CASA MALDITA - 2

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CASA MALDITA - 2

Mensagem por Samantha Nuñes em Qua Set 04, 2013 3:43 pm

Mais uma vez reúno aqui meus caros hóspedes. É um prazer observá-los tentar sair da pequena prisão. Não há nada interessante para fazer a não ser observar os meus ratinhos de laboratório tentarem sair de um lugar aparentemente sem saída. Vamos aos quartos onde estão os quatro amiguinhos.


Neweys, um quarto preparado para um lunático. Inteiro branco, almofadado. O piso também é branco, o teto baixo e branco, com aproximadamente dois metros e trinta de altura, dando a impressão de ser ainda menor. Há uma cama de concreto no canto do quarto. Uma das paredes tem um espelho protegido por um acrílico extremamente resistente. Há um colchão de espuma sobre a cama e um travesseiro de penas de ganso. Há ainda nesse quarto um pequeno quadrado no canto, uma caixa almofadada também, porém de cor vermelha, aproximadamente com cinquenta por cinquenta.


Emmett, um quarto montado em um estilo futurista. Luzes neon, uma luz negra sobre a cabeça do homem, o quarto tem três e vinte de pé direito. Há nas paredes telas com as outras três celas. A cada oito horas as câmeras mudam de posição, ele consegue saber onde cada câmera está localizada, porém não sabe se tem ou não uma câmera em seu próprio quarto. Há uma janela que mostra uma paisagem de montanhas. Está protegida por uma janela de vidro blindado, com uma peça de acrílico coberta de uma tela de filme. Há uma pequena geladeira contendo água. Há também algumas frutas e um pedaço de carne crua. Uma cama de concreto coberta por aço inox está disponibilizada, há sobre a cama um colchão de molas.


Nicolai, um quarto que lembra uma velha taverna. As paredes mostram tijolos alaranjados. Há diversas pinturas que lembram a Rússia. Em uma delas há um quadro com a bandeira da antiga União Soviética, nesse mesmo quadro há uma imagem de uma cabeça cortada. Há duas garrafas de Vodka. Não é possível saber qual marca, nome, ano que foi feita, se é ou não forte, nem se é ou não vodka. Há uma adega de concreto contendo diversas garrafas de plástico contendo água. Há na cama de Nicolai uma faca, porém cega e sem ponta. Existe ali um colchão no chão. Travesseiro de espuma.


Max, quarto pintado de branco com manchas de sangue por todos os cantos. Há membros em pedaços na parede. Pés, braços, pernas.
Há um tapete branco com uma grande mancha de sangue, que estará sempre úmida. Cama de concreto com colchão alto. Travesseiro simples de espuma. Há uma geladeira com garrafas de água. Há também no teto o desenho de um policial com uma faca na mão direita apoiado em uma parede. Existe nesse quarto um pequeno buraco por onde pode ver o quarto de Emmett.


Como meus hóspedes podem perceber, não há saídas visíveis, porém os mais inteligentes conseguirão perceber os pontos fracos de seus quartos e sair ao menos da primeira cela. Há alimentos toda a manhã. Para cada um uma comida igual. Macarrão com carne moída. Molho vermelho, um pedaço suculento de bife. E uma salada de brócolis.


Os quartos de Nicolai e Max são normais, mesmo sem existir uma porta. Se eles não saírem em uma semana, um corpo será escolhido para enfeitar a sala central. Se saírem, terão mais uma semana para saírem da casa. Acredito que cada um deles consiga sair dali sem muito esforço, o pagamento é o mesmo de sempre. A vida, ou 30% de seu sangue, os que preferirem e conseguirem negociar, podem tornar-se servos, sem benefícios, de minha pessoa. Espero que tenham azar e demorem bastante. A cada dia será feita uma nova brincadeira. Os que ganham as brincadeiras, ganham objetos e pistas.


“Boa sorte.” Eis o que está escrito no braço de cada um. Nos adultos feito com uma tatuagem. Todos os quartos estão interligados. Uns são vizinhos, outros são conectados por uma sala.


A cada prova não cumprida, sofrerão uma penalidade. Água à vontade é cedida. Banheiros são os buracos no chão, localizados nos cantos do quarto. Cada um tem uma decoração. Quarto 1 – Branco, Quarto 2 – Metal, Quarto 3 – Granito, Quarto 4 – Um troninho. Não há fossas.

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OFF - A PARTIR DO PRIMEIRO POST, TERÃO 7 (SETE) DIAS PARA A RESPOSTA.
ACORDARÃO CADA UM NOS SEUS RESPECTIVOS QUARTOS. 
PARA ACELERARMOS A CASA, POSTEM COMO CHEGARAM ATÉ AQUI, ENTREM EM CONTATO POR MP PARA INFORMAÇÕES PARA SERMOS PLAUSÍVEIS NAS "CAPTURAS".

BEIJOS MEUS AMORES


Última edição por Samantha Nuñes em Ter Set 10, 2013 9:11 am, editado 1 vez(es)

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Re: CASA MALDITA - 2

Mensagem por Emmett Honeycut em Sex Set 06, 2013 10:01 am

Estava na The Roxy vendo o Ralph dançando. Ele estava erotizando a dança e se insinuando para mim. Eu estava achando graça naquilo, não via o Ralph com tesão ou atração de qualquer tipo, ele era praticamente meu irmão, nunca tinha me passado na cabeça qualquer coisa desse tipo. Mas era o jeito dele, ele costumava fazer aquilo e eu me divertia com aquilo. Como eu estava distraído, nem prestei atenção na chegada de um homem, bonito, atraente, forte. Nessa altura o Ralph já não era mais o foco da minha atenção. Olhei para o homem que segurou no meu braço com força.

- Hum... assim eu gamo!

Sorri para ele, mas ele todo sério apenas falou com uma voz grossa.

-Você vem comigo!

- Só se for agora!

Ele praticamente me arrasou para os fundos da boate, se bem que eu não fazia o menor esforço pra resistir. Ralph veio logo atrás.

- Vocês vai pra onde com esse grandalhão?

- Pro paraíso!

O homem me olhou, mas não falou nada. Saímos pela parte de trás da boate e ele foi me arrastando para um carro.

- Que homem apressado! Calma, nem sei seu nome!

Nessa hora eu dei uma travada, mas ele era muito forte e eu nem tanto.

- Vai logo sua bicha!

E virou um tapa na minha cara e eu senti um corte dentro da minha boca, enquanto o sangue escorria pelos meus lábios.

- Adoro isso!

Sorri maliciosamente e com a mão livre peguei um canivete no meu bolso, cortando o braço dele que ele me segurava, fazendo ele me largar.

- Se vai tirar meu sangue, tem que dar o seu em troca!

Lambi o sangue que escorria da minha boca, enquanto ele levava a outra mão ao ferimento que eu havia acabado de fazer no braço dele.

- Se vocês imaginou que eu iria chorar por causa de um tapinha desses, deveria visitar minha casa. Tenho métodos mais efetivos pra pessoas como vocês sentir dor.

Ele me deu um soco no estomago e eu perdi o ar, mas ria ao mesmo tempo. A sensação da dor era agradável para mim. Dei um soco na cara dele, mas não fez muito efeito. Ele revidou, dando um soco em cheio no meu rosto. Fui ao chão, mas adorava a dor que eu sentia.

- No rosto não gatinho!

Dei um chute no saco dele, agora tinha atingido uma área sensível e vi o grandalhão dobrar de dor. Aparentemente ele não gostava tanto quanto eu da dor, eu precisaria dar umas aulas para ele. Aproveitando que ele estava indefeso, dei um beijo nele, pegando-o pelos cabelos, seguido de um tapa. Ele me agarrou e me deu uma cabeçada, talvez tivesse pego no nariz, mas eu abaixei a cabeça e pegou na minha cabeça. Infelizmente meu corpo era frágil, mais do que eu gostaria, afinal para a purificação da dor era necessário mais força, uma carcaça mais forte, que aguentasse mais impacto. Ao sentir a cabeçada dele, fiquei tonto, meus sentidos ficaram distorcidos e a última coisa que eu lembro foi um último soco dele e eu apaguei.

Acordei com uma sensação boa, deliciosa na verdade. Estava dolorido, meu olho latejava, meu maxilar parecia deslocado, mas estava no lugar. Eu estava bem, não fosse por aquele quarto deveras desagradável com luzes de neon, uma coisa meio futurista. A luz negra me agradava, mas o resto não. Levantei e sentei na beirada da cama.

- Nossa, ele era forte! Acho que estou apaixonado!

Sorri, enquanto estalava o pescoço e outras partes do corpo e passava as mãos no rosto. Se não fosse aquele corpo frágil eu estava bem, afinal a purificação da dor, aquele sentimento que me atraía cada vez mais, me deixava bem e me satisfazia. Aquele homem me deu um belo trato. Queria ficar no meu porão com ele e aproveitar mais.
Ralph estava ali, feito uma estátua.

- Isso ainda vai te matar!

- Não mata não! A morte é a ascensão da purificação, eu tenho que estar puro antes da transição e eu ainda não me considero tão puro assim!

- Não consigo entender por que você faz isso? Isso é loucura!

- Deixa isso pra lá! Onde nós estamos?

- Não sei! Também acordei aqui com você!

Eu levantei da cama e olhei em volta, não tinha portas, apenas uma janela. Vou até ela e vejo que tinha uma capa de acrílico e não era possível ver muito, apenas as montanhas. Uma geladeira me chamou a atenção e fui até ela. Alguma garrafas de água, frutas e um pedaço de carne crua. Peguei a carne, e virei para Ralph.

- Você não vai comer isso, não é mesmo?

Dei uma mordida no pedaço de carne ao que Ralph faz uma cara de nojo.

- Por que não? Estou com fome!

Vi os monitores com a imagem de outros quartos. Olhei em volta para ver se tinha câmeras ali também. Fui até uma das paredes e com a carne escrevi na parede “EMMETT ESTEVE AQUI” e dei outra mordida na carne.

- Meu Deus Emmett!

Exclamou Ralph de indignação.

- O que foi?

Olhei pra ele com a boca cheia de sangue da carne sem entender a indignação dele, ao que ele virou para o lado, evitando olhar para mim. Comecei a olhar envolta, tinha que achar uma saída dali, afinal eu nem sabia onde estava. Peguei uma garrafa de água e dei um gole. Andei envolta do quarto, tudo bem que não tinha uma porta, mas eu entrei de alguma forma e teria que sair por onde eu entrei. Fui derrubando água pelo rodapé das paredes para ver se teria alguma abertura, provavelmente se tivesse uma porta oculta a água passaria, ai o segundo passo era descobrir como abrir a tal porta.

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Re: CASA MALDITA - 2

Mensagem por Nicolai Volkova em Sex Set 06, 2013 1:29 pm


Sentado ao balcão do Hell’s Kitchen, Nicolai bebia rapidamente sua vodka. Ainda estava tenso por ter visto a perna de uma criança ao lado de fora do bar. O corpo estraçalhado na parede era o de menos, afinal, quem seria o monstro que esquartejaria uma criança daquela forma? Ele se perguntava repetidamente em sua cabeça. Era algo atormentador.

O barman veio para encher novamente o copo do grandalhão, mas Nicolai segurou a garrafa, fazendo um gesto para que o rapaz deixasse-a ali. Ele mesmo se serviu. Uma garota, muito atraente sentou-se ao lado dele e perguntou se estava tudo bem. Nicolai não respondeu, deixando seus olhos fixos no copo à sua frente. A garota passou a mão nas costas dele, insistindo na pergunta, se levantou e ficou atrás dele, fazendo uma massagem nos ombros dele, fazendo com que ele despertasse. Logo em seguida ele se virou para a garota, deixando o copo no balcão. Ele olhou para ela que permanecia com um sorriso sedutor e logo deu um beijo nele. Nicolai, sem reação, apenas retribuiu o beijo.

Após o beijo a garota lhe entrega o copo de vodka, perguntando se ele estava mais calmo. Nicolai dá um gole na vodka.

- Agora sim!

A garota pega ele pela mão e o leva mais ao fundo no bar, perto dos banheiros. A garota se esfregava sensualmente nele, o que o deixou extremamente excitado. Ela ainda brinca com ele, falando que o “amiguão” já estava alerta, passando a mão na genitália dele. Os dois começam a se beijar e Nicolai agarra a garota, pegando-a no colo e a carrega para o banheiro. Ao chegar ao banheiro Nicolai sente uma tontura. Acho que a vodka está fazendo efeito! Pensa ele, mas não para de beijar e nem de se esfregar na garota, mas a desce, deixando-a em pé. Ela se abaixa e começa a abrir as calças dele, o nível de excitação de Nicolai via ao teto, mas de repente suas vistas começam a ficar turvas, o banheiro parece girar, ele não consegue se firmar nas pernas, bambeando e quase caindo de joelhos e se afasta da garota, que se levanta. A garota diz que agora não demoraria muito.

- O que vocês fez comigo, vadia?

Ela apenas sorri. Nicolai, olhando para ela, vê a garota ficando desfocada, sua vista escurecendo e ele apaga. A última lembrança é o chão gelado do banheiro sob suas costas.

Ele acordou, mas não abriu os olhos, sua cabeça latejava. Abriu os olhos e viu que estava em um lugar estranho, parecia uma taberna com as paredes de tijolo. Pintura que lembravam a Rússia, sua terra natal e uma bandeira da antiga união soviética com uma cabeça. Era tudo meio estranho e ele se levantou pra tentar identificar onde estava. Sua cabeça doía. Ele olhou em volta e viu que o quarto não possuía porta alguma, mas de algum jeito ele foi colocado ali. Na cama ele pôde ver uma faca, cega e sem ponta, mas a pegou. Tinha duas garrafas de vodka, mas ele não estava muito bem para beber naquele momento. Ele levou uma das mãos à cabeça.

- Vaca!

Exclamou sobre a mulher do bar. Ele olha em volta, procurando um lugar para sair dali, não sabia onde estava e nem porque estava ali. Depois de algum tempo circundando o quarto à procura de uma saída ele grita.

- Alou! Tem alguém ai?

Nenhuma resposta foi dada. Já estava ficando irritado. Por que estou aqui? Se questionava, mas com certeza não teria resposta alguma, não naquele momento. Pegou uma das garrafas de vodka e atirou contra a bandeira da União Soviética com a cabeça desenhada. Ele puxou a bandeira, jogando-a no chão, depois foi tirando os quadros, também os jogando no chão. Naquele momento não estava muito preocupado com nacionalismo, queria mesmo era sair dali. Procurava entre os tijolos uma fenda, um buraco, ou alguma coisa que pudesse cutucar com a faca. Foi batendo na parede para ver se escutava um som oco, algo que indicasse que poderia ter uma porta. Deu alguns socos e chutes nas paredes para ver se conseguia descobrir uma porta ou algo parecido. Depois revirou o colchão para ver o que tinha embaixo dele, um alçapão por exemplo, rasgou o travesseiro para ver se tinha algo dentro, procurava de alguma forma uma saída dali, afinal ele entrou por algum lugar e sairia por ele ou tentaria abri outra saída. Tudo bem que com aquela faca não iria ter muito sucesso, mas tentaria.


Thanks Nanda from TPO


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Re: CASA MALDITA - 2

Mensagem por Samantha Nuñes em Ter Set 10, 2013 9:08 am

Nicolai - 
Emmett - 
Neweys -
Max -

Rolagem de dados.
Será necessário esse mínimo para que consigam achar alguma dica de como sair do quarto.

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Re: CASA MALDITA - 2

Mensagem por Mestre do Jogo em Ter Set 10, 2013 9:08 am

O membro 'Samantha Nuñes' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

#1 'Dados' :

#1 Resultado : 10

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#2 'Dados' :

#2 Resultado : 5

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#3 'Dados' :

#3 Resultado : 6

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#4 'Dados' :

#4 Resultado : 3

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Re: CASA MALDITA - 2

Mensagem por Emmett Honeycut em Qua Set 11, 2013 9:39 am

Rolando os dados.

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Re: CASA MALDITA - 2

Mensagem por Mestre do Jogo em Qua Set 11, 2013 9:39 am

O membro 'Emmett Honeycut' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

'Dados' :

Resultado : 8

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Re: CASA MALDITA - 2

Mensagem por Nicolai Volkova em Qua Set 11, 2013 9:48 am

Vamos tentar o impossível!!

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Re: CASA MALDITA - 2

Mensagem por Mestre do Jogo em Qua Set 11, 2013 9:48 am

O membro 'Nicolai Volkova' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

'Dados' :

Resultado : 6

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Re: CASA MALDITA - 2

Mensagem por Neweys Dwant em Qui Set 12, 2013 6:03 pm

-By the sword in my haaaaaaaaaaaand!! We will conquer the laaaaaaaand!! We will decimate, and decapitate! Those who question the sword!... IN… MY… HAAAAAAA- .
 
*PUUUUUM!*
 
E foi isso. Esse é o resumo do fim da minha noite. Sério! Foi isso... Bom, acho que vou ter que explicar melhor...
 
... Não sei quanto tempo atrás...
 
Eu estava dirigindo por West Vancouver rumando meu esconderijo, o prédio abandonado no qual mantenho Fred como refém. Mas isso é a parte tediante. Ao som de Týr, eu praticamente berrava as letras da música com as janelas do carro abertas e o vento gélido queimando minha pele. Gargalhada após gargalhada, atéque em certo cruzamento um caminhão mirou e acertou meu carro. Como sei que foi de propósito? Ora, um acidente de trânsito não iria me apagar. Eu vi. Eu ouvi. Eu senti a mão no meu ombro e meus instintos assassinos urraram dentro de mim, a minha “besta” acordou, o ser animalesco que adormece dentro de mim, eu o chamo de Fúria... Por que ele... Destrói. Só me lembro de algumas cenas a seguir, como algumas fotografias costuradas no meu cérebro. Na primeira eu me levantei agarrando o pescoço de um homem com algo na mão, não consegui ver direito. Ele quem abriu a porta do meu carro e provavelmente iria tentar me tirar de lá. A segunda imagem é de uma mão contra o meu rosto, lembro um pouco do cheiro de sangue... Como se o cheiro e a imagem estivessem interligados (e estão de fato). A terceira imagem me mostra o homem no chão e eu aparentemente golpeando-o fortemente no rosto com socos e mais socos. A última, entretanto, não é exatamente uma foto, é como um curto vídeo... Eu paro de golpear o homem, e um zunido toma conta dos meus ouvidos, minha espinha quase congela e quando vou olhar para o lado, vejo algo muito parecido com um taco de baseball indo contra meu rosto.  Bom, tenho a ligeira impressão de que acertei, pois daí em diante não vejo mais nada... Nada que tenha sentido ao menos.
 
Toda a existência se molda de uma forma a qual minha mente não compreende, como se meu mundo estivesse sendo forçado a girar em uma direção diferente da qual eu escolhi e me adaptei...  Um tranco forte me faz cair... Tento mover meus braços, mas estão presos a alguma coisa... Eu fui enjaulado? Não me esforço o bastante para abrir meus olhos e logo apago mais uma vez. Como sempre, eu exagerei, passei dos limites, a fadiga me castiga novamente. Usei mais do que eu tinha pra usar. Atirei com mais balas do que haviam no pente... E isso agora recai sobre mim como o machado do carrasco sorridente. E então...
 
Meus olhos ardem, a luz me irrita de mais, o branco do quarto é um grande incômodo... Estou em uma camisa de força, todavia ela está frouxa. O suficiente para que eu me solte com certa facilidade.
 
-Você está aí?...
 
“-Sim...”
 
-Sabe onde estamos?
 
“-Com certeza eu irei matar quem sabe.”
 
-Entendo...
 
Um rápido diálogo que para qualquer outro seria um monólogo. Observo o espelho protegido, a caixa vermelha, a cama, o colchão, o travesseiro... Mas antes de qualquer coisa, respiro profundamente e dou um grito furioso, dispersando o que sobrou de raiva dentro de mim.
 
-Matar! MATAR! Eu vou matar!! AhhhhhhhHHAHAHAHAHAHAHAH!!!!
 

Me levanto enquanto rio e me aproximo da caixa vermelha. Isso é um jogo? Uma brincadeira... Vou participar então, não pretendo ficar aqui muito mais, de qualquer forma. Analiso a caixa e tento abri-la normalmente, caso não, busco alguma forma de fazê-lo.

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Re: CASA MALDITA - 2

Mensagem por Mestre do Jogo em Qui Set 12, 2013 6:03 pm

O membro 'Neweys Dwant' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

'Dados' :

Resultado : 4

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Re: CASA MALDITA - 2

Mensagem por Maximillian Santori. em Sex Set 13, 2013 9:29 pm

Acordei em um quarto do jeito que gosto, sangue espalhado para todo lado restos mortais na parede “ei... braço” cheiro da morte mais como acabou aqui mesmo? Assim uma coisa invadiu a minha casa quando estava praticando o meu ritual bateu com uma coisa pesada na minha cabeça. “Filho da puta, deve tá rindo da minha cara agora, acho quem tem alguma câmera aqui me monitorando”, depois dele ter batido na minha cabeça eu ainda senti o meu corpo sendo carregado até uma camionete, ele sussurrou para alguém me leva era de noite. Agora deve tá quase amanhecendo “ele pegou o meu relógio e o meu celular... Porra eu estou ferrado”.

Agora estou nesse quarto sendo testado, pelo menos é o que acho, mas o que essa coisa quer de mim? Eu estava resolvendo um caso de homicídio onde o cara morreu de um jeito bárbaro e o melhor: sem sangue. Já vi dois ou três casos desse tipo e o suspeito ou suspeita sempre da um jeito de fugir, acho que dessa vez me pegaram.

Eu ainda estou um pouco tonto, tenho que me sentar nesse chão todo sujo de sangue antes de qualquer coisa. - Que os meus ancestrais me terem forças.Para arrancar a cabeça desse filho de puta”.

- Tem alguma coisa que sinto que tá faltando... Que merda, o que é?

Flash back...

Max tinha acabado de chegar a casa e estava pensativo sobre o homicídio sem testemunhas e informações de quem era o assassino, varias coisa passa em sua cabeça ele vai andando até a cozinha jogando o sapato pela sala de estar.

Abre a porta da geladeira e pega uma cerveja gelada da um gole e fica pensando como obter a informação sem pistas e por coincidência um livro de magia negra cai na biblioteca fazendo um barulho oco no chão, ele sobre para ver o que caiu e se estranha quando pega o livro. – Interessante. Disse ele olhando para o titulo “comunicação dos mortos” ele da outro gole e fica pensando se isso realmente funcionar ele pode invocar o espirito da vitima e ela conta tudo o que aconteceu antes dela morre.

Ele desceu as escadas até o porão e desenhou a chave do inferno no chão no meio colocou um espelho, acendeu algumas velas colocou nos pontos cardeais e fechou os olhos e começou a invocação.

Ele sentiu uma presença maligna atrás dele quando abri os olhos só sentiu uma coisa pesada acertando a sua cabeça. Ele ainda meio tonto sentiu algo o carregando, ele tentou lutar mais a coisa era mais forte do que ele com o seu esforço ele abriu os olhos e viu uma camionete preta só não consegui ver a placa do carro.

“E daí em diante, não conseguiu mais se lembrar de nada..."

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Re: CASA MALDITA - 2

Mensagem por Maximillian Santori. em Sex Set 13, 2013 9:31 pm

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Re: CASA MALDITA - 2

Mensagem por Mestre do Jogo em Sex Set 13, 2013 9:31 pm

O membro 'Maximillian Santori.' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

'Dados' :

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Re: CASA MALDITA - 2

Mensagem por Samantha Nuñes em Seg Set 16, 2013 3:24 pm

Rolagem Administrativa.

Emmet
Max


---------
De 1 a 10 quanto a dica irá ajudá-los a sair e a libertar, ou não, os outros, quanto saberá, o que saberá. 
=)

Mandarei por MP.

Só postarei na Casa, sexta que vem. Até lá, os que não conseguiram achar dicas procurem novamente. =)
Dificuldade continua a mesma.

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Re: CASA MALDITA - 2

Mensagem por Mestre do Jogo em Seg Set 16, 2013 3:24 pm

O membro 'Samantha Nuñes' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

#1 'Dados' :

#1 Resultado : 2

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#2 'Dados' :

#2 Resultado : 4

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Re: CASA MALDITA - 2

Mensagem por Nicolai Volkova em Ter Set 17, 2013 12:03 pm


Nicolai já estava ficando cheio daquilo. Ele circulava aquele quarto em busca de uma saída, mas não conseguia achar nada. Com a faca na mão ele ia “cavando” algum buraco nas paredes, uma hora ou acharia uma saída ou faria um buraco. Ele foi até a outra garrafa de pseudo vodka e deu um gole, mesmo que não fosse vodka ele deveria tentar, afinal tinha que tentar alimentar seu vício. Procurou os cigarros nos bolsos, também estava com vontade de fumar, tinha esperança de que eles não tivessem pegado seus cigarros.

Continuou andar por ali, sempre em busca de uma saída. Ele dava algumas “facadas” nas paredes tentar cavar ou atingir alguma coisa que não fosse concreto e tijolo, talvez uma porta mesmo. Ele procurava não bater no mesmo lugar, dava umas duas pancadas com a fada na parede e se não conseguisse achar nada, ou danificar a parede ia para outro lugar. Arranhava a parede com a faca, batia com força, ia entre as junções entre os tijolos a fim de soltá-los ou até descobrir um barulho oco.

O fato de estar preso em um quarto estava deixando-o agoniado, a sua claustrofobia já estava começando a incomodá-lo, ele já começava a bater com mais força nas paredes e não estava mais se preocupando se aquilo o machucaria ou não. Seu instinto de sobrevivência queria tirá-lo dali. Nicolai era um espírito livre e odeia ficar preso, enclausurado em um lugar sem portas e nem janelas, aquilo começava a deixá-lo nervoso e perturbado. Ele começa a ficar ofegante, o suor escorre por seu corpo, a camiseta já estava molhada. A força que ele desprendia em seus golpes na parede era tamanha que acabou lhe rendendo um corte na mão que segurava a faca, fazendo o sangue escorrer e pingar no chão. Com a mão livre ele também esmurrava a parede, fazendo o punho sangrar também. Ele apenas queria sair dali.

Já estava cansado, as dores eram insignificantes, mas sua boca estava seca e ele já não conseguia fazer mais muito progresso. Parou por um instante e foi até a garrafa de vodka, dando um longo gole e sentando na cama. Olhava atentamente em volta, procurando uma fresta ou algo que lhe chamasse a atenção. Sabia que se não saísse iria entrar em colapso, iria perder os sentidos e ai sim não sairia de forma alguma.

Ele deitou na cama, olhando para o teto. Sua respiração era pesada, ele tentava se concentrar e pensar mais racionalmente. Teria que sair dali antes que entrasse em desespero, naquele momento o desespero não ajudaria em nada. Respirou fundo, olhava para o tento procurando alguma falha, alguma fresta, qualquer coisa que pudesse indicar uma saída. Sentou-se e deu mais um gole na vodka e olhava atentamente envolta, buscando qualquer coisa que pudesse indicar-lhe uma saída daquele lugar.


Thanks Nanda from TPO



OFF: Vou fazer a rolagem de dados já! Caso não seja assim, favor ignorar.

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Re: CASA MALDITA - 2

Mensagem por Mestre do Jogo em Ter Set 17, 2013 12:03 pm

O membro 'Nicolai Volkova' realizou a seguinte ação: Rolar Dados

'Dados' :

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Re: CASA MALDITA - 2

Mensagem por Emmett Honeycut em Qui Set 19, 2013 8:45 am

Com um pedaço de carne crua em uma mão e uma garrafa de água na outra eu tentava arrumar algum meio de sair daquele quarto. Ralph me olhava atentamente, analisando o que eu estava fazendo. Vez ou outra eu dava uma mordida na carne crua em minha mão, mas já estava acabando, porém o gosto metálico de sangue na minha boca era bem agradável. Eu já tinha sentido esse gosto em outras ocasiões. Uma vez eu exagerei na mordida em uma garota, arranquei um pedado do braço dela e, invés de cuspir, eu engoli, depois rimos juntos da situação. Outra vez um rapaz me deu seu sangue de livre e espontânea vontade e logo em seguida lhe dei o meu. Tem várias outras, mas não vem ao caso agora.
O fato era que eu havia descoberto um buraco. Ralph olhou e deu um sorriso.
 
- Muito bem Em! Eu tinha duvidado da sua capacidade, mas vejo que, de vez em quando, você pensa!
 
- Cala a boca e me ajuda a achar uma coisa pra enfiar nesse buraco pra gente sair daqui!
 
- Enfia seu pinto! Na melhor das hipóteses ele vai ficar preso e você vai ter que arrancá-lo!
 
Olhei pra ele sério, mas depois dei uma gargalhada rápida e voltei a ficar sério.
 
- Engraçado! Mas vai me ajudar ou vai ficar parado ai?
 
Logo ele se pôs a procurar alguma coisa pra tentar colocar no buraco. Eu olhava pelo quarto, mas nada me chamava a atenção, nada que parecesse servir como uma maçaneta pra abrir a porta. Coloquei o último pedaço de carne na boca, mastiguei e sentei na cama, dando um gole na água. Logo me veio à cabeça, sentando no colchão, de que ele era de mola, logo poderia usar uma das molas do colchão pra tentar abrir aquilo. Rapidamente levantei do colchão e virei pra ele. Comecei a arranhar e puxar o colchão até rasgá-lo, tinha que dar um jeito de arrancar uma das molas dele pra usar no buraco e sair logo dali. Assim que eu consegui rasgar o colchão fui abrindo e peguei uma das molas, estiquei-a e fui até o buraco que havia achado. Coloquei a mola no buraco, cutucando o que quer que fosse para tentar abrir aquela maldita porta. Ralph parecia um dois de paus parado atrás de mim, apenas observando.
 
- Inútil!
 
Falei olhando de canto de olho para ele. Ele apenas sorriu e cruzou os braços. Depender de Ralph era a mesma coisa que depender de uma parede,  de um chinelo, de um rato... apesar que um rato seria mais útil que ele. A minha intenção era acionar algum dispositivo que abriria a porta ou sei lá o que, o importante era sair daquele lugar. Assim que conseguir sair da sala eu iria procurar um lugar, outra saída, porque, provavelmente, aquilo era apenas uma sala dentro de outra, talvez outra e outra. Tinha visto nas telas que haviam outros quartos, talvez libertando as outras pessoas eu tivesse mais chance de sair dali. Fui até a próxima porta, ainda com a mola da cama na mão. Tudo bem, minhas mãos e boca estavam cheias de sangue, mas até ai eu não estava muito preocupado.
 
- O que você vai fazer?
 
Parei subitamente com a pergunta de Ralph e me virei pra ele.
 
- Ajudar os outros!
 
- Não seja burro! Por que você vai fazer isso? Vamos sair daqui!
 
- Com a ajuda deles vai ser mais fácil!
 
- É, mas e se eles te matarem?
 
- Já falei, eu não posso morrer agora! Eu tenho que ascender primeiro!
 
- Pára com essa palhaçada de ascensão! Eles vão te matar, escuta o que eu estou te falando!
 
- Bom, eu vou ajudá-los, se você não quiser ficar, pode ir embora!
 
Eu sabia que ele não me deixaria sozinho. Fui até a próxima porta a fim de tentar abri-la e Ralph veio atrás de mim.
 
- Merda! Por que sempre me meto nessas furadas com você e por você?
 
- Porque você me ama!
 

Sorri virado de costas pra ele, tentando abrir a próxima porta.

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Re: CASA MALDITA - 2

Mensagem por Maximillian Santori. em Sex Set 20, 2013 11:37 pm

Max se levanta no chão e fica reparando os detalhes do quarto, principalmente o desenho no teto que parecia uma dica para descobri a onde estava a possível porta. Ele vê alguns buracos nas paredes pelo quarto e um buraco maior que os outros. “Talvez seja essa a dica” ele pensa olhando para o teto. “Mais eu não tenho uma faca” ele vai andando calmante até a geladeira e a abre, viu apenas algumas garrafas de água. "Interessante ele que me manter vivo, mas por quê?” Ele caminha olhando os detalhes do quarto e tem uma ideia. Os pedaços de corpo que havia no quarto fez com que ele tivesse a ideia de usar um pedaço do osso do braço que estava no chão, sabia que poderia ser um pouco complicado, mas teria que tentar, seria a única maneira de sair dali.

Aproximou-se pisando em um pedaço do braço enquanto puxou o outro pedaço fortemente tentando separa o osso das juntas, romper os ligamentos e finalmente dilacerá-los. O problema e saber como se livrar da carne que ainda envolvia o osso.

Ele tira a fivela do cinto e com muito esforço usa a fivela para fazer um corte circular no braço, não muito fundo e com a mão começa a puxar a carne pouco a pouco até tirar uma quantidade aceitável de carne e então usa a parede lateral da cama de concreto como uma lixa abrasiva para tirar o restante da carne e moldar o osso para que cabe-se no buraco da parede. Após um tempo trabalhando em sua ideia, assim que úmero do braço esta sem a carne ele pega a parte mais fina do braço e coloca no buraco girando-o lentamente, tentou varias vezes tentando achar um ângulo onde o osso se encaixasse firmemente para girar a trava. Depois de várias tentativas ele sente a trava e logo a porta se abre.

Ainda ficou parado por um tempo diante da porta surpreso que havia dado certo. “Certo, agora que começa a brincadeira não é?” ele empurra a porta com a mão esquerda e da uma olhada pelo o corredor. Coloca a fivela no cinto se arruma um pouco  e então ele escuta um barulho de conversa. Ainda com o úmero do braço em mãos ele vê um cara perto de uma porta. – Ei você... Quem é você? Olhando para um rapaz meio estranho.          

Flash back...

Um homem tinha acabado de sair da cadeia, o seu crime é uma lista de furtos e assassinatos a maioria são crianças e adolescentes. O homem chega ao seu antigo apartamento assim que ele abre a porta no outro prédio Max o esperava com o dedo no gatilho do rifle. Ele espera o criminoso fechar a porta, seu dedo coçava para atirar. Ele coloca uma garrafa pet no cano da arma e em seguida atira fazendo um barulho abafado.

O corpo cai fortemente no chão. Max ele sorri descendo a escadaria do prédio que levava até a garagem onde ele desmonta o rifle e guarda na mochila com a maior calma. Joga a mochila no carro, liga o rádio e toma seu rumo.

Olhando para o retrovisor do carro ele da um sorrio. “Agora ele está livre”.

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Re: CASA MALDITA - 2

Mensagem por Neweys Dwant em Sab Set 21, 2013 6:22 am

(rolando dado pra ver quanto de trampo ainda vou ter no meu post segundo MP com a Sam. xD)

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Re: CASA MALDITA - 2

Mensagem por Mestre do Jogo em Sab Set 21, 2013 6:22 am

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Re: CASA MALDITA - 2

Mensagem por Neweys Dwant em Sab Set 21, 2013 5:09 pm

Ao abrir a caixa, noto primeiramente o cabo de espada quebrada, a lâmina quebrada na borda me alegra. Um sorriso começa a se elaborar em meu rosto, puxando consigo uma risada baixa e seca. Seguro o cabo e o observo melhor. Em seguida o deixo no chão, ao meu lado e levo a mão até uma caixa de fósforos também anteriormente guardada dentro da caixa vermelha. Retiro-a, abro-a, vejo alguns palitos usados e observo um sapo pulando para fora da caixa. Uma expressão de desagrado fecha meu sorriso, seguida de um dar de ombros e as palavras “tanto faz”. Não que eu não goste de sapos. Só não são os animais que mais gosto. Mas, de fato, dane-se! A questão seria... Ele é venenos? Um sorriso se abre novamente em meus lábios. Meus olhos se focam no animal enquanto uma vontade estonteante de rir é pausada pela segunda presença estranha em minha consciência. Alguém havia acordado...

Entro em transe enquanto ouço os gritos dentro de minha cabeça, por cerca de cinco minutos fico imóvel e boquiaberto, e ao voltar a mim, noto que estou trêmulo. – Tsi... Ele parece estar acordando. – digo ao outro.

“-De fato, essa situação nos deixou bem irritados. Ele provavelmente sentiu”.

-Isso pode se tornar um problema.

“-Não vai”.

Pego o cabo de espada e me aproximo do sapo, e piso com o coturno levemente em uma de suas patas, com a colher golpeio-o para irritá-lo esperando soltar alguma secreção de defesa. Extraio o líquido até conseguir envenenar – ou não, afinal não entendo de sapos... – a ponta de aço que ainda existe no cabo da espada e deixo cristalizar. A ponta metálica pode servir como uma ótima forma de varar o acrílico, mas aos meus olhos é uma camada grossa de mais, seria um estorvo pra talvez sucesso algum. O que nos leva a cama... Pego o travesseiro e o apalpo, conferindo se não há nada dentro, jogo-o de canto e faço o mesmo com o colchão, assim ficando somente eu e a misteriosa cama de concreto.

-Hm...Tá tudo acolchoado, exceto isso. É talvez a única parte fraca do quarto. O que acha?

“-Relativamente fraca, você quis dizer... É concreto. Vai quebrar a cabeçadas?”.

-É uma ideia.

“-É uma péssima ideia”.

Com o cabo da minha lâmina quebrada golpeio três vezes a cama de concreto. Uma fraca, outra média e a ultima fortemente, assim eu poderei saber se é oca ou não, se é quebrável ou não, ficando apenas entre esse e o próximo passo. Acrílico ou cama, no momento não existem maiores opções.

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Re: CASA MALDITA - 2

Mensagem por Samantha Nuñes em Dom Set 22, 2013 1:30 pm

O que aconteceu na casa??

Emmett - Ao sair da cela com sangue na boca é visto como um atacante por quem quer que esteja ali na casa. Poderia ser ele o grande vilão por trás dos sequestros. Talvez, quem sabe. Isso ele teria que provar e mostrar que não era mal, ou era, e que estaria ali como todos os outros sem saber onde está e o que está acontecendo. Conseguiu sair e ajudar o outro quarto. Quarto onde estava Nicolai, desacordado. O que Emmett verá é um homem perto de uma garrafa de vodka quebrada e segurando uma faca cega.

Max - Com as mãos sujas de sangue ele também sai do seu quarto, há em seu rosto uma expressão de espanto. Ele vê Emmett mexendo no quarto, mas não sabe se ele é ou não uma pessoa de bem. Será que seu instinto vai fazer ele agir ou correr? A adrenalina está em jogo. Suas mãos não tem nada além de sangue. Se conseguir olhar para o quarto verá um homem caído ao chão com uma faca em sua mão e Emmett com o sangue em sua boca.

Neweys - Seu esforço para tentar sair da cela acaba fazendo-o ficar sem forças para agir. A cama quebra, há uma saída do tamanho suficiente para um homem passar. Agora, porém, está sem forças e amarrado novamente em uma cama de força onde tem um soro em seu braço direito e um cartaz colado no teto: Bem Vindo ao inferno - Neweys por enquanto é prisioneiro de Samantha.

Nicolai - Desacordado e sem forças, se levanta assim que a porta abre, como se fosse um despertador tocando. O que ele vê é Emmett com a boca cheia de sangue e se conseguir olhar fora do quarto verá Max com a mão ensanguentada, tire suas conclusões.

=====

Na casa há uma sala grande. No meio da sala há um aquário gigante com uma mesa e duas mulheres sentadas. Elas parecem comer. Não há como entrar nesse aquário (visivelmente). Há uma mesa grande, o que conseguirão observar ATÉ O POST DE SAMANTHA E EILEEN será apenas duas mulheres comendo. 

O vidro vai até o teto, há uma entrada pelo chão do aquário que vocês conseguem ver.
Não dá pra saber o que comem, quem são, nem como estão ali, nem se são ou não reais. 
Resolvam seus problemas. Vocês tem 48 horas a partir de 00:01 de amanhã.
Boa sorte. 

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Re: CASA MALDITA - 2

Mensagem por Emmett Honeycut em Seg Set 23, 2013 9:58 am

Contrariando os conselhos de Ralph eu fui até a próxima porta e consegui abri-la. No quarto um homem grandalhão, forte... Hum, bem o meu estilo. Gosto de homens grandes, fortes... Enfim, Ralph permaneceu na porta, estava ressabiado e não estava com confiança pra entrar, mas eu realmente não tinha nada a perder. Eu entrei na sala, afinal o sujeito parecia estar desacordado, mas não demorou muito para perceber que ele estava vivo, então voltei em direção ao Ralph, virando de costas para o cara careca, mas olhando para ele de canto de olho, caso ele tentasse alguma coisa, vendo-o com a minha visão periférica.
 
- Está livre, amigo!
 
Falei saindo do quarto. Minha boa ação já tinha sido feita, agora era saber pra onde ir e sair da casa. Ao chegar no corredor percebo uma nova presença e me viro para olhar. Um sujeito estava com as mãos todas ensanguentadas. Ralph olha para o rapaz e olha pra mim.
 
- Mas que merda é essa?
 
- Bom, se ele não estiver na mesma situação que nós, então é o cara que nos prendeu aqui!
 
Volto meu olhar para o rapaz com as mãos cheias de sangue, mas atento para o sujeito dentro do quarto.
 
- Tá tudo bem amigo?
 
- Você realmente acha que um cara com as mãos cheias de sangue está bem?
 
Sem desviar o olhar do rapaz respondo pra Ralph.
 
- O sangue pode não ser dele!
 
Decido não me aproximar do sujeito. Vou andando para trás, sem desviar o olhar dele e usando minha visão periferia para ficar atento no grandalhão também. Minha intenção era alcançar outro cômodo da casa, queria sair dali. Ralph ia me seguindo da mesma forma. Esperei até o sujeito me dar uma resposta, caso ele viesse pra cima de mim de uma forma agressiva eu sairia correndo e pelos olhares de Ralph para mim, ele também tinha a mesma opinião que a minha.

Ao chegar ao final do corredor, consigo visualizar uma sala grande mais a frente. Aparentemente duas pessoas estavam à mesa e pareciam comer. Poderiam ser nossos sequestradores e estavam alheios aos acontecimentos ali. Era uma oportunidade de pegar-lhes de surpresa. Mas a questão era que tinha mais dois sujeitos para eu me preocupar. Um deles era um grandalhão que poderia acabar comigo facilmente... Merda de carcaça frágil, o outro, bom, digamos que TALVEZ eu pudesse com ele, mas era melhor não arriscar. Éramos dois contra dois, mas será que Ralph poderia com algum deles? Ralph era mais forte do que eu, mas mesmo assim acho que não aguentaria o grandalhão. Eu, por minha vez, acho que não aguentaria nenhum dos dois. Merda de corpo frágil, mas isso era irrelevante agora. O fato era que tinha mais duas pessoas para enfrentar na outra sala e se a atenção delas fosse chamada seriam quatro contra dois. Nossa, não era uma situação muito agradável, apesar de que a dor seria interessante, seria legal, mas acho que minha carcaça frágil não aguentaria por muito tempo.
 
Estava em um beco sem saída. Ralph não me ajudava em nada, ele estava ali, parado, olhando para o sujeito com as mãos ensanguentadas. Pelo jeito dele não estava esperando briga e iria fugir assim que tivesse chance. Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come. Eu não tinha muitas opções. O jeito era esperar para ver o que aconteceria depois.

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Re: CASA MALDITA - 2

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