aula, então se apressou em ir para seu esconderijo, debaixo da arquibancada da pista de atletismo. 

Erick se levanta na cadeira e entrega o caderno para o professor. – Ah, obrigado, pode se sentar. Disse o professor pegando o caderno. Os outros alunos ainda estavam fazendo a lição, Erick encarou a aluna que bateou a cabeça na mesa mais não consegui ver o seu rosto. – Maluca. Sussurrou.

Assim que se sentou pegou um livro na sua mochila com a capa toda preta com um símbolo de um olho sangrando e começou a ler. Focado na leitura ignorou o barulho da classe e o bater de lápis irritante da aluna da sua esquerda. O sinal tocou e todos os alunos saíram da classe, Erick foi um dos últimos a sair. – Professor qual é a próxima aula? O professor apagando o quadro negro olhou para uma aluna que estava saindo. – Educação física, Megumi, ajuda o Erick. 

Ele desviou o olhar do professor e encarou a menina oriental, era muito bonita com cabelo longos negros, seus olhos tipicamente puxados usava um óculos redondo e parecia muito tímida, em sua mão estava um mangá. – Vem. Disse ela com uma voz meiga e um tanto tímida. e foi olhando para baixo todo o caminho. – Obrigado, Megumi. Ele caminhou até o vestiário masculino e guardou o livro dentro da mochila e em seguida dentro do seu armário, colocou o uniforme de educação física que estava no armário e logo saiu.

Depois de correr a pista três vezes o professor mandou todo mundo descansar e ficaram livres para fazer o que quisessem, Erick esperou todo mundo sair do vestiário para toma uma ducha e depois voltou para arquibancada com o livro e começou a ler. 

Ele escutou conversas debaixo da arquibancada um grupo dos populares conversando com uma menina, ele fechou o livro e ficou encarando o grupo. – O que ta acontecendo ai? Disse ele com um tom sério e seu olhar penetrante ficou encarando a líder do grupo. 

- Nada, Nós só estávamos conversando não é K-e-n-z-i-e. Erick correu os olhos para a garota em questão e logo a reconheceu como sendo a garota da delegacia.“– Não entre em confusão Erick, essa escola tem gangues que leva a máfia japonesa”. Pensou ele se lembrando  do que Francois havia dito. 

- Essa conversa acabou, vocês estão atrapalhando a minha leitura. Disse ele com um tom frio encarando a menina.

 – Quem você pensa que é? Disse um dos garotos que estava com ela. 

– Eu sou aquele, que pode quebrar seu braço e a sua perna, prazer. Quando o rapaz estava prestes a se levantar a líder do grupo segura seu braço, em seguida se abaixa e diz sussurrando para Kenzie. – Isso não acabou. E todos do grupo se retiram.   

Kenzie olhou para o grupo se afastando, olhou para o garoto rabujento, tanto quanto o senhor que estava na delegacia com ele, e voltou a colocar seu fone de ouvido. Achou melhor nem se arriscar a dizer nada, do contrário era bem possível baixar um Ryu no garoto e ele ataca-la com um hadouken certeiro que a faria parar do outro lado do campo. Sim, era mais seguro ficar calada. Abriu seu libro, abriu um sorriso colgate brevemente para o garoto voltando sua atenção imediatamente para as linhas de seu livro. Mas já não estava mais concentrada, as palavras não tomavam conta de sua mente fazendo sua imaginação leva-la para longe, para outro mundo, não, sua mente estava focada em algo a três passos e alguns degraus de distância. Ela fechou o livros fortemente, respirou fundo, tirou o fones de ouvido deixando os ao redor do pescoço, colocou seu livro na bolsa se levandou olhou ao redor para se assegurar se não havia ninguém ao redor e parou em frente a arquibancada olhando para o garoto. 

- Dude, você é o mágico de OZ?! Disse ela subindo na arquibancada em direção ao garoto e se sentou ao lado dele, mas mantendo uma certa distância. - Sim, por que pra falar com aqueles caras do jeito que você falou, só se você for grande e poderoso, e dude, de boa, da onde eu vejo, você me parece um tanto baixinho. Brincou ela torcendo pra aquele hadouken não vir a qualquer momento. - Sem contar que você só pode ter poderes mágicos, ou seu pozinho de pirilimpimpim para aparecer em lugares e momentos mais inapropriados...ao menos pra mim. Disse a última parte baixando o tom e fez uma voz meio torcida, fazendo uma careta, e esperou até que ele abrisse a boca para dizer algo, do contrário se sentiria uma esquizofrênica conversando com seu amigo imaginário.

Erick fechou o livro e  seguiu a menina com os olhos. – Não sou mágico e também não tenho esse pozinho mágico. Disse ele sorrindo. – Verdade, nossos encontros estão se tornando frequentes, mais a culpa é do Francois, ele insistiu para eu estudar aqui. Ele soltou o ar pelo nariz e ficou mais tranquilo.  

Parecia que ela podia baixar a guarda, tudo indicava que o ataque não viria, pelo menos não depois daquele sorriso que parecia genuino, estranhamente genuino considerando a frieza da qual ele carregava quando se encontraram na delegacia. Bom, mas ela aceitaria aquele estranho gesto sem questionar. Ainda mais pelo fato de ele ter mencionado Francois, ela ja sabia das visitas, estudava na mesma escola, havia presenciado um de seus momentos gorila na sala...tinha medo do que mais aquele garoto sabia sobre ela através do Francois. Apesar da vontade gigantesca, e a curiosidade em saber o por que Francois havia indicado justo aquela escola para ele, ele preferiu manter a matraca fechada, era melhor se ele achasse que ela não tivesse assim taaanto contato com Francois, era apenas um conhecido, aqueles que a gente encontra na rua esporadicamente, e pergunta como vai a vida e se a mãe ta boa. Depois se despede e simplismente vai embora para nunca mais, ou talvez um dia distante, beeeeem distante. 

 – Mais falando em magia... Conheço um grupo de mágicos, eles fazem coisas incríveis, até como desaparecer pessoas e fazer elas jorrarem sangue. Ele ficou em silêncio e sério olhando a expressão do rosto dela e depois começou rir. 

Arregalou os olhos o encarando, será que ele lia mentes e descobriu que ela estava tentando fazer ele desaparecer e agora queria fazer o mesmo com ela?! Ai ai ai...ela estava ficando cada dia mais neurótica. 

– Anh, era brincadeira, não faz essa cara. 

- Duuude, você é mais estranho do que eu imaginava. Já senti meu coração em risco de vida, não vai dar uma de Mike Meyers pra cima de mim que eu saio gritando feito uma gazela heim. Ela sorriu espontâneamente, era uma pessoa que não media suas palavras, dizia sempre o que vinha em mente sem se importar se as pessoas a achariam infantil, ou imbecil, ela era feliz sendo simplismente Kenzie "A Original" ;P

- Então, quem eram aqueles? Ele ficou um tempo em silêncio pensando. -Faz um bom tempo que não me divirto tanto. – Ou isso tem a ver com as visitas na delegacia? Sussurrou chegando mais perto dela. – Me fala mais sobre os grupinhos desse escola, me falaram que até filho de membro da máfia japonesa tem aqui. Disse ele rindo descontraído o assunto que era sério.        

- Wooow...Duude, você quer acabar com a minha reputação...não que eu tenha alguma, a não ser de ser o desastre em pessoa, o furacão da escola, e acredite, furacão não é no bom sentido, se é que você me entende. Deu uma piscadela dando um soquinho no braço dele, ficando séria em seguida e pedindo desculpa pelo soquinho. Mas foi só por ela tê-lo conhecido a pouco tempo, duas vezes.  - Aquele grupinho, são...são...Bom, eu estava tentando achar uma palavra melhor, mas vai essa mesmo, são os otários que se acham no direito de atormentar a vida de metade da escola, mas são pessoas das quais você devia evitar arrumar confusão.  E quanto a parte da...- Deu uma pausa e disse baixinho. -....máfia, acho que você vai ter que descobrir sozinho. Ela já tinha falado demais, e aquele não era o lugar mais propício para falar sobre certas coisas, aquele lugar todo tinha ouvidos e olhos dos quais nem mesmo Kenzie A Ninja conseguia enxergá-los. 


Ele olhava para ela mas sempre observando as pessoas em sua volta. – Você parece que saiu de um anime Kenzie. Disse ele sorrindo. – Deve ser por esse motivo que o Francois gosta tanto de você. Ele ficou sério e a encarou. 

Ela riu, sair de um anime, qual deles ela escolheria para fazer parte, são tantos, talvez fizesse uma visita em todos eles, ou ao menos quase todos. E lá estava ele mais uma vez mencionando  Francois, e pelo visto aquele falava mais que a boca, tinha que descobrir quando, onde e por que ele conhecia Francois, mas isso ficaria para uma outra bat hora, e ou bat local, talvez uma bat caverna fosse mais seguro. 

– Mais não tenho medo desses, grupinhos... em breve você saberá o motivo, gostaria de me juntar ao seu grupinho. Deu um sorriso simpático. – Eu sou excêntrico... Apenas isso. 

- Weeeell, já que você faz tanta questão e vejo até uma lágrima de súplica no canto de seus olhos para fazer parte do grupo...Seja bem vindo, vou te apresentar a galera. Ela se levantou pegando a mão dele num cumprimento. - Olá, meu nome é Kenzie, eu também sou exêntrica, bem vindo ao grupo Oh grande mágico, mais carinhosamente conhecido como OZ. E ai, espero que tenha gostado da galera agora que você já conheceu todo mundo. Ela voltou a se sentar ao lado dele com um sorriso no rosto. 

Ele sussurrou. – Pode deixa... Tenho meus informantes. Ele se levantou e então o sinal para a próxima aula soou, ele levemente ajuda a menina se levantar. – Vai em frente, tenho que pegar minha mochila.

Kenzie segurou a mão do garoto e se levantou pegando sua bolsa. - Te vejo na aula. Disse ela descendo da arquibancada rumando em direção a sala de aula. Até que ele não era tão má companhia, na verdade ela nem queria mais que ele desaparecesse, ele era um tanto intrigante, ficou curiosa em saber mais sobre ele.
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